O RESULTADO DAS “MÃOS PESADAS” DO DESASTROSO GOVERNO FLÁVIO DINO, EM LIMA CAMPOS

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Blitz

O Governo que tanto propagou que era do lado dos pobres, e que agora inundou o Estado do Maranhão com impostos estar querendo cada vez mais.

Foi o que ocorreu em Lima Campos está semana, na verdade foi um verdadeiro arrastão de motos e carros apreendidos pela Policia Militar Rodoviária, resultado, foi que várias pessoas ficaram sem o seu único veiculo para ir ao trabalho, escola e etc.

Pais de família que estavam vindo da roça com seu veiculo, teve o caso de uma Senhora que estava levando seu filho ao Hospital e outros casos. E que agora terão que desembolsar grana para o Governo comunista.

Enquanto isso nas MA,s do Estado, passam drogas, armas e etc.

Não dá pra entender tanto desejo por arrecadação de impostos, pra que tanto dinheiro arrecadado? já que o povo não ver isso implantado em benefícios.

Os veículos apreendidos pelos policiais rodoviários foram levados para o pátio da 7ª Ciretran de Pedreiras para serem analisados de forma minuciosa; vale lembrar que os proprietários têm um prazo de 30 dias para fazer a regulamentação na documentação, vencido esse prazo, os veículos apreendidos serão levados para o galpão da VIP Leilões, localizados na cidade de Presidente Dutra.

O Blog do de Sá reconhece que fazer blitz não é ilegal, sabemos que é correto, mas pelo visto, o intuito de Flávio Dino é arrecadar cada vez mais e mais.

Fonte: Marcos Limma

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Assassinato de trabalhador em Timon revolta familiares e amigos da vítima

ELIAS LACERDA

“Galego” aparece na foto acima e logo abaixo os dois elementos presos após o assassinato.

Parentes e amigos de Rogério Araújo, que foi assassinado na madrugada deste sábado em Timon, estão revoltados com o fato.

O assassinato aconteceu quando o trabalhador chegava em sua casa por volta das 3 horas da madrugada, no bairro São Francisco. No momento em que parou sua moto, dois elementos o abordaram para roubar seu veículo. Rogério teria reconhecido um dos bandidos e pedido para não ser roubado, mas recebeu um tiro no rosto disparado por um dos elementos.

A polícia militar agiu rápido e prendeu horas depois os dois acusados de assassinar o trabalhador.

Rogério tinha 34 anos, era casado mas não tinha filhos. Era conhecido pelo apelido de “Galego”, trabalhava com o pai num açougue nas proximidades da Ceasa de Timon e mantinha muitas relações de amizade. A crueldade dos elementos chocou seus parentes e amigos. Nas redes sociais as opiniões mais comuns são aquelas que recomendam a morte para os dois acusados.

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Veículos da GCM de Chapadinha estão parados por falta de combustível

 

Os três veículos da GCM de Chapadinha estão parados há pelo menos três dia por falta de combustível. O relato foi feito ao Pirapemas.com por uma pessoa que precisou dos serviços da guarda municipal e recebeu essa informação de um dos agentes da GCM. “Estamos parados sem poder sair para as rondas de rotina e sem poder atender os chamados dos chapadinhenses”, disse o servidor.

As viaturas paradas por falta de combustível são três motos compradas pela ex-prefeita Ducilene Belezinha. Além de não viabilizar o funcionamento das motos, o atual prefeito Magno Bacelar ainda não disponibilizou um carro para corporação.

O Pirapemas.com apurou ainda que uma das motos além de não ter combustível está com mais de uma semana com o pneu furado.

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Magno confirma saída de Telmo José da secretaria de obras e efetiva Beto Dantas para o comando da pasta

A assessoria de comunicação do prefeito Magno Bacelar confirmou por meio de nota divulgada nas redes sociais, a informação dada ontem (17) em primeira mão pelo Pirapemas.com. Professor Telmo José deixa a secretaria de obras, em seu lugar assume o engenheiro Beto Dantas.


Abaixo a nota da Secom

O prefeito Magno Bacelar nomeou para o comando da Secretaria Municipal de Obras o engenheiro civil Hilberto Gonçalves Dantas, conhecido como Beto Dantas, e o também engenheiro civil Telmo José Mendes para assessorar seu gabinete nas áreas de infraestrutura e planejamento urbano.

Chamado inicialmente para a pasta, o engenheiro e professor Telmo José Mendes agradeceu o convite, mas entende que trabalhando diretamente com o prefeito poderá contribuir com todas as pastas do governo, na melhoria da interação entre os órgãos e em especial nas auditorias realizadas pela Controladoria do Município.

Formado pela Universidade Estadual do Maranhão em 1999, Beto Dantas tem ampla experiência na área tendo sido gestor de infraestrutura da gerência regional de Chapadinha e contribuído com mais 20 prefeituras da região neste quase 20 anos.

Telmo José Mendes tem no curriculum, além de quase 20 anos de vida acadêmica e profissional, grandes projetos de engenharia como o PAC Rio Anil em São Luís, organização de grandes conferências como a de resíduos sólidos em 2012 pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA) e trabalhos ambientais apresentados e reconhecidos internacionalmente.

O assessoramento técnico do professor Telmo à administração facilitará a interação entre a gestão municipal e entes federais importantes como o Ministério de Meio Ambiente (MMA) e a Universidade Federal do Maranhão (UFMA), de onde ele é professor e com quem esperar firmar o maior número de parcerias possível.

“Telmo e Beto formam uma dupla extraordinária e nós não podemos desperdiçar o capital humano dos dois. Eles têm estilos que se completam e contribuem muito com o município”, disse o prefeito. Do Blog Pirapemas. com

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ENTENDERAM OU PRECISA FAZER O DESENHO?!?!?!

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PRESERVAR O FUTURO OU REPARAR O PASSADO?

Para corrigir o horror que tem sido o sistema prisional brasileiro, com as penitenciárias abrigando milhares de presos mil vezes mais do que sua capacidade, saiu-se o Supremo Tribunal Federal com proposta inusitada: dar aos infelizes detidos uma indenização proporcional às agruras que vem enfrentando.

A superpopulação carcerária seria compensada por depósitos em dinheiro, proporcionais aos maus tratos sofridos, de acordo com a extensão das penas. Não foram calculadas as despesas para o tesouro nacional, mas apenas cotejados os números: em 2014 existiam 371 mil vagas nos estabelecimentos penais de todo o país, mas 622 mil presos.

Com todo o respeito, os egrégios ministros cavam um buraco na praia para transferir o mar para ele. Duas inviáveis soluções existiriam para sanar a distorção: construir novos presídios ou soltar os excedentes aprisionados, de acordo com o tamanho e o grau de seus crimes. Esconder ou calar os protestos com dinheiro, como forma de corrigir situações medievais, será perda de tempo. Vão depositar todos os meses determinadas quantias para os presos ficarem felizes e até arriscarem a sorte na loteria esportiva? Ou na aquisição de drogas?

Parte da população carcerária vive atrás das grades por conta da arcaica legislação vigente. Prender traficantes, por exemplo, em nada resulta em termos de recuperação. Crimes hediondos e violentos merecem o encarceramento, mas golpes contra a economia popular exigem outro tipo de penas, como multas ou trabalho comunitário.

Discute-se há séculos a finalidade da pena: preservar o futuro ou reparar o passado? Seria essa a discussão fundamental para nossos tribunais.

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RUIM COM ELES, PIOR SE CONTINUAREM

O povo não tinha como objetivo entregar o Brasil a essa gente que aí está, quando escorraçou Lula, Dilma e o PT do governo.

Pensem bem. Examine-se o fato histórico, com calma e isenção. Relembrem o que ocorreu, realmente. O cidadão, surpreso e revoltado, diante da notória situação que lhe dava notícia de uma roubalheira nos cofres públicos sem precedentes e do caos econômico que se instaurou, quis se livrar da “gentalha de Lula”, mas não objetivava que os antigos companheiros e comparsas daquela gente, tomassem o poder. Digam se não foi isso…

A rigor, as duas casas do Congresso tangidas pelo enorme clamor público ou pelas as ameaças que vinham das ruas – como poucas vezes se viu – “tiraram o sofá da sala”, como conta a conhecida piada. Afastaram da linha de frente os políticos desprezíveis, atingidos de morte pela onda de combate à corrupção e à incompetência, e ocuparam os espaços com outros de carreira, ainda não submetidos à execração da sociedade.

Caso eles fossem homens honrados e patriotas, posto que sejam tão culpados e responsáveis pela situação desastrosa que o País foi levado, teriam todos renunciados a seus cargos ou mandatos, e cada um se afastado da vida pública, para que novas eleições trouxessem outra classe de políticos.

Seria esperar muito daquela gente. Preferiram eles encontrarem uma maneira ladina para aplacar a ira do povão, iludindo-o com a falsa impressão no sentido de que a mudança tão esperada havia chegado para ficar, e que a Nação brasileira havia alcançado tudo, pacificamente, sem arranhar o estado pleno de direito democrático. Deixou-se pensar que, de imediato, seriam punidas, com severidade, a roubalheira e a incompetência, além de que uma milagrosa equipe de notáveis reabilitaria a economia, também assim a máquina pública, antes aparelhada para consumir, como uma praga bíblica, o sofrido esforço do povo brasileiro. Ledo engano.

Não ocorreu nem uma coisa, nem outra. Nossa economia levará décadas para voltar aos níveis do início do século (2000), e a máquina pública não foi, ainda que um pouquinho, reformada ou corrigida. Estima-se que permaneça incólume um percentual de 90% dos apadrinhados políticos que, nos últimos anos, estupraram a gestão pública, nos âmbitos federal, estadual e municipal. Até agora o Executivo não se dispôs a apurar ou mandar instaurar um só inquérito administrativo por conta das centenas e centenas de denuncias de roubo ou de malversação da coisa pública. Está todo mundo lá tranquilo, como se nenhum centavo de dano ou prejuízo houvesse sido causado ao Estado.

A Nação se encontra entregue aos velhos companheiros daquela corja que promoveu o maior roubo de dinheiro público da história do mundo. Ninguém acredita que aquelas pessoas, de uma hora para outra, vão “virar santos” ou que ao menos passarão a pensar no Brasil. É ingênuo, e até leviano é se esperar algo neste sentido.

Tudo quanto fazem e pretendem é cuidar de seus interesses, e lutar para se manter no poder. Percebam agora como o Congresso urde e trama contra a chamada operação “Lava- Jato”, e como agem sem o menor pudor, de forma ousada e petulante, sempre ungidos pelo Executivo e, quem sabe, por Membros do Judiciário, igualmente. Não pensam em outra coisa senão em emparedar os Juízes Moro e Bretas e suas valentes equipes de delegados, auditores e promotores – estes a versão moderna dos antigos “Intocáveis” da década de 30, no USA – aos quais o povo se agarrou, ultimamente, como o derradeiro fio de esperança. Já tem “Mandarins” falando, nas Cortes, em prisões longas demais e que é preciso libertar os pobres políticos e corruptos encarcerados. É crível?

Mesmo diante disso, diz-se que a questão econômica está encaminhada e que a economia dá bons sinais de recuperação. Está bem… Contudo, pondere-se: – ainda que o Brasil venha a se reerguer e voltar a crescer a pleno emprego, tudo será extremamente mais difícil ou até infrutífero, caso permaneça essa “classe política” inconfiável.

Para livrar completamente o País dessa trupe, deve ocorrer uma de duas hipóteses. Ou o povo toma o destino em mãos próprias, exercendo o poder “diretamente” – como autoriza o parágrafo único do artigo 1º da Constituição Federal – para cercar o Planalto, o Congresso e os Tribunais e afastar, de vez, a classe política de seus feudos, até ver outra nascer livre, honesta e patriótica, ou o mesmo resultado aconteceria através de uma intervenção constitucional militar, com base no artigo 142, da Carta Magna, mediante convocação do povo “diretamente”, ou de um poder constituído. Esta situação, entretanto, só ocorrerá se, antes de tudo, o povo se rebelar, como ocorreu na Revolução do “Poder Popular” de 1986, nas Filipinas e, antes disso, em 1932, na Tailândia (antigo Sião), no Sudeste Asiático, quando a população cercou o palácio do Governo e disse: “agora nos somos o governo e pronto”, passando a esperar a chegada das forças armadas, que matariam os revoltados ou iriam aderir ao movimento. Aderiram, e a monarquia absolutista foi derrubada. Este cenário não tem nada de extraordinário ou de excepcional e vai surgir, se essa turma que aí está continuar escarnecendo do poder do povo. Quem viver verá.

Em qualquer daquelas duas hipóteses o sucesso da intervenção exige que seja abolida totalmente a classe política atual, nas esferas federal, estadual ou municipal e impedido o retorno de quem dela tenha participado até no momento da ruptura, por si, parentes e correligionários afins, até o terceiro grau. Igualmente tais medidas profiláticas têm que atingir o Judiciário, punindo os corruptos, os incompetentes e os indicados pelos políticos, quando inconfiáveis e comprometidos.

Nem se diga que estou pregando aqui um golpe armado ou o retorno ao regime civil-militar que vigorou a partir de 1964. Tranquilizem-se os espíritos mais sôfregos e a esquerda imbecializada pelo “Gramscismo”. Não sou dos que defendem essa solução, nem isso ocorrerá até porque, a uma, os militares não são idiotas de assumir agora essa “massa falida” e, daqui a um ano se virem apedrejados, pois o Brasil não conseguiu se reabilitar e, a duas, porque a meu ver, como já disse, a intervenção militar não ocorre – e não ocorreu em 1964 – sem que o povão clame por ela, e antes se rebele de maneira irreversível.

A ideia da luta armada é tão ultrapassada que nem a esquerda retrógada acredita mais. Falo de um movimento cívico, pacífico, sem partidos, sem os “Black blocs” pagos por fundamentalistas radicais, pelos sindicatos e os MST’s da vida. A polemica proposta contra meliantes, conhecida como o “Muro de Trump”, além de inusitada talvez só sirva mesmo para inspirar aqui um “cerco humano” que resultaria na “Tomada de Brasília”, este “sítio de horrores”, rodeado de maldades contra o povo brasileiro por todos os lados, onde se salva apenas a população sofrida e trabalhadora.

Ainda que terrivelmente sobrecarregado pelos custos dos governos Central, dos Estados e dos Municípios, o Brasil cresceu quase por si próprio, arrastando o pesado ônus da imoralidade da classe política, e o povo pagou muito caro por isso. Ninguém diz isto. Desta verdade os entendidos “fogem como o diabo da cruz”.

Não obstante, já tínhamos alcançado a estabilidade da moeda e um nível econômico, os quais permitiriam nos apresentarmos ao mundo em crise, como uma solução confiável. Havia chegado a vez do Brasil… Tudo foi destruído… Roubaram tudo. Roubaram, inclusive, das gerações de brasileiros nascidas no pós-guerra (aqueles que vieram com a paz), hoje com sessenta anos de idade ou mais, a derradeira chance que teriam de viver e morrer num País pronto. Não há perdão para aquela gente por isso. Não há.

Não se muda o rumo desta Nação sem que se penalize severamente e se afaste da vida pública a grande massa de políticos e servidores apadrinhados responsáveis pelo “desastre brasileiro”, que nem sequer foram molestados ainda, muito pelo contrário, permanecem recebendo seus gordos proventos, odiosamente reajustados, sem a menor cerimônia.

Dou como consabido que a larga maioria da classe política é cínica, irresponsável e desprezível, mas não acho isso o pior. Muito mais me repugnam os cultos, os sábios e os intelectuais de diversas correntes que defendem e prestigiam toda essa corja, ajudando a mantê-la no poder, sob o especioso argumento de que não há outra solução sem que se afronte o estado democrático de direito. Isto é falso. Antidemocrático e perverso é permitir a continuidade desta ruinosa situação do Brasil, onde muitos não têm o mínimo para se manter com dignidade. Para dar um só exemplo, e este quanto à questão da segurança pública (hoje a primeira preocupação da sociedade), tem-se que o crime no Brasil mata, por dia, mais do que o conflito entre Israel e a Palestina.

Fico imaginando, com preocupação, se esses iluminados fossem entregues as sanhas dos vinte milhões de desempregados, para justificar, de viva voz, suas eruditas teses e, depois naturalmente, se vissem na circunstância de ter que convencer aquela massa de desvalidos a não justiça-los, com as próprias mãos. O susto talvez os levasse a pensar, com respeito, no mal que a “classe política” tem feito ao Brasil, antes de sair em sua defesa.

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DESCULPE-ME POR ME MATAR

Mais uma vez, o Estado brasileiro, por intermédio do Supremo Tribunal Federal, encontrou formas de empobrecer a sociedade, subtraindo-lhe recursos para indenização a presidiários. A indenização definida pelo STF deve ser paga com recursos públicos – dinheiro proveniente dos tributos pagos por todos, seja na fonte ou indiretamente, embutidos nos produtos que são consumidos diariamente.

O cidadão já é ludibriado ao pagar tributos – impostos, taxas e contribuições – sem a justa contrapartida, já que não conta com serviços públicos de qualidade. O serviço público brasileiro está apostemado, quase nada funciona direito: ensino ruim, escolas caindo aos pedaços, caos na saúde, gente morrendo e doentes espalhados pelos corredores dos hospitais. No entanto, não faltam defensores do sistema, gente que se alimenta da pereba alheia.

Quanto mais se destinam recursos para saúde e educação, os índices de atendimento e qualidade pioram: crianças e jovens terminam o ensino fundamental sem saber ler, escrever e contar corretamente; doenças que já haviam sido erradicadas voltam a acometer a população, como se estivéssemos no Rio de Janeiro de Oswaldo Cruz.

Entretanto, as traças da burocracia estatal não sossegam, têm de raspar o fundo do tacho e deixar o cidadão sem o fundo das calças. Agora, o Supremo achou por bem livrar o Estado de ampliar as vagas em presídios ou construir novos estabelecimentos prisionais e punir a sociedade com a obrigação de indenizar criminosos que estejam em unidades superlotadas. É como se exigisse de nós um pedido de desculpas pelo fato de o criminoso ter sido preso. A vítima dirá, do além: – Desculpe-me por me matar.

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JUIZ DOS HOMENS

Dia desses fiquei a pensar naquela primeira segunda-feira em seguida ao início do “horário de verão”. Ainda não refeitos da “perda” de uma hora de sono, cada um de nós experimentou algum efeito negativo ao longo do dia, ainda que leve – afinal, somos todos seres humanos.

Pois bem: pesquisadores norte-americanos da Universidade de Washington constataram que, naquele dia, e somente naquele dia, as penas impostas aos condenados pelos juízes norte-americanos foram 5% mais longas. É curioso: em nenhuma outra segunda-feira do ano isto aconteceu!

Este resultado talvez tenha relação com uma outra pesquisa, não menos intrigante, levada a efeito pela Universidade Estadual da Louisiana (EUA) entre 1996 e 2012. Constatou-se que quando um time de futebol americano local sofria alguma derrota inesperada, nos dias imediatamente seguintes as penas eram 7% mais altas – 14%, se o juiz graduara-se na mesma universidade do time.

Do outro lado do mundo, em Israel, cientistas da Universidade Ben-Gurion realizaram, nos idos de 2011, um estudo análogo. Ao longo de 10 meses, foram analisadas milhares de decisões de oito juízes que trabalhavam em três sessões, com intervalos para um lanche e o almoço. Vejam só: constatou-se que, quanto maior a fome e a sede dos juízes, mais severas eram as penas impostas.

Os resultados desta pesquisa, publicada na revista da Academia Nacional de Ciências dos EUA, chegam a ser chocantes: no início de cada sessão, as chances de um condenado conseguir livramento condicional eram de 65%, percentual que ia caindo até chegar a zero no seu final – e estes valores foram praticamente os mesmos para cada um dos oito juízes.

A propósito deste quadro, data de 1930 uma interessante frase proferida pelo filósofo e juiz norte-americano Jerome Frank: “justiça é o que o juiz comeu no café da manhã”. Desejou ele, com tal pensamento, firmar a ideia de que, assim como ocorre com absolutamente qualquer profissão, há fatores triviais, emocionais ou físicos, que podem influenciar decisivamente no desempenho dos juízes.

Diante desta realidade, e colocando-me no lugar daquele infeliz que foi sentenciado imediatamente antes do almoço, com “chance zero” de obter liberdade condicional, fico a pensar se nosso modelo de justiça está, além de esgotado, profundamente errado.

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Apelidos em Vargem Grande

Meu irmão Ramar mandou-de dias atrás, uma relação de nomes ou apelidos com que eram e muitos ainda são, conhecidos na cidade que vivemos no tempo de nossa infância. De posse desses nomes, me veio a ideia de publica-los e quem sabe, associar esses nomes a momentos inesquecíveis de nossas vidas, e da vida de muitos amigos. Na manhã desta sexta-feira, fiz uma visita ao meu amigo Juarez filho do Ribinha Ferreiro, e contei-lhe do desejo dessa publicação no que fui estimulado a fazê-lo. Imagine alguém ser chamado pelo nome de Chepão? ou mesmo Cacetim? ou ainda Toncha? Chico Tuba nem pensar, e sinuca? seria uma loucura. Mas acompanhe os outros abaixo: Mundico Sureba, Coscorró, Zumba, Lica, Seu Liba, Cão Quelé, Doidão, Vim-vim, Babá, Cascudo, Muriçoca, Peba, Pé de Ferro, Barriga branca, Joelho, Carreirinha, Cacete, Jucá, Porco, Barrão, Zé pitoca, Sabão, Seu dico, Marrequeiro, Nenem barbeiro, Baquinca, Joaquim seu bem, Papudo do Anerão, Gôgô, Sete, Maria Babona, Chato, Chico babaca, Zito, Zé engraxate, Neco Piunga, Bimba, Tubi seco, Cazuza, Bebeto, Petronilo, Língua de cachorro, Zé pé de bode, Batim pé de bico, Fonseca, Boca de sacola, Luis da Tila, Boca de Zinabre, Zé prego, Xica precata, Pé de bolão, Rabo Seco, Zé pezinho, Zé cu sujo, Zé Maria Pimenta, Cremoso, Neco Bico, Badé, Rufão, Sapo, Luiz Ventinha, Pé de Fumo, Neguinho da Mariquita, Nego da Maria Odila, Iôiô, Xixita, Pepita, Sibá, Zé simbeta, Mossoró, Charoca, Luis Dentinho, Guabiru, Caché, Bole-bole, Limunde, Pé de remo, Batoré, Dugeis, De marron, Fuzuê, Beí, Papia, Labra, Mundico Cacheiro, Chica Fiapo, Dorim, Pé de Curica, Celinão, Zé pescoço, Liodoro, Temoca, Sebastiana sardinha, Tamanco, Chiquito, Pé de bode, Nego Rosa, Luis Panpão, Dona Zaroca, Bicão, Soró, Pé de galo, Vicente Muela, Tuica, Zé do Dôca, Pedro curica, Jabiraca do Meton, Luis Viado e Benedito Careca. Prometemos que voltaremos a assuntos que dizem respeito a nossa amada Vargem Grande. Rememore. Viva na imaginação chamando esses personagens. Se Deus quiser, voltaremos em breve sobre outros assuntos de nossa infância e juventude.

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Polícia Federal pede mais 60 dias para investigar Renan na ‘Lava Jato’

A Polícia Federal pediu prorrogação por mais 60 dias do inquérito contra o ex-presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL), o deputado Aníbal Gomes (PMDB-CE) e um executivo da Serveng por suspeita de corrupção e lavagem de dinheiro no esquema de corrupção na Petrobras. O caso está sob análise no gabinete do ministro Edison Fachin, relator da “Lava Jato” na Corte.

O pedido é mais uma reviravolta no caso, que já teve uma denúncia apresentada pelo procurador-geral da República Rodrigo Janot em 12 de dezembro antes de a PF concluir o inquérito. Diante disso, o ministro Teori Zavascki devolveu, na ocasião, a documentação da denúncia à PGR para que se aguardasse a conclusão das investigações da Polícia Federal.

“De fato, acertada a decisão de sua Excelência. Há dados já disponíveis na Polícia Federal que, mesmo estritamente ligados aos fatos em apuração, não foram utilizados pelo Ministério Público”, aponta o delegado Alessandro Maciel Lopes na solicitação encaminhada no dia 21 de janeiro ao ministro Fachin.

Agora, a força-tarefa da “Lava Jato” na PF responsável pela investigação de políticos com foro privilegiado solicitou a realização de novas diligências “visando ao cabal esclarecimento dos fatos” contra o peemedebista, que deixou a Presidência do Senado no começo do ano. Atualmente, Renan é líder do PMDB na Casa.

Quando Teori devolveu a documentação a Janot, o procurador-geral encaminhou uma manifestação ao ministro no mesmo dia, afirmando que depois do pedido de prorrogação a PGR conseguiu juntar “elementos suficientes de prova”, para denunciar Renan.

O procurador ainda citou a Constituição e apontou que ela impõe “máxima celeridade possível nas investigações”. Ele também ressaltou que, na denúncia, apresentou uma solicitação para que os documentos do inquérito da PF fossem juntados aos autos.

Denúncia

De acordo com a denúncia da PGR, Renan teria recebido R$ 800 mil em propina por meio de doações da empreiteira Serveng. O deputado Aníbal Gomes foi denunciado junto com Renan Calheiros. No pedido, a PGR solicita ainda a perda das funções públicas dos parlamentares.

Em troca dos valores, os parlamentares teriam oferecido apoio político ao então diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, que mantinha a empreiteira em licitações da estatal.

Foram identificadas duas doações oficiais ao PMDB, nos valores de R$ 500 mil e R$ 300 mil em 2010, operacionalizadas por um diretor comercial da Serveng, também denunciado. A denúncia aponta ainda que esses valores seguiram do Diretório Nacional do PMDB para o Comitê Financeiro do PMDB/AL e deste para Renan Calheiros, mediante diversas operações fracionadas, como estratégia de lavagem de dinheiro.

Renan já é réu perante o STF em uma ação penal e alvo de outros 10 inquéritos, além da denúncia oferecida em 2016. Fonte O Estadão.

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