Fraude na urna foi denunciada ao TSE, mas Toffoli nada fez

O procurador Janot, Maria Aparecida Cortiz e Toffoli na cerimônia de “lacre do software” da urna

Patricia Faermann
Jornal GGN

Há menos de três meses, um jovem hacker recém-formado pela Universidade de Brasília acessou o sistema das urnas eletrônicas no TSE e descobriu, entre 90 mil arquivos, um software que possibilita a instalação de programas fraudados: o “Inserator CPT”.

A ação foi planejada pela CMind (Comitê Multidisciplinar Independente), formado por especialistas em tecnologia. A advogada Maria Aparecida Cortiz, que participa do grupo, articulou a estratégia dentro do Tribunal Superior Eleitoral, representando o PDT, depois que o presidente da Corte Dias Toffolli anunciou que não abriria edital para testes nas urnas das eleições 2014. “Não vai fazer teste? Então vamos por um hacker lá dentro para descobrir o que tem de errado”, disse em entrevista ao GGN.

Cortiz descobriu outra brecha no sistema: além do Inserator, o programa comandado pela empresa Módulo Security S/A – conforme relato do GGN a única proprietária do serviço por 13 anos com contratos irregulares – é transmitido de Brasília para os estados por meio da insegura rede da Internet.

As denúncias de irregularidades foram enviadas ao TSE em uma petição. Entretanto, a petição não virou processo e foi arquivada por um juiz da Secretaria de Informática. Além da omissão do próprio ministro Dias Toffoli, a advogada ainda denuncia o desaparecimento de quatro páginas do documento. “É o crime perfeito. O réu julga suas próprias ações”, conclui.

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Como seria fazer uma auditoria preventiva para evitar as fraudes eleitorais?

O problema do TSE é a concentração do poder. Para fazer uma auditoria, temos os limitadores que eles próprios nos impõem. Uma auditoria no software é inócua, porque é muito cara, muito demorada e existem sempre as cotas do fundo. E a gente não conseguiria ter certeza que tudo o que a gente pediu seria implementado e que estaria sendo usado no dia da votação.

E o processo de auditoria feito em janeiro de 2013, investigando as licitações da Módulo Security S.A.?

Todas as licitações foram feitas para manter a Módulo. Isso é fato, notório, público, por aquelas consultas que eu fiz nos Diários Oficiais, que são documentos públicos, que todos os procedimentos foram feitos para manter a empresa Módulo lá dentro, no TSE. O que é a empresa Módulo? É responsável pela segurança do sistema. É responsável pelos SIS, um sistema de instalação de segurança, é o primeiro sistema que confirma as assinaturas para validar os programas que são colocados na urna.

O TSE, com a concentração de poderes, não deixa a gente fazer nada e a gente não tinha mais solução para tentar mudar esse sistema. Aí eu propus para o grupo, que é o CMind [Comitê Multidisciplinar Independente], em que o Pedro Rezende e o Diego Aranha também trabalham, e que a gente milita. Propus a eles que a gente colocasse um hacker dentro do TSE. Eu falei: consigam a pessoa, que eu vou ficar com ele lá dentro, dar as dicas, porque, embora a minha formação não seja técnica, estou lá há muitos anos, eu sei como funciona.

O Diego e o Pedro escolheram um menino chamado Gabriel Gaspar, que foi aluno deles na UNB. Em agosto, conseguiu ir. Por orientação, ele foi trilhando o mesmo caminho do Diego no código fonte. Diego Aranha é aquele técnico da UNB, professor que descobriu o desembaralhamento dos votos, que dava para identificar o eleitor. Então, o Diego orientou, disse o caminho, o que era importante.

A gente descobriu, no meio de 90 mil arquivos, um artefato (a gente chamou assim) no sistema de segurança, que é desenvolvido pela Módulo. Achamos que aquilo era importante, e fizemos todo um estudo. Para que ele serve? O ministro [Toffoli] assina um programa, manda para os outros ministros, Ministério Público e OAB assinarem, envia esse programa para os estados, e só poderia funcionar nas urnas esses que vieram de Brasília, concorda? Só que usando o “Inserator” podem ser instalados programas na urna, assinados por esse artefato. Ele está apto a validar programas não oficiais. Foi uma descoberta muito importante. Isso foi agora, dia 4 de setembro.

Em 2013, eu não sabia como que eles faziam, quando eu fiz o estudo da licitação da Módulo, sabia que a empresa estava usando alguma coisa, mas não o que era. Neste ano, nas eleições 2014, eu descobri como o programa foi utilizado, lá em Londrina, em 2012: com o Inserator. A gente descobriu o nome dele e onde ele estava: dentro do sistema de segurança, é um subsistema.

E o resultado disso?

A partir daí, fiz uma petição com o ministro Dias Toffoli, explicando que, além disso, que é gravíssimo, tem outras vulnerabilidades. Descobrimos outra coisa muito, muito ruim: a Justiça Eleitoral não está usando mais aquela rede super-segura, que sempre disseram que nada tem conexão com a internet, não é?

Só que eu pedi para fazer um teste lá [no sistema de urnas do TSE] e eles toparam, mas não sabiam a minha intenção com esse teste, não sabiam que eu estava com um hacker. Eu pedi para fazer o teste questionando se um computador que gera mídia – a mídia é aquele pendrive que vai carregar a urna – pode estar conectado à internet. Pedi: quero que façam o teste, um computador conectado e um não conectado. Aí eles falaram: nós vamos fazer, mas não tem sinal nenhum, porque nós usamos a internet.

Então, os programas que estão vindo para os estados, que são assinados, criptografados, vêm via internet. Não tem mais a rede hiper super-segura. Eles próprios pagaram uma fortuna para abrir a rede, e abandonaram, porque ela não é segura de jeito nenhum.

Olha a situação: o Inserator existe, está dentro do SIS, o SIS é instalado no computador da Justiça Eleitoral, o computador da Justiça Eleitoral está conectado à internet. A pessoa que conhece o Inserator puxa um programa da Internet, as pessoas não sabem de onde veio aquele programa, assina no teclado e coloca na urna. Que dificuldades tem isso?

O partido político, o fiscal, o juiz que estiver lá não percebe. Não dá para perceber a diferença de colocar um programa original de um fraudado. Porque a justiça eleitoral confessou que precisa da Internet para gerar mídia.

Qual foi a consequência da petição?

Tudo que entra na Justiça vira processo. A minha petição foi para o juiz auxiliar secretário da presidência, julgada com um parecer da secretaria de informática, e mandada para o arquivo. Ela não tinha capa, não tinha número, só tinha número de protocolo, não virou processo. Eles tinham que, de qualquer maneira, desaparecer com isso, eles não podiam colocar como visível para outras pessoas. Tanto é que, você como jornalista, não encontra porque não fizeram número, não fizeram processo. É só um número de protocolo qualquer. Qual seria o trâmite, de acordo com a resolução: apresentada a impugnação, é escolhido um relator, o relator leva para a mesa, para julgar. E esse julgamento iria passar na televisão, ia ser público. Eles não podiam deixar isso acontecer, de jeito nenhum.

Então, foi grampeada a petição, com o parecer da secretaria de informática. O juiz indeferiu, mandou arquivar. Nós fomos atrás desse processo. O parecer tem nove páginas, mas só tem cinco lá, o resto está faltando. Ninguém sabe onde está esse parecer. A gente está aguardando, para ver se eles acham o resto.

Não consegui encontrar o contrato da Módulo, ela venceu a licitação para as eleições de 2014?

Venceu. Eles fizeram uma coisa totalmente direcionada. A Módulo participa do projeto base, então só ela ganha [a licitação].

Por que os outros concorrentes não teriam critérios técnicos?

São eles que criam os critérios técnicos. Para ganhar. Então, não tem chance, não tem como ganhar. A Módulo tem contrato com todos os órgãos do governo. Não é só um, são todos.

Como mandou para o TSE, você poderia mandar esses documentos ao MPF, à OAB, para articular melhor a sua petição?

Eu mandei para a OAB, porque ela poderia mexer com isso. Mas o presidente do Conselho Federal da OAB [Marcus Vinicius Furtado Coêlho] falou uma coisa que eu quase morri do coração. Falou que as urnas brasileiras são exportadas para o mundo inteiro. Primeiro, que não é “TSE Limitada” e muito menos “S.A.”. E outra, nenhum país do mundo aceita essas urnas. Então, eu fiz a petição, com a minha obrigação de ofício como advogada, entreguei para ele com as irregularidades. Mas ele não tomou conhecimento, não.

As auditorias podem ser feitas por qualquer órgão?

A lei 9.504 só permite que analisem os programas o Ministério Público, a OAB e Partidos Políticos. Então, embora eu faça parte do CMid, eu tenho que fazer parte de um partido político. Tanto que já sou filiada há muitos anos, mas não sou ligada ao PDT, não tenho nenhuma vinculação, a não ser esse trabalho de ir lá e fazer a análise de códigos.

A Justiça Eleitoral, de quando em quando, publica o edital de que vão existir testes. O Diego participou de um teste nas urnas de 2012, desembaralhou os votos e descobriu quem votava em quem. Também estávamos juntos, porque ele não poderia falar [por não ter a autorização do TSE]. Então eu fiquei do lado dele, escutei [as conclusões] e passei para frente. Teve que ter toda uma estratégia.

Este ano, o ministro Toffoli disse que não ia fazer teste. Não vai fazer teste? Então vamos por um hacker lá dentro para descobrir o que tem de errado.

Legalmente falando, é possível?

A lei fala que o TSE tem que apresentar os códigos fonte para mim. Eu fui com base na lei. Só que eles não sabiam da capacidade do menino, se eles soubessem teriam bloqueado. Porque é muito, muito restrito. O PDT tem outros técnicos, mas um ficou fora, e eu sou advogada, normalmente eu não sento nas máquinas. Só que este ano a gente mudou de estratégia. Eu fui sozinha e levei o menino, que eles nem sabiam quem era. Eles achavam que ele era do PDT, e não da UNB.

Essa sua petição não foi a público?

Foi, está dando uma repercussão boa, porque eu falei dela na Universidade Federal da Bahia. O Pedro fez um site, eu fiz o debate na Bahia. Não é a mesma divulgação que Justiça eleitoral dizendo que nada é conectado à internet.

Se não fosse verdade, eu já teria respondido a milhares de processos pela Polícia Federal. Não tem como dizer que não está lá dentro, o programa está lá dentro. Fonte Tribuna da Imprensa.

 

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Toffoli proibiu que os ministros acompanhassem a apuração…

Na apuração secreta criada por Dias Toffoli, nem mesmo os ministros do TSE tiveram acesso aos números

Carlos Newton

Em reveladora e estarrecedora entrevista a Beatriz Bulla, do Estadão, o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro João Otávio de Noronha, confirmou que somente um pequeno grupo de técnicos do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) assistiu o minuto a minuto da totalização dos votos.

De acordo com o corregedor-geral, foi por ordem direta de Toffoli que o TSE montou um esquema para manter isolados os técnicos responsáveis pela apuração, sem contato inclusive com outros membros da Corte.

E o mais inacreditável é que, ainda segundo o corregedor-geral João Otávio de Noronha, a orientação dada pelo presidente do TSE, ministro Dias Toffoli, era para que os técnicos não informassem nem a ele o resultado parcial da eleição antes da abertura dos dados para todo o País.

Como todos sabem, essa abertura dos dados somente ocorreu já depois das 20 horas, quando estava assegurada a “eleição” da candidata oficial Dilma Rousseff. Esses são os fatos – verdadeiros, indiscutíveis e irrefutáveis – que marcaram as estranhíssimas inovações desta eleição presidencial, em que não houve transparência nem fiscalização.

NEM OS MINISTROS ACOMPANHARAM…

As declarações do corregedor-geral João Otávio de Noronha são inaceitáveis e assustadoras, porque jamais ocorrera no país uma eleição em que até mesmo as maiores autoridades da Justiça Eleitoral foram proibidas de acompanhar a apuração.

Antigamente, de acordo com o próprio Noronha, os ministros do TSE acompanhavam normalmente a apuração dos votos. Mas desta vez, eles só tiveram acesso aos números quando foi anunciada, de chofre, a vitória de Dilma Rouseff, pois embora se alegasse que “a eleição não estava matematicamente definida”, não havia mais a menor possibilidade de uma virada de Aécio Neves.

Esta é uma página deprimente da História Republicana, escrita primeiro com urnas eletrônicas sabidamente vulneráveis e que não foram submetidas a testes, e depois com uma apuração em sala secreta, à qual nem mesmo os ministros do TSE tiveram acesso. E fica tudo por isso mesmo, no País do Carnaval. E la nave va…Fonte Tribuna da Imprensa

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Ônibus leva romeiros para Mulundus.

Momento que antecede a viagem dos romeiros

Momento que antecede a viagem dos romeiros

O ônibus de propriedade do vereador Raimundo Nonato Teles Viana ( Mundinho), todas as tardes sai da Casa Paroquial para o povoado Mulundus onde estão sendo realizados os festejos de São Raimundo Nonato dos Mulundus. Os romeiros interessados em fazer a viagem para participar das celebrações e pagar as suas promessas, colocam os seu nomes antecipadamente em uma relação que fica na secretaria da Paróquia. O bom de tudo isso, é que não tem nenhum custo para os romeiros. Eles viajam para Mulundus  no fim da tarde  e retornam para suas casas ao final das celebrações. Um fato inédito na história de Vargem Grande, pois até este ano, ninguém tinha tido uma atitude dessas. Os padres Antonio Carlos e Cordeiro, informaram que essa atitude do vereador melhorou consideravelmente o número de participantes nas celebrações. Dona Olinda, secretária da Paróquia informou ao Blog, que desde ontem está fechada a lista de passageiros que participarão do último dia do festejo em Mulundus.

Momento em que as portas do ônibus são abertas para os romeiros

Momento em que as portas do ônibus são abertas para os romeiros

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Outubro Rosa de conscientização.

Banda Fanfarra Elmar Mesquita no comando da caminhada

Banda Fanfarra Elmar Mesquita no comando da caminhada

Durante todo o mês de outubro, a Secretaria municipal de Saúde de Vargem-Grande desenvolveu ações no sentido de conscientizar as pessoas, especialmente as mulheres, sobre os cuidados que devem ter para a prevenção do câncer de mama e colo do útero. Profissionais da saúde realizaram palestra, fizeram consultas, com exames para o diagnóstico e tratamento dessas doenças que tem levado a óbito muitas mães de família. Na tarde de hoje, a secretaria promoveu uma caminhada pelas ruas e em alguns pontos, faziam parada, para que operários da saúde esclarecessem a população os motivos daquela manifestação, e os riscos das mulheres contraírem o câncer se não fizerem a prevenção. A população entendeu a manifestação pública da Secretaria e conscientizou-se de que a grande arma para combater os males que afetam a humanidade é seguir a risca o adágio popular que diz ” Antes prevenir do que remediar.”HPIM0608

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Continuamos sem conseguir postar novas matérias na TRIBUNA

Carlos Newton

A coincidência é impressionante. Todas as vezes em que a Tribuna da Internet faz graves denúncias políticas e econômicas, misteriosamente o Blog começa a ter problemas. Ou os leitores e comentaristas passam a ter dificuldades de acesso, derrubando nosso índice de leitura, que é um dos maiores da internet em termos de blogs e sites independentes, coisa muita rara na web, ou o editor começa a encontrar enormes dificuldades para postar novas matérias e moderar os comentários.

Já estamos até acostumados e perdemos a conta das vezes em que fomos tirados do ar, sem a menor explicação.

Durante três anos, operamos sem o menor problema, porque o índice de leitura era pequeno. Mas quando chegamos à média de 15 mil acessos diretos por dia, com picos de 30 mil e até 60 mil acessos, sem contar a leitura por redes sociais, republicações e troca de e-mails, a coisa se complicou.

A primeira vez que desconfiamos de censura cibernética ocorreu quando o Suporte Técnico do servidor UOL Host, um dos maiores do país, nos revelou que apenas o editor (único possuidor da senha) poderia ter entrado no Painel do Cliente e nos desabilitado da plataforma WorldPress.

Respondi que era impossível, porque o único editor sou eu e, três anos depois, já nem lembrava da existência desse tal Painel do Cliente…

DEPOIS DAS ELEIÇÕES

Agora, depois dessas estranhíssimas eleições, com uma urna sem teste de segurança e uma apuração “secreta”, à qual apenas 30 pessoas tiveram acesso, sem a menor fiscalização dos partidos, exatamente quando denunciamos esses fatos, a Tribuna da Internet volta a ter os mesmos problemas.

Não há como publicar novas matérias, a dificuldade é quase absoluta. Nas últimas seis horas, só conseguimos postar dois textos e há várias horas não temos como fazer a moderação dos comentários.

Os técnicos do UOL Host estão trabalhando para identificar como se processa esse novo ataque à Tribuna da Internet.

CENSURA VIRTUAL

E não vamos desistir. A cada vez que sofremos esse tipo de censura virtual, voltamos ao ar com um índice mínimo de leitores, mas em pouco tempo recuperamos o tempo perdido. Os brasileiros anseiam por um jornalismo independente, coisa rara nos dias de hoje, repita-se.

Nesse momento em que escrevo, às 14h40m, há 901 pessoas lendo a Tribuna da Internet, e hoje já tivemos 38.031 acessos diretos. Segundo o contador Histats.com, que aparece em nossa primeira página, devemos chegar ao final do dia com 90 mil, algo assim, sei lá. Mas o contador do Google sempre nos dá 25% a mais de acessos. Ou seja, 110 mil. E todos os leitores são pessoas de alto nível, interessadas em política e economia.

Logo vamos superar mais esse problema, claro, e vamos em frente, com o apoio de vocês. Fonte Tribuna da Imprensa.

EDUARDO É TRANSFERIDO – Carlos Eduardo que foi preso essa manha por está dirigindo um carro roubado em Teresina, foi transferido para a Delegacia Regional de Itapecurú. Eduardo estava cavando um túnel para fugir da Delegacia de Vargem Grande. A polícia descobria e o Delegado fez a transferência do mesmo nesta tarde, por medida de segurança.

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Por que o Supremo não aceita que haja impressão do voto?

Adriano Benayon
Correio da Cidadania

Um dos especialistas em urnas eletrônicas, o engenheiro Amilcar Brunazo Filho diz que “o eleitor argentino pode ver e conferir o conteúdo do registro digital do seu voto. O eleitor brasileiro não pode! No Brasil, o voto é secreto até para o próprio eleitor”.

Não é aceitável, portanto, a postura do Supremo, Tribunal Superior Eeleitoral e muitos TREs, que têm indeferido pedidos de se demonstrar, perante essas autoridades, a completa vulnerabilidade da urna eletrônica à fraude.

Menos aceitável ainda, que ministros do STF tenham interferido no poder legislativo, seja para impedir a aprovação do voto impresso, seja para cassá-lo, quando leis foram promulgadas para assegurá-lo.

Em 2004, Nelson Jobim, então presidente do STF, fez convocar reunião de líderes da Câmara dos Deputados, na qual os intimidou (todo político tem processos nas altas cortes), para, por voto de liderança, decidirem suprimir da lei a impressão do voto.

LEI DO VOTO IMPRESSO

Chegou a viger, mas quase não chegou a ser aplicada, a Lei do Voto Impresso, de autoria do Senador Requião, e, em 2009, foi promulgada por Lula a lei dos deputados Brizola Neto e Flávio Dino, que teve este destino, selado pelo STF, em 06.11.2013:

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Carro roubado em Teresina é preso em Vargem Grande com suspeito.

HPIM0599HPIM0600Carlos Eduardo de 23 anos foi preso pela polícia conduzindo um gol preto placas LWF 2133, Teresina -Pi. De acordo com a polícia, ao fazer a ronda rotineira, deparou com um elemento em atitude suspeita conduzindo o veículo gol de placas de Teresina. Ao dar sinal para fazer a abordagem, o condutor do veículo empreendeu fuga e foi perseguido pela polícia. O condutor com essa atitude, aumentou a suspeita dos policiais que perseguiram o homem por um grande percurso, desde o conjunto Santa Maria, até o Campo de Aviação, onde Eduardo, tentou se esconder na casa do senhor Zé Coelho. Ao receber voz de prisão e não apresentando documentos, o motorista identificou-se apenas como Carlos Eduardo de 23 anos. No primeiro momento Carlos disse a polícia que havia roubado o veículo. Depois voltou atrás e  disse que havia comprado o carro em Pirapemas pela importância de R$ 2.000,00. Acrescentou ao Blog, que sabia que o veículo era roubado mas mesmo assim comprou. Perguntado como será de agora em diante, ele disse que vai responder o rabo. De acordo com a polícia ao fazer a pesquisa, descobriu que o veículo é realmente produto de furto. Carlos Eduardo se encontra recolhido na Delegacia de polícia de Vargem Grande, tendo sido lavrado o seu flagrante e encaminhado a Justiça. A ação para prisão foi do Sargento Pereira com o reforço da polícia civil e da guarda municipal.

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Comissão prepara audiência pública sobre destruição dos rios.

HPIM0597A comissão que organiza a audiência pública sobre a destruição dos rios se reuniu ontem na Casa Paroquial. Na pauta, ficou definido os primeiros passos a serem seguidos pela comissão para identificar os pontos críticos e os causadores desses danos. Ficou acertado, que membros da comissão organizadora do evento, farão uma vistoria in loco para identificar os principais agressores do meio ambiente e a forma de encaminhamento do problema as autoridades competentes. Ainda esta semana, participantes da reunião se revezarão percorrendo áreas identificadas como mais afetadas pelas colocações de dragas. Alguns ribeirinhos que faziam parte da reunião, relataram o descaso das autoridades do setor em relação a inibição dessa prática danosa ao meio ambiente, exercida por pessoas de poder aquisitivo razoável e que fazem da destruição dos rios o seu meio de vida. Disseram também os ribeirinhos, que quando do período da piracema,  todo o aparato da Secretaria de Meio ambiente, inclusive com o apoio da polícia é usado para proibir a pesca ainda que seja só para o sustento deles. E foram taxativos ao afirmarem que isso não se repete quando se trata das dragas que inclusive matam os peixes e poluem os rios com o derramamento de óleo. O professor e Dr. George Daniel, em seu comentário ao Blog deu sua contribuição alertando também para o problema do saneamento básico e do tratamento dado aos resíduos sólidos, que são impactantes ao meio ambiente e que inclusive destroem nosso lençol freático. Dia 11 de novembro, quando da realização da Audiência Pública, a comissão organizadora do evento apresentará um documento as autoridades, para que seja assumido um compromisso de providências quanto essa prática danosa destrutiva.HPIM0596

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Criança é encontrada morta dentro de carro

Karen Rebeca Gonçalves Oliveira de 7 anos de idade, filha de Danielle Sousa Gonçalves, residente à rua da Quinta no Bairro São Miguel, foi encontrada morta dentro do veículo Cruze prata de propriedade do irmão do padastro da criança. Segundo informações de terceiros, os familiares da criança, sentiram a sua ausência às 19 hs de ontem e após incessantes buscas, encontraram o corpo já sem vida dentro do veículo. Ninguém sabe ao certo como ela entrou no carro sem que ninguém percebesse. O fato é que também não informaram desde quando a criança estava desaparecida e desde quando estavam procurando a mesma. O cero é que depois de encontra-la, comunicaram a polícia que encaminhou o corpo ao IML para os exames de praxe. Até o momento enquanto redigimos a matéria, o corpo não retornou para o velório e posterior sepultamento. Conversamos com policiais que mostraram-se surpresos e que não podem fazer nenhuma avaliação do caso sem antes receberem o laudo que acredita-se ser liberado pelo IML no prazo de 30 dias. Estaremos a postos para informações futuras. Só depois do laudo é que o Delegado poderá se posicionar sobre o caso. Entramos em contato com o delegado que nos informou que a criança está com uma lesão na cabeça e que ele acredita ser dela se debatendo dentro do carro para sair. Também nos informou o delegado que a menina que vive entre a casa da Vó e da mãe, desapareceu da família por volta das 15 hs. e quando foi encontrada, o carros estava estacionado nas proximidades da casa da mãe.

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Realizado sorteio para Unidades habitacionais em Vargem Grande.

HPIM0595Durante todo o dia uma multidão lotou as dependências do Ginásio Gastão Vieira em Vargem Grande, onde foi realizado o sorteio das unidades habitacionais que estão sendo concluídas pela Caixa Econômica. Em alguns momentos, pessoas se manifestaram reclamando de que alguns contemplados, eram proprietários de imóveis no município. Segundo esses reclamantes, professores, comerciantes e autônomos, que foram contemplados com casas do programa Minha Casa minha Vida,  são proprietários de imóvel em Vargem Grande. Depois de ouvir a denuncia, os responsáveis pelo sorteio se manifestaram, informando que ninguém que possua outro imóvel, receberá uma das unidades sorteadas, mesmo  que tenha sido contemplado no sorteio. Também foi explicado, que esse é o primeiro momento do sorteio, e que a Caixa Econômica ainda fará uma peneira para saber quem realmente está apto para recebe-la. No caso de inadimplentes e no cadastro do Serasa, a Caixa dará um prazo de trinta dias para que o contemplado regularize a sua situação. A não regularização, implica na perca da Unidade residencial.

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