NAU SEM RUMO: DILMA NO VOLUME MORTO

MARCUS PESTANA

O processo histórico é caracterizado pela alternância de períodos de calmaria e turbulência. As crises são as parteiras da história. É quando a sociedade, a partir da experiência acumulada, pode enfrentar seus mitos, problemas, gargalos e desafios. A luta entre o velho e o novo é complexa. A crise pode ser enfrentada com ousadia e coragem ou com covardia e mediocridade. Decisões tomadas hoje podem viabilizar ou aniquilar o horizonte das novas gerações. O Brasil está em marcha lenta, gradual e segura para um futuro nada glorioso.

Vivemos a maior crise econômica pós-real. Investimentos públicos e privados em queda, consumo despencando, equilíbrio fiscal ameaçado, esgotamento do endividamento das famílias, comércio exterior afetado pelo fim do boom das commodities, recessão com crescimento negativo, inflação alta, setores como o energético e o petrolífero desorganizados pela intervenção equivocada do governo. E qual é a resposta do governo? Aumento de juros e impostos e cortes pouco criteriosos de gastos.

A calibragem da terapia é a chave do sucesso; pode matar o doente, já que toda medida tem sempre efeitos colaterais. O aumento de juros não só introduz incremento de despesa no financiamento da dívida pública, que anula boa parte do esforço de corte de gastos, como pode desvalorizar o dólar, desestimulando as exportações e agravar a queda da atividade econômica e da arrecadação tributária.

Para agravar o quadro, temos o maior escândalo da história brasileira contaminando nossa maior empresa estatal e levando de contrabando para o ralo outro forte setor da economia, o da construção pesada, essencial para o desenvolvimento da política de privatizações, concessões e parcerias com o setor privado.

Paralelo a isso, vivemos uma crise política. O governo Dilma perdeu o controle do Congresso, não tem maioria sólida para governar. O PMDB fez um realinhamento tático e patrocina um protagonismo inédito no Congresso. Assistimos a um bonapartismo sem rumo, uma nau perdida em meio à tempestade. Ninguém apoia Dilma. Nem a sociedade, como bem demonstrou a recente pesquisa Datafolha, em que 65% dos brasileiros rejeitam o governo, nem o PMDB com sua tática de morde e sopra, nem o próprio PT, acuado e esfacelado pela operação Lava Jato e pelo estelionato eleitoral cometido.

Dilma se tornou uma presidente ausente, sem liderança, sem apoio, sem condições de governar. E seu criador, o ex-presidente Lula, apimentou o quadro dizendo que ele e Dilma estavam no volume morto – último refúgio de soluções nas represas de água –, e o PT abaixo dele. E que o partido perdeu o sonho e a utopia e só pensa em cargos e eleições. Cinismo, hipocrisia ou um lapso de realismo?

Fato é que o governo Dilma precocemente acabou. A realidade exige uma mudança profunda. Lula, Dilma e o PT não são fonte de soluções. Alguma coisa terá que acontecer. Só o destino sabe quais serão os caminhos para a mudança necessária.

 

Marcus Pestana é deputado federal do PSDB-MG

Rodrigues pode ser o candidato do grupo da ex-prefeita Iara

HPIM0764Parece que ainda estamos distantes. Mas não é bem assim. Os prefeitos que são candidatos a reeleição estão trabalhando no sentido de ocuparem espaços dentro da preferência popular. Em Nina Rodrigues, nos bastidores se discute quem será o candidato que está se habilitando para derrotar o atual prefeito Riba do Xerém. O ocupante do palácio dos balaios que não está bem avaliado pela população como mostram as pesquisas independentes, está em plena campanha para reverter o quadro. E entre os prováveis candidatos para competir com o atual gestor, desponta na preferência dos amigos e eleitores o jovem empresário Rodrigues filho da ex-prefeita Iara Quaresma. Ninguém tem a menor dúvida que a ex-prefeita Iara é sem sombra de dúvidas a maior liderança política individual no município. Se Iara não for candidata, ainda assim, tem enormes chances de eleger o próximo ocupante do palácio dos Balaios. Rodrigues é um nome, e é filho da ex-prefeita. Ela sabe que pode confiar e ajuda-lo a administrar o município como ela fez. Sabe também que com a decepção atual, não é fácil acreditar em nomes que não sejam de sua inteira confiança. Rodrigues segue tranquilo no seu trabalho, e diz que se sua mãe e o povo de Nina Rodrigues precisar do seu trabalho, está pronto para aceitar o desafio. Senti firmeza Rodrigão.

Arraial do município foi só alegria.

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HPIM0762O festejo junino de Vargem Grande um foi verdadeiro sucesso. Apesar dos poucos recursos ocasionados pela crise nacional, O prefeito Edvaldo Nascimento e o secretário  de Cultura Valterlindo estão satisfeitos com o resultado dos dias em que a população brincou e prestigiou o evento. Graças a Deus não houve nenhum incidente que pudesse causar problemas e prejudicar o trabalho da equipe organizadora do evento. As atrações locais como sempre, foram prestigiadas tendo o seu espaço para mostrar sua performance cultural. Ninguém ficou de fora. E todos os que foram ao Arraial ficaram encantados com a organização do festejo. As famílias encontraram um espaço para se divertir e voltar para casa com  as baterias abastecidas, depois de dias de trabalho. As escolas municipais mostraram sua diversidade cultural com apresentação de quadrilhas, bois e outros folguedos. O boi de Axixá, um dos mais tradicionais do estado, com apresentações até no exterior, foi uma das grandes atrações deste ano. O povo está feliz e pôde comemorar,  aguardando o próximo ano que com certeza, será também de alegria para todos.

LULA SE REÚNE COM AS BANCADAS DO PT. PARA QUÊ? PARA NADA…

Dilma diz que vai botar o PT nos eixos

Carlos Newton

Enquanto a ainda presidente Dilma Rousseff circula no eixo Nova York-Washington, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, depois de fazer duras críticas ao PT e ao governo Dilma, viaja hoje para Brasília, a pretexto de se reunir esta segunda-feira com as bancadas do PT no Senado e na Câmara.

Segundo a repórter Vera Rosa, do Estadão, Lula está preocupado com o que chama de “desarticulação” do PT e “paralisia” do governo diante da Operação Lava Jato, da Polícia Federal. Quer unificar o discurso e acertar o passo petista no Congresso. Não esconde, por exemplo, a contrariedade com os rumos da CPI da Petrobras, que convocou para depor o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto.

Como todos sabem, querer não é poder. Lula está em franca decadência política, conseguiu se transformar num pastiche dele mesmo. De repente, começa a culpar o governo e partido por erros políticos que ele próprio cometeu. Dilma Rousseff jamais existiu politicamente. Foi ele quem inventou a candidatura dela, sem ouvir a opinião de ninguém, e foi ele quem saiu às ruas para elegê-la.

É RESPONSÁVEL POR TUDO

Lula é o criador de Dilma, do mensalão, do petrolão e de toda essa bagunça em que o país vive hoje, mas tenta se comportar como se não tivesse nada a ver com isso e a culpa toda fosse do governo atual, “que não dá notícias boas ao povo” e do partido, “que só pensa em se eleger e garantir os cargos”.

Lula fez muito mal a este país. Provocou um impressionante desencanto com a política, que no Brasil de hoje tornou-se apenas uma forma de enriquecimento rápido e ilícito. O fato é que Lula não engana mais quase ninguém, porque sua imagem se confunde com a imagem do governo e do partido. Depois de mais 12 anos de traição de seus compromissos políticos, seu repetitivo discurso mais parece um desgatado bordão de humorista ultrapassado.

SALVAR A PELE

“Temos que definir se queremos salvar a nossa pele e os nossos cargos ou se queremos salvar o nosso projeto”, afirmou Lula, segunda-feira passada, se dirigindo ao partido. Mas a tradução simultânea revela que na verdade ele estava se referindo à própria pele.

E o pior de tudo isso é que nos últimos 25 anos não surgiram grandes líderes políticos de expressão nacional. É essa falta de adversários que anima Lula, que ainda sonha (?!) que tem condições de voltar ao poder, em função da incompetência dos próprios adversários.

Bem, de qualquer forma, hoje vamos saber como anda o prestígio de Lula no próprio PT. Será que a reunião dele com as bancada vai ter quorum? Do Tribuna da Internet.

O DIA SEGUINTE PIOR DO QUE A VÉSPERA

CARLOS CHAGAS

Como mestre  Helio Fernandes repete faz muito, “no  Brasil o dia seguinte sempre consegue ficar um pouquinho pior do que a véspera”. Foi dinamite puro a  delação premiada de Ricardo Pessoa, dono das construtoras  UTC e Constran, líder do grupo de empreiteiras que assaltou a Petrobras. O personagem está preso em casa e mais ficará depois de condenado, ainda que no papel de delator  possa ver reduzida parte da pena a que fará jus. Seu depoimento ao Ministério Público começou a ser vazado no fim de  semana e envolve nomes ilustres do governo e do Congresso. Deixa mal muitos potentados,ainda que a argumentação de todos seja de que recolhiam doações  legítimas para campanhas eleitorais variadas.  Como a maior parte dos recursos distribuídos provenha de contratos superfaturados das empreiteiras com a Petrobras, quem quiser que tire suas conclusões.

Fosse Itamar Franco presidente da República, como foi, e já estariam fora de seus cargos ministros como Aloísio Mercadante  e Edinho Silva, com instruções para defender-se fora do governo e a possibilidade de voltar caso comprovada sua inocência. Itamar não perdoava as dúvidas. Com o PT no poder tem sido  diferente: tanto o Lula, antes,como Dilma, agora,a estratégia é reunir os acusados  para elaborar estratégias de defesa. Também, até as campanhas eleitorais do antecessor  e da sucessora estão sob suspeição.

Efeitos políticos devastadores estão por acontecer, se é que já não começaram, envolvendo o PT, o PMDB, o PP, até o PSDB e outros partidos. A elucidação completa da roubalheira afetará líderes de prestígio e poderá  refletir-se nas próximas eleições, tanto as municipais  do ano que vem quanto as nacionais de 2018. Até a candidatura do Lula está sendo afetada. Nas últimas pesquisas ele  perde por dez pontos para Aécio Neves. O PT anda em  queda livre e perderá em número de prefeitos, vereadores, deputados, senadores e governadores.

As consequências políticas das sucessivas revelações da corrupção institucionalizada, porém,  são menores do que os efeitos econômicos. A perda de  credibilidade nas instituições virou uma constante, alimentando o desemprego, a alta de preços, impostos e tarifas, além da inflação e da supressão de direitos sociais como forma de o governo enfrentar a crise. Mais do que rejeitar, a população repudia os que deveriam conduzi-la.

Ricardo Pessoa ficou preso seis meses em estabelecimento penal de Curitiba, mas já cumpre prisão domiciliar, assim como  muitos outros envolvidos no chamado petrolão, sem esquecer os réus do mensalão.  Não deixa de ser estranha a evidência de que cadeia, mesmo, é para ladrão de galinha. Essa parece a diferença entre a véspera e o dia seguinte…

POR ONDE EVITAR O FUNDO DO POÇO?

LUCIANO SIQUEIRA

Seria praticamente impossível um desempenho positivo do governo e da figura da presidenta Dilma nas pesquisas de opinião em meio à múltipla crise em que o país está enredado.
Como o cidadão pesquisado pode responder positivamente em relação ao desempenho do governo se acorda todos os dias angustiado com os preços dos produtos de consumo imediato e com a ameaça de desemprego e chega ao final da noite vendo na TV o anúncio de mais um indicador “do pior momento da economia” nos últimos não sei tantos anos!?

Na última rodada divulgada pelo Datafolha no fim de semana que passou, a impopularidade do governo despencou mais uma vez: 65% dos entrevistados consideram que a gestão é ruim ou péssima; apenas 10% dizem que o atual mandato da presidenta é ótimo ou bom.

Índices semelhantes ao pior momento do governo Collor.

Perto do fim do poço, dizem alguns analistas. A causa está na economia, arrematam outros – assinalando que o desemprego rivaliza hoje com as deficiências da assistência à saúde e a corrupção no pódio do pessimismo dos brasileiros.

No Congresso Nacional, convertido em epicentro das decisões, a onda conservadora atropela tudo.

A agenda do Congresso não é a agenda da nação nem do povo.

A agenda do Congresso é a agenda do desgaste do governo a qualquer preço, inclusive com o agravamento da crise econômica e de suas consequências para a vida da maioria da população.

O ajuste fiscal, por exemplo, reconhecido quase à unanimidade como necessário, é torpedeado pela maioria parlamentar conservadora hostil ao governo, em que pese concebido em bases ortodoxas.

A correlação de forças é adversa – no parlamento e nas ruas.

Tarefa ingente é reverter essa situação – pela política. O que requer do governo capacidade de combinar decisões anticrise com a negociação, tendo como tempero uma comunicação precisa, hábil e compreensível.

A comunicação por si mesma não faz milagres. Ela reflete a agenda do governo, que precisa urgentemente se fazer proativa e positiva.

E tem como fazê-lo, no veio dos pretendidos investimentos em infraestrutura compartilhados com a iniciativa privada, o Plano Safra, o Minha Casa, Minha Vida fase 3, o Plano Safra para Agricultura Familiar e o Plano de Exportações, anunciados recentemente.

Falta completar esses propósitos com a reversão da política de juros altos, fator de inibição de novos investimentos. E com uma mudança de postura do governo, de acuada para a afirmativa.

Concomitantemente, cabe ocupar o relativo vazio no campo governista (resultante da falta de coesão, da indecisão e da ausência de iniciativa) com a articulação de um bloco de resistência que aglutine forças organizadas partidárias e dos movimentos sociais e personalidades progressistas. Projetando novas lideranças, inclusive.

Para tanto, debater e difundir uma plataforma que contemple a defesa da democracia e da engenharia nacional e da Petrobras, a preservarão dos interesses fundamentais dos trabalhadores e a retomada do crescimento.

Ou seja, escapar ao fundo do poço é possível com uma reversão de perspectiva a partir da política. O ambiente econômico muda como consequência de decisões políticas.

 

 

Luciano Siqueira é médico, vice-prefeito do Recife, membro do Comitê Central do PCdoB

COORDENADOR DO CARTEL FEZ DEPOIMENTO DEMOLIDOR

Arte - Capa lista do delator

Deu na Veja

O engenheiro Ricardo Pessoa, dono da construtora UTC, tem contratos bilionários com o governo, é apontado como o chefe do clube dos empreiteiros que se organizaram para saquear a Petrobras e cliente das palestras do ex-presidente Lula. Desde a sua prisão, em novembro passado, ele ameaça contar com riqueza de detalhes como petistas e governistas graúdos se beneficiaram do maior esquema de corrupção da história do país.

Nos últimos meses, Pessoa pressionou os detentores do poder – por meio de bilhetes escritos a mão – a ajudá-lo a sair da cadeia e livrá-lo de uma condenação pesada. Ao mesmo tempo, começou a negociar com as autoridades um acordo de delação premiada. o empresário se recusava a revelar o muito que testemunhou graças ao acesso privilegiado aos gabinetes mais importantes de Brasília.

O Ministério Público queria extrair dele todos os segredos da engrenagem criminosa que desviou pelo menos 6 bilhões de reais dos cofres públicos. Essa negociação arrastada e difícil acabou na semana passada, quando o ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), homologou o acordo de colaboração entre o empresário e os procuradores.

CONTÉUDO EXPLOSIVO

Veja teve acesso aos termos desse acerto. O conteúdo é demolidor. As confissões do empreiteiro deram origem a 40 anexos recheados de planilhas e documentos que registram o caminho do dinheiro sujo. Em cinco dias de depoimentos prestados em Brasília, Pessoa descreveu como financiou campanhas à margem da lei e distribuiu propinas. Ele disse que usou dinheiro do petrolão para bancar despesas de 18 figuras coroadas da República.

Foi com a verba desviada da estatal que a UTC doou dinheiro para as campanhas de Lula em 2006 e de Dilma em 2014. Foi com ela também que garantiu o repasse de 3,2 milhões de reais a José Dirceu, uma ajudinha providencial para que o mensaleiro pagasse suas despesas pessoais. A UTC ascendeu ao panteão das grandes empreiteiras nacionais nos governos do PT. Ao Ministério Público, Pessoa fez questão de registrar que essa caminhada foi pavimentada com propinas. Altas somas.

A LISTA DOS FAVORECIDOS
Campanha de Dilma em 2014 7,5 milhões de reais
Campanha de Lula em 2006 2,4 milhões de reais
Ministro Edinho Silva (PT) *
Ministro Aloizio Mercadante (PT) 250.000 reais
Senador Fernando Collor (PTB) 20 milhões de reais
Senador Edison Lobão (PMDB) 1 milhão de reais
Senador Gim Argello (PTB) 5 milhões de reais
Senador Ciro Nogueira (PP) 2 milhões de reais
Senador Aloysio Nunes (PSDB) 200.000 reais
Senador Benedito de Lira (PP) 400.000 reais
Deputado José de Fillipi (PT) 750.000 reais
Deputado Arthur Lira (PP) 1 milhão de reais
Deputado Júlio Delgado (PSB) 150.000 reais
Deputado Dudu da Fonte (PP) 300.000 reais
Prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) 2,6 milhões de reais
O ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto 15 milhões de reais
O ex-ministro José Dirceu 3,2 milhões de reais
O ex-presidente da Transpetro Sergio Machado 1 milhão de reais

Como tesoureiro, arrecadou dinheiro para a campanha de Dilma de 2014

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – A quantia que mais desperta atenção são os R$ 20 milhões atribuídos ao senador Collor. Que vantagem teria levado a empreiteira UTC a oferecer tamanha propina ao parlamentar? Talvez a explicação esteja no corpo da matéria, ao qual não tivemos acesso, porque não temos assinatura da Veja. Quem souber, por favor informe.(C.N.) Fonte Tribuna da Internet.

Fábio Braga visita lideranças de Turiaçu e lança pré-candidato à prefeito no município

O deputado Fábio Braga (PTdoB), promoveu no último final de semana, uma maratona política no interior fora de suas atividades no Parlamento, visitando o Município de Turiaçu, onde esteve reunido com Vereador Sérgio Rabelo e membros da Família Rabelo, que apoiaram o parlamentar na última eleição.

Durante a reunião, o importante grupo político agradeceu a visita do deputado Fábio Braga ao município. Fábio Braga ouviu sugestões e elogios das lideranças por sua atuação na Assembleia. O grupo pediu que o parlamentar lute junto ao governador Flávio Dino para melhorar a vida principalmente com relação aos serviços de saúde de Turiaçu.

Fábio Braga enalteceu a forte liderança na Câmara de Turiaçu do vereador Sérgio e lançou o nome do parlamentar para disputar a eleição de prefeito em 2016. O prefeito de Godofredo Viana, Marcelo Jorge, incentivou a família Rabelo a ter uma candidatura própria e vitoriosa e mostrou conhecer as lideranças há muitos anos.

EM DEFESA DE TURIAÇU

Na ocasião, a futura candidata à prefeita Cândido Mendes, Alesandra, falou do esforços dos rabelos de se manterem unidos em defesa do povo de Turiaçu. A matriarca da família Rabelo, Dona Gracinha, elogiou Fábio Braga, que sempre esteve do lado da sua família, sucedendo a Mauro Fecury, amigo de seu esposo.

Dona Gracinha reconheceu que Fábio Braga sempre tratou o povo de Turiaçu como amigos e correligionários, pois uma grande amizade tem que que ser política e familiar. O deputado Fábio Braga prometeu trabalhar na Assembleia Legisltiva, para ajudar o povo de Turiaçu a conquistar melhores dias.

A luta do deputado Fábio Braga para melhoras as condições de vida do povo de Turiaçu é determinada. No palanque junto com governador Flávio Dino, Fábio Braga foi curto e grosso e disse: “ O Município de Turiacu merece seu hospital funcionando, com serviços públicos de qualidade e rápidos”. Do Blog do Alpanir

“Deixem Deus em paz, Jesus em paz, Maomé em paz”

. Por Paulo Renato Coelho Netto*
Você se compadeceu com aquela história de Je suis Charlie? Eu não. Com fé não se brinca.
A cena de uma mulher crucificada na parada Gay em São Paulo é, no mínimo, de péssimo gosto.

Com a fé de cada um não se brinca. Respeita-se.

Fazer uma charge do profeta Maomé beijando a boca de um homem e ainda esperar flores como resposta é uma idiotice sem tamanho.

Erra quem desenha. Erra quem mata.

Deixem Deus em paz, Jesus em paz, Maomé em paz. “Dê uma chance à paz”, lembra?

Deixem em paz os tibetanos, os budistas, os crentes, os franciscanos, os carmelitas, os coroinhas, as mães e pais de santo, os jesuítas e os índios que veneram Tupã.

Faz pouco tempo que o papa Francisco fez uma declaração histórica sobre homossexualidade: “Quem sou eu para julgar os gays? Se uma pessoa é gay, busca Deus e tem boa vontade, quem sou eu para julgá-la?”.

Não me considero e não sou careta. Sou jornalista há 25 anos e reconheço, pelo menos até que me provem o contrário, que existem sim limites que precisam ser respeitados.

Há quem defenda que restringir sátiras sobre religião seria apenas o início para outras tantas proibições. A tese foi uma das levantadas quando aconteceu a chacina no tabloide Charlie Hebdo, em janeiro deste ano, em Paris.

Da minha parte, acredito que a ignorância não tem cor, idade, nacionalidade, grau de instrução ou orientação sexual.

Como o tema religião é de foro íntimo, tão íntimo que não deveria ser discutido a esmo ou panfletado, talvez a gente devesse começar a respeitar outras coisas no cotidiano para aprender sobre respeito.

Atravessar na faixa de pedestre é uma delas. Simples: o pedestre espera o sinal fechar para os carros, aguarda sua vez e segue adiante, seguro, seu caminho.

Não conversar no cinema como se fosse a sala da sua casa é outra dica.

Desligar o celular também é uma maneira educada, de respeito e convivência não só no cinema, mas no teatro, em cultos religiosos, concertos de orquestras, apresentações de balé e até em velórios. No avião, nem pensar por favor.

Não é porque o time de futebol perdeu que se ganha o direito de matar o torcedor adversário a pauladas no meio da rua ou onde quer que seja.

Não é porque você acha seu time o melhor do mundo para torcer que todo mundo vai ter que fazer o mesmo. Pense: se todos fossem palmeirenses, qual a graça de jogar contra o Corinthians?

Não é porque você é petista que todo brasileiro tem que pensar igual aos simpatizantes do partido.

Tem quem goste de outras opções e até quem não goste de ninguém, que luta pelo direito de votar em branco e não ser obrigado sair de casa para votar.

Aliás, o que sabemos sobre democracia até agora? Todo eleição é uma guerra na internet, uma baixaria sem fim.

Penso que se é um direito votar o voto não precisa ser obrigatório e se for obrigatório deixa de ser um direito para se tornar um dever.

Enfim, é só um jeito de pensar. O meu. Simples assim.

Um gosta de azul, outro do preto, outro do vermelho, outro do amarelo, outro do branco e outros gostam de algumas cores misturadas com outras cores, que viram outras cores.

Não tente, por favor, convencer alguém a não comer carne de porco só porque você não gosta ou não pode. Faça o mesmo com o palmito, tomate, aspargo, sashimi, churrasco, feijoada, macarrão, lagosta e quiabo.

Aproveite e não critique vegetarianos ou veganos.

Não é o que você come, fala ou bebe que te torna diferente. É o que você faz.

Cada vez mais me convenço que tudo começa pela educação. O respeito vem naturalmente.

Então, vamos lá para as palavras mágicas: dá licença; desculpe, por favor e obrigado. Há aqueles que preferem dizer grato no lugar de obrigado.

Aliás, desculpa qualquer coisa aí.

Paulo Renato Coelho Netto – Criador do Portal Top Vitrine, Paulo Renato é jornalista com pós-graduação em Marketing pela Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), em Campo Grande (MS). É autor de nove livros, entre os quais “Mato Grosso do Sul”, obra em português e inglês e “Minha Vida Até os 40 – Uma biografia de João Leopoldo Samways Filho”. É coautor do livro “Campo Grande, Imagens de Um Século”, obra em português e francês. Foi roteirista dos filmes “Pantanal – Um Olhar sobre o Patrimônio da Humanidade”. Publicou seu primeiro livro aos 19 anos, “Ciência do Beijo”. Trabalhou como repórter no jornal Diário do Grande ABC, em Santo André (SP), e na sucursal em Campo Grande do jornal Gazeta Mercantil. Foi diretor e editor-chefe na TV Morena (Rede Globo) e TV Educativa de Campo Grande. Idealizou e implantou a TV UNAES – Centro Universitário de Campo Grande. Na mesma Instituição de Ensino Superior foi diretor da TV UNAES, responsável pelo site, pelo jornal O Centro e a Assessoria de Comunicação do Centro Universitário.

LULA NÃO QUERIA REELEIÇÃO DE DILMA POR APOSTAR NO FRACASSO TUCANO

JORGE OLIVEIRA

Rio – O país virou um hospício ou eu enlouqueci de vez? Senão vejamos: a Dilma vai a Palmas e diz um monte de besteira para os índios que participam de um campeonato mundial; o Lula desce a pua no governo e chama a presidente de mentirosa quando diz uma coisa na campanha e faz outra; o Levy não consegue articular nada com nada quando fala da economia do país em recessão e descendo ladeira abaixo; o Zé Dirceu acha normal um lobista participar com 400 mil reais da compra do seu escritório em São Paulo; os senadores petistas fazem um desagravo (desagravo de quê?) e chama o Lula de  “Grande líder”; e os empreiteiros continuam negando que deram dinheiro a ele para evitar que o juiz Sergio Moro mande a Polícia Federal prendê-lo.

 

A Dilma e o Lula transformaram o Brasil numa bagunça, o país está uma zona. Ninguém sabe quem manda em quem. O Lula, que antes fazia um governo paralelo, agora está na oposição criticando a sua obra mais espetacular, a Dilma, que chegou ao poder depois de lhe apresentar um laptop,  uma engenhoca que até então ele não conhecia. Abandonado pela criatura que gerou, o ex-presidente vive momentos de tensão depois que a CPI da Petrobrás decidiu convocar seu assessor financeiro Paulo Okamoto para depor. O “Grande Líder”, versão tupiniquim do stalinismo, que se achava até então intocável e inalcançável, vociferou contra seus liderados ao saber da notícia. Sobrou até para o vice Michel Temer – chefe do departamento de pessoal da Dilma – que se desgasta na articulação política de um governo caótico, fragilizado e corrupto rejeitado por quase 70% da população.

 

A animosidade dos dois vem desde a última campanha. Vou repetir aqui o que escrevi antes das eleições. Lula não queria a reeleição da Dilma, mas teve que engolir a sua candidatura depois que ela decidiu enfrentar novamente às urnas e espalhou que seria golpe se fosse impedida de disputar mais um mandato. Lula encolheu-se e mandou seus áulicos, um deles, o ex-deputado André Vargas, em cana, esfriar o “Volta Lula”. Ele monitorou o primeiro mandato de sua sucessora e constatou o óbvio, a sua incompetência para administrar o país. Sabia que a sua popularidade alta ao sair da presidência iria para o brejo no segundo mandato de Dilma. Além disso, tinha consciência de que o crescimento do país devia-se, entre outras coisas, aos preços das commodities no mercado internacional. Entendia que o fracasso do governo tucano, que administraria uma economia destroçada, o traria de volta nos braços do povo. Só se empenhou de verdade na reeleição da Dilma quando foi avisado que os tucanos não eram confiáveis e que ele ficaria fragilizado sem o PT no poder.

 

A Dilma, que vivia a experiência de uma segunda campanha, entregou os programas à equipe dos marqueteiros. Não atentou para o perigo de fazer promessas mirabolantes e mentirosas no momento em que o pais já dava sinais claros de que entraria numa estagnação econômica com inflação alta e desemprego. Queria ganhar a todo custo, mesmo que para isso tivesse que iludir os eleitores.

 

Sem o traquejo dos políticos mais experientes, ao ganhar a eleição tentou voo solo. Achou que os brasileiros teriam votado nela independente do Lula ou do apoio dos petistas. Começou logo cedo a mostrar sinais de que trairia o “Grande Líder”. Expulsou do Planalto todos os seus homens de confiança, escolheu o ministro da Fazenda sem consultar o chefe e alojou no Gabinete Civil, Aloizio Mercadante, de quem Lula tem ojeriza. Para Lula, que queria continuar mandado, a casa desabou. Começou a se sentir ainda mais traído, quando observou que a Dilma não movia uma palha para protegê-lo das denúncias que sofria de ser lobista de luxo das empreiteiras. E a gota d’água para o racha foi a convocação do Okamoto por uma CPI dominada por peemedebistas e petistas, partidos da base aliada.

 

Para os brasileiros que foram enganados na campanha essa briga entre criador e criatura é muito boa, pois, mais cedo ou mais tarde, vamos saber da podridão que rolou e rola no país até hoje.

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IMPETRADO HABEAS CORPUS PARA LULA NÃO SER PRESO

Deu na Folha

Um habeas corpus preventivo impetrado na Justiça Federal no Paraná, pede que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não seja preso na Operação Lava Jato, da Polícia Federal, caso o juiz federal Sergio Moro tome uma decisão nesse sentido.

O pedido foi feito às 16h20 de quarta e refere-se a um possível pedido de prisão preventiva. A assessoria de imprensa do TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) confirmou.

O Instituto Lula disse que nega que o ex-presidente tenha entrado com o pedido. Segundo o instituto, qualquer cidadão poderia fazer esse pedido. A assessoria de Lula encara a atitude como de “alguém preocupado com o ex-presidente” ou “como uma provocação”.

“O Instituto Lula estranha que sua divulgação parta do senador Ronaldo Caiado (DEM-GO)”, afirma o instituto em nota à Folha. Caiado, um dos principais oposicionistas do Senado, divulgou em seu Twitter nesta quinta que Lula teria entrado com o pedido por receio de ser preso.

“O ex-presidente não é investigado na operação Lava-jato”, conclui o instituto.

Entre os assuntos relacionados na solicitação —feito em uma ação que envolve o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró— constam “‘lavagem’ ou ocultação de bens, direitos ou valores oriundos de corrupção” e “prisão preventiva”.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Qualquer cidadão pode impetrar habeas corpus, nem precisa de advogado. Este pedido só pode ser gozação, assim como foi gozação colocar bombas diante do Palácio do Planalto. Como se sabe, a verdadeira bomba já está colocada dentro do Palácio desde 2011 e está para estourar a qualquer momento. (C.N.) Tribuna da Internet