INTOLERÂNCIA É ARMA DOS COVARDES E PULHAS

No Rio, Aécio  Neves é insultado na praia; em São Paulo, filho  de Michel Temer é xingado quando vai  ao colégio;  jovem é estuprada por 33 canalhas, ordinários e covardões no Rio de Janeiro; marginais queimam ônibus em São Luiz; grupo do MST invade prédios públicos  em Brasília; jogador do flamengo tem o carro apedrejado no Rio; Artistas sofrem com racismo nas redes sociais. Cenas deploráveis que têm de acabar. É intolerável a escalada da intolerância. O ódio tomou conta do bom senso. A estupidez vence a compostura.  A irresponsabilidade contamina o respeito e a educação. As leis precisam ser respeitadas. Nada, rigorosamente nada, justifica que pessoas que pensam diferente , que têm opinião contrária, sejam escorraçadas em locais públicos. A escória rancorosa não pode vencer. Ninguém merece ser tripudiado. Homens de bem, felizmente a maioria esmagadora dos brasileiros, precisa lutar, unida, contra o rancor e a brutalidade que toma conta dos corações. Tem que imperar o sentimento da ordem. Não só no lar, mas na escola, no trabalho e no convívio da sociedade. Por sua vez, os governantes precisam trabalhar para diminuir as injustiças. Com mais oportunidades para a maioria. As injustiças liquidam com as esperanças da juventude, que, como refugo, acolhe-se no torpor do vício, para anestesiar os espinhos do desencanto.

 

Vandenbergue não age com má-fé
Não existe rigorosamente nada que deponha contra o cidadão e servidor público aposentado, Vandenbergue Machado Sobreira. Vandenbergue atua no Congresso há muitos anos, tratando e cuidando dos interesses maiores do futebol brasileiro. O trabalho dele é correto e merecedor de elogios de parlamentares dos mais diversos partidos. As conversas gravadas de Vandenbergue com o senador Renan Calheiros são republicanas . O rápido diálogo entre os dois não tem nada comprometedor.  Desocupados e decaidos de espírito gastarão vela à toa, imaginando enredar Vandenbergue em atos ilícitos. Não é do feitio de Vandenbergue tomar atitudes mesquinhas e sorrateiras. Quem joga as patas em Vandenbergue precisa recolher-se a estrebaria.

 

Corja de idiotas 
Parasitas, demagogos, recalcados e incompetente do PSOL levaram um estrondoso e humilhante pontapé no traseiro  do STF. Quebraram a cara. Os imundos do PSOL, eternos fantoches dos holofotes fáceis, pretendiam tirar do deputado Eduardo Cunha as verbas de representação as quais tem direito por lei. Vagabundos do PSOL deveriam começar a trabalhar pela coletividade. Para isso foram eleitos. Mas a maioria não será reeleita. Voltará para casa com o rabo entre as pernas. O eleitor cansou de bravatas de politiqueiros engravatados. Chupem cana. Limpem o  ódio dos cascos e comprem um espelho para o meio fio da sarjeta.

 

Dilma falastrona
Toda vez que Dilma abre a boca, para desfiar seu rosário de mágoas aumenta o descrédito do Brasil no exterior, além de desestabilizar a economia, já em frangalhos, por culpa dela. Temer e o povo devem agradecer duplamente ao deputado Eduardo Cunha, por colocar em votação o impeachment, na Câmara e por inviabilizar o crescimento da farsa petista.

 

FH borrou nas calças
O vaidoso, deslumbrado e sábio de proveta, FHC, foi homenageado em Nova Iorque. A seguir, cancelou participação num congresso acadêmico onde seria alvo de ameaças de protestos contra o apoio do PSDB ao governo Michel Temer.  Hélio Fernandes tem razão: “Coragem moral não é o forte de Fernando Henrique”.

 

Delegado imbecil
Pela forma cínica, leviana, debochada e torpe como o delegado conversou com a adolescente vítima de um estupro coletivo, no Rio de Janeiro, parece até que o próprio delegado também participou da barbárie. Francamente.

 

Estilo gilete
Sempre que percebo o desespero e a agonia perturbando a alma aflita do colunista Juca Kfoury (Esporte- Folha de São Paulo- 29-5) levando-o a insultar as pessoas, como faz agora com o representante da CBF em Brasília, Vandenbergue Machado, lembro-me da definição do deputado e diretor do Corinthians, Andrés Sanches, em artigo na Folha,  que permanece sem resposta: “Juca Kfoury é adepto fervoroso do “estilo gilete”, ou seja, costuma receber dos dois lados”.

 

 

 

Limongi é jornalista.  Trabalhou no O Globo, TV-Brasilia e Última Hora de Brasilia. Foi assessor de imprensa da Suframa, Universidade de Brasilia e Confederação Nacional da Agricultura. É sócio da Associação Brasileira de Imprensa há 40 anos. Tem matérias e artigos assinados nas revistas Foco, O Cruzeiro e  Fatos e Fotos.  Tribuna da Imprensa, o Globo, Correio Braziliense, Jornal de Brasilia, A Critica, Jornal do Comércio , A Notícia e Opção. Tem blog e face e colabora nos sites do Feichas Martins, Pedrinho Aguiar e Manoel e Marlen Lima.  É servidor aposentado do Senado Federal.

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