NOTAS FALSAS DE 2 E 5 REAIS ESTÃO CIRCULANDO NO COMÉRCIO DE COROATÁ

Os comerciantes de Coroatá estão em alerta. Notas falsas de 2 e 5 reais estão circulando na cidade e começam a gerar preocupação.

A redação do site Coroatá Online conversou com alguns empresários locais que confirmaram o crime.

O foco desta vez, de uma possível quadrilha, são as notas de 2 e 5 reais, provavelmente pelo baixo valor e pela rápida circulação.

Atualmente existem equipamentos que podem ajudar na identificação de cédulas falsas como canetas e até mesmo um sistema de raio laser. O próprio vendedor também pode optar por confrontar a cédula contra a luz e conferir a marca d’água. Existem pelo menos dez pontos de diferença que facilitam a identificação de uma nota que não é verdadeira.

Fonte: Coroatá Online

Marco Aurélio Mello: “eleições ditas fraudadas”

No seu despacho pela volta de Aécio Neves ao Senado, Marco Aurélio Mello escreveu:

“O agravante é brasileiro nato, chefe de família, com carreira política elogiável – Deputado Federal por quatro vezes, ex- Presidente da Câmara dos Deputados, Governador de Minas Gerais em dois mandatos consecutivos, o segundo colocado nas eleições à Presidência da República de 2014 – ditas fraudadas –, com 34.897.211 votos em primeiro turno e 51.041.155 no segundo, e hoje continua sendo, em que pese a liminar implementada, Senador da República, encontrando-se licenciado da Presidência de um dos maiores partidos, o Partido da Social Democracia Brasileira.”

Mais do que a carreira política elogiável, chama a atenção o aposto usado pelo ministro para a eleições de 2014: “ditas fraudadas”.

Mas e o TSE, Marco Aurélio?

Lula volta a despencar

A ojeriza por Lula aumentou novamente.

Segundo a pesquisa da Ipsos, divulgada ontem, ele é aprovado por 28% dos brasileiros e rejeitado por 68%.

Na pesquisa anterior, realizada dois meses atrás, seus números eram 34% e 64%.

Antes disso, ele tinha 38% de apoio e 59% de repúdio.

As macacas de auditório de Michel Temer repetem o tempo todo que os depoimentos de Joesley Batista favoreceram Lula.

É uma impostura.

FHC, O PERDULÁRIO DA PALAVRA

Assinalei antes que FHC era o office boy do globalismo patrocinado pela Open Society Foundations, de George Soros, o mega especulador que, segundo denúncia da revista Executive Intelligence Review (EIR), lidera o ranking dos pesos pesados do narcotráfico internacional. A denúncia merece aprofundamento, mas antes – por oportuno – tomo a liberdade de assinalar alguns aspectos do processo de senilidade que se abate sobre a figura do ex-presidente, já agora caminhando para os seus 87 anos de idade. Ou será que o processo de decrepitude tem algo a ver com sua intrigante defesa da liberação da maconha?

Com efeito, na ânsia de se enroscar  no encarniçado vale-tudo da política tupiniquim, FHC, conchavado ou não pela mídia amestrada, vem cacarejando trololós diários, sem pé nem cabeça, contestando hoje o que disse ontem, justificando o injustificável, desdizendo o que não disse, sempre se colocando, no seu ócio de socialista abastado, no pedestal de Salvador da Pátria. (Passou-me agora pela cabeça a pergunta irrecorrível: seria o nosso  perdulário da palavra a fantasmagoria do 19 do Forte?)

Basta olhar: para encher linguiça nas páginas de jornais (que se tornaram aparelhos políticos das esquerdas, tal como, por exemplo, O Globo), a empavonada figura, “sem sair de casa” (garante o falso direitista João Doria), opina sobre tudo. De fato, no seu delírio compulsivo, de natureza caduca, ora aconselha o fraco Temer “resistir” ao adverso, ora defende o “ato de renúncia” do presidente que seu partido – o corrupto PSDB – ajuda a manter no poder em troca de apoio ao inviável Aécio Neves (até bem pouco, o  candidato presidencial de FHC).

Mas a coisa não fica por aí: toda semana circula a notícia de que FHC e Lula da Selva, seu falso rival (“os objetivos do PSDB e PT são idênticos, a diferença é de estilo” – disse ele), vão se encontrar para tratar do que deve ser feito pela “governabilidade do país”. Outro dia, a mídia deu conta de que o sociólogo ligou para Nelson Jobim, o “servidor de dois amos”, pedindo que o ex-ministro articulasse encontro entre ele (FHC), Lula e alguns adversários do governo. Objetivo: arranjar uma “saída controlada” para a situação nacional – embora, nos bastidores, FHC considere que “Jobim ganha hoje milhões de reais em cargo de alto escalão no BTG, banco alvo das investigações da Lava-jato”.

A carreira política de FHC se amparou no acaso. Lembro que ele se fez senador nas costas de Franco Montoro, que renunciou o mandato. Na quizília de sua sucessão presidencial, Itamar Franco,  que se apossou do poder após a queda de Collor, escolheu Zé Aparecido, feito embaixador em Portugal, para sucedê-lo. Aparecido, cupincha velho, adoeceu. Então, Itamar convocou Antonio Britto, o ministro da Previdência Social que liderava as pesquisas de opinião. Brito, no entanto, preferiu ser governador do  Rio Grande do Sul. Só então Itamar inventou FHC como candidato à Presidência. Em data recente, Pedro Simon, ex-líder do governo Itamar no Senado, disse que a toda hora FHC ia ao Palácio do Planalto bajular o político mineiro – que, por sinal, não confiava no candidato a candidato.

(A propósito, em declaração pública, contrapondo a afirmação de FHC de que Itamar foi “contra” o ilusório Plano Real, Pedro Simon, indignado, considerou o notável da USP um sujeito ingrato e, devido às suas rancorosas mentiras, um caso  clínico a ser examinado).

Os dois governos de FHC se constituíram numa larga soma de erros, equívocos e fraudes, a começar pelo decantado Plano Real (“Unidade Real de Valor”) que, logo de tacada,    valorizou (artificialmente) a nova moeda em 20% acima do dólar. Nos anos seguintes, o real, vendido como “estável”, foi desvalorizado dezenas de vezes, permitindo a volta da inflação e o consequente desassossego financeiro. E suas falidas “Agências Reguladoras” (extensão do “Estado regulado”, de Gramsci), burocracia criada para controlar e fiscalizar serviços e setores da economia, tornaram-se desde logo ineficientes cabides de emprego, voltadas para infernizar a vida de quem produz.

Por sua vez, para enfrentar a “crise do apagão”, que gerou racionamentos e prejuízos de R$ bilhões, FHC, na sua imprevidência,  apelou para produção das sinistras termoelétricas (movidas a gás natural), que até hoje faz o nativo pagar a energia elétrica mais cara do mundo.

Basta pesquisar: com FHC  intensificaram-se as crises da educação, da segurança e da saúde. O desemprego atingiu 12 milhões de trabalhadores (o segundo em escala global).Aumentou a desigualdade de renda, A fome campeou, as taxas da criminalidade e do consumo da maconha foram aos cornos da lua.

Acham pouco? Bem, o governo FHC aumentou a carga tributária, criou a aterrorizante CPMF, expandiram-se de montão os lesivos incentivos fiscais. Nele, retraíram-se os investimentos externos, enquanto se doavam, arbitrariamente, bilhões de reais a sindicatos comunistas e “movimentos sociais”, entre eles o MST, composição de bandos terroristas que acabaram por invadir  na “marra” uma fazenda do próprio sociólogo presidente. Com a crise financeira, FHC apelou três vezes ao amparo do FMI, tido pelas esquerdas como um “braço do imperialismo ianque”.

Pior: no plano político, FHC , na base da compra do voto parlamentar, inventou o “segundo mandato”, raiz da corrupção e da miséria política que encharca a nação, ambas   institucionalizadas por Lula (o “Abutre”) e sua gang ilimitada.

Retornando ao mega especulador George Soros, famoso por financiar ONGs empenhadas na liberação da maconha: com a privatização da Vale do Rio Doce, ordenada por FHC, Soros ganhou bilhões. Como comprovado, a Vale, considerada a maior mineradora do mundo, avaliada à época em R$ 92 bilhões, foi vendida por R$ 3,3 bilhões. Com a venda de 33% das suas ações, o controle acionário da empresa foi assumido pela iniciativa privada. O Nations Bank, Opportunity e Soros entraram com alguns milhões para a compra da Vale, considerada um escândalo sem precedentes.

A Valepar, holding controladora da empresa, tornou público que Soros adquiriu ações da Vale por R$ 100 milhões e, passado algum tempo, vendeu-as por US$ 323 milhões. Um negócio de doido!

Quanto a FHC (cujo ministro da  Fazenda, Armínio Fraga, foi diretor executivo da Soros Found), até hoje responde a inúmeros inquéritos judiciais por venda fraudulenta e dilapidação do patrimônio público.

EX-PREFEITO DE BARÃO DE GRAJAÚ É CONDENADO POR IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA

Em resposta à solicitação do Ministério Público do Maranhão (MPMA), o ex-prefeito de Barão de Grajaú, Raimundo Nonato e Silva, foi condenado, em 8 de junho, por improbidade administrativa.

A condenação foi motivada pela desaprovação, pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), das contas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) de 2007.

A sentença, proferida pelo juiz David Meneses, atende à Ação Civil Pública por Ato de Improbidade Administrativa, ajuizada, em março de 2013, pela titular da Promotoria de Justiça da comarca, Ana Virgínia Pinheiro Holanda de Alencar.

IRREGULARIDADES

Além da ausência de documentos exigidos pela legislação, não foram apresentadas informações sobre licitações referentes à ampliação de escolas (R$ 100 mil) e serviços de capina (R$ 127 mil).

Foi constatada, ainda, fragmentação de despesas com aquisição de combustíveis, no valor de R$ 28,7 mil. Outra irregularidade observada foi a falta de lei que regulamentou a contratação temporária dos profissionais do Fundo.

PENALIDADES

As penas incluem a suspensão dos direitos políticos por seis anos e oito meses, com a manutenção da elegibilidade do ex-prefeito.

No mesmo prazo, Raimundo Silva também está proibido de contratar com o Poder Público ou receber incentivos ou benefícios fiscais e/ou creditícios, diretamente ou indiretamente, mesmo que por meio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário.

O ex-gestor também foi condenado ao pagamento de multa civil no valor atualizado de dez vezes a remuneração recebida à época dos fatos.

Fonte: Neto Ferreira

TEMPOS DE DELICADEZA E DE RESPEITO MÚTUO

Voltei a Diamantina. Para uma visita muito especial: aniversário de Cora Tameirão Couto, a vizinha querida da época em que lá moramos. Corinha fez 91 anos e ganhou de presente o primeiro bisneto: Eduardo. Aquele fiapinho de gente, parecendo um novelo de lã, todo enrolado nos braços da bisavó.

É sempre emocionante voltar à cidade da qual já falei neste espaço e que chamo de “minha Macondo”, pois lá há costumes muito diferentes e expressões incomuns. “Por falta de adeus, até logo”, “pagar bolão”, deixar de sair de casa porque se pressente a morte, muito tempo antes de a morte se anunciar…

É claro que não vi mais cadeiras postadas na calçada em frente às casas ao entardecer. Tampouco vi serenatas espontâneas com que muitos se expressavam em noites de lua cheia. Mas, desta vez, consegui finalmente assistir a uma Vesperata, isto é, à deslumbrante apresentação de músicos postados nas varandas do casario antigo, tocando seus instrumentos, dirigidos por um maestro que fica no meio da multidão, cá em baixo.

Fiquei hospedada no antigo casarão do dr. Lomelino Couto, o médico de família que andava de casa em casa e tinha receitas bizarras, mas que produziam efeito melhor que remédios de agora. Por exemplo, se a pessoa sentia mal-estar no estômago, ele mandava que ela fechasse os olhos e pensasse no que havia comido ou bebido antes. Aquilo que lhe desse “gastura”, isto é, que a arrepiasse, era a causa do problema. Aí, bicarbonato ou algo assim o curava. Hoje, o casarão virou uma pousada deliciosa, dirigida por sua neta e pelo marido dela, Relíquias do Tempo. E Corinha mora na casa onde morei, só que toda reformada – mas, mesmo assim, a saudade dali quase me mata.

Desta vez, porém, me emocionaram dois gestos de antigamente, quando o dinheiro e o desrespeito com quem pensa diferente não moravam em nossas casas. Naquele tempo, o juiz de direito era pago pela coletoria municipal – o que significava, em comarcas pobres, atraso no pagamento e muita dificuldade para sustentar uma família. Filha do juiz, eu mesma cansei de posar de “esposa” porque mamãe não tinha roupa apropriada para certas cerimônias e eu a representava, mercê das roupas que uma prima rica mandava para mim. (Foi numa dessas ocasiões que conheci pessoalmente o presidente Juscelino Kubitscheck, que me deu um retrato oficial de sua posse, com dedicatória. Esse quadro mantenho em meu escritório, apesar de agora ser crítica de seu governo).

Mas o mais bonito foi saber duas coisas: quando o salário do papai atrasava muito, era a filha do dr. Lomelino quem emprestava o dinheiro para pagar o aluguel. Ou seja, a filha do locador é quem ajudava minha família a sobreviver. E soube também que, apesar de terem posições divergentes, foi papai quem avisou ao filho do dr. Lomelino, em 1964, que ele poderia ser preso se continuasse a bradar contra a derrubada de Jango.

Tudo bem diferente de hoje em dia. Tempos de delicadeza na vida privada e de respeito mútuo na vida pública.

Joesley Batista está internado em São Paulo após sentir dores no nervo ciático

Estadão Conteúdo
Empresário Joesley Batista
Empresário Joesley Batista

O empresário Joesley Batista, sócio da holding J&F, que controla a JBS, está internado no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.

Segundo nota divulgada pela assessoria de imprensa do hospital, Batista foi atendido na noite da terça-feira, 27, com fortes dores no nervo ciático. Ele acabou sendo internado para exames e tratamento com medicamentos.

Ainda segundo o Albert Einstein, Batista não autorizou a divulgação de qualquer informação sobre seu tratamento.

Não há previsão de alta para o empresário, que assinou uma colaboração premiada denunciando o presidente Mich

Autocrítica de esquerda

Frei Betto /

A esquerda latino-americana não anda com boa saúde. Perdemos Fidel; o PT está encalacrado na Lava Jato; a Venezuela é, hoje, uma terra em transe. A Revolução Bolivariana não logrou criar raízes como a cubana.
Em Cuba, a revolução foi obra de um povo. O que explica o fato de os EUA jamais agredirem belicamente a ilha, após o fracasso da invasão da Baía dos Porcos, em 1961. Os ianques aprenderam, com a derrota no Vietnam, que governos (como Iraque, Líbia e Afeganistão) se derrubam; um povo, jamais.
Os governos progressistas da América Latina estão ameaçados pelo avanço da ofensiva neoliberal. Sofreram golpes parlamentares Honduras (2009), Paraguai (2012) e Brasil (2016). Na Argentina, a direita elegeu Macri. No Equador, Rafael Correa fez Lenin Moreno seu sucessor por pequena margem de votos. Na Bolívia, Evo Morales se depara com o desgaste de sua base de apoio.
No Chile, Bachelet tem baixíssimo índice de popularidade e a direita se assanha para retomar o poder nas próximas eleições. Na Nicarágua, a esquerda se divide entre os que apoiam e os que se opõem ao governo de Daniel Ortega. Salvam-se El Salvador e Uruguai, onde a esquerda moderada não enfrenta grandes dificuldades.
Não existe hoje, na América Latina, uma correlação de forças que assegure, em curto prazo, a superação do modelo desenvolvimentista neoliberal por um novo modelo de sociedade centrado nos direitos dos trabalhadores, na inclusão social dos setores marginalizados e excluídos, e na preservação ambiental.
Alguns governos progressistas adotaram verdadeira esquizofrenia ao proferir um discurso político de esquerda e, ao mesmo tempo, abraçar uma política econômica regida pelo capital internacional, dependente da exportação de commodities, sem criar bases de sustentabilidade para o desenvolvimento do país.
No Brasil, no governo do PT adotou-se a emulação do crescimento (PAC – Política de Aceleração do Crescimento), visando a, em primeiro lugar, anabolizar o PIB. E a dependência da exportação de matérias-primas, hoje elegantemente denominadas commodities, agravou o processo de desindustrialização.
A corrupção se entranhou nas estruturas governamentais, cooptou líderes políticos como agentes de interesses privados de grandes corporações e corroeu a credibilidade ética da esquerda. Abandonou-se o horizonte socialista e acreditou-se na política de inclusão assistencialista dos mais pobres, sem alterar minimamente as estruturas sociais e os direitos de propriedade.
Cedeu-se à falácia de que o capitalismo é passível de humanização. Priorizou-se o acesso da população a bens pessoais (celular, computador, eletrodomésticos etc.) e não a bens sociais (alimentação, saúde, educação etc.). Não houve empenho em preparar as bases de uma democracia participativa. Movimentos populares foram alijados como interlocutores preferenciais ou cooptados para atuarem como correia de transmissão entre governo e bases sociais.
É hora de fazer autocrítica e corrigir rotas, antes que seja demasiadamente tarde. Pena que, em seu congresso nacional, na primeira semana de junho, o PT tenha declinado desse dever político sob o pretexto de não dar munição aos adversários. Quem se cala, consente.

Presidente Temer atendeu ao pedido de Sarney e não nomeou Nicolao Dino para Procurador Geral

 

 Subprocuradora da República Raquel Dodge foi nomeada agora a pouco pelo presidente da República, Michel Temer, como procuradora Geral da República. Ela vai substituir a Rodrigo Janot a partir de setembro. O primeiro colocado na lista, Nicolao Dino, irmão do governador Flávio Dino, recebeu o veto do ex-senador José Sarney, que pediu a Temer que não o nomeasse.

A procuradora geral indicada será a primeira mulher a exercer o comando do PRG e não concordava com várias posições do Rodrigo Janot.

 

De acordo com o portal G1, “com a indicação, Raquel Dodge será submetida a sabatina no Senado e precisará ter a indicação aprovada pelos senadores antes de ser oficializada no cargo. Caso seja aprovada, ela tomará posse em setembro, no lugar de Janot”.

O G1 diz ainda que “ao anunciar o nome da procuradora, Temer quebrou a tradição de indicar o nome mais votado na lista tríplice enviada pela Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) ao Planalto’.

Ela ficou em segundo lugar com 587 votos, ficando atrás do atual vice-procurador-geral eleitoral, Nicolao Dino, que recebeu 621 votos. Fonte Luis Cardoso

Cabo da PM morre em grave acidente de carro no Maranhão

Na manhã de hoje (28), o Cabo  Sousa, da Polícia Militar de Lago da Pedra,  perdeu o controle da direção do carro em que dirigia e acabou capotando diversas vezes, não resistindo aos ferimentos e morrendo no local. O PM estava voltando pra casa.

O cabo era bastante querido na cidade de Lago da Pedra, teve grandes atuações como policial, se destacou quando foi designado para a Operação Pedrinhas.

Fonte: Blog do Luis Cardoso