MENOS CABELUDO, BEM MENOS: PREFEITO DE CAXIAS QUER COMPRAR BRIGA COM FLÁVIO DINO

A briga do prefeito de Caxias, Fabio Gentil e o governo de Flávio Dino na troca de acusações sobre repasses da saúde para o município vizinho promete ir mais longe. Segundo uma fonte, o gestor e seus aliados estariam dispostos a colocar outdoors em diversas cidades do estado acusando a saúde estadual de cortar recursos para o governo de Gentil.

Seriam 100 outdoors a serem colocados em municípios estratégicos contra o governo Flávio Dino.

A fonte é credenciada, mas será muito difícil que o gestor municipal caxiense queira comprar tão gigante briga colocando em prática esse projeto de ataque. Vamos esperar para ver se acontecerá mesmo…

Fonte: Elias Lacerda

“NEGO ZINHA” É EXECUTADO A TIROS NA ZONA RURAL DE PRESIDENTE DUTRA

Um homem foi assassinado no Povoado Angical, distante cerca de 15 km da sede do município de Presidente Dutra – MA na noite desta segunda-feira (03). De acordo com populares, o rapaz foi alvejado com disparo de arma calibre 12. O tiro atingiu a região da cabeça, onde a vitima teve morte instantânea.

A vitima foi identificada apenas por ‘nego zinha’, mais seu nome completo ainda não foi divulgado, pelas autoridades competentes que atenderam o primeiro homicídio registrado no mês de julho no município de Presidente Dutra.

Com Informações: Malagueta Notícias

EM SÃO DOMINGOS DO MARANHÃO, POLÍCIA PRENDE IDOSO COM ARMA DE FOGO

Operação da Polícia Civil por intermédio da Superintendência Estadual de Investigações Criminais – SEIC realizando diligências no município de São Domingos do Maranhão avistou na BR 135, um veículo modelo D-20 que ao avistar a viatura da SEIC tentou empreender fuga sendo abordado pelos investigadores e após minuciosa revista foi encontrado um revólver calibre 32 devidamente municiado na posse de FRANCISCO VIEIRA DA SILVA, nascido em 04.10.1952. Após análise técnico jurídico dos fatos realizada pela Autoridade Policial o conduzido foi autuado em flagrante delito por porte ilegal de arma de fogo.

Com Informações: Polícia Civil

O FREIO NOS CARTÕES DE CRÉDITO

O que mudou desde o último mês de abril foi principalmente o chamado crédito rotativo, o de uma pessoa que não paga a fatura total, assim acumulando um débito para as faturas seguintes. Agora, esse rotativo é só por um mês. Quando chegar o extrato seguinte, o saldo remanescente e seus juros e encargos deverão ser pagos na totalidade, ou financiados com o banco que administra a cobrança do cartão.

A fatura que recebi de um cartão em maio oferecia esse rotativo, por um mês, à tradicionalmente altíssima taxa de 17,33%(!) ao mês ou 598,67% (!) ao ano. Também oferecia o parcelamento em 6, 12 ou 18 parcelas, a juros bem mais baixos, de 4,39% ao mês, o que em um ano equivaleria a 67,46%, aproximadamente a do crédito pessoal ou do crédito direto ao consumidor.

Noutro cartão, o rotativo de um mês foi oferecido a uma taxa ainda mais absurda: 706,86% ao ano. E veio também a oferta de um parcelamento a juros de 193,26% ao ano, bem mais alta do que o caso anterior, com o interessado pagando uma entrada e entre 2 e 23 parcelas adicionais, com débito na fatura do cartão. Nessa modalidade, a pessoa “opta por financiar o valor total da fatura já fechada e não poderá incluir os valores já lançados na sua próxima fatura; o limite do seu cartão ficará bloqueado até o valor do financiamento e à medida que as parcelas forem pagas, seu limite será liberado.” Entendi que é financiamento pelo cartão, e não pelo banco, a uma taxa ainda muito alta, mas não tanto como a do rotativo de um mês.

No banco desse mesmo cartão também foi ofertado o parcelamento mediante débito em conta. Segundo o banco, a pessoa é quem “escolhe o valor que quer financiar, podendo parcelar o total da sua fatura já fechada e até mesmo os valores que já estão lançados na sua próxima fatura”. É preciso “possuir limite de crédito direto ao consumidor disponível”, e poderá dividir o valor em duas a 36 parcelas, com carência de 30 a 59 dias. A taxa de juros cai com o prazo de financiamento, de 3,69% ao mês para duas prestações, para 5,63% ao mês para 36 prestações.

Minha conclusão: 1) ainda que só por um mês, a alternativa do crédito rotativo continua sendo oferecida às absurdas taxas anteriores e jamais deveria ser tomado; 2) há essa alternativa de financiamento na fatura pelo próprio cartão, que no segundo banco é a uma taxa ainda muito alta, embora menos da metade da taxa do rotativo; 3) a possibilidade de financiar o débito no próprio banco leva a taxas bem mais baixas, mas ainda elevadas relativamente ao crédito consignado, que fica em torno de 2% ao mês.

Quem tenha dívidas de cartões deve liquidá-las usando o consignado, se não puder fazer isso usando recursos próprios. Mas a melhor opção continua a de pagar o total da fatura no vencimento e não fazer nenhuma dívida no cartão, exceto as compras “sem juros” ou com juros predeterminados. Aspas porque, em geral, sempre há juros nas compras a prazo, escondidos nos preços dos produtos.

E para quem não tem patrimônio penhorável, outra alternativa é deixar vencer e buscar o pagamento mediante negociações ou em feirões de dívidas. Os descontos costumam ser muito altos.

Voltando às compras “sem juros” no cartão, veio outra novidade, que será abordada num próximo artigo. Quando concluía este, soube que no último dia 26 o presidente Temer sancionou lei que “… permite aos comerciantes diferenciar a cobrança de preços para pagamento à vista e a crédito. A mudança, que é prerrogativa dos comerciantes, ou seja, pode ou não ser adotada… o comércio não tinha autorização legal para cobrar valores menores em preços à vista.”

Sempre entendi que essa proibição era absurda. Como as operadoras de cartões cobravam juros dos comerciantes, esse juro era transferido aos preços em prejuízo de quem tinha condições de pagar à vista.

Vale notar que a lei citada veio de conversão, a essa forma, de medida provisória publicada no dia 27 de dezembro do ano passado, mas não a vi aplicada nas lojas, embora tenha passado apenas por umas poucas desde então. No processo de conversão foi adicionada a regra de que “os comerciantes informem em local visível sua política de descontos”.

Em síntese, as mudanças no cartão de crédito restringiram bastante o uso do rotativo e as alternativas são menos ruins do que ele. Já a lei que diferencia preços à vista é um avanço de alcance mais amplo, já que poderá favorecer consumidores em geral. Como outras leis, entretanto, será preciso saber se vai funcionar. Alguém já disse que no Brasil as leis são como vacinas: algumas “pegam”, outras não.

A DESTRUIÇÃO DA ALMA BRASILEIRA

O brasileiro está se tornando mestre na arte da dissimulação. Nada é o que parece, como o cônjuge traidor flagrado em ato sexual com a amante: “Posso explicar, não é o que você está pensando”, tenta, assim, enganar a esposa traída.
A moça cai na balada, sem hora para voltar, engravida de um desconhecido e justifica que não sabia onde estava com a cabeça. “Não sei o que deu em mim”, lamenta. E eu vou lá saber?
O sujeito acabou de assassinar o rival, é preso em flagrante e diz ao delegado: “Doutor, se eu não tivesse feito o que fiz, não sei do que seria capaz!”.
O marido espanca a mulher todos os dias, ou de vez em quando, tanto faz, e culpa a carestia ou a bebida por seus atos. “A vida está difícil, tudo subindo”, explica, ou diz que bebeu demais por causa dos problemas e perdeu a cabeça, mas quem perdeu a cabeça, ou uma parte dela, foi a vítima.
O corrupto desvia a merenda escolar, a comida dos presos, os remédios dos hospitais, os recursos do saneamento básico, a tornezeleira eletrônica, o Bolsa-Família, o dinheiro das obras e da segurança pública, mas diz que caiu em tentação e pede a Deus para livrá-lo de todo mal, amém!
Agora, flagrados com o papelão na linguiça e as difusoras de porco na carne, têm a ousadia de dizer que a Polícia Federal está a serviço dos Estados Unidos.
“Não é o que você está pensando”, diz, enganando o povo brasileiro, como faz o cônjuge flagrado em meio à fornicação, só que com a cabeça do porco na mão pensando que é um microfone.
A necessidade ininterrupta de mentir e de evitar a verdade, mostra Theodore Dalrymple, retira de todos aquilo que Custine (marquês de Custine, francês que escreveu La Russie em 1839, publicado em 1843) chamou de “os dois maiores dons de Deus – a alma e o verbo que comunica”, tornando as pessoas “hipócritas, maliciosas, desconfiadas, cínicas, silenciosas, cruéis e indiferentes ao destino de outros como resultado da destruição de suas próprias almas”.