Roubos da Igreja Matriz começam a ser esclarecidos

 

Depois de diversos roubos a Igreja Matriz de Vargem Grande o pároco resolveu contratar seguranças para trabalharem dentro da Igreja no horário da Noite. Hoje pela manhã, por volta de uma hora da manhã Luis Carlos, que confessou a polícia ter entrado outras vezes para praticar furtos na Igreja, ao entrar para mais uma ação criminosa , foi imobilizado pelos seguranças que o amarrado e entraram em contato com o Delegado Regional Dr. Samuel Murita que deslocou uma equipe para conduzi-lo até a regional de Itapecurú. Antes porém ao ser investigado pelos policiais Fábio, Alberto e De Paula, confessou e entregou quem havia comprado o ventilador que em outra ocasião fora levado da Igreja. O Objeto roubado se encontrava em poder de Werbet Brito Cardoso , que reside na rua Horácio Gonçalves S/N e tem passagem pela polícia por furto e roubo. No momento da bordagem se encontrava também na residência José Augusto Alves da Silva, conhecido como macho que disse está passando o dia com o amigo. Esse álibi não convenceu não convenceu a polícia que ao fazer averiguação no sistema constatou que ele tem passagens por roubo e homicídio. Foi encontrado ainda na residência uma moto pop preta que estava sendo ligada direta. A polícia acredita que a moto também seja produto de roubo e se encontra na Delegacia de polícia. Os três acusados foram levados a DP regional de Itapecurú para serem autuados pelo delegado de plantão Dr. Sousa. Amanhã, maiores informações.

Reflexões sobre a nossa segurança

A presidente do Sindicato dos Professores de Ensino Oficial do Estado de São Paulo (apeoesp) Maria Izabel de Azevedo Noronha,  queixou-se em entrevista a um jornal de grande circulação em São Paulo, que o professor do Piauí ganha o dobro do colega de São Paulo e que isso reflete no desempenho do aluno conforme resultado do IDEB (Índice de desenvolvimento da Educação Básica) . O Piauí atingiu a sua meta estipulada pelo MEC que era de 3,2 enquanto São Paulo que tinha a meta de 4,2 alcançou apenas, 3,9. A secretária Estadual de Educação do Piauí Rejane Dias, disse em resposta a sindicalista, que esse resultado era proveniente de investimentos em infraestrutura e na melhor condição de vida do professor e do aluno. Isso me chamou a atenção para o aumento da violência no município de Vargem Grande. O prédio da Delegacia que tinha alojamento para os policiais hoje nada mais é do que um pardieiro. Nenhuma reforma foi feita e está indigno de alojar servidores da Secretaria de segurança. Os policiais Civis pagam hospedagem em pousadas para dormirem, porque o alojamento está em condições sub-humanas. Além disso, os profissionais da segurança são obrigados a pagar o alimento do próprio bolso. Estão pagando para trabalhar. E nós, autoridades e população só sabemos reclamar, mas não oferecemos as mínimas condições para que esse trabalho seja realizado. Quem quer ser delegado em Vargem Grande? Ninguém. Quem quer ser investigador em Vargem Grande? Ninguém. Porque as autoridades do município não garantem condições dignas para que esses homens e mulheres sejam tratados com o respeito que merecem e possam garantir em melhores condições, a nossa segurança e a segurança de nossas famílias. Quanto o governo do estado está investindo na segurança local? E o prefeito quanto também? Precisamos cobrar dos agentes públicos, mas antes de tudo é necessário que demos a eles as condições mínimas de dignidade humana para que eles possam efetivamente serem cobrados e exercerem com maior desvelo as funções que o estado lhes confere. Vereadores, vejo muitos reclamarem de segurança. Mas ninguém vai a delegacia ver as precárias condições que ela se encontra. Cadê o Conselho e os conselheiros de segurança do município que não olham para isso. Vamos reunir e vamos dar sim o necessário para que os agentes de segurança possam desempenhar com brilhantismo o papel que a sociedade quer, reclama, mas não ajuda.

Dado como morto pela família, homem reaparece em missa e causa espanto no Piauí

O artesão Geraldo Humberto faz tratamento contra alcoolismo e tinha paradeiro desconhecido pela família.

Fonte: G1/PI4

Missa em comemoração aos 23 anos de fundação da Fazenda da Paz foi o começo do fim da confusãoMissa em comemoração aos 23 anos de fundação da Fazenda da Paz foi o começo do fim da confusãoFoto: Ascom/Fazenda da Paz

Um homem que faz tratamento contra o alcoolismo na Fazenda da Paz, órgão que trabalha com a recuperação de dependentes químicos, foi dado como morto pela família. Segundo o diretor da instituição, Célio Barbosa, a família do artesão Geraldo Humberto de Carvalho reconheceu um corpo e o enterrou pensando se tratar do parente desaparecido por dois meses. Apenas a partir de uma missa foi possível começar a desfazer o engano a partir de uma pessoa que viu o artesão.

O artesão foi reconhecido por uma amiga da família durante as celebrações do 23° aniversário da Fazenda da Paz. “Durante a missa para comemorar o aniversário da Fazenda da Paz uma senhora ficou nervosa, rindo e chorando, contando que tinha participado do velório e do enterro do senhor”, relatou Célio Barbosa. A família procurou por Geraldo Humberto, mas sem encontrar acabou indo procurar no Instituto Médico Legal (IML).

“A família fez a identificação do corpo a partir de uma careca”, contou Célio Barbosa. O artesão já encontrou com a família, que já soube que Geraldo está há 3 meses longe do álcool. Mas, outro desafio aparece para o artesão: provar que está vivo. “Agora é fazer a documentação porque ele ainda é dado como morto. Ele tem de nascer de novo”, afirmou Célio Barbosa.

O diretor da Fazenda da Paz conta que o artesão foi encaminhado pelo Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro POP) para tratamento contra o alcoolismo. “O Geraldo foi encaminhado pelo Centro POP como pessoa em situação de rua. Foram feitas buscas pela família e nesse tempo tratamos dele”, disse.

VIOLÊNCIA EM SÃO DOMINGOS DO MARANHÃO: HOMEM É EXECUTADO A TIROS

A manhã de ontem,  sexta-feira (07), continuou violenta em São Domingos do Maranhão, pois mais uma pessoa foi assassinada, desta vez no povoado Inhuma, a vitima foi o Sr. Fernando da Costa Lemos, morador do povoado Porto Alegre, município de Governador Luiz Rocha.

Fernando  tinha sido candidato a vereador em 2016, apoiando o prefeito Riba Teles.

Segundo informações passadas ao Blog do companheiro Pedro Jorge, até o presente momento não se tem noticia de quem teria executado o homem.

Fonte: Pedro Jorge

HOMEM É PRESO COM 45 KG DE MACONHA EM ITAPECURU-MIRIM

A Polícia Civil, por intermédio da Superintendência Estadual de Repressão ao Narcotráfico (SENARC), prendeu, na última quinta-feira (06), José de Ribamar Lopes da Silva, 32 anos, na BR-135, em Itapecuru-Mirim. Ele é suspeito de traficar drogas.

A prisão aconteceu quando José de Ribamar transportava aproximadamente 45 kg de maconha prensada, no interior do veículo marca Renault, modelo Logan, cor prata.

A ação policial, que contou com o apoio da PRF do Posto do São Francisco, ocorreu após denúncia anônima, via aplicativo whatsApp, dando conta que o indivíduo estaria transportando a referida substância ilícita do interior do Estado para a capital maranhense.

Ressaltando, que o autuado já foi preso por tráfico de drogas no ano de 2011.

O conduzido foi encaminhado à sede da SENARC, onde foi autuado pela prática de crime de tráfico ilícito de drogas e, em seguida, foi encaminhado ao Complexo Penitenciário de Pedrinhas, onde ficará à disposição do Poder Judiciário.

Fonte: Neto Ferreira

FORAGIDO DA JUSTIÇA POR PRÁTICA DE ESTURPRO EM ICATÚ-MA.

 

Esse elemento estuprou uma criança de dez anos no povoado de Itapera no município de  Icatu-MA, no último  sábado (01) , estupro esse , comprovado mediante exames no Icrim , e quando o mesmo descobriu que saiu o mandado prisão contra ele , evadiu – se para São José de Ribamar ou Panaquatira , já foi visto por lá inclusive , quem o avistar , por favor informe  a quem de direito para que o mesmo seja preso. O nome dele é Tiago Torres Barros – 20 anos. A criança  estuprada foi encaminhada para psicólogo e está recebendo alguns procedimentos em um hospital de São Luis.

GOVERNO FEDERAL DESCUMPRE ACORDO E VAI PENALIZAR O MARANHÃO EM CORTE DE R$ 224 MILHÕES DO FUNDEB

O governo federal descumpriu acordo firmado com a Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (Famem) e a bancada maranhense em Brasília e publicou, na quinta-feira (6), portaria nº 823/2017 que autoriza o desconto de R$ 177 milhões das contas das prefeituras do estado referente ao ajuste anual do Fundeb de 2016.

A medida também atinge o governo estadual, que será penalizado com a perda de R$ 47 milhões. A lista contendo os nomes dos municípios e suas perdas está disponível no www.famem.org.br

O desconto deverá ser feito até o fim da próxima semana, o que causará um enorme déficit financeiro nos municípios do Maranhão, prejudicando consideravelmente o setor educacional e o pagamento dos profissionais que nele trabalham, por exemplo.

Em abril, o presidente da entidade municipalista, prefeito Cleomar Tema (Tuntum), protagonizou uma grande articulação em Brasília que resultou na garantia, por parte do governo federal, da edição de uma medida provisória que parcelaria o pagamento dos recursos referentes ao ajuste do Fundeb.

Na ocasião, Tema, vários prefeitos e prefeitas e deputados federais reuniram-se com o ministro da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy, que assumiu o compromisso, em nome do presidente Michel Temer, do parcelamento, que deveria ser feito de 10 a 12 parcelas.

O presidente da Federação também realizou uma grande peregrinação em vários órgãos, como Ministério da Educação e Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), com o objetivo de evitar que as cidades maranhenses e o próprio estado fossem prejudicados.

É importante destacar que a entidade municipalista prestou toda a assessoria jurídica necessária para que o governo do estado ingressasse, esta semana, com uma ação na Justiça Federal em Brasília visando reverter os efeitos da portaria baixada pela União.

Caso a decisão não seja modificada e o entendimento do governo federal prevaleça, um verdadeiro caos financeiro irá instalar-se nas prefeituras maranhenses, penalizando diretamente todos os agentes inseridos no contexto do setor da educação.

Asscom Famem

SEM SAÍDA

Vinda do Supremo Tribunal Federal- STF, a forte denuncia apresentada pela Procuradoria Geral da República (PGR) contra o Presidente Michel Temer encontra-se na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados para juízo de admissibilidade, isto é, para ser votado um parecer que recomendará o arquivamento ou o prosseguimento da ação penal contra o denunciado.

O primeiro passo do respectivo processo já ocorreu com a indicação do Deputado Sérgio Zveiter, do PMDB do Rio de Janeiro, como o relator que vai elaborar o tal parecer.

Dizem, por mesma boca, os aliados de Temer e a oposição que dele quer se vingar, porque dela tomou a “chave do cofre”, que a indicação é irrepreensível, por isso que o parlamentar escolhido guarda total independência que garante as necessárias isenção e imparcialidade no exame da matéria, de cunho técnico-jurídico e político.

No fundo querem todos dizer que se o parecer do relator, favorável ou não ao prosseguimento da denuncia, vier a ser votado no plenário da Câmara, para um lado ou para o outro, ter-se-á cumprido a lei, e pronto. Assim, estamos conversados, e seguirá este horrendo andor desta triste procissão, por onde serpenteiam os poderes da República.

Sempre desconfio da unanimidade que é burra, como dizia Nelson Rodrigues, e eu acrescento, é mal intencionada também. Por trás disso enxergo a farsa que está sendo pavimentada.

Em qualquer circunstância, ocorrerá depois o seguinte. Arquivando-se a denuncia, Temer fica no poder até final de 2018 e o povo que engula, em seco, os crimes dele e de seus asseclas, denunciados pela PGR. Dando-se prosseguimento ao processo crime, o Supremo o cassará definitivamente ou não ao cabo de seis meses, nunca antes disso por causa de sua conhecida e irritante lentidão.

Contando de julho deste ano (sem se esquecer de férias e recessos), e considerando o decurso do prazo para o trâmite da denuncia na Câmara (1 mês) acrescido do da tramitação no Supremo Tribunal Federal até que o Presidente torne-se réu (2 meses), e aí somados os 180 dias facultados pela Constituição, para sair a sentença condenatória definitiva, se for o caso, Temer estará apeado do poder, ainda em caráter provisório, até março ou abril de 2018, já em plena época de campanha eleitoral, para o pleito geral do ano vindouro. Até lá continuará dando algumas cartas.

Neste interim assume em seu lugar, para inclusive guardar o prestígio e a influência do atual Presidente, o genro de um dos mais mal afamados asseclas de Temer. Já ouço dizer que, em nome de uma pretensa estabilização da economia, ou seja, para na verdade manter tudo e todos com seus privilégios, quem sabe se dará um jeito para que este aprendiz de feiticeiro com cara de debiloide permaneça no Planalto até dezembro de 2018, com direito a reeleição e tudo mais. Cruz credo!

Não tenho dúvida que cada parlamentar, tanto na Câmara quanto no Senado, já mediu esta situação cuidadosamente, pesando seus interesses diretos e indiretos.

Para a classe política atual o Brasil pouco importa. A única motivação que anima aquela gente diz respeito a sua sobrevivência política. Com Temer ou sem ele o que interessa é assegurar o cenário que mais favorecerá aos candidatos nas próximas eleições.

Só pensam nisso. É isto que querem, embora seja coisa que “não confessem nem ao médium, depois de mortos”, parafraseando outra vez o grande jornalista e escritor. Portanto, é ingênuo e ridículo falar-se de independência ou de sinceridade de propósito relativas à esmagadora maioria dos homens públicos na atualidade.

Por conta dessa falta absoluta de amor à Pátria e de respeito ao exercício da coisa pública essa gente é capaz dos atos mais abjetos para salvar a própria pele ou a seus feudos. Não falo aqui só do legislativo, mas do executivo e do judiciário igualmente. Tomemos por lição a história, de um passado recente para esta parte, que vamos repeti-la ao que parece.

Descoberta a quadrilha do mensalão e revelado Lula como “capo di tutti capi”, no crime o STF não o puniu, frustrando as expectativas dos homens de bem e, na política, FHC com seus emplumados tucanos subestimaram a capacidade de delinquir do “Ogro de Garanhuns” impedindo que fosse impichado, e permitindo que se reelegesse. Avalie-se agora o quanto o Brasil perdeu.

Descoberta a quadrilha de Dilma e ante o caos que produziu, afastaram a guerrilheira imbecil, trocando-a por uma “raposa felpuda”, que ela própria havia escolhida como parceira anteriormente. Vejam o que decorreu disso.

Descoberto o estelionato eleitoral de Dilma e de seu Vice, uns espertos Mandarins de Capa Preta – lambaios de políticos – absolveram a dupla por estar tudo provado demais. Considerem o mal que esta decisão trará, no futuro, para a vida pública.

Descobertos agora os crimes de Temer que envergonharam a Nação, algo está sendo tramado para que, na pior das hipóteses, seja ele substituído por algum comensal do poder que manterá tudo em seu lugar até 2018, quando todos voltarão absolvidos nas urnas, para manter o povo cativo, a começar pelo próximo Presidente, seja quem for. Qual é a saída?

ELEFANTE OCULTO

Dizem alguns ser muito fácil ocultar-se um elefante em uma plantação de morangos – bastaria pintar as unhas dele de vermelho. Deve ser verdade, considerada a imensa quantidade de vezes que ficamos concentrados nos detalhes da vida nacional, em detrimento de uma visão mais ampla.
Vamos a um exemplo: nos idos de 1995, a dívida pública do Brasil ficava em 61 bilhões de Reais. Em 2007, já estava alcançando 1,3 trilhão de Reais. Chegou, em 2016, a espantosos 3,1 trilhões de Reais. E li, em publicação oficial recente, que ela já alcança 4,19 trilhões.
Qual a consequência disso? Nos idos de 2006, quando a dívida era bem menor, fiz a seguinte conta: os recursos destinados no orçamento nacional para custear a Previdência Social, a Assistência Social, a Saúde, a Educação, o Trabalho, a Reforma Agrária, a Segurança Pública, o Urbanismo, a Habitação, os Direitos da Cidadania, o Desporto e Lazer, a Cultura e até o Saneamento, somados, davam R$ 317 bilhões – R$ 7,9 bilhões a menos do pagamos a título de juros naquele ano (R$ 325 bilhões).
Naqueles dias, calculava-se que 30% dos impostos pagos pelos brasileiros eram destinados ao pagamento de juros – desconsiderada a emissão de novos títulos para a denominada “rolagem”. Perceba a extensão deste quadro: em um único ano (2008, quando a dívida pública era bem menor) o Brasil pagou de juros 5,35 vezes o que distribuiu aos seus famintos, via o “Bolsa-Família”, nos cinco anos anteriores.
Avanço um pouco no tempo e chego a 2013, quando um relatório do FMI mostrou o gasto do Brasil com juros da dívida pública como o terceiro maior do mundo. A despesa brasileira, na época equivalente a 5,7% da renda nacional, só perdia para a da Grécia, mergulhada em séria crise financeira, e a do Líbano, vivendo um quadro de guerra civil. Recordo que daquela época para cá nossa dívida aumentou bastante!
Porém, pouco se discute este tema – preferimos tratar da eliminação de direitos e da implantação de reformas, ou seja, das unhas do elefante. Não temos percebido que nosso povo vive menos e pior por conta de uma queda na qualidade dos serviços públicos causada, em última análise, pela ânsia no gerar de um tal “superavit primário”, meio legal para pagar mais e mais juros. Eis aí o elefante do cenário – este sim, merecedor de profundo debate.