CARONA PARA A MORTE: JOVEM É ENCONTRADA MORTA APÓS MARCAR CARONA PELO WHATSAPP

 

Foi encontrado na tarde desta quinta-feira (2) o corpo da jovem Kelly Cristina Cadamuro, de 22 anos, que estava desaparecida desde ontem (1º) após combinar uma carona em um grupo no Whatsapp. Após o desaparecimento, familiares e amigos se mobilizaram nas redes sociais para encontrá-la

De acordo com informações de familiares, a principio Kelly levaria um casal em uma viagem de Guapiaçu (SP) a Itapagipe, no Triângulo Mineiro, porém a mulher teria desistido no momento do embarque. Entretanto, o homem que não era conhecido de Kelly, manteve a viagem.

O último contato que a jovem fez com a família foi quando parou para abastecer o carro em um posto de combustíveis nas margens da rodovia BR-153.
Em momentos diferentes, câmeras de pedágios de uma rodovia de Minas Gerais mostram a moça dirigindo o veículo e em outro um rapaz.
O carro de Kelly foi encontrado sem as rodas e o estepe em uma estrada na região de Mirassol (SP).
Segundo a polícia mineira, o corpo de Kelly, que morava em São José do Rio Preto, foi encontrado em um córrego entre as cidades de Frutal e Itapagipe. A calça que ela usava foi encontrada a 3 km de onde o corpo estava.
Ainda não há informações do homem que pegou carona com a jovem.Fonte -Blog do Francisco Vale

Corpo da menina Alanna é encontrado no quintal de sua casa

O corpo da menina de 10 anos, Alanna Ludmila, foi encontrado na manhã desta sexta-feira, dia 3, enterrado no quinta da própria casa. As informações foram confirmadas pelo Coronel Aritanã, do 13º Batalhão da Polícia Militar que está à frente do caso.

Nonato Vasconcelos, vizinho que encontrou o corpo da menina, contou que sentiu forte odor vindo do quintal. “Eu senti um odor e achei que era uma sacola que estava próxima de mim, mas não era. Quando cheguei próximo ao portão da casa, senti um odor ainda mais forte e resolvi pular o muro. Comecei a vasculhar e encontrei o corpo coberto com pouca terra, telhas e entulhos”, afirma o vizinho.

A primeira parte identificada foram as pernas de Alanna. Após vasculhar mais, equipes do local identificaram que a menina estava envolta apenas por um plástico no corpo e um outro saco preto cobria a cabeça. Segundo a polícia, logo após o acionamento do caso, foram feitas perícias na casa da mãe e do pai. “Nós não tivemos acesso mais detalhado da casa, a equipe fez um levantamento aqui na residência da mãe, na casa do pai e onde a mochila da menina foi encontrada. Hoje as buscas ainda estavam se iniciando quando fomos pegos de surpresa”, afirma o Major Renato Abrantes, comandante do 2º BPM.

Fonte : Imparcial