MULHER É MORTA DURANTE ASSALTO APÓS FALAR QUE CONHECIA UM DOS LADRÕES

Mulher é morta com vários tiros no bairro Vila Palmares, no 1º dia de 2018, por volta de 4:00 da manhã, Girleia Silva, levou quatro tiros sendo algumas perfurações na cabeça, segunda as informações a vítima ainda foi socorrida, mas não resistiu aos ferimentos e veio a óbito após ter dado entrada no HMI
O que levou a vítima ter sido assassinada com requinte de crueldade, foi que a vítima de assalto disse na hora do ocorrido que conhecia um dos ladrões, e assim, para não deixar testemunha, os ladrões roubaram e a mataram.
O que o caracteriza é que a morte é o meio para que o criminoso alcance seu intento: o roubo Segundo, embora a intenção seja roubar, o latrocínio é considerado consumado (concluído) se a vítima morre.
O Vídeo da vítima ainda com vida no local do ocorrido.

POLÍCIA PRENDE HOMEM QUE MATOU O VEREADOR EM PICUM-AÇU POR CAUSA DE DOIS REAIS

Foi encaminhado para o município Cururupu o meliante Walber Chagas Sousa, vulgo “Pelebreu”, usuário de drogas que confessou na madrugada desta segunda-feira (1) o assassinato do vereador Jorge Cunha (PROS) do município de Apicum-Açu, a aproximadamente 526 km da capital São Luís.
Irmão do prefeito Claudio Cunha (PV), o parlamentar estava em uma festa no Povoado Turirana, distante três quilômetros da sede do município, quando foi assassinado com várias facadas. O motivo teria sido por causa de R$ 2 reais. O criminoso é usuário de drogas e à polícia relatou que pediu a quantia para comprar droga e a vítima teria falado que não tinha.
Jorge Cunha, ex-presidente da Câmara, foi o vereador mais votado nas eleições de 2016, ele obteve 5.12% dos votos, um total de 515 votos. Mesmo diante da confissão de “Pelebreu”, a polícia civil segue ainda em outras linhas de investigação desse caso.

Do blog do Domingos Costa

VÍDEO: MOTORISTA DE ÔNIBUS MORRE ESMAGADO AO TENTAR FAZER REPAROS NO VEÍCULO NO INTERIOR MARANHÃO

 

Uma fatalidade vitimou o motorista rodoviário, José Alves, da empresa Rápido Marajó, nesta terça-feira, 2, na cidade de Estreito, no estado do Maranhão. Segundo passageiros, o veículo começou a apresentar problemas no amortecedor ainda em Araguaína-TO, distante 123 km. Em uma parada no município maranhense o condutor resolveu averiguar o problema.
Ao colocar a cabeça entre a roda e o para-lama do veículo, a bolsa de ar teria estourado, fazendo com que parte do veículo imprensasse a cabeça de José Alves contra o pneu.
O motorista ainda chegou a ser socorrido por populares e o Samu chamado, mas José Alves não resistiu e morreu no local.

OS MILITARES E O DIREITO DE GREVE

Mais de uma vez sustentei que soldados, das Forças Armadas ou das polícias militares, não fazem greve. Ao se recusarem a cumprir ordens cometem crime de motim, descrito e punido pela legislação penal militar.

As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e disciplina prescreve o artigo 142 da Constituição da República. As polícias civis e militares estaduais, e os corpos de bombeiros militares integram o rol das instituições incumbidas da preservação da segurança pública e da ordem, e da incolumidade das pessoas e dos patrimônios, ao lado da polícia federal, da polícia rodoviária federal e da polícia ferroviária federal, reza o artigo 144 da Lei Superior.

Ao militar a Constituição proíbe a sindicalização e a greve. O preceito aplica-se às polícias civis e militares dos Estados, bem como aos corpos de bombeiros militares, pela combinação dos artigos 142 e 144 da Carta Política, eis que todos se submetem ao princípio da hierarquia e disciplina, cuja violação põe em perigo a estabilidade política e social.

A paralisação da Polícia Militar do Rio Grande do Norte deve ser resolvida pacificamente, mas com objetividade e rapidez. As últimas notícias relatam que liminar exarada por desembargador integrante do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, ordenando o imediato retorno ao trabalho, será objeto de assembleia geral dos policiais insubordinados.

Decisão judicial deve ser respeitada. Levada à assembleia o que acontecerá? É difícil prever. Se descumprida, a quem caberá executá-la? Às Forças Armadas?

O mal foi feito. Greve de policiais civis ou militares é algo que não se pode sequer cogitar. Polícia sem disciplina converte-se em bando armado.

Não posso ignorar, entretanto, que a responsabilidade pela crise recai sobre o Governo do Rio Grande do Norte, por deixar de pagar o décimo terceiro salário, o salário de novembro, havendo o risco de não saldar o mês de dezembro.

Policiais militares ganham mal. Compete-lhes a perigosa missão de exercer o policiamento ostensivo e preventivo na defesa da ordem pública em Estado cujos índices de violência são consideráveis. Ao invés de mandar as Forças Armadas para reprimir a paralisação, teria sido melhor que o Governo Federal enviasse dinheiro para satisfação dos atrasados. Policial Militar é gente. Tem, como todos nós, necessidades inadiáveis.