Jovem leva seis tiros, sendo um na cabeça

 

Por William Fernandes

Um jovem das iniciais R. Y. , de 17 anos, foi alvejado com um tiro na cabeça e cinco em várias partes do corpo, no final da tarde desta segunda, 8 de janeiro de 2018, no Bairro Areal, em Chapadinha.

Ele foi socorrido e conduzido à UPA 24h, que fica no mesmo bairro, mas logo em seguida foi levado ao Hapa e depois, transferido para São Luís. Apesar da grande quantidade de tiros, R. Y. estava consciente e seu quadro era grave, mas estável, quando saiu de Chapadinha.

De acordo com informações obtidas pelo Blog do William, de um de seus familiares, R. Y. andava pela rua onde mora, Benjamin Ferreira, no Areal, quando foi avistado pelo autor do crime, que o seguiu e efetuou o primeiro disparo. Ferido, R. Y. correu e tentou se esconder dentro de uma casa, mas foi alcançado e levou mais cinco tiros.

Essa não é a primeira vez que tentam matar R. Y.. No ano passado, o jovem levou um tiro na boca, quando tentava praticar um assalto a um posto de gasolina na Vila Isamara. Meses depois, já recuperado do ferimento, ele se envolveu em outra confusão e levou uma facada na coxa.

Maranhense é assassinada ao tentar pedir namorada em casamento

Anne Mickaelly era natural de Presidente Dutra, no Maranhão.
A jovem Anne Mickaelly Monteiro Mendonça, 23 anos, natural de Presidente Dutra-MA, foi assassinada a facadas pelo pai da namorada. Ele se irritou ao saber do pedido e correu atrás da jovem para matá-la em Samambaia, no Distrito Federal.
Natural de Presidente Dutra, Anna Mickaelly, 23 anos, ia pedir a namorada em casamento quando foi assassinada pelo sogro, um homem de 46 anos que já tinha passagens pela polícia. O crime aconteceu na noite do último sábado (6), por volta das 22h10, em Samambaia, no Distrito Federal. As informações foram confirmadas pelo delegado José Eduardo Galvão, chefe da Polícia Civil do DF, que investiga o caso. Anna Mickaelly estava em Brasília a passeio.
Antes de propôr casamento à amada, Anna Mickaelly teria soltado fogos de artifício. Irritado, o suspeito pegou uma faca e correu atrás da vítima. Ao ser alcançada após alguns metros de corrida, ela foi esfaqueada na cabeça e no rosto. A jovem morreu no local e o homem fugiu. Ele permanece foragido.
O delegado José Eduardo diz que vários vizinhos foram ouvidos e confirmaram terem visto o homem atacando a jovem. Galvão disse que o suspeito já tinha passagens pela polícia, mas nada relacionado a homicídio. “Era uma coisa que ele não esperava [o pedido de casamento] e não reagiu bem. Agora vai ter que pagar por isso”, disse o delegado.
Anne Mickaelly era natural de Presidente Dutra, no Maranhão. Ela estava em Brasília a passeio e, segundo o delegado, não tem parentes na capital. Amigos foram ouvidos e confirmaram o relacionamento entre a vítima e a filha do acusado.

APOIO À PENA DE MORTE BATE RECORDE ENTRE BRASILEIROS, APONTA O DATAFOLHA

Em nove anos, o apoio da população à aplicação da pena de morte no Brasil cresceu, de acordo com uma recente pesquisa Datafolha. Segundo o levantamento, 57% dos entrevistados se disseram favoráveis à adoção da penalidade capital. Em 2008, data da última pesquisa do instituto sobre o tema, 47% tinham a mesma opinião.
Esse é o recorde numérico desde que a questão passou a ser aplicada pelo Datafolha, em 1991. Mas empata na margem de erro –de dois pontos percentuais, para mais ou para menos– com os percentuais de 1993 e 2007, quando 55% da população se disseram favoráveis à punição.
A pena de morte não é aplicada no país, embora esteja prevista no inciso 47 do artigo 5º da Constituição em período de guerra declarada. A última em que o país entrou foi a Segunda Guerra Mundial.
Em 2015, pela primeira vez em mais de 150 anos, brasileiros foram mortos por terem sido condenados à pena capital. As execuções de Marco Archer, em janeiro, e depois a de Rodrigo Gularte, ambas na Indonésia, foram as primeiras de brasileiros no exterior.
Já no Brasil, a última execução de um homem livre condenado à morte pela Justiça Civil aconteceu em 1861, na província de Santa Luzia, que deu origem à cidade de Luziânia, no entorno do Distrito Federal.

Homem é assassinado a pauladas

Um homem identificado como Raimundo Nonato foi assassinado com várias pauladas na cabeça, no final da tarde desta segunda-feira (8), no loteamento da Doca, bairro Norte Sul, em João Lisboa.

Segundo informações, Raimundo Nonato foi vítima de uma emboscada ao ser atraído para o local do crime para receber um dinheiro por dois suspeitos identificados apenas como “Bigão” e “Felipe”.

A polícia foi acionada e fez a preservação do local do crime até a chegada do ICRIM e IML para realizar a perícia e remover o corpo.

A PM faz buscas para localizar e prender os suspeitos de praticar o crime.

INTELECTUAIS DE BOTEQUIM DO RIO APOIAM CORRUPÇÃO

Barra de São Miguel, AL – Um grupo de intelectuais e artistas de botequim do Rio de Janeiro, que durante muito tempo mamou nas tetas da Lei Rouanet, junta-se agora para apoiar a corrupção promovendo reuniões para protestar contra a revisão da condenação do Lula em Porto Alegre, no dia 24. Como era de se esperar, uma manifestação como esta só poderia ocorrer no Rio onde o Lula e a sua turma ajudaram Cabral & Companhia a chegar ao poder com os votos desses exóticos eruditos. Os petistas, que organizam o manifesto tendo à frente o sociólogo Emir Sader e a deputada Benedita da Silva, escolheram teatros símbolos da resistência à ditadura para se insurgir contra os desembargadores que vão analisar a sentença do Capo di tutti capi.

É lamentável que essa turma profane locais que antes serviram de palco da luta contra os militares, onde se apresentavam artistas em shows beneficentes para bancar a divulgação de manifestos – muitos rodados até em mimeógrafos – para ajudar o movimento contra o regime. Agora, esses símbolos da liberdade servem de palanque para os militantes petistas que defendem a maior organização criminosa da história do país. Esses senhores e senhoras, que se rotulam de intelectuais e artistas de vanguarda, reivindicam a volta da dupla Lula/Dilma que quebrou o país e dilapidou o patrimônio público.

Muitos deles já figuram nas páginas policiais da Lava Jato e outros foram presos por fraudar incentivo fiscal da Lei Rouanet. Lembro que alguns estiveram numa manifestação contra o deputado Roberto Freire, presidente do PPS, então Ministro da Cultura. Queriam pressioná-lo a não investigar as mutretas do desvio de verba dos projetos da Lei Rouanet. Receberam o troco à altura, botaram o rabinho entre as pernas e desapareceram da solenidade para onde tinham ido numa ação solidária para evitar o prosseguimento dos processos que corriam no MInC.

Os pseudointelectuais cariocas são os mesmos que nas últimas décadas apoiaram a dobradinha PT/PMDB no Rio. Estiveram à frente das campanhas de Sérgio Cabral e Pezão porque, adeptos do fanatismo lulista, seguiam a orientação do seu guru. São responsáveis, portanto, pela falência econômica do Rio e cúmplices do martírio de milhares de servidores públicos que não recebem salários há mais de um ano. Alheios a esse espetáculo do flagelo humano, eles agora anunciam apoio incondicional a Lula e a sua quadrilha, pois consideram que o Capo  é inocente e que a justiça o persegue para tirá-lo da disputa presidencial.

O fanatismo não os deixa ver o mais óbvio dos óbvios: Lula é o mentor da organização, condenado a mais de 9 anos de prisão, com mais cinco processos nas costas. Não enxergam a gorda conta bancária do seu guru e todas as evidencias de que ele e a sua trupe foram responsáveis pela maior recessão econômica do país com mais de 14 milhões de desempregados. Não veem que os presídios estão lotados de petistas, comprovadamente ladrões, responsáveis pela bancarrota da Petrobrás até então uma das empresas mais importantes do mundo. Ainda falam em golpe, quando todos sabem que a Dilma faliu o país na administração mais desastrada desde o advento da República.

Intelectuais de orelhas de livros, arrotam sabedoria e conhecimento porque se autointitulam formuladores da inteligência brasileira. Destrambelhados, permanecem na esquerda por vício ou por falta de conhecimento de que o mundo mudou. Não raciocinam em defesa dos pobres, porque deles querem distância. São incapazes de se revoltarem contra a fome, o desemprego, e as injustiças sociais no Brasil, pois essas coisas não dão manchetes e nem alimentam o ego desses pensadores tupiniquins. E, finalmente, têm horror a se juntar ao povão para preservar o status quo. Por isso, as manifestações acontecem sempre à beira mar na Zona Sul carioca.

O show que eles estão promovendo para pressionar o Tribunal de Justiça de Porto Alegre nada mais é do que um espetáculo mambembe da esquerda festiva para atrair novos adesistas a uma causa falsa, podre, imoral e aética. O papelucho que vai emergir desse encontro dos pensadores da humanidade não vale nada. O que vale, na verdade, é o que está escrito nos autos.  E o que está lá, apurado em criteriosa investigação, é que o Lula organizou a maior corja de corruptos do país e por esses atos criminosos será julgado mais uma vez.