TRAGÉDIA: GRAVE ACIDENTE NA BR 316 PRÓXIMO A CODÓ DEIXA UMA VÍTIMA FATAL

Na manhã deste domingo (04) por volta das 11h, na BR-316, aconteceu um grave acidente, envolvendo um veiculo, modelo Suzuki e um ônibus da empresa Real Maia.
O carro de passeio colidiu com o ônibus da Real Maia, entre Peritoró e o povoado 17, na altura da fabrica de cimento.
De acordo com informações que circula em grupos de WhatsApp, o motorista do carro de passeio morreu no local. A sua identidade não foi identificada até o fechamento desta matéria.

EM TEMPO

Há exatos 22 anos atrás, no dia 04 de fevereiro de 1996, neste mesmo trecho da BR-316 e coincidentemente também em um dia de domingo, um grave acidente envolvendo um ônibus da empresa Timbira com um caminhão modelo Volvo matou 32 pessoas e deixou uma dezena de feridos. A maioria dos passageiros eram de Caxias e estavam seguindo para São Luis. Entre os mortos várias pessoas conhecidas da cidade que ficaram de luto com a tragédia. Entre as vitimas estava o cantor Hermógenes, do conjunto musical Hermógenes Som Pop.

Fonte: Irmão Inaldo

JOVEM É PRESO EM CODÓ APÓS AMEAÇAR PESSOAS COM UMA FACA EM VIA PÚBLICA

Na tarde desta sexta feira (02/02), por volta das 14:20min a Policia Militar de Codó efetuou a prisão em flagrante de um indivíduo identificado por Jeferson Sousa da Silva de 18 anos por ameaça com emprego de arma branca. A guarnição foi acionada após denúncia via 190 que o elemento estaria ameaçando qualquer pessoa que passasse pelo local, inclusive já teria corrido atrás de alguns populares com essa faca. Imediatamente a viatura se deslocou até o local e conseguiu localizar o elemento próximo do Colégio Adventista onde foi detido, conduzido e apresentado na 4 Delegacia Regional de Policia Civil para que as providências cabíveis sejam aplicadas.

Ascom: 17° BPM

OS MENOS IGUAIS

Dia desses li um interessante estudo produzido nos EUA, pela Universidade do Arizona. Decidiu-se buscar as variações históricas dos índices de desigualdade pelo planeta afora. Eis aí, sem sombra de dúvidas, uma questão fascinante: diante da evolução tecnológica da humanidade, como comportou-se, ao longo do tempo, a divisão da riqueza por ela produzida? Os pesquisadores decidiram aplicar aos valores encontrados o coeficiente conhecido como GINI, que varia de 0 (nenhuma desigualdade) a 1 (maior desigualdade possível).Começou-se o levantamento pelas sociedades mais primitivas, nas quais os seres humanos sobreviviam da caça. Concluiu-se que, naqueles dias, o coeficiente GINI era de 0,17.

A humanidade, lentamente, desenvolveu-se. Alcançou a era da agricultura, com todas as suas respectivas técnicas – um avanço notável. Porém, igualmente avançou o coeficiente GINI, que evoluiu para 0,35.

Passou-se ao exuberante Império Romano, no qual a humanidade, de um lado, produziu obras maravilhosas, mas, paradoxalmente, viu aprofundar-se o fosso entre ricos e pobres – no apogeu de Roma, eis o coeficiente GINI pulando para 0,48.

Chegamos aos dias de hoje. Da eletrônica à medicina, da literatura à engenharia, a humanidade orgulha-se de seus feitos maravilhosos – esquecendo-se, no entanto, da vergonha embutida em um coeficiente GINI de 0,7 (índice encontrado na cidade de Londres, no Reino Unido).

Em que se traduz todo este “índice de desigualdade”? Vamos a um número de mais fácil assimilação: em 2017, apenas 1% dos seres humanos concentravam 50% da riqueza de todos os demais! Este dado choca ainda mais se nos recordarmos de que em 2008 possuíam “apenas” 42,5% – ou seja, o problema piora a passos largos.

Diante desta realidade, há os que sugerem maior tributação aos ricos ou medidas análogas. Modestamente, indicaria caminho outro: que todos tenham acesso aos meios de produção de riqueza. Que cada pessoa possa competir com justiça, liberta da ação do verdadeiro “governo paralelo” em que se transformaram as grandes corporações – cujo tamanho, poder e riqueza devem encontrar, e com urgência, um limite.

Até lá, fiquemos sob aquela realidade ironizada por Anatole France: “a lei, no seu majestoso igualitarismo, proíbe tanto os ricos quanto os pobres de dormir debaixo da ponte”.

Pedro Valls Feu Rosa é desembargador do Tribunal de Justiça do Espírito Santo.