DELEGADO EXPLICA DESFECHO DO SEQUESTRO DA PRIMEIRA DAMA DE BURITICUPU E DA PROFESSORA

Em entrevista ao BLOG JO FERNANDES o Delegado de Polícia Civil de Buriticupu Dr. Diogo Antônio Cabral de Mello, relatou em detalhes como aconteceram as investigações que culminaram na libertação da primeira-dama do município de Buriticupu, Betel Santana, juntamente com a professora, Raimunda Gomes da Costa que foram sequestradas na última quarta-feira (02).

Depois da informação do sequestro da primeira – dama, qual foi o primeiro passo realizado pela Polícia Civil?

Por volta das 17:30 fomos informados na delegacia do suposto sequestro da primeira-dama, mulher do prefeito, José Gomes juntamente com a professora, Raimunda, a partir disso, eu e meu investigador Geyson Lins de Santana fomos até a casa do prefeito, onde o investigador Geyson Santana, ficou à cargo de toda negociação.

Houve uma integração com as delegacias dos municípios adjacentes?

Entramos em contato imediato com o Dr. Ederson,

Delegado Regional da 7° Delegacia Regional de Santa Inês e fizemos uma incrível operação com a integração da Polícia Civil entre outros delegados e investigadores, que também contou com o Superintendente da Polícia Civil do Interior, Dr. André Gonssain; a Superintendente da Seic, Dra. Nilmar da Gama; Delegado Regional de Açailândia, Dr. Murilo, Dr. Renê Mesquita e Dr. Jalves e o serviço do Núcleo de Inteligência.

E qual foi a importância das autoridades policias de Buriticupu para o desfecho do caso? 

Imediatamente entrou em contato com Dr. José Orlando Silva Filho, Promotor de Justiça da 1ª Promotoria da Comarca de Buriticupu e com o Juiz de Direito Dr. Raphael Leite Guedes da 1ª Vara da comarca de Buriticupu que estava de plantão e incansavelmente me auxiliou para que em tempo recorde conseguíssemos um mandado de interceptação telefônico expedido pelo Dr. Raphael Leite Guedes com anuência do Promotor de Justiça Dr. José Orlando Silva Filho, que também manteve contato até o desfecho do sequestro.

Como foi realizado o serviço do Núcleo de Interceptações no resgate das vítimas?

Através do núcleo de interceptações, estávamos em tempo real colhendo a localização das chamadas telefônicas do sequestrador Dhones, até que conseguimos a sua localização exata, em um gol branco, juntamente com a primeira-dama, Betel Santana Rodrigues e a professora, Raimunda Gomes, e através do comando do Tenente Coronel Diniz, a Polícia Militar já havia fechado todas as saídas de Açailândia. E então, o Delegado de Polícia Civil de Açailândia Dr. Murilo juntamente com policiais civis e militares, foram até a localização da última chamada que foi estendida com muita serenidade pelo investigador Geyson Lins de Santana. Na ocasião do resgate, o sequestrador tentou evadir-se do local, onde colidiu o carro no meio-fio sofrendo escoriações.

As vítimas sofreram escoriações?

As duas vítimas foram resgatadas ilesas, por conta de um trabalho fantástico de investigação da Polícia Civil do Maranhão, que em menos de 6 horas conseguiu localizar o sequestrador e resgatar as vítimas.

Quantos sequestradores haviam? 

Não descartamos a participação de outros envolvidos no sequestro, por isso as investigações continuam

Escola Digna chega a aldeias indígenas com mais de R$ 5 milhões de investimentos no Maranhão

Bom Jardim, Santa Luiza do Paruá, Fernando Falcão, Amarante do Maranhão, Barra do Corda e Jenipapo dos Vieiras são alguns dos municípios que nos últimos três anos receberam as melhorias de prédios e do ensino oferecidos pelo Escola Digna. Nesses municípios, uma vertente especial do programa já apresenta mudanças perceptíveis para estudantes e comunidades: a educação indígena.

De 2015 até agora, 20 escolas em aldeias indígenas já receberam melhorias e foram entregues à população. Foram mais de R$ 5,4 milhões aplicados na construção de novos prédios, reformas completas, reconstruções e adequações de infraestrutura.

“Foi muito tempo lutando até chegar aqui. A chuva vinha e derrubava e nós ‘fazia’ de novo. Mas agora a gente tem uma escola”, disse o cacique José Orlando na Aldeia Raimundão, em Jenipapo dos Vieiras, durante a entrega de uma das três escolas inauguradas no município na semana passada.

Em Barra do Corda, que também teve uma escola inaugurada na última semana, o sentimento era o mesmo. Jorge Luís Araújo, professor da Escola Indígena Ireno Rosa desde 2013, falou da mudança: “Quando chegamos, nós nos deparamos com uma escola montada em uma casa de taipa, algumas mençabas [tipo de janela e porta feitas artesanalmente], uma carteira artesanal, feita de madeira, com tábuas”.

“Hoje nós estamos aqui sendo contemplados com uma escola do Programa Escola Digna que vai possibilitar a melhoria do conforto do aluno, do professor e melhorar o processo ensino-aprendizado”, completou.

Romildo Fernandes Guajajara, de 27 anos, da Aldeia Três Irmãos, é aluno da E.M. Ireno Rosa e também viu a mudança: “Não era confortável. Agora está melhorando para nós, que estamos recebendo nova escola, bem confortável, com carteira, ventilador, mesa, lousa do professor. Tudo isso traz alegria para nós como alunos. Me alegro muito!”.

Escolas indígenas

O Escola Digna também respeita as tradições indígenas. Nas aldeias, os prédios têm elementos que relembram a cultura tradicional, como os portais de entrada em formato arredondado e as fachadas de painéis em formato curvilíneo destinado a pinturas que serão feitas pelos alunos, a fim de identificar cada etnia. No centro da escola há ainda o pátio coberto de palha e interligado por passarelas, em referência aos “caminhos” das aldeias indígenas.

Durante a última entrega, o secretário de Educação (Seduc), Felipe Camarão, disse que “ainda há muitas escolas que serão entregues nesta região, em aldeias que nunca antes receberam a atenção do poder público e agora têm a presença de autoridades entregando equipamentos tão importantes como essas escolas”.

Para o secretário de Direitos Humanos e Participação Popular (Sedihpop), Francisco Gonçalves da Conceição, as escolas são a consolidação das políticas públicas indígenas promovidas pelo Governo do Maranhão.

“É resultado do trabalho do Governo com as organizações indígenas e representações das etnias indígenas, representa o fortalecimento da cultura e identidade indígena, demonstrando claramente que no Maranhão o governo tem que ser para todos.”

Alunos da FACAM promovem projeto “a arte de ser mãe”

 

Qual o objetivo do projeto ?

O projeto “A arte de ser mãe” tem o principal intuito de promover a solidariedade para bairros carentes, beneficiando mães do município e suas famílias.

Como  e onde irá acontecer? 

Anualmente, nas proximidades dos dias das mães, os alunos da FACAM – Faculdade do Maranhão, polo de Vargem Grande, reúnem-se para um ato de solidariedade, levando para um determinado bairro, palestras, presentes, cestas básicas, o momento beleza, lanches, entre outros, tudo voltado especialmente para as mães, também beneficiando suas famílias. Neste ano o local a ser realizada a ação será o bairro Alto Alegre, no dia 05 de maio de 2018.

Por fim, pedimos a colaboração de toda a sociedade com doações de cestas básicas, roupas, presentes, ou também qualquer quantia. Vale ressaltar que o projeto não tem fins lucrativos nem mesmo políticos. Contamos com a solidariedade de todos.
Para mais informações entrar em contato nos seguintes número:

Leticia Costa (98 99200-7040
Lanny de Sá (98) 99129-5065
Flouse Rafel (98) 99201-0535

Em Vargem Grande Ciganos são mortos a tiro Na BR 222

No início da manhã de hoje 04/05 dois ciganos foram mortos por desconhecidos que estavam em um carro de cor branca e de placas não identificados até o momento. Segundo pessoas ligadas as vítimas, o Sr. Domingos Alves de 58 anos de idade, juntamente com o menor de nome Evandro da Silva de 17 anos, estavam se dirigindo até o açude novo para buscar seus animais que havia deixado ali na noite anterior, quando, em frente a Cerâmica São Raimundo, um veículo parou e dois homens desceram e alvejaram as vítimas. Existe suspeitas de que além dos dois que desceram e cometerem os crimes, outros dois permaneceram dentro do veículo. Alguns acreditam que o que levou ao homicídio foi uma rixa antiga. O Sr. Domingos morreu no local, mas Evandro foi a óbito quando colocado dentro da ambulância que o levaria a São Luís. Estamos acompanhando os fatos. Mais tarde melhores informações.

Vargem Grande: Sem acordo, professores entram em greve

Depois de várias tratativas entre Sindicato e Governo municipal, e como as conversas não chegaram a um denominador comum. Ontem no final da tarde, em uma reunião realizada no São Bodas de Ouro no centro de Vargem Grande, a categoria entendeu que é necessário a paralisação para poder sensibilizar o poder publico municipal em atender as reivindicações dos sindicalizados. Os órgão de imprensa responsáveis pelas divulgações do executivo municipal, publicaram uma nota em que o prefeito propõe um reajuste de 6,81% sobre o piso nacional dos professores. Os servidores entendem que com esse reajuste com base no piso nacional, provocará uma perda aos professores, no valor de mais ou menos R$ 700,00 ( setecentos reais) anual. A categoria entende que os 6,81% deve ser reajustado em cima dos valores que são praticados no município. E ontem a categoria se reuniu e fez a opção pela greve que se iniciará na próxima segunda feira. Na manhã de hoje os grevistas foram aos seus locais de trabalho, para sensibilizar os colegas da necessidade que tem os professores de fazerem a paralisação.

Polícia prende envolvidos na onda de arrombamentos em Timbiras

As polícias MILITAR e CIVIL do município de Timbiras conseguiram elucidar a onda de ataques a várias lojas de móveis e eletros  e até à uma farmácia no centro da cidade ocorrida na madrugada de quinta-feira, 3.

Os arrombamentos, que deixaram marcas nos portões por onde o arrombador passou, teriam começado por volta das 3h da madrugada segundo levantou o serviço policial. A investigação descobriu que o bandido havia furtado de uma loja de móveis, próximo ao Banco do Brasil, um computador portátil (notebook).

Depois, que este havia repassado o produto do furto para um receptador. Localizado o objeto e seu comprador ficou fácil encontrar o autor dos arrombamentos.

Trata-se de Michel Antony Rodrigues da Silva, de apenas 21 anos de idade,  segundo o delegado Zilmar Santana, em informação repassada ao blogdoacelio ainda  por volta das 20h da noite de ontem.

Michel Antony Rodrigues da Silva

Já o receptador se chama Francisco de Jesus de Sousa, de 19 anos.

Na casa dele, além do notebook, a polícia, conforme o delegado regional, ainda teria encontrado drogas, motivo pelo qual deverá ser indiciado também pelo crime de tráfico de entorpecentes.

Francisco de Jesus foi encontrado com porções de drogas

“Após ser acionada a guarnição da Polícia Militar iniciou diligências e descobriu que o notebook furtado foi vendido a um terceiro naquela cidade.

A Polícia Militar prendeu Francisco de Jesus  de Sousa, 19 anos e Michel Antony Rodrigues da Silva, 21 anos e estes ao serem confrontados com as provas,  informaram aos policiais onde estavam os objetos furtados”, narra a notícia produzida pela Assessoria de Comunicação do 17º Batalhão relatando a prisão.

Michel Antony, autor dos arrombamentos, e Francisco de Jesus o receptador do notebook furtado, devem ser ouvidos pelo delegado de Timbiras, Gilvan Lucas de Sousa, e depois serão encaminhados para o presídio regional de Codó onde permanecerão a disposição da Justiça. Fonte Blog do Acélio

MISERÁVEIS DEVORAM MISERÁVEIS

RESTARAM ENTULHOS DO PRÉDIO ONDE FAMÍLIAS MISERÁVEIS ERAM EXPLORADAS PELA MILÍCIA. (FOTO: ROVÊNIA ROSA)

Brasília – Quando trabalhava no Globo, na década de 1970, fiquei surpreso quando perguntei a um rapaz que acabara de ser preso pelos seguranças da Central do Brasil, depois de roubar uma mulher operária que descia com ele na mesma estação, por que ele estava roubando uma pessoa que não tinha nada, uma pobretona como ele. Na delegacia, depois de preso, a resposta dele foi imediata:- Porque miserável não gosta de miserável.

Quase cinquenta anos depois, entendo agora o que aquele rapaz, um larápio ocasional, falou depois de assistir à queda do prédio de São Paulo. Os desabrigados, centenas deles, foram unânimes em reafirmar a cidadania: “Não queremos albergue, nós pagamos aluguel”. Como?, me perguntei. Aí fiquei sabendo, pelos depoimentos deles, que existe uma milícia paulista por trás da ocupação dos prédios da cidade de São Paulo. Os mafiosos – que vivem às custas dos miseráveis – alugam cortiços e deles tiram proveitos como se fossem uma organização imobiliária.

Que coisa! Já tinha uma ideia de que o Partido dos Trabalhadores criara a maior organização criminosa do país. Seus dirigentes e militantes meteram a mão em milhões e milhões de reais. Muitos estão em cana, a exemplo do chefe Lula da Silva. O que nunca imaginei, no entanto, é que os organizadores dos sem teto da cidade de São Paulo, que ocupam dezenas de prédios, fossem donos da maior rede imobiliária do país. Isso mesmo, eles administram alugueis de centenas de miseráveis e os mantêm como massa de manobra quando precisam fazer arruaças nas ruas a soldo de políticos desonestos e inescrupulosos.

Estou horrorizado! Fico sabendo agora que as ocupações dos prédios é uma coisa engendrada, uma coisa moldada à maneira mais selvagem do capitalismo desmedido por grupos de esquerda irresponsáveis e mercenários. Um bando de aproveitadores, fantasia-se de defensores dos pobres e oprimidos, mapeia os prédios abandonados e incentiva a ocupação. Vende a ideia de que espaço vazio tem que ser ocupado por gente que não tem teto. A causa seria nobre se não fosse tão cruel a quem precisa de um teto para morar.

Acontece que a tragédia do Largo do Paissandu abriu a cortina da safadeza. Por meio dos depoimentos dos desabrigados, a gente fica sabendo da existência de uma milícia que explora os miseráveis, ameaçando-os de morte se faltarem com o pagamento. Uma desabrigada, entrevistada, disse como muita clareza: “Não vamos para nenhum albergue, vamos resistir, não somos sem teto, pagamos 400 reiais para morar aqui. Eles (os gigolôs dos sem teto) quando viram a tragédia, pegaram seus carros na garagem e desapareceram”.

Isso mesmo, os miseráveis que roubam os miseráveis desapareceram. A senhora, que tentava proteger a família dos escombros, estava indignada, afinal de contas, ela morava em um local onde pagava por ele um aluguel. E se não pagasse o que os milicianos pediam seria despejada impiedosamente. Imagina, um sem teto despejado por falta de pagamento! Agora a gente sabe que esses grupos de impostores, farsantes, são, na verdade, sanguessugas da miséria alheia, aproveitadores de famílias indefesas, integrantes de uma máfia que sobrevive sob o manto de um partido político.

Sabemos agora que boa parte das manifestações que ocorriam no país não era coisa ideológica. Por trás de tudo isso, existe uma organização para fazer dinheiro e financiar a insurreição da corja. Quando a petezada estava no poder, o dinheiro público era usado para financiar protestos e manifestações de ruas de apoio a organização criminosa. Depois disso, sabe-se agora, gigolôs dos sem teto organizaram uma empresa especializada em ocupar prédios em São Paulo para dar sobrevida a milícia da moradia.