“Precisamos melhorar a educação do Maranhão para as próximas gerações”, diz Fábio Braga

 

Na quinta-feira (3), o deputado Fábio Braga usou a tribuna da Assembleia Legislativa para falar sobre o avanço da educação no Maranhão nos últimos anos. Segundo o deputado, há uma melhora significativa para as comunidades, principalmente na zona rural, por meio de projetos como o Escola Digna, implantado em todo o Estado.

Escolas, que antes funcionavam em barracões, são transformadas em um ambiente favorável, com uma infraestrutura básica e uma sala de aula digna para o professor ministrar a aula e para melhorar o aprendizado do aluno.

“A escola é um ambiente de trabalho para o professor, um ambiente onde o aluno precisa ter o aprendizado decente, um ambiente em que o aluno e o professor se sintam bem, os pais se sintam bem e a comunidade também se sinta bem. Mas para que isso possa ser uma realidade, a escola precisa ter acomodações dignas”, afirmou Fábio Braga.

Para o deputado, o professor precisa ter um estímulo e uma boa remuneração para garantir a qualidade do ensino. Sem isso, dificilmente esse profissional terá engajamento para fazer uma educação de qualidade. E esse é um dos principais investimentos do governo, que atualmente paga um dos melhores salários do Brasil para os professores. “Um bom professor estimulado, preparado e bem remunerado é o motor para melhorar a qualidade de ensino em qualquer lugar do mundo, é a peça fundamental. E, do outro lado, temos um aluno sadio e estimulado. Essa é, sem dúvida, a melhor maneira de se fazer uma educação de qualidade”, completa Fábio Braga.

“Uma escola vai muito além de uma sala de aula. Ela é um ambiente de lazer, de esporte, um ambiente cultural e deveria ser provida, sim, de cinemas, de teatros, de toda uma infraestrutura que possa fazer com que o ensino e o aprendizado sejam feitos de forma harmoniosa e para que o aluno tenha sempre vontade de estar na sua escola. É importante, além do aluno e além do professor, que a família também possa participar do desenvolvimento educacional dos seus filhos e dos seus parentes”, explica o deputado.

Investimentos

Fábio Braga explica que a atuação dos órgãos públicos é fundamental para a melhoria da educação no Estado do Maranhão. Na cidade de Vargem Grande, por exemplo, as escolas funcionavam de forma precária, e as aulas aconteciam em barracões. Muitas vezes as instalações eram feitas de palha e de barro e os alunos frequentavam as aulas com dificuldades, sem ter acesso a cadeiras ou qualquer equipamento básico de infraestrutura.

“Propus na época que eu e o prefeito fôssemos junto ao FNDE e outros órgãos públicos ligados a educação, e tornamos os projetos de Vargem Grande na área educacional, prioridade máxima. Após essas conquistas, quase todas as escolas de Vargem Grande tiveram a infraestrutura na rede escolar melhorada e ampliada”, conta o deputado.

Outro investimento importante na visão do deputado é a implantação do IEMA, que é fruto de financiamento junto ao BNDES, aprovado pela Assembleia Legislativa na gestão do anterior e implantado na atual pelo Governador Flávio Dino. Segundo Fábio Braga, projetos como este são um investimento a longo prazo, mas que garantem uma evolução significativa nos índices educacionais para as próximas gerações.

Exclusivo: delação cita caminhão do Mateus na Máfia do Contrabando

Em delação premiada à Procuradoria da República do Maranhão, o soldado da Polícia Militar Fernando Paiva Moraes Júnior, 25 anos, citou o caminhão do “Mateus” no âmbito da investigação da Máfia do Contrabando, suposta organização criminosa (ORCRIM) de contrabandistas de cigarros e whiskys no estado.

O relato do militar, obtido com exclusividade pelo Blog do Neto Ferreira, foi no dia 07 de abril na presença dos procuradores Marcílio Nunes Medeiros, Carolina da Hora Mesquita Hohn, Juraci Guimarães Júnior, delegado federal David Farias de Aragão (assassinado no sábado em sua casa) e do defensor público federal Gioliano Antunes Damasceno.

De acordo com Paiva, o ex-vice-prefeito do município de São Mateus, Rogério Sousa Garcia – denunciado à Justiça Federal como gerente do contrabando -, disse que seria necessário pavimentar a rua de acesso ao sítio onde funcionava o descarregamento do contrabando para que o caminhão do Mateus pudesse acessar o local, que fica no bairro Arraial, Zona Rual de São Luís.

“Que, um dia no sítio do Arraial, ouviu o Rogério comentar com alguém (provavelmente CABEÇÃO), que necessário melhorar a pavimentação da via de acesso ao sítio para que o caminhão do Mateus pudesse acessar o local”, diz a delação premiada, que acabou não sendo homologado pelo juiz federal substituto, Luís Regis Bomfim Filho, da 1ª Vara Federal Criminal (reveja).

No mesmo trecho do documento, o policial afirma que presenciou um dialogo telefônico entre Rogério e provavelmente um homem conhecido como Cabeção, que na manhã do dia seguinte o caminhão do Mateus se deslocaria até o sitio. “Que, em outra oportunidade, presenciou uma ligação em que o Rogério fala que era necessário fazer a pavimentação pois tinha uma erosão na rota dos caminhões e, na manhã do dia seguinte, um caminhão do Mateus iria até o local”.

Procurados pela reportagem, a assessoria de imprensa do Grupo Mateus e o Ministério Público Federal disseram que não pretendem se manifestar.

Fonte Neto Ferreira

8.201 eleitores de Vargem Grande não compareceram para a Biometria

Um número muito alto de eleitores da 50ª Zona Eleitoral de Vargem Grande, não compareceram para fazer a sua biometria. São Exatos 8.201 eleitores que até agora, véspera do prazo final para o recadastramento e a biometria, não compareceram para regularizar sua situação. Segundo a senhora Sanabia, mesmo com o plantão e horário estendido até as 19hs de hoje e amanhã, não vai ser possível recadastrar a todos.uma vez que nesses plantões só será possível atender por dia 300 eleitores. E desses 300 estão inseridos atendimentos de eleitores de Nina Rodrigues e Presidente Vargas. Com a Biometria, eleitores de Vargem Grande, vão poder no próximo pleito escolher seus mandatários, sem interferências de eleitores de outros município e até os fantasmas.

Vargem Grande: Greve dos professores continua

Professores da rede pública municipal de Vargem Grande, continuam com o seu movimento paradista, em defesa dos seus 6,81% de aumento dos seus proventos, sobre o piso salarial do município. Como noticiamos, o Executivo municipal, acenou com uma proposta de 6,81% de aumento, mas que incidisse sobre o piso nacional do magistério, o que foi recusado pela categoria. Segundo a Diretoria do Sindicato, o Departamento Jurídico da instituição, entrou na Justiça com o pedido de suspensão da liminar que determinava a paralisação da greve, e uma outra ação, foi ajuizada no sentido de que seja garantido o aumento de 6,81% nos salários dos professores, isso incidindo sobre o piso do magistério municipal. A categoria, não descarta a possibilidade e se diz aberta ao diálogo. Acreditamos que haverá uma intermediação do Ministério Público para a solução desse problema.

Radialista é suspeito de agredir ex-mulher no Maranhão

Radialista e cantor Danilo Lima é suspeito de agredir fisicamente a sua ex-mulher em Imperatriz

Infelizmente, não foi possível encontrar um vídeo compatível com o seu dispositivo.

Grupo Mirante afasta radialista em Imperatriz

Grupo Mirante afasta radialista em Imperatriz

O radialista e cantor Danilo Lima é suspeito de agredir fisicamente a sua ex-mulher em Imperatriz, a 626 Km de São Luís. Por conta disso, o grupo Mirante afastou o radialista Danilo Lima e suspendeu o programa terceirizado “Bota Pra Moer”, que ele apresentava na rádio Mirante FM do município.

Danilo Lima é suspeito de agredir a sua ex-mulher com uma garrafa de cerveja no rosto. Em virtude dos ferimentos, Bruna Maria Rodrigues Leite levou vários pontos na região da face.

Testemunhas afirmam que a agressão aconteceu em uma casa de festa onde a vítima assistia um show. Bruna registrou uma ocorrência contra o radialista e disse não ter sido a primeira vez que é agredida por Danilo.

Danilo Lima é suspeito de agredir a sua ex-mulher com uma garrafa de cerveja no rosto (Foto: Reprodução/TV Mirante)Danilo Lima é suspeito de agredir a sua ex-mulher com uma garrafa de cerveja no rosto (Foto: Reprodução/TV Mirante)

Danilo Lima é suspeito de agredir a sua ex-mulher com uma garrafa de cerveja no rosto (Foto: Reprodução/TV Mirante)

AS ONDAS ELEITORAIS

O campo eleitoral costuma ser movimentado por ondas. Que circulam de cima para baixo e de baixo para cima, absorvendo climas, circunstâncias, discursos e canalizando esse conjunto de inputs na direção de potenciais perfis, principalmente candidatos a pleitos presidenciais. Em face da competitividade alcançada pela eleição deste ano, a atenção maior se volta para aqueles que pleiteiam o assento no Palácio do Planalto, razão porque figurantes estaduais, a poucos meses antes do pleito, não ganham tanta projeção quanto os protagonistas presidenciais.

As ondas ganham o empuxo do momento, empurrando para cima perfis que parecem responder às demandas imediatas da sociedade. As demandas, por sua vez, reúnem anseios, expectativas, frustrações do povo para com governantes e suas políticas, e contextos que levam em conta heranças do passado e esperanças do eleitor em relação ao futuro.

No caso do Brasil, a leitura do momento exibe um país que afundou na maior recessão econômica da história; a ascensão de um novo governante sob a decisão congressual de afastar a presidente; reformas – teto de gastos, trabalho, educação, terceirização etc- não suficientemente explicadas e entendidas pela sociedade; o maior processo de investigação da corrupção em todos os tempos, com envolvimento de altos empresários, políticos e governantes; prisão do líder mais populista do país; tentativa de um partido de tornar vítima seu líder maior e, dessa forma, retornar ao centro do poder, depois de 13 anos de comando do país; indignação social contra a classe política; volta de uma polarização do discurso que tem como lema “nós e eles”; dispersão do campo político; situação falimentar de Estados e Municípios; extrema violência que assola os quatro cantos do país; e precarização dos serviços públicos.

Essa é a moldura que está por trás dos agentes que se apresentam como pré-candidatos em outubro próximo à Presidência da República. Sob a influência de alguns traços do cenário, o eleitor faz suas primeiras escolhas. De um lado, um partido organizado, com militância aguerrida, que proclama todo tempo ter sido responsável pelo “melhor governo que o Brasil já teve em todos os tempos”, sem abrir ouvidos ao maior rombo do Tesouro por eles provocado no governo da presidente impichada. O “Salvador da Pátria”, mesmo preso, continua sendo elevado aos píncaros da glória, graças ao carisma que ainda detém. O que explica a margem histórica de 30% que lhe dão pesquisas de intenção de voto. De outro lado, emerge a figura que faz o papel de contraponto, um perfil de extrema direita, ex-militar que sustenta o discurso da ordem contra a bagunça, sob os lemas de “bandido bom é bandido morto”, “soldado bom é aquele que mata”.

Jair Bolsonaro, pois, é empurrado para o alto pela temperatura ambiental, enquanto Luiz Inácio está, como esteve antes, sendo impulsionado pela onda petista, muito forte mesmo contra ventos que levam o petismo para a profundeza oceânica. Será que ambos sustentariam seus índices até outubro? Lula está praticamente fora do jogo, eis que, mesmo sendo solto, deverá entrar na lama do ficha-suja. Tudo indica que será impedido pelo TSE e seu substituto não levaria seus votos. Bolsonaro representa a sociedade indignada, mas não o voto mais consciente e racional das maiores parcelas das classes médias. Terá poucos segundos de TV para fazer sua campanha.

Estamos divisando outras ondas carregando Joaquim Barbosa, Marina Silva e Ciro Gomes. Ondas revoltas. Quando o mar estiver menos agitado, será razoável supor que outros perfis poderão ascender na escada eleitoral. A decisão do eleitor muda segundo as circunstâncias. Por enquanto, os ventos do outono puxam os perfis. Aguardemos a ventania do inverno e o sopro do verão.

Gaudêncio Torquato, jornalista, é professor titular da USP, consultor político e de comunicação Twitter@gaudtorquato

Paraíba estar com uma semana especial em comemoração ao dia das mães

 

Minha mãe é sucesso em qualquer lugar e o Paraíba realiza uma semana inteira dedicada a você mamãe.

A loja terá homenagens especiais, promoções, novidades, preços baixos e facilidades exclusivas.

No sábado, véspera do dia das mães, a loja de Vargem Grande estará aberta durante todo o dia e até a noite enquanto houver cliente.é só festa, durante toda a semana no Armazém Paraíba. Se você ainda não tem o cartão paraíba, não perca mais tempo, faça o seu agora.

POLÍCIA APREENDE O MENOR DE 17 ANOS QUE DESFERIU AS TRÊS FACADAS CONTRA O DELEGADO DAVID ARAGÃO EM SÃO LUÍS

A Polícia conseguiu apreender, na manhã de segunda-feira (7), mais um acusado de assassinar o delegado da Polícia Federal (PF), David Aragão, o acusado J.L.L, que tem 17 anos, confessou ter sido o autor das facadas que atingiram o delegado. Segundo ele, o terceiro acusado, que ainda está foragido e foi identificado como Davi Costa Martins, levou a arma do delegado e foi o autor dos disparos fatais na vítima.
Davi tinha sido preso em março deste ano por porte ilegal de arma de fogo mas, por ser réu primário, foi autorizado pela justiça a responder em liberdade.
 Davi Costa Martins, conhecido
como “Olhão”, continua foragido

No domingo, menos de 24 horas após o crime, a polícia conseguiu deter Wanderson Baldez. Ele tinha ido buscar atendimento médico na UPA da Vila Luizão. Ele confessou que, juntamente com Davi e o menor de idade, se reuniram na Vila Luizão e saíram para praticar crimes. Ao passarem pela residência e notarem certa movimentação, decidiram invadir.

Vídeo delegado fala sobre a prisão.

EXTINÇÃO IMPOSSÍVEL

Prevista pelas Constituições de 1934 e de 1937, a Justiça do Trabalho nasceu do Decreto-Lei nº 1.237 no dia 1º de maio de 1939, como parte das comemorações do Dia do Trabalho.

A incorporação ao Poder Judiciário deu-se com a promulgação da Constituição de 16/9/1946, quando passou a figurar no rol do artigo 94, após o Supremo Tribunal Federal, o Tribunal Federal de Recursos, Juízes e tribunais militares e juízes e tribunais eleitorais.

Antes, porém, o Decreto-Lei nº 9.797, de 9 de setembro, havia alterado a denominação do Conselho Nacional do Trabalho para Tribunal Superior do Trabalho, dos Conselhos Regionais para Tribunais Regionais, mas conservou o nome das Juntas de Conciliação e Julgamento.

É desnecessário discorrer sobre o relevante papel desempenhado pela Justiça do Trabalho desde o dia em que entrou em atividade. Concebido para impedir o embate direto entre capital e trabalho, evitando que degenerassem em violências e conflitos de rua, o Judiciário Trabalhista tem desempenhado a missão que lhe conferem a Constituição e a lei, em meio a sucessivas crises responsáveis por longos períodos de instabilidade e desemprego.

A PRUDÊNCIA RECOMENDA QUE O ASSUNTO EXTINÇÃO SEJA ESQUECIDO.

A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), aprovada em 1º de maio de 1943, suportou numerosas alterações. Uma das mais polêmicas resultou da lei que instituiu o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), em 1966. Rejeitada durante a fase de debates no Poder Legislativo por amplos setores do sindicalismo profissional, com o decorrer dos anos demonstrou ser benéfica aos assalariados, até ser incorporada ao artigo 7º da Constituição de 1988 como um dos direitos fundamentais ali relacionados.A reforma trabalhista, objeto da Lei nº 13.467, de 13/7/2017, experimenta problemas semelhantes aos padecidos pela Lei nº 5.107/1966. Intensos debates lhe antecederam a aprovação. Repetidas audiências públicas na Câmara dos Deputados, e intermináveis polêmicas resistem a artigos, seminários, congressos, e livros que tentam, com reduzida margem de sucesso, esclarecer-lhe o alcance e fixar a interpretação dos respectivos dispositivos. Entrado em anos no estudo do Direito do Trabalho, tento entender o que acontece em torno de lei cuja aprovação observou o processo legislativo constitucionalmente previsto, e foi aprovada por representantes eleitos do povo.

Surpreendem-me, contudo, algumas manifestações acerca da extinção da Justiça do Trabalho. A última teria partido do ministro Ives Gandra da Silva Martins, cujos conhecimentos jurídicos são reconhecidos e o levaram a integrar, por concurso, o Ministério Público do Trabalho e, posteriormente, o Tribunal Superior do Trabalho, do qual foi Corregedor-Geral, Vice-Presidente e Presidente.

Em palestra proferida em entidade patronal, S. Ex. teria lançado palavras de advertência no sentido de que a resistência à aplicação da nova lei, por magistrados de primeiro grau, poderia atrair reações do Poder Legislativo, capazes de resultarem no desaparecimento da Justiça Especializada.

Com o respeito e a admiração que tenho pelo eminente ministro Ives, ouso divergir. Os Tribunais e Juízes do Trabalho são órgãos do Poder Judiciário, conforme prescreve a Constituição vigente na linha das Constituições de 1946 e 1967, e Emenda nº 1/1969. Para retirá-los dessa posição seria necessária proposta de Emenda assinada pelo presidente da República ou por um terço, no mínimo, dos membros da Câmara dos Deputados e do Senado. Desacredito da possibilidade de alguém, vítima de repentina alucinação, fazê-lo hoje ou no futuro. Não bastasse, uma pergunta se impõe: em qual dos ramos do Poder Judiciário federal desaguariam centenas de milhares de processos em fase de conhecimento ou de execução? Algum deles estaria pronto e disposto a arcar com as competências do artigo 114 da Lei Superior?

A prudência recomenda que o assunto extinção seja esquecido. Afinal, com ideias radicais, de concretização impossível, não iremos contribuir para a pacificação dos conflitos que afastam patrões de empregados.

Almir Pazzianotto Pinto é advogado. Foi Ministro do Trabalho e presidente do Tribunal Superior do Trabalho.