Homem socorrido na estrada morre ao chegar no Hospital de Vargem Grande

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Quando retornava do centro da cidade de Vargem Grande para sua residência, encontrou próximo ao povoado São Roque um homem que pedia socorro. A princípio relutou em parar por causa dos altos índices de violência no município. Em seguida olhou pelo retrovisor e o homem levantou a camisa para mostrar que não tinha armas.  Fernando parou e colocou dentro do seu carro o homem que mais tarde veio a saber tratar-se de Antonio Lima Bezerra, de 41 anos de idade, que disse residir em Urbano Santos e ser irmão de um vereador daquele município. Ao dar entrada no Hospital estava inconsciente e com pressão arterial muti alta. Em seguida percebeu-se que ele estava sem os sinais vitais. Várias tentativas foram feitas para localizar parentes da vítima mais até o momento ninguém foi localizado.

BARBARIDADE – Irmão do ex-prefeito, um vereador e mais um homem foram mortos a tiros no São João do Sóter

Vereador Totonho, Cícero Rocha e Júnior do Nasa
Foi uma madrugada sangrenta durante o festejo junino no município de São João do Sóter (MA), neste sábado (30). Três homens foram mortos a tiros. Eles foram identificados como o ex-vereador e atual secretário de cultura do município, Cicero Rocha, o vereador Totonho e um homem identificado como Júnior do Nasa.
O acusado de cometer os assassinatos quase foi linchado pela população. Ele foi encaminhado para a UPA em Caxias, onde está sob observação médica.
Segundo as primeiras informações, os assassinatos ocorreram no arraial patrocinado pela Prefeitura  de São João do Sóter, após uma confusão generalizada por motivos ainda não divulgados oficialmente pela polícia.
Cicero Rocha era irmão do ex-prefeito daquele município, Clodomir Rocha. O vereador Totonho era comerciante, tinha 46 anos de idade. Fonte Os dois lados da moeda

Governo vai atualizar cadastro de pescadores para garantir benefícios


Para garantir benefícios concedidos exclusivamente aos pescadores, o Governo do Brasil vai iniciar um cruzamento de informações na base de dados dos profissionais que vivem da pesca. O objetivo é identificar possíveis fraudes e garantir os benefícios concedidos à categoria aos que realmente precisam. Atualmente, cerca de um milhão de pescadores artesanais fazem parte do cadastro.

Aos profissionais que fazem parte do cadastro, é garantido o seguro-defeso – benefício no valor de um salário mínimo pago pelo INSS no período em que a pesca é proibida devido à reprodução das espécies. Hoje, o governo destina cerca de R$ 3,5 bilhões para esse pagamento.

Além disso, os pescadores também têm acesso a créditos para a produção, com juros abaixo do mercado, por meio de programas como o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). O setor é importante para a economia brasileira e produz mais de 760 mil toneladas de pescado por ano. Para se cadastrar e ter acesso aos benefícios é preciso ter a pesca como única profissão.

Pente-fino

Nesta primeira etapa, o trabalho vai se concentrar no cruzamento de várias bases de dados do governo, que funcionará como filtro contra possíveis fraudes, para identificar quem é de fato pescador artesanal. Nos casos de irregularidades, será concedido um prazo para que o profissional apresente a documentação necessária para manter o benefício.Maior produtividade

Para o secretário, com 12,5% da água doce do planeta em território brasileiro e mais de 8 mil quilômetros de costa marítima, o Brasil tem potencial para aumentar em dez vezes sua produção de pescado, que hoje representa apenas 0,2% da atividade mundial. Com informações Governo do Brasil.

Gaguinho, exemplo de empreendedor

O Diretor e editor do Jornal Tribuna do Iguará Raimundo Barroso (Seu Dico), como faz quase que costumeiramente, há dois dias esteve no restaurante do Gaguinho e ficou entusiasmado com um pedido feito pelo proprietário do restaurante. O senhor Auro da Silva Santos, 24 anos, mas que gosta de ser chamado pelo cognome de Gaguinho, pediu ao Seu Dico que intermediasse a vinda de uma instrutora do SEBRAE para dar um treinamento para o pessoal que trabalha com ele no restaurante com todas as despesas correndo por sua conta e risco. Esse treinamento consiste em atendimento ao público e na arte da culinária, para melhorar a qualidades dos serviços que a empresa  presta a comunidade Realmente faz diferença quando seus clientes são diferenciados dos outros.

Diferentemente de outros empresários nos mais diversos segmentos empresarial, Gaguinho prioriza a qualidade dos produtos servidos, além claro, do bom atendimento. É por isso que o restaurante do Gaguinho localizado na BR 222 na saída para Chapadinha, tem uma vasta clientela, desde as famílias de Vargem Grande e das cidades próximas, como de caminhoneiros, e outras pessoas que passam diariamente pela BR e por informação, saciam sua fome no Restaurante do Gaguinho. Auro nos confidenciou que começou vendendo carne de sol, mas tinha em mente montar um empreendimento que atendesse a necessidade e a demanda do município. E foi assim, que em 29 de agosto de 2016 nasceu o Restaurante do Gaguinho, uma referencia em atendimento e na gastronomia no município.

Cuidados para não levar um choque e morrer ao usar seu celular

Os celulares são parte indispensável do mundo moderno, e em nenhum momento da história da cultura humana uma tecnologia mudou tanto a maneira das pessoas se comunicarem. Hoje esses dispositivos móveis estão conectados quase 24 horas por dia, 7 dias por semana. Não há dúvidas que os celulares proporcionam benefícios reais, como a melhoria da qualidade de vida e a produtividade.

Mas esse uso intenso também é capaz de trazer riscos que podem levar à morte. Foi o caso recente de um adolescente no Ceará que foi eletrocutado após atender uma chamada enquanto o celular estava carregando. Os casos vêm crescendo a cada dia e o jovem infelizmente não foi a primeira e nem será a última vítima. Por isso, a disseminação dos cuidados que devem ser tomados ganha mais força para evitar outros casos trágicos.

Equipamentos em más condições são os principais causadores de casos como o do jovem cearense. Extensões desencapadas, uso durante o banho e principalmente a utilização de carregadores falsificados são as causas dos acidentes.

“As pessoas devem esquecer os mitos de que o carregador genérico cumpre o mesmo objetivo que o de marca e que não há necessidade de investir em acessórios originais por serem mais caros. Os riscos pelo uso de um carregador falsificado são gigantes e nenhuma vida vale a economia”, defende Pedro Al Shara, CEO da TS Shara, fabricante nacional de equipamentos protetores de energia, como nobreaks,estabilizadores de tensão, filtros de linha, autotransformadores e protetores de rede inteligentes.

Pedro ainda ressalta que alguns hábitos comuns, vistos como inofensivos, podem causar muitos problemas, como deixar o celular carregando ao lado da cama enquanto dorme. “Essa ação leva a três grandes problemas: deixar o celular carregando além do tempo necessário, uso enquanto carrega e principalmente o risco de descargas elétricas que afetem o carregador e gerem incêndios. Nesse caso, o risco é ampliado, pois os moradores podem estar dormindo e não ter tempo suficiente para se salvarem”, explica o executivo.

A TS Shara preparou uma lista com os principais cuidados que devem ser tomados para garantir a sua segurança e a vida útil do seu celular. Confira:

  • Compre sempre acessórios de marcas confiáveis e evite o uso de aparelhos em más condições. Um carregador falsificado, que não atende às normas e padrões de segurança, pode causar diferença de tensão elétrica, gerando graves acidentes.
  • Evite o uso de aparelhos que estejam conectados na rede elétrica, seja tomada ou USB. Alguém ligou ou quer ver se recebeu alguma mensagem? Para evitar perigos, desconecte o celular da energia elétrica antes de utilizá-lo.

Incidência de raios? Tire o carregador da tomada mesmo que não esteja chovendo e somente torne a carregar o celular quando os raios tiverem cessado.

  • Se o celular já encerrou o ciclo de carregamento, tire o carregador da tomada para evitar que o acessório continue consumindo energia. Os equipamentos originais têm um dispositivo que impede o envio de corrente caso não tenha nenhum aparelho conectado, porém os carregadores falsificados não oferecem a mesma segurança e o hábito de manter na tomada pode até causar incêndios.
  • O uso de extensões ou adaptadores deve ser reduzido. Muitas pessoas acabam sobrecarregando a tomada, o que pode gerar incêndios. Opte em colocar o celular em uma tomada única, sem adaptadores ou extensões.

Nunca carregue o celular em ambientes úmidos, como banheiros. O uso pode gerar mais riscos de choque elétrico.

  •  A manutenção deve ser uma aliada. Faça manutenção da rede elétrica, celulares e outros equipamentos utilizados para recarregar celulares, como notebooks e tablets.

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Supremo rejeita volta da obrigação de trabalhador pagar contribuição sindical

Decisão foi tomada pela maioria de seis ministros; três votaram contra. Corte analisou ações de sindicatos contra regra da reforma trabalhista que tornou a contribuição sindical facultativa.


Por Renan Ramalho, G1, Brasília

Plenário do Supremo Tribunal Federal durante julgamento sobre obrigatoriedade da contribuição sindical (Foto: Carlos Moura/STF)

Plenário do Supremo Tribunal Federal durante julgamento sobre obrigatoriedade da contribuição sindical (Foto: Carlos Moura/STF)

Por maioria de 6 votos a 3, o Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou nesta sexta-feira (29) pedidos para tornar novamente obrigatórioo pagamento pelos trabalhadores da contribuição sindical.

A Corte analisou 19 ações apresentadas por entidades sindicais contra regra da reforma trabalhista aprovada no ano passado que tornou o repasse facultativo, em que cabe ao trabalhador autorizar individualmente o desconto na remuneração.

A contribuição equivale ao salário de um dia de trabalho, retirado anualmente na remuneração do empregado para manutenção do sindicato de sua categoria.

Supremo decide manter o fim da contribuição sindical obrigatória

Supremo decide manter o fim da contribuição sindical obrigatória

Votos dos ministros

Ao final do julgamento, 6 dos 11 ministros do STF votaram a favor da manutenção da nova regra da contribuição facultativa:

  • Luiz Fux
  • Alexandre de Moraes
  • Luís Roberto Barroso
  • Gilmar Mendes
  • Marco Aurélio Mello
  • Cármen Lúcia

Votaram contra 3 ministros:

  • Edson Fachin, relator da ação
  • Rosa Weber
  • Dias Toffoli

Não participaram do julgamento os ministros Ricardo Lewandowski e Celso de Mello.

Argumentos dos sindicatos

Nas ações, entidades sindicais alegaram forte queda em suas receitas, comprometendo a negociação de acordos coletivos e serviços de assistência aos trabalhadores.

Além disso, alegaram problemas formais na aprovação da nova regra. Para as entidades, o fim da obrigatoriedade não poderia ser aprovado numa lei comum, como ocorreu, mas sim por lei complementar ou emenda à Constituição, que exigem apoio maior de parlamentares.

Argumentos dos ministros

A maioria dos ministros, porém, considerou que a Constituição não fixou uma norma rígida em relação às formas de financiamento dos sindicatos, passível de mudança pelo Congresso. Além disso, entenderam que a liberdade sindical também pressupõe autonomia do trabalhador, dando a ele opção de não se filiar e também não ser obrigado a manter o sindicato.

Vários ministros chamaram a atenção para a multiplicação dos sindicatos no país com a contribuição sindical obrigatória, chegando a mais de 16,8 mil entidades. Em países da Europa, América do Norte e África, o número de sindicatos varia entre 100 e 200 organizações.

Conheça os argumentos de cada um:

  • Edson Fachin – Votou a favor da obrigatoriedade da contribuição sindical. Considerou que a Constituição de 1988 reforçou o papel dos sindicatos na representação dos trabalhadores. “A inexistência de fonte de custeio obrigatório inviabiliza a atuação do próprio regime sindical previsto na Constituição […] Sem pluralismo sindical, a facultatividade da contribuição destinada ao custeio dessas entidades tende a se tornar instrumento que obsta o direito à sindicalização”, afirmou.
  • Luiz Fux – Divergiu do relator. Fux defendeu o fim da contribuição sindical obrigatória. Para ele, não se pode impor ao trabalhador o pagamento do valor já que a Constituição assegura que ninguém é obrigado a se filiar a um sindicato. “Não se pode impor que a contribuição sindical seja obrigada a todas as categorias já que a carta magna afirma que ninguém é obrigado a se filiar a entidade sindical”.
  • Alexandre de Moraes – Contrário à contribuição obrigatória, Alexandre de Moraes disse que a Constituição de 1988 marcou uma fase de maior liberdade sindical, no qual o Estado não atua de forma “centralizadora e paternalista” junto às entidades sindicais. “Não é razoável que o Estado tenha que sustentar um sistema com 16 mil sindicatos, só que com aproximadamente 20% só dos trabalhadores sindicalizados. Há algo de errado. Não há uma representatividade”.
  • Luís Roberto Barroso – Contrário à obrigatoriedade do pagamento, contestou a tese de que seria necessária uma mudança na Constituição ou uma lei complementar, que demandam mais apoio parlamentar, como sustentavam as centrais sindicais. “Eu não acho que haja um sistema que seja imutável pelo legislador ordinário. Se considerarmos que tudo está engessado, estamos impedindo que as maiorias governem e estaremos presos às decisões do constituinte de 1988”, disse.
  • Rosa Weber – Favorável à cobrança obrigatória, Rosa Weber seguiu o argumento do relator, Edson Fachin, segundo o qual o financiamento das entidades integra um “sistema sindical” de proteção ao trabalhador, previsto na Constituição, que não pode ser alterado por meio de uma lei comum. “Não tenho simpatia nenhuma pela contribuição sindical obrigatória, mas há um sistema que emerge da Constituição. Como vamos mexer na parte sem alteração do todo?”, disse a ministra.
  • Dias Toffoli – Dias Toffoli votou pela volta da obrigatoriedade, sob o argumento de que a facultatividade no pagamento não pode ocorrer de forma repentina, mas sim por meio de uma transição para possibilitar a manutenção das entidades. “Não é possível essa subtração que houve da contribuição sindical sem ter preparado essa transição, sem ter preparado essa assunção da sociedade civil [sobre os sindicatos] com menos Estado”, afirmou o ministro.
  • Gilmar Mendes – Gilmar Mendes votou pela contribuição facultativa. Afirmou que anteriormente à reforma trabalhista havia um modelo “subsidiado” ao associativismo sindical, no qual o Estado mantinha as entidades impondo o pagamento da contribuição aos trabalhadores. “Não se cuida de suprimir um modelo de sustentabilidade do sistema, mas simplesmente de fazer com que os sindicatos sejam sustentados como todas as demais associações, por contribuições voluntárias”.
  • Marco Aurélio Mello – Marco Aurélio Mello também votou contra a obrigatoriedade. Considerou que a contribuição não tem um caráter de tributo, cuja cobrança é compulsória para manutenção do Estado. “Visa sim ao fortalecimento das entidades sindicais”, acrescentou o ministro. “Em 2016, as entidades arrecadaram quase R$ 2,9 bilhões”, disse.
  • Cármen Lúcia – Última a votar, Cármen Lúcia formou a maioria contra a volta da obrigatoriedade. Considerou a importância dos sindicatos, mas que que a facultatividade não afronta a Constituição. “Considero que essa mudança leva a um novo pensar a sociedade lidar em todas as áreas, que não fica dependendo de um estado que fique a acudir a todas as demandas”.

Suspeitos da morte do publicitário Jesiel Sales são presos

Crime aconteceu no dia 27 de março, em Paço do Lumiar. Segundo a polícia, um dos envolvidos na morte de Jesiel também teria participado do assassinato do delegado federal Davi Aragão em maio deste ano.

Cabos eleitorais, ou atravessadores de votos

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Estamos a exatos 100 dias da eleição. E neste ano, diferentemente de outras eleições, o eleitor parece desinteressado pelo processo de escolha de candidato. O próprio TSE  através de propaganda tenta estimular o eleitor a não se afastar das urnas. Infelizmente, somos forçados, obrigados a votar. É essa a democracia de fachada que temos no Brasil. Não temos o direito de não votar. E para preencher esse vácuo entre o candidato quase sempre sem proposta, e o eleitor, ma maioria desinformado, que surge a figura do cabo eleitoral, atravessador, ou comprador de votos.

Esse “dono ” dos votos, recebe o dinheiro para dar migalhas a alguns e a outros, só a promessa de que tudo vai mudar, e que o seu candidato, é realmente o melhor, o salvador da Pátria. As doações são feitas quase sempre em produtos como: bolas de arame, fornos de torrar massa, peças para motos e bicicletas, medicamentos, quilos de peixe, ou quando muito, uma cesta básica. E ao receber essas migalhas, desconhecendo que é o valor de sua compra, o eleitor sai mais do que convencido de que esse é o melhor candidato. Briga com quem tiver outra escolha. O cabo eleitoral claro, fica com a maior fatia da verba destinada a compra de votos.

E a cidade, o estado, ou a União que se dane. O atravessador ganhou dinheiro, mostrou prestígio, e o eleitor vai passar mais quatro anos reclamando dos intermináveis problemas que sempre lhe assolou, e dos quais sempre reclamou. Mas, na sua santa ignorância, não lembra que ele é um dos responsáveis por tudo isso que aí está. Tanto do bom como do ruim que acontece a sua volta. Fica então o pensamento do mestre Platão, que cai bem para muitos políticos, ao afirmar que ” Muitas pessoas gastam até o que não tem, para mostrar aquilo que não são.”

Valdeck Frota garante cirurgia de catarata para 80 codoenses e um caminhão para as quebradeiras de côco

O vereador Valdeck Frota, internado há 10 dias para um tratamento de saúde que já foi iniciado, continua trabalhando. Ontem, já perto da meia noite, nos ligou para avisar-nos que acabava de sair de Codó 3 ônibus com destino à São Luís carregando cerca de 80 codoenses.

O objetivo da viagem é proporcionar cirurgia de catarata, um trabalho que Valdeck já mantém há 3 anos, segundo nos informou por telefone.

“Eles vão fazer a cirurgia de catarata, eu consegui. Há 3 anos eu faço isso”, explicou

Os três ônibus saíram sob a supervisão da esposa e do filho do vereador. Os codoenses retornam no final desta sexta-feira para sua terra natal.

CAMINHÃO DAS QUEBRADEIRAS DE CÔCO

Hoje Valdeck também comemora a chegada de uma caminhão que será utilizado pelas quebradeiras de côco cedido via CODEVASF pelo senador Roberto Rocha, a pedido do parlamentar codoense. A presidente Áurea foi receber e ainda hoje haverá uma cerimônia simbólica de entrega.

“Esse caminhão já tá em Codó, 5h da tarde será feita a entrega deste caminhão, infelizmente, sem a minha presença, mas tem lá muita gente me representando.O caminhão eu passei pra Áurea, a Áurea foi buscar hoje, pessoalmente, na Codevasf, era pra eu ter feito esse trabalho, mas tu sabes, estamos acamados (…)mas é mais uma conquista do Valdeck Frota assim como foi a Van da Pestalozzi”, esclareceu Fonte Blog do Acélio

Virtudes e defeitos

MIGUWL LUCENA

Há quem enxergue defeitos no outro, sem perceber que projeta no semelhante aquilo que carrega em si. Exemplo é o parceiro ou a parceira que descarrega o cartão adicional todo mês e acusa o outro, em momento de raiva, de dilapidar o patrimônio do casal, por freqüentar restaurantes ou viajar para fora, mesmo que as despesas tenham sido realizadas pelos dois.

Uma pessoa ambiciosa sempre aponta o dedo para quem manifeste ambição por algo, mesmo sendo um desejo legítimo. “Ambição desmedida”, reclama, sem reconhecer que almeja a conquista do outro.

Até mesmo quem já ocupou postos almejados por alguém neste momento deixa escapar a insinuação de que o outro simplesmente não merece chegar ao objetivo desejado.

“O inferno são os outros”, já dizia Jean-Paul Sartre, como se estivesse a falar de situações atuais em que o que vale não é a verdade, mas a versão, e tudo está bem até que você não contrarie o outro, gerando insatisfações e separações contínuas entre casais.

Conheço algumas pessoas que são arrimo de sua família original (pai, mãe, avós, sobrinhos, irmãos etc.), mas criam o maior caso se o marido ou a mulher, por exemplo, ajudar algum parente da outra banda familiar.

Existem também os que confundem lealdade com traição, invertendo completamente a lógica das coisas. É o caso da mulher que rompe com o marido porque ele contou que outra o está cobiçando.

Enquanto as pessoas não abandonarem certos sentimentos, como o de posse, superioridade, ressentimento, inveja e de ser donas da verdade, as brigas e os rompimentos continuarão para sempre, porquanto ninguém suporta ser espancado sem reagir.

Miguel Lucena é Delegado de Polícia Civil do Distrito Federal, jornalista e escritor.
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