Perdemos Zé Miller, Deus o Chamou

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Na minha vida, um dos gratos prazeres que tive foi conhecer Zé Miller. Na época, fazia parceria em seus eventos com o Neto Pinto. Zé Miller com seu jeito simples, sua amabilidade no trato com as pessoas, cativou-me, e nos tornamos amigos. Sempre que nos víamos, ele fazia uma festa. Despretensioso e modesto, não nutria o ódio, nem ambicionava fortunas. Trabalhava sempre para viver bem e dar conforto a sua família. Era um sábio no agir. Ensinou seu filhos no caminho do bem. Criou-os para o mundo, e preparou-os para as adversidades que porventura chegassem as sua vidas. Tinha o trato de homem de bem. Sem adular nem ambicionar poderes, teve o poder de ver seus sonhos realizados. Agora descança em paz. Nina Rodrigues perde um filho nobre, e nós perdemos um grande companheiro. Resta-nos somente agradecer a Deus por termos desfrutado de sua companhia na sua rápida passagem neste mundo. Ao nos deixar órfãos de sua presença,temos a certeza de que Deus e seus anjos te esperam com festa. Obrigado Zé Miller, pela lição de vida que nos deste,continuaremos firmes na esperança de que um dia no mundo dos mortais, nos encontraremos para outras empreitadas, se nosso bom Deus nos permitir.

Djalma Chaves volta a Vargem Grande com Novo Show

Vargem Grande aguarda com muita expectativa o novo show do cantor e compositor maranhense Djalma Chaves, filho de Vargem Grande, que divide o palco com o amigo de estrada Nosly. Esse show que tem encantado o público por onde passa, com certeza, vai encantar você com canções que eternizarão esse momento. Por onde passaram divulgando esse trabalho, Djalma e Nosly tem tido reconhecimento pelo público e pela crítica. São músicas de autoria da dupla e de outros parceiros que eles interpretam com muita propriedade, ressaltando sempre o amor. Portanto dia 9, Vargem Grande e sua gente, vai poder assistir um grande momento de cultura na praça da Matriz, com dois nomes da Música Popular Maranhense. Vale a pena conferir. Porque esse é um momento único para refinar nossos ouvidos com um repertório apurado e cheio de humanismo.

DELEGADO É AFASTADO E PROIBIDO DE FREQUENTAR A DELEGACIA NO MARANHÃO

Em medida liminar a Justiça determinou o afastamento do delegado Jorge Antônio Silva Santos de suas funções na Delegacia de Polícia de Mirinzal até o julgamento definitivo da Ação que existe contra ele. O delegado também está proibido de frequentar a delegacia.
O pedido foi formulado pelo Ministério Público em Ação Civil Pública (ACP) por ato de improbidade administrativa. O MP-MA afirma que o delegado de polícia age com desleixo no desempenho do cargo e não toma as providências devidas em inquéritos policiais e autos de prisão em flagrante. A falta de providências aconteceria até em casos de violência doméstica, homicídio, tortura e estupro de vulnerável.
Na Ação, o Ministério Público elencou 16 investigações que teriam ficado paradas por anos sem qualquer conclusão, como um caso de lesão corporal seguida de morte ocorrido em 2009 em que não foram realizadas as diligências requisitadas. Outro caso do mesmo ano a respeito de um crime de tortura não teve o inquérito policial sequer instaurado, segundo o MP.
O delegado Jorge Santos também não estaria respondendo às requisições do Ministério Público encaminhadas à Delegacia de Polícia. O MP diz que um ofício a respeito de um caso de violência doméstica foi reiterado quatro vezes, mas não teve nenhuma resposta da autoridade policial.
O Ministério Público disse que ele justifica a sua inércia pela falta de estrutura material, como computador, internet, viatura e impressora.
Em relação a justificativa atribuída ao delegado o Ministério Público diz que, ao contrário do que ele diz, um ofício encaminhado pela Secretaria de Estado da Segurança Pública informa que materiais como computadores e impressoras foram encaminhados à Delegacia de Mirinzal.
“O Ministério Público não fecha os olhos sobre a pouca estrutura da Polícia Civil, sobretudo na Comarca de Mirinzal. Destaca-se que, mesmo com sua estrutura mínima, o requerido não faz o básico. Nada justifica um auto de prisão em flagrante ficar parado por três, quatro, oito anos”, afirmou o promotor de Justiça Frederico Bianchini.
Para Bianchini, o delegado “baseia-se nessa falta de estrutura para não trabalhar e, consequentemente, contribuir para o aumento da violência e o sentimento de descrédito na justiça e da sensação de impunidade na comarca”.
Além do afastamento imediato do cargo, o Ministério Público do Maranhão requereu a condenação de Jorge Antônio Silva Santos por improbidade administrativa. Entre as penalidades previstas estão a perda da função pública, suspensão dos direitos políticos por três a cinco anos e pagamento de multa de até 100 vezes a remuneração recebida no cargo de delegado.