Flávio Dino registra candidatura à reeleição ao governo do Maranhão

Além do registro de candidatura, Dino entregou o plano de governo que contém 65 metas para os próximos quatro anos.

Resultado de imagem para PCdoB confirma candidatura de Flávio Dino a governador do Maranhão (Foto: Reprodução/TV Mirante)

Detento nega que mulher entregaria pistolas a ele


Edson Pinto Diniz foi preso após a mulher dele ser descoberta com duas armas em casa
Detento nega que mulher entregaria pistolas a eleAdriana Marques dos Santos e Edson Pinto Diniz, o Apolo. (Foto: Divulgação)

SÃO LUÍS – A polícia colheu o depoimento do detento Edson Pinto Diniz, conhecido como Apolo, que acabou recebendo voz de prisão quando seria beneficiado com saída temporária do Dia dos Pais, nessa quarta-feira (8).

Reveja: Mulher é presa com pistolas que seriam entregues adetento

Durante o interrogatório, na presença do delegado Rondinelli Araújo 10º Distrito Policial do bairro Bom Jesus  e de advogadas, o apenado negou que a mulher dele Adriana Marques dos Santos levaria arma para ele.

A polícia encontrou duas pistolas .40 na residência dela. Durante a abordagem, ela chegou a afirmar que os revólveres seriam entregues ao companheiro, na saída da Unidade Prisional de Ressocialização 5 (UPSL 5).

“Ela também, no interrogatório, negou que iria levar as armas para ele, o que causa uma contradição porque, na hora da captura, ela confirmou que iria levar as armas para ele”, relata o delegado.

Os dois contaram ainda em depoimento, que ficaram por dois dias em um hotel no bairro do São Cristóvão e, em seguida, iriam para o Coroadinho, onde moram.

Detento tinha celular

O delegado acrescentou que pedirá uma revista na cela do detento, na UPSL 5, para tentar achar o celular que ele usava para trocar mensagens com Adriana. Dois nomes de policiais foram citados em uma das conversas.

Edson foi questionado se usaria as armas para assassinar os policiais. Ele, no entanto, ficou em silêncio, segundo o delegado. O apenado foi autuado por posse ilegal de arma de fogo de uso restrito. Adriana também está presa. Fonte Luis Cardoso

Jovem é morto a facada durante a madrugada, em Vargem Grande

Resultado de imagem para foto de faca com sangue

Ilustração

O jovem identificado como Elisvaldo Lima da Conceição, 20 anos , foi morto a facada na madrugada desta sexta-feira(10), no bairro Baixa Grande, em Vargem Grande.

De acordo com informações, por volta das 0:40, a Polícia Militar recebeu uma denúncia anônima, informado que um corpo tinha sido encontrado na Rua São Tomé, nas proximidades do Parque dos Buritis.

A PM foi ao local e confirmou a informação. A vítima foi atingida por uma facada, na região do abdômen. A polícia ainda não têm suspeitos pelo crime. O caso foi registrado na Delegacia de Polícia Civil de Vargem Grande.

Informaçãoes do blog do Sergio Roberto

Fake News à brasileira

IPOJUCA PONTES

A expressão “fake news”, criada por Donald Trump (maior presidente dos Estados Unidos desde Abraham Lincoln, passando por Ronald Reagan), foi produto de uma reflexão crítica em que o mandatário da Casa Branca repudiou as mentiras em profusão sacadas pelos jornais The New York Times e Whasington Post durante a campanha presidencial da qual saiu vencedor. Como se sabe, os dois jornalões são remanescentes de um bolchevismo tardio que o povo norte-americano trata de repudiar em gênero, número e grau – e que, por isso mesmo, estão falidos moral e economicamente.

No Brasil, em fase difícil, a chamada “grande imprensa” deita e rola em matéria de “fake news” e, muito pior, consagra a “fake interpretation”, fenômeno que consiste em publicar a noticia inconsistente, ou pela metade e, depois, interpretá-la a seu modo via editoriais, notas, sueltos e artigos de colunistas amestrados.

(A propósito, O Globo, em anúncio, vem professando que “o bom jornalismo nasce da dúvida”. Em seguida, ao modo do Marques de Lapalisse, proclama que “se (a notícia) acontece é fato e se é mentira é fake”, dando a entender, ao cabo do exercício tautológico, que o jornal “só trabalha com a verdade”).

A maneira como se lida com a verdade na imprensa amestrada tivemos quando o “coroné” Ciro Gomes foi entrevistado pela nata do jornalismo global numa sabatina transmitida pela GloboNews, Ali, como de hábito, Ciro mentiu adoidado, numa avalanche de falsidades vergonhosas, sem contestação maior por parte dos nove entrevistadores, na maioria esquerdistas, alguns até envolvidos em movimentos armados proto-comunistas.

O “coroné” de Sobral mentiu quando, por exemplo, garantiu que não havia processo algum contra o “honrado” Carlos Lupi (enxotado do governo Rousseff por suspeita de corrupção), dono do PDT e hoje indiciado no inquérito nº 4432 em trâmite no STF. Mentiu também quando disse ter participado da criação do Plano Real, lançado em janeiro de 1994, quando, na verdade, à época, o sinhozinho de Sobral governava o Ceará.

Por sua vez, o “Doidivanas” mentiu que não tinha contra ele nenhum processo por “malfeito moral” quando, de fato, carrega mais de 100 processos por difamação, calúnia, injúrias e danos morais, entre eles, o movido por Collor de Melo, no qual foi condenado a pagar R$ 366 mil por ter chamado o político alagoano de “cheirador de cocaína”. No imbróglio, embora rico, Ciro mantinha apenas 34 253 reais em conta bancária – o que levou Collor a pedir a penhora dos seus bens.

Dentre dezenas de mentiras cabeludas, o entrevistado inventou que o governo Temer, irresponsável, botou à venda o campo de Carcará, (Bacia de Santos) para uma estatal da Noruega com o barril de petróleo ao preço de US$ 1, 35, quando, na realidade, a petroleira pagou US$ 4. 6. por barril (em reserva recuperável), preço vigente em tais operações.

Efetivamente, o candidato do encalacrado Lupi não tem o menor pudor em distorcer os fatos. Mas os cobras da Globo News, em vez de contestar os dados “fakes”, ficaram pianinhos, sem contestar a mentirada.

É que de escopeta em punho, o “coroné”, para se impor à turma da sabatina com avassaladoras invencionices, lembrava, a toda hora, sua condição de velho “professor de direito público e privado” na Universidade do Vale de Acaraú, em… Sobral!

O auge da patuscada se deu quando Ciro, que se fez político profissional nas fileiras da Arena, partido de sustentação da “ditadura”, deu a entender (para furor da trupe global) que dela fora vítima.

Outro fato constrangedor é que ninguém da “grande imprensa” escreve sobre os privilégios que Lula, um Papa renascentista, usufrui enquanto preso. Cumprindo pena de mais de doze anos pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro (e a ser provavelmente condenado por mais doze anos devido às falcatruas do sítio de Atibaia), o dono do PT transformou a cadeia da

Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, numa espécie de Spa com regalias típicas do Instituto Lula.

(Nem Hitler na prisão de Landsberg, depois da tentativa de golpe na cervejaria de Munchen, teve tanta mordomia)

No Spa de Curitiba Lula dispõe de espaço ao ar livre para caminhar em esteira rolante, tem televisão, refeições, bebida, frutas e comidas extras, banho quente, livros etc. Ele também goza o privilégio de não varrer, limpar privada ou mudar roupa de cama – programa de rotina para qualquer presidiário. Detalhe: o “retiro” de Lula não tem grades e vive de porta aberta, todo tempo, por onde entram, diariamente, nos sete dias da semana, políticos, dirigentes sindicais, familiares, amigos e quem mais aparecer. Ali, em torno de uma mesa redonda com cadeiras e assentos, o condenado comanda o maior centro de subversão política do país, verdadeira máquina de guerra, em reuniões permanentes nas quais traça e toma medidas político-partidárias, apunhala (“pelas costas”) aliados recalcitrantes, manobra advogados e profissionais do agitprop petista (e comunistas em geral), além de sacanear juízes e a justiça promovendo a própria candidatura (ilegal) em total desprezo por tudo que signifique respeito à estabilidade da nação.

(Só um lembrete: com uso de água, luz, eletrodomésticos, banhos quentes, refeições, vigilantes, serviçais, limpeza, visitas médicas etc. Lula está custando, por baixo, alguma coisa em torno de R$ 200 mil mensais aos cofres da Viúva (abastecidos, é claro, pelos tolos contribuintes), afora as polpudas quantias que, mesmo preso, recebe do Erário).

No seu anúncio sobre o “bom jornalismo”, O Globo considera que “é conferindo que a gente descobre o que de fato é fato e o que de fato é fake”. De minha parte, entendo que seria de bom proveito o jornal do impugnado (post mortem) Roberto Marinho, jornalista admirável, distinguir o que há de fato ou de fake nos privilégios usufruídos por Lula na cadeia e os distúrbios decorrentes de tais regalias, em especial na alma da nação e dos 800 mil detentos que lotam as nossas pífias penitenciarias.

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