Jamaica brasileira: São Luís comemora Dia Municipal do Regueiro

Para festejar e celebrar a data, ocorre nesta quarta-feira (5), às 18h, o show Vibrações Positivas.

Jamaica brasileira: São Luís comemora Dia Municipal do Regueiro A data representa o marco e reconhecimento histórico do reggae no Maranhão. (Foto: Divulgação)

SÃO LUÍS – O estimado título de Jamaica Brasileira não é pra qualquer um e também não é por mero acaso que está diretamente lugado à capital maranhense.

Com o reggae enraizado em sua cultura, a cidade de São Luís pulsa no ritmo das “pedras” e celebra, de uma maneira singular, a arte regueira presente em cada rua, casarão, nas praias e principalmente nos corações orgulhosos dos ludovicenses.

Comemorado oficialmente neste dia 5 de setembro, o Dia Municipal do Regueiro é instituído pela Lei Nº 4.102 de outubro de 2002 e representa o marco e reconhecimento histórico do reggae no Maranhão.

“Nosso reggae é expressivo no mundo todo, muita gente procura a cidade para conhecer, dançar agarradinho, aprender mais sobre o ritmo e essa forma de dançar que só vemos aqui”, explica Fabinho de Jah, da Banda Filhos de Jah e membro da Comissão Integrada do Reggae e Turismo.

Para festejar e celebrar a data, ocorre nesta quarta-feira (5), às 18h, o show Vibrações Positivas. O evento é gratuito e será realizado na Praça Nauro Machado, organizado pela Comissão Integrada do Reggae e Turismo.

O show reúne os amantes do ritmo e homenageia pessoas que contribuíram para cultura reggae da cidade. A abertura será com Alex Muller, seguido do DJ Girleno (A Lenda Brother), DJ Junior Black, banda Barba Branca e Garotinhos Beleza, Star Disco e Clube do Vinil, banda Guetos e Batan Passos, DJ Jorge Black, DJ Marcus Vinicius, Banda Filhos de Jah e Gdam, além dos cantores Levi James, Luís Guerreiro e Célia Sampaio, DJ Ademar Danilo, banda Capital Roots e Saint Louis, e Naty Nayfson.

A programação conta ainda com exposição de artesanato, fotografia reggae, audiovisual, moda reggae e culinária.

Polícia apreende 216 kg de maconha em Estreito, no Maranhão

Irmãos foram presos ao transportar a droga em um ônibus de turismo.

216 kg de maconha foram apreendidas no município de Estreito, no Maranhão (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

216 kg de maconha foram apreendidas no município de Estreito, no Maranhão (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

A Polícia Civil no Maranhão apreendeu na madrugada desta segunda-feira (3) 218 tabletes de maconha prensada. Ao todo, a droga pesa 216 quilos.

A droga foi encontrada no município de Estreito, a 756 km de São Luís, com os irmãos José Roberto Coelho Pereira, de 39 anos; e Leobino Coelho Pereira, de 35. Eles transportavam a maconha em um ônibus de turismo e foram presos.

José Roberto Coelho Pereira e Leobino Coelho Pereira foram presos por transportar 216 kg de maconha (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

José Roberto Coelho Pereira e Leobino Coelho Pereira foram presos por transportar 216 kg de maconha (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

A dupla foi autuada em flagrante pelos crimes de tráfico ilícito de drogas e associação para o tráfico e depois encaminhados à Unidade Prisional de Porto Franco, onde ficarão à disposição da justiça.

Presa jovem que comprava dinheiro falso e fazia compras no interior do Maranhão

Foi através da prisão de duas adolescentes que policiais militares chegaram até à residência de uma jovem de 24 anos que estava comprando dinheiro falso pela internet e fazendo a farra.

Fabiane do Santos Rocha realizava as compras de lotes de dinheiro falso pela internet e criou um grupo de “mulas” adolescentes para passar a grana no comércio da cidade de Açailândia, sem que ninguém desconfiasse do comércio ilegal.

Duas adolescentes foram presas fazendo compras com o dinheiro falso e derrubaram a chefe do esquema. A polícia ainda encontrou cédulas que totalizaram quase R$ 1 mil na residência da acusada, na rua 13 de junho, nas Laranjeiras.

A compra do dinheiro era feita pela internet de um empresário de Goiás que a polícia não divulgou o nome para não atrapalhar as investigações.

Jovem é preso após agredir a mãe a pauladas

Policiais Militares do 36º BPM prenderam nesta terça-feira (4) o jovem, identificado como Moisés Pinheiro dos Santos, 18 anos, acusado de ter agredido a pauladas a própria mãe. Moisés Pinheiro foi preso na Vila Nova de Itaquaritiua, Zona Rural do município de Viana, interior do Estado.
Segundo informações da polícia, a vítima identificada como Maria Pinheiro dos Santos, 34 anos, disse aos policiais que Moisés Pinheiro dos Santos usou um pedaço de madeira para efetuar a agressão. Maria Pinheiro afirmou, também, que o filho é usuário de drogas.
Moisés Pinheiro dos Santos foi encaminhado para Delegacia da cidade de Viana para realização dos procedimentos legais.

Tocando o fogo

MIGUEL GUSTAVO DE PAIVA TORRES

Tocava o coração e emocionava a razão ver, ao vivo, diariamente, nos corredores e salas do Museu Nacional do Rio de Janeiro,  centenas de estudantes maravilhados com as descobertas que faziam sobre a história do Brasil ea natureza do universo. Perplexos, admiravam as múmias dos nossos indígenas sul-americanos, dos egípcios, da nossa mãe ancestral, Luzia, enquanto subiam as escadas para penetrar na Sala do Trono e descobriam que o Brasil já foi um Reinado e um Império. Mais surpresos ainda ficavam com o Trono do Rei do Daomé e os objetos africanos presenteados por reis e imperadores aos seus iguais no reino e no império do Brasil.

Uma história que penetrava fundo na alma de todos os jovens, mais ainda naqueles mestiços e negros da periferia, inferiorizados e abandonados à própria sorte por uma República construída por uma minoria de intelectuais e uma maioria de políticos, fazendeiros e comerciantes, cujo primeiro ato concreto , em 1889, a favor da coisa pública foi invadir a Quinta da Boa Vista e roubar e se apropriar do mobiliário e de todos os bens de valor da Coroa brasileira- em um leilão a toque de caixa-, que passaram a decorar suas mansões burguesas e pequeno burguesas, onde começaram a ser elaboradas as primeiras conspirações do patrimonialismo moderno da classe política brasileira, com o objetivo de desviar para os interesses privados , dos fundadores da República e descendentes, o dinheiro público que deveria servir a todos, mestiços e negros inclusive, libertados formalmente e largados ao Deus dará por uma elite “democrática e republicana”, que se inspirou retoricamente nas revoluções americana e francesa, e no liberalismo anglo-saxão. Não levaram o trono do imperador porque pegaria mal. O trono do rei do Daomé foi poupado porque, por se tratar de um grupo de intelectuais provincianos, preconceituosos e ignorantes da história do mundo, não acreditavam na nobreza ou “reinos” da África. Lá ficou como um objeto de curiosidade circense. Os seus descendentes, porém, que continuaram no comando político e cultural da nação, patrocinariam, no futuro presente, o incêndio do pouco que restava da dignidade, da educação, e da história desprezada do Brasil, que ninguém mais sabe o que é e o que foi. O processo de “idiotização” da sociedade, formulado pelos profissionais patrimonialistas da política nacional, em todos os quadrantes ideológicos, precisa tocar fogo em qualquer veleidade de conhecimento e de educação de uma população que já chega aos 208 milhões de almas penadas. Não há o suficiente para muitos roubarem. É preciso que se restrinjam os fundos partidários, principalmente aos descendentes dos pais da República, paulistas, mineiros, sulistas, nortistas e nordestinos, encravados em seus feudos da idade média brasileira, e àqueles que , como na queda da monarquia, bradam ainda os lemas das revoluções do passado, e invadem os palácios para se apropriarem dos bens públicos, qualquer bem, seja dinheiro, educação, saúde, ou móveis e quadros para a sala de estar. Menos o trono do rei do Daomé.

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