“Convido você e sua família para participar da inauguração do nosso comitê em Vargem Grande”,disse Fábio Braga

O deputado estadual e candidato a reeleição Fábio Braga, convida os apoiadores para  estarem juntos amanhã sábado as 8 horas, em um grande evento político, de inauguração do Comitê localizado na rua São Sebastião no centro de Vargem Grande.

O evento irá oficializar a campanha de Fábio Braga com uma grande caminhada pelas principais ruas e avenidas da cidade natal do deputado .

Venha conosco fazer parte desse momento.

Polícia Civil incinera 1,5 tonelada de drogas em São Luís

A Polícia Civil, através da Superintendência Estadual de Repressão ao Narcotráfico -SENARC e apoio operacional da Superintendência Estadual de Investigações Criminais – SEIC, submeteu a processo de incineração aproximadamente 1,5t (uma tonelada e meia) de drogas ilícitas apreendidas durante operações policiais desencadeadas na região metropolitana e no interior do estado.

Tratam-se, portanto, de substâncias correlatas a crack, maconha e cocaína, sendo que, o material incinerado é referente às apreensões realizadas no segundo semestre, do ano de 2017, e no ano de 2018.

Ressalta-se ainda que, esse procedimento é realizado após autorização judicial que determinou a incineração de todo material entorpecente. Em seguida, será produzido auto circunstanciado quanto ao procedimento executado, a fim de que seja juntado aos processos criminais correspondentes

Internação de Bolsonaro deverá durar pelo menos uma semana, diz médico

G1 – O candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) não deverá receber alta hospitalar antes de “uma semana ou 10 dias”, disse em coletiva de imprensa na noite desta quinta-feira (6) o médico Luiz Henrique Borsato. Ele falou a jornalistas na Santa Casa de Juiz de Fora (MG) onde o candidato está internado após ser alvo por uma facada durante ato de campanha nesta tarde.
“Antes de uma semana ou dez dias ele não vai receber alta”, afirmou o médico, ressalvando no entanto que “não tem como dar certeza” do tempo preciso que o candidato permanecerá hospitalizado.
Os médicos disseram que houve o rompimento de uma veia no abdômen e lesões no intestino delgado e no instestino grosso.
“O que houve foi um sangramento na veia abdominal, que logo foi estancado, e lesões nos intestinos grosso e delgado. Foi retirada a parte lesada do intestino grosso e o intestino delgado foi costurado”, disse Borsato. “As lesões internas foram graves e colocaram em risco a vida do paciente.”
O candidato passou por uma cirurgia e deverá ser submetido a outra operação para reverter a colostomia, realizada em caráter temporário.
Borsato disse ainda na entrevista coletiva que não foi constatada nenhuma lesão no fígado de Bolsonaro, e que não sabe de onde veio esta informação.
Bolsonaro está consciente e irá passar a noite na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Os profissionais também afirmaram que não há como precisar o tempo que o candidato passará na unidade, onde já recebeu a visita de dois filhos.
O médico afirmou também que o candidato chegou à unidade “com uma camisa amarela, sem colete de proteção”.
Segundo o último boletim médico, Bolsonaro é considerado um paciente grave que está submetido a cuidados intensivos no (Centro de Tratamento de Terapia Intensiva) CTI. Na noite desta quinta, ele apresentava quadro estável.
 
Transferência
Cícero Pena disse que a transferência de Bolsonaro para outro hospital é uma opção da família, mas que neste momento o presidenciável não tem condições de ser levado para outro local.
O médico Luiz Henrique informou que uma equipe do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, estaria a caminho para Juiz de Fora. A previsão que os profissionais cheguem à cidade por volta das 0h. Há ainda a previsão de que seja divulgado um novo boletim médico às 10h30 de sexta-feira (7).
 
Facada durante ato de campanha
Bolsonaro levou uma facada durante um ato de campanha em Juiz de Fora (MG), na tarde desta quinta. Ele era carregado nos ombros por apoiadores quando um homem se aproximou e o feriu na barriga. O agressor foi preso.

A tragédia do “crédito educativo”

NEY LOPES

Permita o internauta algumas recordações sobre fato histórico, inserido nos Anais do Congresso Nacional.

Quando exercia mandato de deputado federal apresentei, pioneiramente, o projeto de lei número 274/75, em 15 de abril de 1975.

Essa proposta originou no Brasil o programa de “crédito educativo” (CREDUC), sistema de financiamento de estudos superiores, que beneficiava os estudantes universitários de Universidades, públicas e privadas, através de valor mensal (em média dois salários mínimos), que atendia, além de mensalidades, os custos do lazer, alimentação, vestuário, transporte, habitação e demais necessidades pessoais.

O aluno só começava a pagar o valor financiado, após dois anos de conclusão do curso, com prazo de quitação de até o dobro do tempo da graduação, de acordo com a renda e o emprego conquistado.

Era ministro da educação na época, o senador Nei Braga, do Paraná, que me chamou em seu gabinete e disse: “Xará, a sua ideia nesse seu projeto 274/75 é excelente e eu vou encampá-la.

Vamos implantar imediatamente, através da criação de uma linha de crédito da CEF, que é mais rápido do que aprovar uma lei específica, que demora muito”

E perguntou-me: “concorda com essa fórmula?”.

Concordei e assim nasceu o crédito educativo, a maior conquista da minha atividade parlamentar.

Em agosto de 1975, o CREDUC já concedia empréstimos para o custeio de despesas, durante a graduação.

O jornalista Murilo Melo Filho, que escrevia coluna nacional na revista “Manchete”, classificou a iniciativa como pioneira no país.

Posteriormente teve início a tragédia do crédito educativo, consumou-se o crime contra os estudantes universitários, quando o governo “apelidou” o crédito educativo de FIES (Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior).

A partir daí a ideia original o PL 274/75 foi deturpado, sendo na prática colocado a serviço das instituições privadas de ensino superior, com o financiamento usado exclusivamente no pagamento das mensalidades das Universidades e/ou Faculdades “privadas”.

Os estudantes de Universidades públicas foram excluídos. Protestei veemente à época. Nada adiantou.

O crédito educativo transformou-se numa operação bancária qualquer.

As Universidades particulares, beneficiárias desse “paraíso”, passaram a explorar um dos “melhores negócios” do país, com os privilégios de liberarem os créditos oficiais (dinheiro vivo) e até fazerem a seleção dos beneficiários.

O descontrole fez com que algumas dessas universidades transferissem para o FIES alunos que já pagavam mensalidades e assim reduzissem a zero os seus riscos financeiros.

Só em 2014, o Tesouro liberou RS$ 14 bilhões para o FIES, meio Bolsa Família. Como justificar que empresa privada manuseie dinheiro da nação para emprestar e facilitar o recebimento das suas próprias mensalidades, na “boca do caixa”?

A Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae) constatou que o FIES estava sendo utilizado por faculdades e universidades particulares para transferir aos cofres públicos o risco de inadimplência de seus alunos.

E mais: auditoria do TCU classificou como “descalabro” a gestão do FIES. Constatou que nos governos Lula e Dilma, apenas com os contratos firmados até 2015, existia um passivo de 55 bilhões com as universidades privadas, que deve ser pago pelo Tesouro Nacional, até 2020 (???).

Além disso, a auditoria comprovou aumentos despropositais das mensalidades cobradas. A liberalidade foi de tal ordem, que entre 2009 e 2015, vários fundos internacionais investiram no setor educacional privado brasileiro, com ações cotadas em bolsa e lucratividade altíssima.

Tudo isso aconteceu, durante governos do PT.

Agora, ao invés de resgatar a ideia original do crédito educativo (PL 274/75), o governo Temer dá continuidade à “farra”.

Anuncia linha de crédito no BNDES (cerca de R$ 2 bilhões) para financiamento aos alunos de faculdades privadas, com juros elevados e redução dos prazos de carência e quitação.

Diante das comprovadas denuncias de uso dinheiro público em negociatas, o governo teria que agir com maior sensibilidade social.

Afinal, o crédito educativo é um direito da cidadania.

O ideal seria voltar ao formato originário do projeto de lei n° 274/95, que subscrevi no Congresso Nacional.

Tudo para que o estudante carente não continue a “ver navios”, como se encontra atualmente…