Uma grande quantidade de munição foi apreendida em Vargem Grande

No início da tarde de hoje, a Polícia Civil de Vargem Grande recebeu denuncias através do aplicativo WatsApp de que em dois comércios localizados na avenida Castelo Branco nesta cidade havia uma comercialização de armas e  munições. A polícia se deslocou até os locais mencionados e prendeu em flagrante os comerciantes Francisco das Chagas Lobo, Henrique Augusto Figueredo Lobo proprietários de um dos estabelecimentos e também, Carlos José dos Santos Costa, proprietário de um outro estabelecimento comercial situado na mesma avenida. Com os empresários foram encontradas armas e munições, Os três serão ouvidos na presença de seu advogado e serão encaminhados ao presídio de Itapecurú onde ficarão a disposição da Justiça.

Empresário é baleado após tentativa de assalto em Coroatá

O empresário foi alvejado com um disparo de arma de fogo próximo ao pulmão.


Registro feito após o crime (Imagem: reprodução whatsapp)

A polícia confirmou  uma tentativa de assalto à Casa Ideal no início da tarde da última quarta-feira (12). Durante a ação, praticada por três criminosos, o proprietário identificado como Edmilson, acabou baleado.

Poucos minutos após o crime, a Polícia Militar conseguiu prender dois suspeitos de participação no assalto. O terceiro continua foragido.

O empresário foi alvejado com um disparo de arma de fogo que atingiu o lado esquerdo do peito, próximo ao pulmão. Ele foi levado às pressas para a UPA de Coroatá, ainda consciente, e em seguida foi transferido para o Hospital Macrorregional.

Polícia prende mais um suspeito de envolvimento em explosão de agência bancária no Maranhão

Sucarlos da Costa Silva foi preso na quarta-feira (12) em Presidente Dutra; ele é suspeito de participar da tentativa de roubo da agência bancária em São Luiz Gonzaga.

Sucarlos da Costa Silva foi preso em cumprimento a mandado de prisão temporária — Foto: Divulgação/Polícia Civil

Sucarlos da Costa Silva foi preso em cumprimento a mandado de prisão temporária — Foto: Divulgação/Polícia Civil

Uma operação conjunta do Departamento de Combate ao Roubo a Instituições Financeiras da (DCRIF) com a Delegacia Regional de Presidente Dutra, a 347 km de São Luís, prendeu na quarta-feira (12) Sucarlos da Costa Silva. Ele é suspeito de participar da explosão e tentativa de roubo a agência bancária na cidade de São Luiz Gonzaga, a 209 km da capital, ocorrida no último dia seis de setembro.

Sucarlos da Costa foi preso em cumprimento a mandado de prisão temporária, expedido pelo juízo da Comarca de São Luiz Gonzaga. O suspeito é proprietário de uma chácara, situada na zona rural de Presidente Dutra, que funcionava como base do grupo criminoso.

Durante buscas no comércio de propriedade de Sucarlos da Costa Silva, os policiais ainda apreenderam uma espingarda calibre 32 não registrada, motivo pelo qual também foi autuado em flagrante.

Relembre o caso

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP-MA) antes de explodirem a agência do Banco do Brasil, dez homens fortemente armados atiraram várias vezes em uma viatura da Polícia Militar que estava estacionada no destacamento da corporação.

Em seguida, o grupo foi até a agência e detonaram vários explosivos para conseguir abrir o cofre. Após a explosão, uma laje desabou e impediu a passagem dos bandidos até o local onde estava localizado o dinheiro da agência.Fonte G1

ACIDENTE ENVOLVENDO DUAS MOTOCICLETAS DEIXA IDOSO DE 70 ANOS GRAVEMENTE FERIDO, EM SANTA LUZIA

Na noite desta quarta-feira (12), por volta das 20:00h, uma colisão entre duas motocicletas deixou um casal gravemente ferido as margens da BR-222, na saída de Santa Luzia sentido Buritucupu.
No local do acidente populares informaram que um senhor de 70 anos, identificado como Edimilson, morador na Rua das Garças, Bairro Nova Santa Luzia, se apresentava para adentrar a BR-222, vindo da rua da Igrejinha, quando uma motocicleta que trafegava na BR atingiu o veículo em que estava o casal, a mulher  ainda não foi identificada. Edimilson teve fratura exposta na perna esquerda e segundo profissionais da área da saúde, corre risco de amputação da mesma.
Pessoas que passavam no local socorreram os dois que foram levados ao hospital municipal e rapidamente transferidos para o Macro Regional em Santa Inês.

PROJETO DE ROBERTO ROCHA COMPENSA TAXISTAS APÓS REGULAMENTAÇÃO DOS APLICATIVOS DE TRANSPORTES

Após a regulamentação dos serviços de transporte de aplicativos, ocorrida no ano passado, o senador e candidato ao Governo do Maranhão, Roberto Rocha (PSDB), apresentou o Projeto de Lei 462/2017 que visa compensar o impacto dessa medida aos taxistas em todo o Brasil.
De acordo com a proposta, o motorista de taxi deixaria de pagar Imposto de Renda sobre 60% dos ganhos brutos e passaria a pagar somente 20% de seus rendimentos – uma redução de 40% durante o período de cinco anos.
Ao invés de onerar os motoristas de aplicativos, podemos desonerar os taxis, equilibrando a concorrência entre eles e, assim, todos têm condições mais iguais e justas para trabalhar no mesmo ramo”, disse Roberto Rocha.
A proposta do senador maranhense é um claro reconhecimento às dificuldades que a classe dos taxistas tem atravessado nos últimos anos, em função do agravamento e dos reflexos da crise econômica, além da chegada e consolidação dos aplicativos de transporte em todo o País. O projeto também acalma os ânimos de entre motoristas de aplicativos e taxistas.
Atualmente, o Brasil possui cerca de 500 mil motoristas de aplicativos e pouco mais de 350 mil taxistas. A proposta segue em tramitação na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado pronto para ser votado. Fonte Blog do de Sá

Weverton Rocha e o peso do Costa Rodrigues

O clima no comitê de campanha de Weverton Rocha é de pura apreensão. A 25 dias das eleições, o eleitor parece não querer votar no candidato do PDT para o Senado.
Weverton está em campanha desde o ano passado, tem o controle absoluto de seu partido e uma estrutura de campanha maior do que de sua parceira Eliziane Gama, porém, não consegue avançar no eleitorado e, pior, tem ficado cada vez mais para trás.
Especialistas políticos atribuem o fracasso eleitoral de Weverton ao escândalo do Ginásio Costa Rodrigues, um peso que ele não consegue se livrar.

O atentado a Bolsonaro e as consequências políticas

NEY LOPES

O atentado de Juiz de Fora transformou em mártires dois candidatos: Bolsonaro, no hospital e Lula, na prisão.

A consequência é a polarização do debate eleitoral em torno de “pró e anti PT”, ao invés da polêmica ausência do ex-presidente na eleição.

A divisão do Brasil entre “nós” e “eles” teve início desde o “Fora FHC”, liderado pelo PT, causando instabilidade à governabilidade. Os choques e as “manifestações de rua”. começaram em 2005 (mensalão) e em 2013, com os “black blocks”. Prosseguiram em 2014, com o questionamento dos resultados e o impeachment em 2016.

Tais sinais de exacerbação política geraram, em março passado, “os tiros” contra a comitiva do ex-presidente Lula da Silva, cujas investigações estão inconclusas.

O grande beneficiário dessa polarização, agravada com o aumento crescente da violência urbana, foi o deputado Jair Bolsonaro Ele surgiu e entrou em cena, dizendo o que o povo quer ouvir.

Em tais circunstâncias, certo percentual do eleitorado deixa de refletir sobre a verdadeira função de um Presidente da República e raciocina pela lógica do “messianismo”, buscando candidato “útil e estratégico”, que salve a nação da catástrofe e erradique a violência.

No primeiro momento da lamentável tragédia de Juiz de Fora, um dos filhos de Bolsonaro usou politicamente o ocorrido, ao declarar: “acabaram de eleger um presidente”.

Ele esqueceu a hipótese do seu pai ter sido vítima do barril de pólvora que apregoa na campanha, além da “retórica de risco”, cujos exemplos são o comportamento com as mulheres, a indagação feita a uma criança – você sabe atirar? Sabe dar tiro? – e a disposição de “fuzilar a petralhada”.

O psicanalista Christian Dunker, da USP, interpreta que o discurso político violento estimula as armas, as paixões de ódio e fascinação, desequilíbrios, transtornos, opressões, atraindo pessoas para atitudes extremas.

Margareth Thatcher dizia que é preciso ter cuidado com o que se diz, porque a palavra vira ato.

As últimas pesquisas apontam que o atentado não mudará a eleição.

Muito pouco o crescimento de Bolsonaro, de 22 para 26 por cento (margem de erro). A rejeição subiu em todas as pesquisas, indo além de 40%.

Nas simulações de segundo turno, as pesquisas divulgadas, até agora, divergem, porém nenhuma delas aponta números tranquilizadores para Bolsonaro.

Esses fatos preocupam os seus correligionários, , segundo o Estado de São Paulo, já procuraram o famoso marqueteiro americano Arick Wierson, cuja recomendação é Bolsonaro abandonar o discurso agressivo e escrever, do leito do hospital, uma carta à Nação, deixando claro que apoia a democracia e não levará ao Planalto uma agenda racista e homofóbica.

Algo parecido com o que Lula fez em 2002 (“paz e amor”). A proposta encontra resistência, no grupo do general Mourão.

Outra consequência das pesquisas recentes é a certeza do segundo turno, com Bolsonaro presente.

Os seus adversários prováveis seriam Haddad (Lula “bateu o martelo” e o lançou candidato, acreditando nos benefícios da passionalidade pela sua ausência), ou Ciro Gomes, que mostra um discurso competente e atrai segmentos do centro, com propostas objetivas.

Marina Silva cai nas pesquisas. Ela não se posicionou contra a prisão de Lula e o apoio à Aécio Neves em 2014 causou-lhe desvantagens.

Em cenário turbulento, o mais prejudicado será Alckmin entregue ao “centrão” e ao “mercado” (46% apostou nele), que já “pularam fora do barco”, confirmando a “fidelidade histórica” somente aos governos, como aconteceu com Lula, Dilma e outros que virão.

O tucano poderia ter “focado” o eleitorado anti-Lula. Ao atingir Bolsonaro, não sensibilizou bolsonaristas, nem esquerda. Até Amoedo “tira” votos de Alckmin

Na história do mundo há exemplos de tragédias às vésperas de eleições decisivas, que nada influíram no resultado final.

A deputada britânica Jo Cox, em 2016, favorável à permanência da Inglaterra na União Europeia, sofreu atentado e morreu, uma semana antes do plebiscito (Brexit). Os ingleses saíram do bloco europeu.

Dias antes do referendo sueco sobre a adesão à zona do euro, a ministra do Exterior Anna Lindh foi morta em atentado. Ela defendia o “Sim” e os suecos votaram “Não”.

Diante de tantas incertezas, talvez prevaleça no pleito de 2018, o “voto da exclusão” (o menos ruim).  Nesse caso, o jornalista Elio Gaspari teria razão ao escrever, que “quando o voto de exclusão supera o de preferência, consegue-se barrar aquilo que não se quer, mas não se elege um presidente”.