Em Vargem Grande o Novo preocupa alguns, e anima outros

O mundo está em constante mutação. O Brasil verá assumir os destinos da pátria, um homem oriundo de um partido minusculo. Não precisou de tempo de rádio e TV, precisou apenas, das redes sociais e falar a linguagem do povo. Não foi preciso união com os partidos tradicionais, apenas o seu partido, seu plano de governo e sua coerência, adequando a ação a fala e a fala a ação. Isso não é mudança, é o novo que todos querem ver. Aquela história de grandes comícios com frases de efeitos, ensaiadas, ditas por santos humanos, que resolvem tudo na retórica, e esquecem tudo na prática, é coisa do passado. Em Vargem Grande, nas esquinas, nos bares, nos lares, em conversas coloquiais, o que se vê, são pessoas corajosas e otimistas, para ver o novo também acontecer em nosso meio. Quando dias desses, comentei o nome de dona Marluce como pretendente a ocupar o cargo maior no palácio Hildenora Gusmão, muitos questionaram. Outros ficaram boquiabertos, e outros até duvidaram que ela e seu esposo Louro Pinto tivessem autorizado a escrever sobre sua possível candidatura. Depois dessa publicação, até hoje muitas pessoas me param para perguntar se é verdade. A s quais respondo que sim. Aqueles tradicionalistas, dificilmente acreditam que é possível inovar. Os progressistas e visionários, defendem um nome novo, e muitos dos quais mantenho contato, são quase unanimidade em apostar suas fichas na candidatura de D. Marluce. Dizem, é professora, e conhece como poucos as demandas da categoria. É filha de um respeitado homem público, José Pedro da Silva. Vargem Grande e seus filhos não podem negar que foi através de Zé Pedro que Vargem Grande começou a trilhar o caminho do progresso. O Telefone fixo veio em sua gestão. A praça da Matriz construída em sua administração. O Hospital Municipal também. As primeiras escolas de alvenaria na Zona Rural, foram feitas por ele. Enfim, era um pequeno comerciante que não era político, mas provou que quando se quer fazer é possível. Basta querer. Marluce é filha de Zé Pedro e a exemplo do pai, pode surpreender a todos. O que posso garantir é que sua candidatura é irreversível e que está segundo ela, pronta para aceitar esse novo desafio. O mapa das próximas eleições começa a se desenhar, e nas entrelinhas que demarcam o mapa, aparece o nome de Marluce Mesquita ou Marluce Pinto. É só esperar para ver.

Apesar da chuva, romeiros de Santa Luzia participam da Romaria ao povoado Boa Hora, em Presidente Vargas

Nem a forte chuva que insistiu em cair nas primeiras horas da manhã da terça-feira(04) em Presidente Vargas, foi suficiente para espantar os romeiros de Santa Luzia, que saíram da igreja Matriz, por volta das 6h, em Romaria ao povoado Boa Hora, Zona Rural do município.

O trajeto é de aproximadamente 5 km e foi marcado pela fé dos católicos que cantavam hinos, faziam orações e homenagens à Santa Luzia a padroeira de Presidente Vargas.

No final da tarde aconteceu o retorno ao município. As festividades se estendem até dia 13.

Motorista perde controle do veículo e colide com poste na Zona Rural de Presidente Vargas

Um acidente ocorrido na tarde desta terça-feira(04), deixou parte dos moradores do povoado Boa Hora II,  Zona Rural de Presidente Vargas sem energia elétrica.

Segundo informações, por volta de 17h , um jovem, cuja a identidade não foi revelada, bateu com  o carro modelo Fiat Strada em um poste, após perder o controle do veículo na estrada vicinal  do povoado Boa Hora II. Apesar do susto ninguém se feriu só houve danos material.

Vargem Grande: Prefeito CB demite todos os funcionários da secretaria de cultura

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O prefeito José Carlos de Oliveira Barros, o Carlinhos Barros, demitiu ontem, (04/12) todos os servidores da secretaria de cultura do município de Vargem Grande. Do secretário ao servente, dos técnicos aos burocratas, todos foram sumariamente demitidos. Até o momento não se sabe o motivo que levou o prefeito a tomar tal atitude, nem se a secretaria será incorporada a uma outra secretaria com se especula na cidade.

Sabe-se que no início do governo do CB ele reuniu todos os secretários e pediu que fizessem o enxugamento da máquina, isto é, que fosse reduzido ao máximo o número de servidores, como também corte nas despesas de manutenção das secretarias. O secretário de cultura a época, Raimundo Barroso de Oliveira, operou um corte de 61%, no quadro de funcionários, ficando então o essencial para o funcionamento normal da secretaria. Por esse motivo, muito servidores estão perplexo com as demissões. Ninguém da administração municipal, até o momento explicou os motivos das medidas tomadas pelo executivo.

Guedes evita achaque parlamentar


Paulo Guedes pode evitar o achaque do Congresso Nacional desistindo do projeto de lei da cessão onerosa.

“Para o TCU e para parte dos integrantes da equipe de transição”, diz a Folha de S. Paulo, “a execução do leilão depende apenas da revisão do contrato entre Petrobras e União. Ou seja: é uma relação privada entre partes e, portanto, não há necessidade de trâmite legislativo.

Por isso, a equipe de Guedes aguarda apenas a publicação do acórdão do tribunal para realizar o megaleilão até julho.”

MAIS DE R$ 45 MILHÕES QUE FORAM RESGATADOS PELA POLÍCIA EM SANTA LUZIA DO PARUÁ, FORAM TRANSPORTADOS EM TRÊS CARROS-FORTES

Em ato heróico na noite de ontem, policiais Militares de Santa Luzia do Paruá, interceptaram uma carreta com bandidos que haviam assaltado o Banco do Brasil de Bacabal. Os homens da lei estavam realizando uma blitz, quando deram sinal de parada para o motorista do veículo que não obedeceu o sinal, arrancando em alta velocidade ocasionando uma troca de tiros entre assaltantes e policiais. O resultado foi 3 bandidos mortos, 10 presos e a quantia de R$R$ 45.321.492,00 milhões recuperados e transportados sob forte esquema de segurança por policiais do 29°BPM, no final da tarde desta terça-feira (04).

Ditadura existe, mas não no Brasil

TIAGO DE VASCONCELOS

Teorias de conspiração insistem que o Brasil está a um passo do regime militar. Mas nunca estivemos tão longe da ditadura.

Pipoca nas redes sociais – e em um ou outro blog autointitulado “progressista” – o termo estratocracia, ou seja, a forma de governo onde o poder político é controlado por chefes militares. Segundo essas opiniões, esse sistema de governo seria apenas o primeiro passo para o destino final do Brasil sob Jair Bolsonaro: a ditadura militar. Por osmose. À primeira vista, a recente nomeação de mais um general para o Ministério do novo governo parece confirmar as suspeitas de alarmistas de plantão. Mas não é bem assim.

Primeiro é preciso definir governo militar e ditadura. Na História, é difícil desassociar das forças militares o poder, controle e governo. Até o advento da democracia representativa moderna, em geral mandava quem tinha o maior exército. Desde então existem governos que dançam na fronteira entre ditaduras autoritárias militares e repúblicas democráticas em formação, que passam por turbulência e mudanças, e cujos militares participam de forma inexorável desse processo. Devemos limitar esta definição, então, apenas àqueles governos que são ditaduras “clássicas”: Estados que reprimem liberdades individuais, a livre expressão e organização política, além de limitar o acesso à informação e controlar a abrangência de direitos.

Natasha Ezrow, professora sênior do departamento de governo da Universidade de Essex, admitiu à rede BBC que a maior parte dos especialistas em autoritarismo não têm uma definição, mas concordam que ditaduras acontecem “quando não há alternância de poder no Executivo”. Portanto não existe um só conceito universalmente aceito para definir quais países estão sob controle de um ditador, de um governo autoritário. Governos militares ou juntas militares são mais simples; segundo a Wikipedia, por exemplo, são apenas três países sob controle de um governo militar autoritário atualmente no planeta: Egito, Tailândia e Ucrânia, apesar de existirem dezenas de zonas de conflito armado em todo o mundo.

Há diferentes listas e considerações. No Brasil, o PT não classifica a Venezuela como uma ditadura, inclusive apoiou Nicolás Maduro desde sua gênese, sem críticas. Isso é, até a eleição deste ano. Já o PCdoB não considera ditadura os 40 anos de regime comunista de Enver Hoxha na Albânia (1944-1985). Pelo contrário, a admiração por Hoxha foi fator determinante para o alinhamento político do PCdoB, que continuou a apoiar o partido do ditador (PTA, o PT da Albânia) mesmo após a sua morte na década de 80. Dirigentes do partido até se mudaram para Tirana, capital albanesa, de onde eram transmitidas informações sobre o Brasil através da “Rádio Tirana”. Os dois partidos tampouco consideram ditatorial o regime de Cuba, ilha controlada pela ditadura castrista desde 1959; um dos mais claros e longevos símbolos de falta de alternância de poder na História moderna.

Claramente cada ideologia tem sua própria forma de definir quem é ditador e quais países são ditaduras. Mas o levantamento mais respeitado do mundo vem da Freedom House, ONG americana fundada em 1941. É a autora do principal levantamento anual sobre liberdade política, direitos humanos, liberdade de imprensa e de internet. Segundo o relatório, existem hoje 49 ditaduras entre 210 inscritos (193 países-membros das Nações Unidas, Palestina e Santa Sé, a “pessoa jurídica” do Vaticano, além de principados como Mônaco, entre outros). Curiosamente a ONG inclui na lista de ditaduras dois membros do Conselho de Segurança da ONU; Rússia e China.

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