Curva da Morte | Morre segunda vítima de acidente em Cândido Mendes

A morte da jovem Kemily Nicole,13 anos, foi confirmada nesta quarta-feira (2). Ela estava em coma internada há vários dias no Macrorregional de Pinheiro, após sofrer um acidente na MA-101 no povoado Cajual no dia 20 de Dezembro de 2018, quando a moto em que ela estava saiu da pista e bateu em um Poste na beira da rodovia, na Curva da Morte. No acidente, uma outra jovem identificada como Isabela Nascimento de 14 anos, não resistiu e morreu a caminho de São Luis.
Nicole foi transferida no mesmo dia para Pinheiro,onde ficou internada em estado grave, debilitada Nicole acabou não resistindo .

MENOR QUE ATORMENTAVA VIZINHANÇA EM PEDREIRAS É LINCHADO PELAS VÍTIMAS

Menor linchado

Na última sexta-feira (28), às 17 horas, 5 vítimas de um mesmo indivíduo compareceram à 14ª Delegacia Regional da Polícia Civil de Pedreiras para realizar uma denúncia.

O motivo eram os casos de furto cada vez mais frequentes que elas vinham sofrendo. Todas as cinco pessoas que compareceram na delegacia tiveram a residência furtada no mesmo dia no Bairro do Diogo.

Até o dia primeiro deste mês, o jovem ainda estava solto, quando no mesmo dia, foi flagrado cometendo mais um roubo na casa de uma idosa. A vítima começou a bater no jovem, e os demais vizinhos se reuniram para linchá-lo. Depois da surra, o menor foi levado até a delegacia, onde as providências legais serão tomadas.

A idosa que reagiu às infrações do menor tem 87 anos. Em conversa com a imprensa local, a mesma afirmou; “Eu troco o dia pela noite, fico acordada porque não tenho mais sossego. Na Minha casa foram várias vezes que esse indivíduo já entrou, leva açúcar, café, arroz, tudo…”

Outra vítima também foi um idoso. Numa das ocasiões ele tinha feito a compra do mês, que foi levada quase que inteira pelo jovem infrator, além de também ter seus 2400 reais roubados, dinheiro esse que seria usado para pagar um tratamento médico do irmão.Fonte Blog do Carlinhos

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46 detentos não retornaram depois da saída temporária de Natal no Maranhão

A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) informou nesta sexta-feira (28), que dos 642 presos do regime semiaberto custodiados pela Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), que foram beneficiados com a saída temporária de natal no último dia 21 de dezembro, 46 não retornaram às unidades prisionais, o que os torna foragidos da justiça. Os 642 detentos que cumprem pena no Complexo Prisional de Pedrinhas, deveriam retornar até as 18 h da última sexta-feira, 27 – prazo estabelecido pela Justiça. 596 retornaram aos estabelecimentos penais de origem.
Dos 852 presos, entre detentos da Grande São Luís e do interior do Estado, que foram beneficiados com a saída temporária de natal concedido pela Justiça, um total de 770 detentos são custodiados em Unidades Prisionais gerenciadas pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap). Porém nem todos conseguiram de fato ter acesso ao benefício. De acordo com a Seap, 127 deles, foram impedidos, por haver outras ordens judiciais para manutenção de prisão, em suas respectivas celas. Total de 642 saíram.
Esclarecimento
A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) esclarece que o “sistema prisional convencional’’ é formado por unidades prisionais (presídios) gerenciadas pela pasta, e que as demais estruturas de custódia são de responsabilidade da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP), a exemplo das carceragens da Polícia Civil; dos quartéis da Polícia Militar; e também do Corpo de Bombeiros. A gestão prisional esclarece, ainda, que a lista de 852 presos beneficiados foi emita pela Poder Judiciário, sendo esta composta por nomes de pessoas privadas de liberdade, divididas conforme a respectiva responsabilidade da custódia; e que deste total, 770 são de custódia da Seap.
Quem tem direito a saída temporária
De acordo com a Justiça, para ter direito ao benefício, o interno do regime semiaberto precisa ter cumprido, no mínimo, 1/6 (primários) ou 1/4 da pena (reincidentes); apresentar comportamento adequado na unidade prisional, além da compatibilidade entre o benefício e os objetivos da pena.

Vocalista e proprietário do grupo Farra Top sofre lesão na coxa em Vargem Grande

Vargem Grande- Na manhã desta quarta-feira(02), o vocalista e proprietário do Grupo Farra Top, Leandro Mário, sofreu uma tentativa de homicídio durante um desentendimento com seu vizinho conhecido como “Pintin”.

Leandro Mário foi atingido por um golpe de faca, que causou um ferimento profundo na coxa direita. Bastante ensanguentado, ele foi socorrido imediatamente para um hospital Municipal Benito Mussoline, onde recebeu os primeiros atendimentos.

Testemunhas relataram que não é de agora o desentendimento de ambos, e que somente hoje 02/01 foram a via dos fatos.

O Boletim de Ocorrência foi feito no Cartório da Delegacia de polícia civil de Vargem Grande e encaminhado ao delegado para as providencias cabíveis.

Austeridade & simplicidade

PEDRO ROGÉRIO MOREIRA

Os novos governadores de dois estados importantes do Brasil, Minas e São Paulo – decisivos colégios eleitorais para a vitória do presidente de quem esperamos a concretização do sonho de um Brasil sem os vícios da velha política – iniciaram seus mandatos com o pé esquerdo. Decidiram, ambos, continuar residindo em seus próprios domicílios, em vez de se mudarem para os palácios governamentais, símbolos da autoridade de que agora estão investidos.

A decisão dos representantes do antigo “café com leite” da República Velha vem enfeitada com a cereja de austeridade financeira. Economizariam, de fato, o dinheiro público se seguissem a tradição da velha política que queremos enterrar. Basta os dois governadores, de lápis e papel à mão, ouvirem de seus respectivos gabinetes militares quanto custa a cereja da demagogia. Os deslocamentos diários no trajeto de suas casas aos palácios requerem a mão de obra de agentes de segurança, motoristas para os carros-extras mobilizados para a escolta, policiais de trânsito, pessoal de apoio como paramédicos, combustível etc. A estes gastos, deve-se somar as preciosas energias humanas desviadas para o novo serviço; isto importa também em sangria no tesouro. O cotidiano das ruas onde residem os dois governadores será revirado, para o desgosto dos vizinhos. Uma segurança profissional, em tempos ameaçadores como o atual, certamente irá dotar as imediações de guaritas e de bloqueios físicos; é dinheiro no ralo; também vai cogitar, quem sabe, de dotar os próprios domicílios dos governadores de casernas para aqueles que zelarão pelas vidas dos dois moradores que merecem essa proteção oficial. Em metrópoles como Belo Horizonte e São Paulo, Zuma e Dória vão gastar no tráfego, sujeito a congestionamentos, outra preciosidade: o tempo de que necessitam no trabalho árduo de governarem seus Estados. Residindo nos palácios, esses transtornos não aconteceriam, nem eles iriam manchar suas biografias políticas com a cereja da demagogia que desejamos não nos serem mais oferecidas.

Historicamente, Dória e Zuma, neste falseado decoro republicano, nem estão inovando; Fernando Collor já fizera o mesmo quando, em 1990, decidiu morar na Casa da Dinda, em vez de fazê-lo no Palácio da Alvorada. O Gabinete Militar teve que mandar fazer obras para adaptá-la a uma condizente residência de chefe de estado frente ao perigo que ameaça as autoridades em qualquer lugar do mundo.

Collor nem foi o primeiro a agir desse modo. Quem primeiro o fez foi o nosso presidente inaugural, o marechal Deodoro da Fonseca, em 1889. Mas o proclamador da República não comia a cereja da demagogia. Era um cidadão de sincera simplicidade, como um outro de quem falarei adiante. Residia o marechal na rua Taylor, defronte ao Campo da Aclamação, hoje Campo de Santana. A virgem República fora instalada no Palácio Itamaraty, residência particular, desalojada, do barão de mesmo nome, na então rua Larga de São Joaquim, hoje avenida Marechal Floriano, no centro antigo do Rio de Janeiro. A casa da rua Taylor (hoje museu) e o Itamaraty ainda estão lá; o leitor que tiver a pachorra de medir a distância irá encontrar talvez uns dois quilômetros; basta atravessar a Presidente Vargas, passar defronte ao Comando Militar do Leste e à Gare da Central do Brasil e vencer dois ou três quarteirões. O trajeto era extenso para um exaurido físico como Deodoro. Mas o brasileiro que mudou o rumo da História não oferecia cereja aos patrícios. Todo santo dia, ele deixava sua casa para ir trabalhar no gabinete presidencial, às vezes sentado no tílburi oficial puxado por um só cavalo, outras vezes a pé, em companhia de seus dois melhores amigos: o barão de Lucena (o proclamador da República era monarquista de carteirinha) e seu cão, o Tupy (muito antes de os presidentes americanos introduzirem na Casa Branca a louvável mania, Deodoro já levava o fiel Tupy para o palácio).

O capitão que vai nos governar 130 anos depois do marechal; esse mesmo capitão que espanta as moscas no café da manhã oferecido em sua casa da Barra ao poderoso homem do Pentágono enviado por Trump; o brasileiro que lava suas roupas e as estende no varal da base da Marinha onde passou o Natal; o cidadão classe média que calça sandálias havaianas e veste camisetas de clube; esse homem comum desde ontem empossado presidente da República já está residindo onde deve: no Palácio da Alvorada, um dos símbolos da autoridade de que foi investido pelos próximos quatro anos.

A austeridade, irmã da simplicidade – valores que se renovam neste 2019 graças a Bolsonaro – pode estar tanto na rua Taylor quanto no palácio do governo. O resto é a cereja da demagogia.

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