Três adolescentes são mortos quando catavam caranguejo na zona rural de São Luís

Três adolescentes, sendo dois irmãos, foram assassinados por ter invadidos uma área de construção da Construtora K2 de casas populares catando caranguejos, na zona rural da capital.

De acordo com informações ao Blog do Luis Cardoso, os três menores saíram para buscar caranguejos numa área de mangue que fica perto das obras da K2, no Residencial Mato Grosso, na zona rural de São Luís, perto do Andiroba. Eles teriam sido assassinados por vigilantes.

Testemunhas informaram ainda que os três não tem nenhum envolvimento com qualquer tipo de delito, e foram cataar caranguejo para ajudar no sustento familiar.

Geraldo Rodrigues aniversaria hoje

A família Rodrigues está em festa porque nesta data 04/01, Geraldo Rodrigues completa mais um ano de vida, ele que é  empresário do ramo de cerâmica e pré-candidato a prefeito de Vargem Grande nas  eleições de 2020, está certamente, recebendo o carinho das pessoas que lhe tem respeito e admiração.

Geraldo que é filho do Sr Raimundo Rodrigues e dona Teresinha Rodrigues, goza no seio da sociedade de Vargem Grande e Itapecuru de grande prestígio devido ao sua conduta de homem de bem, o que lhe habilita a receber o carinho e o afeto que lhes são devotados  pelos amigos e familiares.

Geraldo carrega nas veias o DNA da política. Sua Irmã Aninha foi prefeita da vizinha cidade de Presidente Vargas, onde desfruta de grande prestígio e é forte candidata nas próximas eleições.

Por isso, o misto de empresário e político, com certeza irá receber amigos e correligionários em sua residência que irão ali felicitá-lo e degustar um bom drink acompanhado de um delicioso churrasco.

Nós titulares desse Blog, queremos desejar ao aniversariante, votos de feliz aniversário e que nosso DEUS ilumine seus passos em todos os caminhos da vida. .Parabéns Geraldão.

TCU detecta desvios de quase R$ 1 Milhão no Coren-MA

O Tribunal de Contas da União (TCU) apurou, nos últimos 4 anos, o desvio de quase R$ 1 milhão nas contas do Conselho Regional de Enfermagem do Maranhão (Coren-MA). A Blogueira Dalvana Mendes, teve acesso exclusivo ao relatório preliminar de auditoria realizada pelo órgão de fiscalização e observou que a maioria dos desvios estão relacionados a processos de pagamentos de diárias, jetons e auxílios-representação, além de contratos celebrados pelo Coren-MA.

De acordo com o documento assinado pelo ministro Weder de Oliveira, a auditoria foi realizada no período de 23 de janeiro a 7 de abril de 2017 para apurar possíveis irregularidades na entidade que representa a enfermagem maranhense. O pedido para auditar as contas da instituição foi requerido ao TCU pelo deputado federal Hildo Rocha, que pediu a realização de fiscalização nas contas da senhora Célia Maria Santos Rezende, ex-presidente do Coren/MA, nos exercícios de 2012, 2013 e 2014. O senhor Manoel Carlos Neri da Silva, presidente do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), gestões 2007-2012 e 2015-2018.

O relatório destaca que as informações e documentos solicitados foram apresentados de forma precária, sendo que em muitos casos não foi apresentada documentação alguma. Como exemplo do problema, para o exercício de 2013 não foram apresentados os processos relativos à concessão de diárias, sob a alegação de que não foram encontrados. “Essas falhas na apresentação das informações requisitadas prejudicaram as análises da equipe de auditoria”, destaca trecho do documento.

O maior débito é com contratos celebrados pelo Coren-MA, estimado em R$ 528.488,97. Sobre o assunto, a auditoria apontou que a dívida é relativa à falta de comprovação de pagamentos realizados, conforme documento em anexo.

Há situação irregular até nos processos de pagamentos de diárias, jetons e auxílios-representação. Neste ponto, a fiscalização constatou um débito total de R$ 318.255,73, dividido da seguinte forma: diárias: R$ 158.458,29; jetons: R$ 75.575,44; e auxílios-representação: R$ 84.222,00.A soma dos contratos celebrados com pagamentos de diárias, jetons e auxílios-representação os fiscais apontaram um rombo de R$ 846.744,70.

Irregularidade do Presidente

O relatório do TCU que apontou irregularidades na gestão da ex-presidente Célia Maria Santos Rezende no Coren/MA teria tido continuidade na atual gestão do presidente Jamson Silva de Oliveira Junior, conforme foi denunciado recentemente pela enfermeira fiscal, Djayna Serra Nunes que afirmou na época da denúncia que a atual diretoria “está sangrando o órgão, trazendo prejuízo irreparáveis”. Uma das irregularidades apontadas pela enfermeira fiscal diz respeito a processos de pagamentos de diárias, jetons e auxílios-representação, mas esses detalhes vamos mostrar na próxima matéria da série “Sangrando o Coração da Enfermagem”. Aguardem!

Outro Lado

A reportagem do blog procurou a assessoria de comunicação do Coren-MA e aguarda um posicionamento oficial da entidade em relação às denúncias e ao relatório de auditoria do TCU.

População do KM 17 continua reclamando de falta de policiamento 24 horas

Desde outubro do ano passado o posto da PM no povoado KM 17, um dos mais populosos da área rural de Codó, está sem policiamento 24 horas. E o início do quarto mês com o mesmo problema também é de muita reclamação entre os moradores.

 “Tá ruim até demais, tá péssimo isso aqui porque a vagabundagem tá tomando conta (…) à noite todinha é a turma fumando maconha e brigando incomodando o povo…USANDO DROGAS ABERTAMENTE? Com certeza, isso aí é comum”, disse José Aquino Rodrigues.

Vendedoras de comida, os taxistas do lugar. Onde estivemos ouvimos reclamação. Há relatos de que a PM faz rondas rápidas apenas no período da tarde, depois volta pra cidade e só retorna no dia seguinte para repetir a ação e isso tem aumentado o estado de insegurança.

“As vezes nós estamos precisando de Polícia aqui, cadê a polícia? Não tem tem que vir de Codó, pra chegar essa viatura aqui é mais de meia hora porque tem muito buraco na estrada (…) Nós tamo precisando de polícia aqui, entendeu?, 24 horas”, pediu o taxista Antonio Santana Neto

FURTO A CAMINHONEIROS

 A falta de policiamento 24 horas não está atingindo somente a população residente aqui do KM 17. Conforme o que apuramos também já está atingindo caminhoneiros que precisam parar, obrigatoriamente, aqui no posto fiscal.

Pequenos furtos aumentaram contra caminhoneiros, até eles estão sentindo falta do policiamento, principalmente, à noite, como reclamou José Tony Martins.

“Acho que de 10 que você entrevistar aí,  1 já viu alguma coisa…OU SEJA, SE TIVESSE POLICIAMENTO? Já evitaria, né, sem dúvida, evitaria”, assegurou o caminhoneiro

O Subcomandante da PM em Codó, major Hudson Carneiro foi quem falou sobre o assunto. Sem tocar na motivação da falta de policiamento 24 horas prometeu redirecionar as rondas para atender aos anseios de quem está reclamando.

“Se tá indo só à tarde com certeza nós vamos reforçar isso aí pra noite também pra ajudar a comunidade, mas aí a população pode contar com a ajuda da Polícia Militar que a gente vai procurar reforçar o máximo possível esse policiamento”

Mulher é presa com 10 kg de maconha em Porto Franco

Uma mulher, cuja identidade não foi revelada, foi presa com 10 kg de maconha em um ônibus que fazia linha Goiânia/GO para Belém/PA. A prisão aconteceu em Porto Franco, interior do Maranhão.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), foi feita uma revista nas malas que estavam no compartimento de bagagem inferior, tendo sido encontrado uma mala preta, que após aberta constatou-se que continha 9 tabletes, pesando aproximadamente 10 kg de maconha, cujo o tíquete de bagagem foi identificado.
A equipe então solicitou a motorista que verificasse em seu controle a qual passageiro estava relacionado tal tíquete de bagagem.
Em depoimento, a mulher confirmou que a estava levando de Goiânia para Belém. Ao ser questionada sobre a droga, informou que comprou em Goiânia pelo valor de R$ 4 mil e que venderia em Belém a varejo, não sabendo precisar em qual local da cidade faria tal venda.
A ocorrência foi encaminhada para a Polícia Civil da cidade de Estreito.

Que fim levou?

PEDRO ROGÉRIO MOREIRA

Nas décadas de 1960 e 70, publicava o Jornal do Brasil uma coluna diária bastante apreciada, cujo título era “Hóspedes da cidade”; ocupava bom espaço em página nobre, abaixo das charges do Lan ou do Ziraldo que se revezavam nas gozações políticas e de costumes. A coluna informava aos leitores quais eram os visitantes ilustres daquele dia, por sua relevância social, econômica ou cultural; sua procedência, profissão, o que vieram fazer, por quanto tempo e até o hotel em que se hospedavam no Rio. Dava-se especial atenção aos estrangeiros. Na época os grandes jornais mantinham repórteres-setoristas no aeroporto do Galeão, principal porta de entrada daqueles que desembarcavam na cidade maravilhosa, de fato maravilhosa, pois a violência urbana ainda não batia à sua porta nem batia em você.

O Globo, regido por mestre Evandro Carlos de Andrade, decidiu não ficar na rabeira e mandou-nos criar uma seção igual. Nasceu Estão no Rio, tão informativa quanto a original, embora não tivesse lugar cativo: ciganeava, ao sabor da diagramação, numa das páginas da editoria de Cidade, em cuja bancada sentavam-se expoentes jornalísticos e literários como o novelista Agnaldo Silva e o poeta e dramaturgo Tite de Lemos, sob a direção de José Gorayeb.

Mas a cidade maravilhosa, para desprazer mundial, começou a mostrar sua face diabólica; Evandro e o seu êmulo do JB, mestre Alberto Dines, resolveram de comum acordo extinguir as colunas, depois que ficou demonstrado que elas, inocentemente, serviam ou podiam estar a serviço de criminosos. De quebra, eram também as duas seções um guia prático e confiável para uma antiga ocupação que se sofisticava na figura da acompanhante. Ambas as colunas chegavam à delicadeza de acrescentar no pé do hóspede: “Viaja só” ou “Veio acompanhado da mulher e filhos”. Essa minúcia informativa foi motivo de queixa de hoteleiros da cidade, todos fariseus, aos doutores Nascimento Brito e Roberto Marinho, os capitães da imprensa, como se dizia. Foi fatal. Coitada das meninas, perderam.

Hóspedes da cidade não foi uma invenção do JB e nem o concorrente a copiou dele; colunas desse tipo existiam há décadas nos Estados Unidos, cuja imprensa é a mãe de todas as outras consideradas modernas, em todos os lugares, exceto, claro, em Cuba, Coréia do Norte, na Albânia de então e por aí afora. O clássico The New York Times deixou de publicá-la mais ou menos na mesma época em que elas morreram no Rio de Janeiro; a violência urbana havia se alastrado como peste e a imprensa não podia ofertar munição com a inocência contida numa coluna lida com natural curiosidade num tempo em que interessava ao leitor comum saber de alma limpa quem visitava sua cidade e em qual hotel chique se hospedava. A violência se globalizou muito antes de a informação fazer o mesmo. Hoje são os próprios viajantes que postam no Facebook a cidade de suas férias e de seus negócios; e, vaidosos ou exibicionistas, publicam a selfie com a praia de Ipanema ou o Pão de Açúcar ao fundo. Irão vê-los só os amigos da sua lista, vaidosos e exibicionistas como eles, e, claro, internautas criminosos à espreita de um assalto ou de uma mulher para namorar e roubar, quiçá matar.

Mesmo se tiver êxito, como todos torcem, a política vigorosa do marshall Sérgio Moro e do xerife local Wilson Wintzel contra a violência brutal no Rio de Janeiro, é difícil a coluna Hóspedes da cidade voltar às páginas dos jornais; não conseguirá atrair leitores diante da concorrência das redes sociais que informam on line o desembarque imediato do figurão objeto de interesse do leitor comum de décadas analógicas.

Como nossa matéria é de memória, relembro outra coluna fixa que desapareceu, também do tempo em que este memorialista exercia o jornalismo diário; estampava um título variado de jornal para jornal, de revista para revista, mas aquele que permaneceu foi o de O Globo, por traduzir diretamente o objetivo: “Que fim levou?” Discorria sobre uma celebridade ou quase celebridade; alguém que num momento havia gozado seus quinze minutos de glória e não era mais visto nos palcos, no rádio, na TV, nos campos de futebol, no cinema, raríssimas vezes na política. Cantores que fizeram sucesso em 78 rotações por minuto e não se adaptaram à modernidade dos LPs e aos ritmos importados, esses eram fregueses da coluna, assim como medíocres jogadores de futebol que um dia, numa tarde de muito sol e muito azar de um goleiro famoso, fizeram o Maracanã gritar seus nomes. “Que fim levou?” contava tudo: o destino infeliz, a paz de uma casinha no subúrbio ou a vida boa como Deus é servido na aposentadoria discreta e merecida.

Poucos políticos que no passado tiveram alguma relevância eram alvo da curiosidade dos repórteres destacados para escrever a vida que eles então levavam na atualidade dos anos 60 e 70. Se a memória não me trai, lembro apenas de um, cujo nome já me escapa; era um padre secular que havia sido vereador por alguns mandatos nos anos da Gaiola de Ouro, como então se dizia com desdém da Câmara Municipal do Rio. Ou seria ele de Nicteróy? Eta memória que trai o memorialista! Guardei, no entanto, que o biografado foi um bom sacerdote e um bom político, eis um currículo invejável.

O fato importante é que a coluna que falava dos esquecidos ou desaparecidos da vida pública, desapareceu ela também da grande imprensa brasileira. Mas seu objetivo sempre será contemporâneo de qualquer época, porque uma coluna de jornal pode morrer, mas a curiosidade pela vida alheia jamais terá fim. Sempre haverá um Adão e uma Eva para perguntar: “Onde fica o pé de maçã?”. Ou aquele vizinho mal-humorado que lhe pergunta: “Onde anda aquele filho da pê?”.

Portanto, ao contrário da coluna “Hóspedes da cidade”, essa que tratava da vida de antigas celebridades está com boas chances de uma ressurreição. Daqui a uns bons quatro anos, duração de um mandato presidencial e de uma legislatura na Câmara Federal, e de meio mandato no Senado, quem sabe volte a ocupar as páginas dos jornais e revistas a saudosa coluna “Que fim levou?”

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