Começou em Vargem Grande o festejo de São Sebastião

Como acontece todos os anos, a Igreja Católica de Vargem Grande, homenageia o Santo Padroeiro São Sebastião com o novenário que se inicia dia 11 e vai até o dia 20 de janeiro de cada ano.

Esse ano de 2019 a comunidade católica escolhida para que os devotos levassem a imagem do Santo soldado, foi o Bacuri dos Pires. Onde durante todo o dia populares puderam pagar as suas promessas e fazerem suas devoções ao Santo. Muitos em uma demonstração de fé e amor ao Santo, fizeram um bom percurso a pé.

A chegada este ano atrasou um pouco, mais assim mesmo, os devotos não arredaram o pé da romaria que a cada ano vem aumentando o número de Fieis.

Diferentemente de anos passados, onde só se fazia o levante do mastro, depois da chegada do Padre Antonio Carlos, o movimento melhorou com essas romarias que o povo participa cada vez em maior número.

Toda a comunidade está de parabéns. Continuaremos nos dias que seguem, fazendo preces e pedindo a intercessão de São Sebastião junto ao nosso DEUS para que nos ajude e nos proteja nessa caminhada terrena.

Motoqueiro bate na traseira de Caminhão no centro de Vargem Grande

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Ilustração

Era aproximadamente 9 hs da manha de hoje 11/01, quando o caminhão de cor branca de placas PIC 6547 de terezina – Pi,   dirigido pelo motorista Francisco Reinaldo de Sousa de 55 anos, conhecido como Bola Cheia do Feijão, foi batido na traseira pelo motoqueiro Lucas William de Freitas Silva.

Segundo testemunhas, e vídeo que circula nas redes sociais, o motorista parou nas proximidades do comercio Wagner construções, na avenida Castelo Branco, centro de Vargem Grande, sendo seguido por outros dois motoqueiros que também pararam um ao lado do outro, por trás do caminhão, quando inesperadamente, surge em alta velocidade o Lucas que bateu na traseira do veículo e caiu no chão, sendo imediatamente socorrido por uma ambulância do Hospital municipal que foi acionada por populares.

A Vítima sofreu escoriações e existe suspeita que tenha fraturado uma perna. Nesse momento a vítima se encontra no setor de raio-x, e após esse procedimento é que os médicos vão avaliar a gravidade das lesões e decidirem se vão manda-lo para São Luis.

O motorista nos informou que faz entrega de produtos em Vargem Grande, a mais de duas décadas, sendo conhecido pela maioria dos comerciantes locais.

PASSAGEIRO DE UBER É PRESO AO PRESTAR ESCLARECIMENTOS SOBRE O ASSASSINATO DE MOTORISTA NA LIBERDADE

A Polícia Civil do Maranhão,  através da Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP) cumpriram mandado de prisão   em desfavor de Sony Anderson Silva de Oliveira, de 20 anos.

Ele foi intimado a comparecer na Delegacia de Homicídios para prestar esclarecimentos acerca do assassinato de Edmilson Pimenta Azevedo, motorista de Uber, no último domingo (6), por volta das 20h30.

Foi verificada a existência de mandado de prisão de sentença condenatória contra Sony Oliveira por crime de roubo, emanada pela 4°  Vara Criminal de São Luís.

Pelas informações da polícia, ele poderia ser o alvo dos disparos efetuados pelo assassino do motorista.

Após os procedimentos de praxe, o preso foi encaminhado ao sistema penitenciário, onde ficará a disposição da justiça.

Três pessoas da mesma família são baleadas dentro de residência em Santa Luzia/MA

Três pessoas da mesma família são baleadas dentro de residência em Santa Luzia/MA

Por volta das 22:00h desta quinta-feira (10/01), na rua do Chafariz, Vila São Paulo em Santa Luzia/MA, um homem invadiu uma residência no referido endereço e efetuou vários disparos atingindo três pessoas sendo elas, um jovem identificado por Mateus, seu irmão ainda  não identificado e uma idosa avó dos rapazes.

Informações ainda não oficiais são de que a tentativa para os homicídios pode ter sido motivada por vingança.

As vítimas foram socorridas, levadas ao Hospital Municipal (SPA) e encaminhadas para o Hospital Macro Regional em Santa Inês. Fonte Francisco Vale

Aguarde mais informações…

MONSTRO | Jovem desaparecida é encontrada morta e enterrada em uma casa na cidade de Barreirinhas; ex-namorado está preso

O corpo de uma jovem identificada como Magda Carvalho Oliveira, de 25 anos, foi encontrado na tarde desta quinta-feira (10) enterrado no quintal da residência do ex-namorado dela no bairro Cidade Nova, em Barreirinhas, a 250 km de São Luís.
De acordo com informações do comandante do Batalhão de Polícia Militar de Turismo (BPTur) em Barreirinhas, capitão Giuseppe Ramon Garcez, ela teria sido levada por um mototaxista na última terça-feira (08) para fazer algumas cobranças. Ela trabalhava em uma ótica na cidade, e não retornou para casa.
Nesta quinta-feira (10) a Polícia Civil capturou o ex-namorado dela, Wellison Farias Martins, de 22 anos, e com ele foi encontrado o celular da vítima já formatado.
Durante diligências das Polícias Civil e Militar, além do Corpo de Bombeiros, onde foi escavado parte do quintal que estava com areia fofa, como se tivesse sido mexido há pouco tempo, foi encontrado o corpo. Magda Carvalho estava com as mãos amarradas para trás e o pescoço enrolado com um pano, com sinais de esganadura.
A Polícia Militar fez o isolamento da área e a Polícia Civil, sob comando do delegado regional Cristiano Morita, acionou legistas do Instituto Médico Legal (IML) que vão identificar a causa da morte.
O laudo da perícia deve sair nos próximos dias. O crime atraiu a atenção de muitos curiosos até o local.

Intervencionismo judiciário

FÁBIO PRIETO

Ao lado dos juízes da Operação Lava Jato – que poderia, por seus aspectos positivos, ser chamada de Operação Lava Democracia –, o eleitor terá a oportunidade de fazer, em sucessivas eleições, a substituição paulatina de alguns integrantes dos Poderes Legislativo e Executivo que desonram os mandatos. Mas é preciso considerar que muitas das causas que levaram ao rebaixamento institucional dos Poderes Executivo e Legislativo, incluída a conversão do presidencialismo de coalização em presidencialismo de corrupção, também abriram as portas do governo sem limites, no sistema de Justiça, para uma nova elite, talvez mais resistente aos ventos da mudança.

Das boas intenções do Banco Mundial, e seu diagnóstico correto sobre a necessária modernização do sistema de Justiça, a reforma do Judiciário de 2004 só aproveitou o ciclo político para reforçar o patrimonialismo, a política de compadrio, o gigantismo estatal e outros velhos inimigos do progresso. Duas estratégias consolidaram o modelo de mandonismo judiciário.

A primeira foi a criação de uma máquina burocrática tentacular, para manter a magistratura séria e trabalhadora sob controle e intimidação difusa. A segunda, a adoção, nos julgamentos, de uma “hermenêutica dos novos tempos”.

Para sustentar a maior e mais cara estrutura de fiscalização e controle judiciário do mundo, com quatro Conselhos de Justiça, a reforma do Judiciário de 2004 escolheu o indefeso cidadão. A imensa burocracia, vulnerável à sindicalização da magistratura, foi combinada com a adoção da principiologia jurídica, sistema de interpretação que, nos julgamentos, subordina o valor coletivo e democrático da lei ao sentimento autocrático do ativismo de toga.

A substituição da lei pelo cesarismo judiciário torna descartável a vontade de milhões de cidadãos. Basta insultar a fé, as crenças e os valores da maioria dos brasileiros, como fonte de estatuto normativo reacionário e atrasado, e aplicar o princípio iluminado na alma do despotismo de toga.

A combinação explosiva do maior e mais caro sistema de fiscalização e controle judiciário do mundo, com o direito fundamentalista da militância de toga, sujeitou o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) à potencial condição de superministério judiciário, sem controle social.

Principal responsável pela falta de cumprimento do teto constitucional de vencimentos, com prejuízo de bilhões nas contas públicas, o CNJ foi instituído num modelo que o torna suscetível à tentação autoritária de formulador de políticas públicas, interventor estatal em setores econômicos, sem nenhuma legitimidade constitucional.

O direito à saúde é exemplar. Há alguns anos os julgadores dos “novos tempos” começaram a decidir a questão com base em princípios vagos, em sentenças de puro messianismo, sem nenhuma referência às finitas fontes econômicas de financiamento. Em pouco tempo, disseminou-se no sistema de Justiça uma espécie de socialismo da distribuição de medicamentos, sem que a sociedade brasileira jamais tenha deliberado sobre tão brusca alteração política.

Quando a principiologia jurídica elevou a conta à casa dos bilhões de reais, comprometendo parte significativa da gestão da saúde em vários níveis de governo, o CNJ resolveu assumir o papel de formulador de política pública no setor.

Mas essa fórmula de governança nunca esteve, não está, nem deverá figurar na Constituição federal. Formuladores de políticas públicas nas democracias são os representantes eleitos pelo povo. O exercício desse alto poder dirigente está submetido às discussões transparentes e plurais dos Poderes Legislativo e Executivo, com pautas bem definidas, nos três níveis de governo.

Não obstante, “após realizar dois encontros nacionais, o Fórum da Saúde ampliou sua área de atuação para incluir a saúde suplementar e as ações resultantes das relações de consumo”, informa o site do CNJ.

Qual a legitimidade constitucional desse Fórum de Saúde do CNJ, cujos integrantes são escolhidos por critérios que nunca foram discutidos pelo povo ou por seus representantes legítimos? Qual o limite do mandato que não está na Constituição? A que tipo de atuação, constrangimentos normativos ou regulações podem ser submetidos o setor privado e os representantes do povo – ministro, secretários estaduais e municipais da Saúde –, os únicos gestores legítimos do sistema de saúde?

Essa intervenção estatal judiciária é ainda mais inquietante se lembrarmos que no mesmo período de depredação institucional não apenas os Poderes Legislativo e Executivo foram fragilizados, mas o dogma número um de proteção do investidor – a separação entre o patrimônio da empresa e o do empresário – foi sistematicamente vilipendiado pelos militantes de toga.

Nos tempos do capitalismo de compadrio, os poucos campeões nacionais sustentados pelo dinheiro público quase não foram incomodados pelo sistema de Justiça, com a exceção da Operação Lava Jato. Mas para alimentar o caixa direcionado a esses poucos, milhares de empresários genuínos, confrontados por toda ordem de dificuldades, tiveram o patrimônio pessoal liquidado, por força de regras jurisprudenciais exóticas, manifestamente contrárias à Constituição.

É certo que a solução definitiva para todos os problemas criados pela reforma do Judiciário de 2004 só virá com a realização de uma verdadeira mudança no sistema de Justiça. No sentido liberal da democracia, da livre-iniciativa e do valor social do trabalho.

Mas por ora é necessário que a magistratura séria e trabalhadora, os novos representantes eleitos pelo povo, nos Poderes Executivo e Legislativo, e o empresariado recusem qualquer arranjo inconstitucional, extravagante, derivado da combinação de uma burocracia interventiva custosa com a autoritária hermenêutica da principiologia jurídica.

Fábio Prieto é desembargador federal e ex-presidente do TRF-3