“Daremos início à Lava Jato da Educação”, confirma Bolsonaro

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O presidente Jair Bolsonaro (PSL) confirmou, na sexta-feira 15, pelo Twitter, que o governo federal pretende deflagrar a já chamada “Lava Jato da Educação”.

O nome foi batizado pelo ministro Ricardo Vélez, e tem como objetivo apurar indícios de corrupção, desvios e outros tipos de atos lesivos à administração pública no âmbito do MEC e de suas autarquias nas gestões anteriores.

“Muito além de investir, devemos garantir que investimentos sejam bem aplicados e gerem resultados. (…) Daremos início à Lava Jato da Educação!”, disse Bolsonaro.

Na última quinta-feira 14, Vélez e os ministros da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, e da Controladoria-Geral da União (CGU), Wagner Rosário, além do advogado-geral da União, André Mendonça, assinaram um protocolo de intenções para dar início aos trabalhos.

O diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, também participou da reunião.

“É apenas o primeiro passo!”, reforçou Bolsonaro na rede social.

Segundo divulgado pelo MEC, a pasta já identificou favorecimentos indevidos no Programa Universidade para Todos (ProUni), desvios no Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), envolvendo o sistema S, concessão ilegal de bolsas de ensino a distância e irregularide 

O total preenchimento das vagas do Mais Médicos por brasileiros revela outra falcatrua do PT 16/02/2019 às 22:31

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Ué?!

As esquerdas dizendo que os médicos brasileiros eram “mauricinhos” e “patricinhas”, que “não aceitavam ir para os rincões”.

Desde 09h00 da última quarta-feira (13), todas as vagas do programa Mais Médicos foram ocupadas pelos “pequenos burgueses”.

E agora?!

A propósito, a amiga e editora Rosana Martinelli faz uma importante visita à memória de 2013: naquele ano, os médicos brasileiros reclamaram que não estavam conseguindo se cadastrar no programa, sendo possível apenas quando utilizavam um IP fora do Brasil. Por que será, né?!

“Pensei que a população ia ficar desassistida… Que coisa curiosa, o que aconteceu com as inscrições de brasileiros em 2013? Será que o processo foi fraudado? Será? Lembro de muitos colegas falando que não conseguiram se inscrever e problemas no site…

No link abaixo a notícia dos problemas que nunca foram explicados e deixaram médicos brasileiros fora do programa na época.

EM SITE, CRÍTICAS DE PROBLEMAS DE INSCRIÇÕES AO MAIS MÉDICOS

‘Estão bloqueando as inscrições dos médicos brasileiros. Assim como eu, tenho vários colegas na mesma situação, que só estão conseguindo fazer a inscrição com IPs de computadores de fora do Brasil’

É… nós médicos brasileiros, burgueses horrorosos que não queríamos ir atender em regiões carentes, criaturas medonhas e capitalistas que não gostamos de ‘apalpar’.”

Caminhonete aquaplana e capota na BR-222, próximo à Itapecuru Mirim

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Por volta das 14h30 de sábado (16), no km 202,3 da BR-222, a aproximadamente dois quilômetros da cidade de Itapecuru Mirim/MA, uma  caminhonete derrapou, saiu de pista e capotou. Ninguém se feriu.
O condutor dirigia sob forte chuva uma caminhonete Triton Sport, de cor branca, no sentido decrescente da via (de Itapecuru para Vargem Grande), quando o veículo aquaplanou, saiu de pista e capotou dentro do mato. Chovia torrencialmente no momento do acidente.

O veículo pertence a empresa pública Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF),  presidida no Maranhão atualmente por Jones Braga, que já foi prefeito da cidade de Nina Rodrigues.
Os dois ocupantes do veículo não se feriram.

ERNESTO ARAUJO Pro patre

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A matéria da Folha de São Paulo de 12/2 intitulada “Procurador-geral, pai do chanceler Ernesto Araújo dificultou extradição de nazista” me dá a oportunidade de falar da memória de meu pai, Henrique Fonseca de Araújo, que, se fosse vivo, estaria completando 106 anos justamente hoje, 16 de fevereiro.

Com apenas 17 anos meu pai juntou-se às tropas gaúchas na Revolução de 30, para derrubar o regime oligárquico e retrógrado da República Velha. Pouco depois, ao ver o regime de Getúlio Vargas enveredar para a ditadura, rompeu com essa linha e tornou-se um antigetulista pelo resto da vida. Foi sempre um antifascista (opondo-se ao Estado Novo e ao integralismo) e um anticomunista. Fez carreira no Ministério Público, que interrompeu em 1946 para ser Deputado Estadual no RS por quatro mandatos seguidos, pelo Partido Libertador, tornando-se adversário ferrenho, na Assembleia estadual, de figuras nefastas da política brasileira, como Leonel Brizola e João Goulart. Vendo que o Brasil rumava para o abismo de uma ditadura comunista ao estilo cubano, apoiou a Revolução de 1964 na primeira hora e, apesar de civil, apresentou-se num quartel do interior do RS para pegar em armas contra Brizola e em favor do movimento de 31 de março, no momento em que se acreditava que haveria uma guerra civil, felizmente evitada. Acreditou que o caminho para a democracia e a liberdade no Brasil passava pela luta contra a subversão comunista, ao mesmo tempo em que sempre defendeu a manutenção de instituições republicanas ao longo do regime militar.

Em 1975 foi nomeado Procurador-Geral da República e ao longo dos quatro anos seguintes promoveu a independência do Ministério Público, ao mesmo tempo em que defendia a União nos Tribunais Superiores, pois à época ainda não existia a Advocacia Geral da União, cujas funções eram exercidas pelo PGR. Propugnou sempre pela legalidade e respeito às normas vigentes – o que contribuiu muito para que o Brasil tivesse um ordenamento jurídico estável nesse período, de forma tão diversa de regimes autoritários aos quais erroneamente se compara o regime de 1964. Nesse quadro foi que emitiu o parecer de que trata a matéria da Folha que, conforme se depreende da própria matéria, não visou a defender um foragido nazista, e sim o estado de direito, pois o que apontava eram as insuficiências processuais no pedido de extradição, sem qualquer contestação dos crimes cometidos pelo acusado.

Meu pai foi a favor da abertura iniciada por Geisel. Mais tarde, participamos juntos de passeatas pelas Diretas Já. Era um espírito independente, livre, destemido, às vezes inocente na sua fé no futuro imenso do Brasil.

Criou-me no conhecimento dos horrores tanto do nazismo quanto do comunismo, como também no respeito à lei, no amor ao próximo e no amor à pátria, no apego ao trabalho e na fé em Jesus Cristo. Cada vez que recito o credo lembro-me de sua voz dizendo “Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro…”

Lembro-me de meu pai contando episódios da II Guerra Mundial como se os tivesse vivido, com um envolvimento íntimo de amante da liberdade, e não apenas acompanhado pelo rádio. Admirava os ingleses, os americanos, evidentemente os pracinhas da FEB e a França Livre de De Gaulle, e dizia sempre “os aliados” isto, “os aliados” aquilo – e essa palavra ganhou para mim uma dimensão de urgência épica, quase mística, e não apenas episódios militares. Até hoje quando o ouço na memória dizendo “os aliados” sindo um arrepio. Queixava-se da decisão de Roosevelt de desembarcar na Normandia e não nos Bálcãs (como queria Churchill para barrar o caminho da União Soviética e chegar à Alemanha pelo leste, ao menos segundo a interpretação dele), lamentando esse erro e a consequente dominação comunista da Europa Oriental como se fosse uma tragédia pessoal.

Lembro-me de vê-lo quase chorar de emoção certa vez quando assistíamos o filme Casablanca, na cena onde os frequentadores do bar Rick’s começam a cantar a Marselhesa, calando os oficiais alemães que cantavam canções nazistas. Depois ele me ensinou a cantar eu mesmo toda a Marselhesa, esse “hino guerreiro”, como ele dizia, de um patriotismo universal que também me emociona até hoje com o seu “Amour sacré de la patrie…”

Lembro-me especialmente de uma vez, em 1973, quando eu, após assistir a algum noticiário sobre a Guerra do Yom Kippur, cheguei na sala vibrando com o avanço das tropas egípcias e sírias e anunciei: “estou torcendo pelos árabes”. Meu pai suspirou, sentou-se, puxou-me para perto e disse: “Filho, deixa eu te contar.” Disse-me que Israel era um pequeno e bravo país cercado àquela época de inimigos, um país que lutava pela sua sobrevivência, formado por um povo que havia sofrido as piores coisas ao longo da história. Falou-me um pouco do passado do povo judeu e da criação de Israel como esperança desse povo de finalmente viver em paz. Não me disse para torcer por este ou aquele, apenas me pediu para pensar. Engoli em seco e nunca mais me esqueci.

Na PGR, meu pai atuou contra Lula nos primórdios da carreira dessa figura (considerava que a politização das greves no ABC promovida por Lula era ilegal) e contra Paulo Maluf (ao procurar anular a votação tida como fraudulenta que levou Maluf ao governo de São Paulo pela primeira vez). A Folha poderia examinar e estudar todos os seus milhares de pareceres, discursos, palestras, aulas emanados de mais de seis décadas de vida pública na carreira jurídica, política, acadêmica e jornalística. Creio que aprenderiam muita coisa. Veriam formar-se a figura de um homem de caráter. Eu assinaria embaixo de cada um desses pareceres e discursos, defenderia e defenderei cada linha que ele jamais escreveu, cada palavra que jamais pronunciou, pois sei que todas provinham do mesmo coração cheio de amor e coragem.

Quando eu tinha uns 11 anos, meu pai me deu um quadrinho com o poema “If” de Rudyard Kipling, na tradução de Guilherme de Almeida. Já não sei onde está o quadrinho, mas este é o poema:

Se

Se és capaz de manter tua calma, quando Todo mundo ao redor já a perdeu e te culpa, De crer em ti quando estão todos duvidando, E para esses no entanto achar uma desculpa;

Se és capaz de esperar sem te desesperares, Ou, enganado, não mentir ao mentiroso, Ou, sendo odiado, sempre ao ódio te esquivares, E não parecer bom demais, nem pretensioso;

Se és capaz de pensar – sem que a isso só te atires, De sonhar – sem fazer dos sonhos teus senhores, Se, encontrando a Desgraça e o Triunfo, conseguires, Tratar da mesma forma a esses dois impostores;

Se és capaz de sofrer a dor de ver mudadas, Em armadilhas as verdades que disseste E as coisas por que deste a vida estraçalhadas, E refazê-las com o bem pouco que te reste;

Se és capaz de arriscar numa única parada, Tudo quanto ganhaste em toda a tua vida E perder e, ao perder, sem nunca dizer nada, Resignado, tornar ao ponto de partida;

De forçar coração, nervos, músculos, tudo, A dar seja o que for que neles ainda existe, E a persistir assim quando, exausto, contudo, Resta a vontade em ti, que ainda te ordena: Persiste!

Se és capaz de, entre a plebe, não te corromperes, E, entre Reis, não perder a naturalidade, E de amigos, quer bons, quer maus, te defenderes, Se a todos podes ser de alguma utilidade,

Se és capaz de dar, segundo por segundo, Ao minuto fatal todo valor e brilho, Tua é a Terra com tudo o que existe no mundo, E – o que ainda é muito mais – és um Homem, meu filho!

Suposta candidata laranja do PRB de Cléber Verde gastou R$ 600 mil com santinhos e obteve 161 votos

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A crise que envolve o ministro Gustavo Bebianno, da Secretaria-Geral da Presidência, tem como origem a suspeita de que o PSL, partido de Bebianno e do presidente Jair Bolsonaro, usou candidaturas laranjas nas últimas eleições.
Um levantamento do Jornal Nacional revela que ao menos 51 candidatos a deputado federal e estadual, de 18 partidos, podem ter servido como laranjas para que as legendas desviassem recursos de fundos públicos.
Até hoje tem cartaz de candidato espalhado pelas ruas. No Maranhão, teve candidato que usou dinheiro público para confeccionar mais santinhos de campanha do que a população do estado inteiro.
O estado tem sete milhões de habitantes. Em São José de Ribamar, na região metropolitana de São Luís, a candidata a deputada estadual Marisa Rosas, do PRB, mandou fazer nove milhões de santinhos. De acordo com prestação de contas à Justiça Eleitoral, ela gastou quase R$ 600 mil com campanha. Teve apenas 161 votos.
Além dos milhões de santinhos, ela confirmou que mandou fazer 1,250 milhão de bottons.
Perguntada se era muito material para pouca gente, Marisa Rosas respondeu: “Pode se dizer que sim, se você está mensurando a quantidade do Maranhão, pode até se dizer. Mas na hora, a gente não trabalha somando. A mesma coisa do santinho”.
Marisa Rosas disse que confiou nos colegas de partido do PRB para contratar as três gráficas que receberam só dela R$ 540 mil. Marisa disse que confiou na gráfica.
“Não só na gráfica, porque a gráfica mandava entregar no diretório, na central do partido”.
Uma das gráficas fica em Tuntum, a 450 quilômetros de São Luís. Lá, segundo a prestação de contas, Marisa pagou R$ 460 mil. A gráfica, que pertence a um filiado ao partido, recebeu outros R$ 580 mil para confeccionar material de campanha para o deputado federal Cléber Verde, presidente do diretório estadual do PRB.
Cabe ao presidente do diretório participar da decisão sobre onde são aplicados os recursos eleitorais.
O dinheiro que financia as campanhas políticas vem de dois fundos: o partidário banca a estrutura dos partidos e também candidaturas e distribuiu R$ 888 milhões aos partidos em 2018; o fundo eleitoral, criado após a proibição das doações por empresas, deu mais de R$ 1,7 bilhão. Tudo dinheiro público, mais de R$ 2,6 bilhões – dinheiro do contribuinte que vai para as mãos de milhares de candidatos.
O deputado federal Cléber Verde, do PRB, declarou que os recursos da cota de mulheres foram usados única e exclusivamente nas campanhas delas; que a gráfica foi escolhida pela qualidade e pelo preço acessível; que Marisa das Rosas é militante do partido; e que o resultado de uma eleição é imprevisível para qualquer candidato.
O TRE do Maranhão declarou que a prestação de contas de Marisa Rosas está sendo analisada.

Via Gilberto Lima

Motorista de transporte escolar é preso por suspeita de pedofilia no MA

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Um homem identificado como Alécio Xavier Dias, de 36 anos, foi preso na sexta-feira (15) suspeito de abusar sexualmente de uma criança em Balsas, a 810 km de São Luís. Segundo a Polícia Civil, ele usava um veículo particular para transportar cerca de 22 alunos para as escolas do município.

De acordo com a polícia, o motorista trocava mensagens de conteúdo pornográfico, inclusive fotos e vídeos com uma criança de apenas 10 anos de idade que era uma passageira. A denúncia foi feita pelos avós da menina que tiveram acesso ao conteúdo que estava gravado no tablet usado pela criança.

Alécio Xavier Dias usava um veículo particular para transportar cerca de 22 alunos para as escolas do município.  — Foto: Reprodução/ TV Mirante

Alécio Xavier Dias usava um veículo particular para transportar cerca de 22 alunos para as escolas do município. — Foto: Reprodução/ TV Mirante

Segundo o delegado regional de Balsas, Fagno Vieira, no aparelho celular de Alécio também foram encontradas provas do crime. “Ele também vai ser indiciado pelo crime de aliciar, assediar e de induzir criança a produzir vídeos e cenas de conteúdo pornográfico. A criança estava sendo induzida por ele e ele armazenava essas imagens no seu aparelho celular”, explicou.

Durante as investigações, a polícia descobriu que o veículo utilizado pelo motorista não tinha autorização para realização de transporte escolar. A polícia continua nas investigações para saber se outras crianças foram vítimas de Alécio.

Veículo utilizado pelo motorista não tinha autorização para realização de transporte escolar.  — Foto: Reprodução/ TV Mirante

Veículo utilizado pelo motorista não tinha autorização para realização de transporte escolar. — Foto: Reprodução/ TV Mirante

G1

HILDEBERTO ALELUIA 1964…. 1968….

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Enquanto Moscou e Havana formavam os guerrilheiros a América Latina e a África se desintegravam, institucionalmente. Aqui, na América do Sul, os países viviam numa ebulição politica sem precedentes. Nós, brasileiros, saíamos da euforia desvairada do governo Juscelino Kubistchek, marcado pela sigla JK, ou o slogan 50 ANOS EM CINCO e entravamos na era Jânio Quadros eleito pelas urnas do ano de 1960 com a promessa de varrer a corrupção. Seu símbolo era a vassoura. Che Guevara pontificava sob a bandeira do pan-americanismo emoldurado no retrato de uma entidade chamada Organização Pan Americana, a ponto de ser condecorado, no Palácio do Planalto, pelo governo Jânio Quadros, tido como de Direita.

O governo Jânio Quadros duraria pouco: oito meses. Perdido e sem rumo seu governo acabou em pouco menos de um ano sob uma renuncia cheia de interpretações rocambolescas a esconderem a precipitação e a loucura do personagem. A elite intelectual e capitalista estava com ele. Realizando concessões à direita e à esquerda chegou a um ponto que o País ficou ingovernável. Camuflou a incompetência e despreparo numa carta de renuncia até hoje inexplicável. Levou para o túmulo as dúvidas e o imbróglio protagonizado por ele e que jogou o País no movimento de 1964.

Com a renúncia do Jânio Quadros assumiu seu Vice o João Goulart. O Congresso Nacional já estava totalmente contaminado e povoado pelos interesses da Esquerda. Fora dele uma poderosa Republica Sindical pontificava entranhada em todos os setores do governo e da sociedade. Goulart socorria-se deles por conveniência e oportunismo para equilibrar seu governo. Trefego e envolvido por um Congresso formado por uma elite também sem rumo sua gestão desaguou no Parlamentarismo.

De 1961 a janeiro de 1963 o Brasil foi governado por três gabinetes parlamentaristas marcadamente de Esquerda. Ela se espraiava por todos os cantos e sob varias formas. Da igreja, passando pelo Congresso, pela mídia e no Executivo. O Brasil estava pronto para cair nas mãos do regime marxista. Ou melhor, já estava quase nele.

Através de um plebiscito realizado em janeiro de 1963 o governo Goulart recuperou a autonomia do presidencialismo numa outorga expressa dos eleitores brasileiros. A situação do país já era degradante, tanto do ponto de vista político quanto econômico. De janeiro de 1963 até março de 1964 o Brasil se tornou a terra do caos. Greves ininterruptas, escândalos sucessivos, convulsões sociais e um quadro socioeconômico cada vez mais fora de controle. A elite politica percebendo a gravidade a partir de janeiro de 1964 começa a rondar os quarteis. A classe média, fortíssima, foi para as ruas manifestar oposição ao governo Goulart e clamar por uma solução, qualquer, para salvar o país.

A situação do Brasil era tão desesperadora que em março de 1964 os militares começaram a movimentar tropas. Goulart foi embora para o sul do país e de lá para o Uruguai. Milagrosamente fez-se uma revolução sem tiros, sem mortes, sem vítimas.

Militares e políticos se concentraram na figura do Marechal Castelo Branco. Ele foi eleito pelo Congresso Nacional Presidente do Brasil. A Esquerda, com o apoio de Havana e Moscou, perderia de novo a chance de governar o Brasil. Dessa vez ela ficaria de fora por longos 30 anos. De fora do Poder. No Congresso Nacional e na máquina do governo ela sempre reinou. E aí veio 1968 com muito sangue e guerra. No próximo artigo saberemos mais.

Seria a Vargem Grande uma nova Babel?

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O homem primitivo comunicava-se por desenhos nas paredes das cavernas e por meio de sinais. Os portadores de necessidades especiais em alguns casos, também se comunicam através de sinais.

Veio o tempo dos papiros, e a comunicação foi se aprimorando. Veio o Jornal escrito, o rádio, a televisão, e a menina dos ovos de ouro da comunicação no século atual é a internet.

Tudo isso contribuiu e continua contribuindo para nos comunicarmos uns com os outros. Partindo do princípio que o ser humano é um ser sociável e por conseguinte precisa da comunicação, como meio de expressar seus sentimentos em qualquer esfera da vida, com base nos últimos acontecimentos, chego a pensar, que Vargem Grande, não faz parte desse mundo atual.

Algumas postagens feitas por nós nesse espaço, sem acusações, mas com cobranças, sugerimos em alguns momentos, que membros do governo municipal nos esclareçam os motivos do fechamento ou até da implosão de prédios públicos onde funcionaram escolas. Nenhuma resposta nos foi dada. Não a mim individualmente. Longe de mim tal presunção. Mas uma explicação pública, pois afinal, todos esses órgãos envolvidos nessa discussão, fazem parte do patrimônio público municipal. E portanto, pertencem ao povo.

Por último, e é bom lembrar, o governador Flávio Dino no período de campanha, esteve em Vargem Grande e anunciou que havia assinado uma ordem de serviço para a reforma das escolas Santos Dumont e Raulina, que estavam em situação precária e sem condições de continuar funcionando. A ordem de serviço foi apenas uma ordem, mas o serviço de reforma não aconteceu.

Como se não bastasse, ouço por rádio local, a convocação dos alunos das duas unidades escolares para comparecerem nas referidas escolas, pois as mesmas irão funcionar no período da noite.

Não entendo mais nada. Por que também não funciona durante o dia? Alunos do centro da cidade são obrigados a se deslocarem a pé e com um sol escaldante para a unidade escolar Conceição Carvalho, que fica a aproximadamente 2 Kms da sede. Tudo isso acontecendo e ninguém ler, ouve, ou ver uma nota pública oficial, dos Órgãos envolvidos nessas questões.

E como diz a canção: ” Tudo isso acontecendo e eu aqui na praça dando milho ao pombos”.

Em conversas de rua, ouve-se a informação, que as escolas estaduais, terão suas reformas iniciadas em agosto. Seria a gosto de DEUS?

O fato é que o dono do patrimônio Público, o povo, não toma conhecimento oficialmente de nada. É como se um gerente de loja, não informa-se ao proprietário do estabelecimento o que iria fazer dentro da empresa.

Será que estão nos comunicando e não estamos entendendo a mensagem, como na construção da Torre de Babel? Ou pensam que somos meros figurantes, idiotas e imbecis que habitamos essa porção de terra chamada Vargem Grande?

Alguém precisa tomar a palavra e dizer que fins darão ao nosso patrimônio. Governadores, prefeitos e secretários, administram o patrimônio público, mas é preciso que tenham consciência, que não são propriedades suas.

PERCIVAL PUGGINA Pelo fim da PEC da Bengala

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Num vídeo, vejo o atual presidente do STF, em palestra realizada no ano de 2014, discorrendo com enorme naturalidade sobre um crime de supressão de documentos ocorrido sob suas barbas. Na TV, fico sabendo que, sob múltiplos apelos, a CPI Lava Toga foi morar no arquivo do Senado. Nas redes sociais, informam-me que o Supremo começa a deliberar sobre ações envolvendo aborto, crime de homofobia e temas conexos. Há poucos dias, chocou-se a nação com a liminar concedida por Toffoli, quando ainda longe a alvorada, para que a eleição do presidente do Senado ocorresse como convinha à banda podre do PMDB e do PT. A imensa maioria dos senadores lixou-se para a ordem judicial, exibiu o voto dado, destronou a turma sinistra e ficou por isso mesmo. Um mês antes, Marco Aurélio não determinara a soltura de mais de 200 mil presos? No twitter, o Procurador do Ministério Público de Contas junto ao TCU, Júlio Marcelo Oliveira aponta três pilares de sustentação da impunidade, sendo, um deles, “a visão de mundo de Gilmar, Toffoli, Lewandowski e Marco Aurélio, que parecem sofrer quando um corrupto é preso”. E arremata: “O STF, hoje, é parte do problema e não da solução”. Há que dar um jeito no Supremo e a revogação da PEC da Bengala é o jeito.

Resulta difícil conciliar toda uma infinita cadeia de ocorrências nada louváveis e o muito mais que se sabe e presume, com a arrogância que tão decisivamente se manifesta naquele recinto. A mais recente evidência está no ingresso em pauta de temas que todos sabem ser de competência do Congresso Nacional, como a criminalização da homofobia e do aborto.

A alegação que empurra ou puxa essas pautas para endereço errado é pueril: o Legislativo se recusa a legislar. Diante disso, com muita propriedade, indaga o Promotor de Justiça Bruno Carpes: “E quando o Judiciário deixa de julgar, o Legislativo julga por ele?” (cai o pano, o público aplaude).

Então, vamos explicar bem devagar para que até os ministros do STF entendam. Nos parlamentos, as coisas funcionam assim. Suponhamos (apenas um exercício de imaginação, tal projeto não existe) que um deputado protocole proposta para permitir, que, em nome do multiculturalismo, famílias de certas etnias possam promover a mutilação genital feminina (infibulação), segundo seus próprios costumes, com atendimento pelo SUS para evitar riscos à saúde (argumentos, aliás, que têm sido usados para justificar crimes muito maiores contra a vida). O projeto “Infibulação gratuita e segura” poderia circular durante décadas sem ser votado porque o autor, sabendo-o sem apoio, não o quer rejeitado. Omissão do Legislativo? Não! O projeto não tem apoio suficiente, não conseguiu formar maioria, não vai a plenário porque não tem voto, e o autor não tem interesse em perder.

Raramente, muito raramente, um projeto de parlamentar vai a plenário para ser rejeitado. O que acontece com esses temas que o STF se dispõe a abraçar é exatamente isso: envolvem assuntos sobre os quais não há maioria formada para aprovação, o que equivale a rejeição. E rejeitar um projeto, ou não o aprovar, é prerrogativa do Poder. Deu para entender, senhores ministros, ou preciso desenhar? Quem sabe um Power Point? Um videozinho? Uma entrevista com qualquer funcionário do protocolo da Câmara dos Deputados facilitaria a compreensão.

Quando o STF, alegando “omissão do Legislativo”, invade sua competência e passa a legislar, está, pura e simplesmente, impondo a ilegítima vontade de sua pequena maioria sobre legítima decisão majoritária do Legislativo. É uma reiterada usurpação de competência que está, também ela, a apontar para necessidade de revogar a PEC da Bengala, conforme iniciativa proposta pela deputada Bia Kicis.

Hipocrisia ataca ex-candidata do PSL, mas ignora PT, DEM, PSDB e etc

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Opositores de Bolsonaro não falam dos milhões torrados por figurões em 2018

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Em meio ao falatório para transformar em escândalo de corrupção a transferência de R$400 mil a uma candidata do PSL não eleita em Pernambuco, setores hostis ao presidente Jair Bolsonaro, inclusive na mídia, fazem vista grossa para ‘figurões’ que torraram R$60 milhões dos fundos partidário e eleitoral, em 2018, e apesar da montanha de dinheiro público, fracassaram nas urnas. Casos dos petistas Lindbergh Farias (R$2,6 milhões do PT) e Dilma Rousseff (R$4,1 milhões). A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Caso chocante de gasto do Fundo Eleitoral foi o de Lula, o presidiário: sem pôr o pé na rua, teve R$20 milhões do PT para sua “campanha”.

Também ninguém menciona o caso de Romero Jucá (RR). Recebeu R$2,25 milhões do MDB, proveniente do Fundo Eleitoral, e nada.

Integrante da tropa de choque anti-impeachment, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB) gastou R$2 milhões do Fundo e também fracassou.

Os petistas Wadih Damous e Luiz Sérgio dançaram no Rio, Zé Mentor Valmir Prascidelli, em SP. Receberam R$ 3 milhões e não são citados.

Acusada de assaltar motoristas de aplicativo é presa em São Luís

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Nesta quarta-feira (13), a Polícia Civil do Maranhão deu cumprimento a mandado de prisão preventiva contra Adriana Fontenele Rodrigues, de 26 anos, conhecida como “Neymar”.
Durante investigação, Adriana foi identificada como autora de roubos,  com uso de arma de fogo, a motoristas de aplicativos.
Pelas informações da polícia, após solicitar uma corrida pelo aplicativo, ela rendia suas vítimas durante o trajeto e subtraia os veículos.
Adriana já havia sido autuada anteriormente por envolvimento em outros crimes de roubo.
Após autuação em flagrante, ele foi encaminhada ao Complexo Penitenciário de São Luís, onde ficará à disposição da Justiça .
A prisão de “Neymar” foi efetuada por policiais das Delegacias de Roubos e Furtos (DRF) e de Roubos e Furtos de Veículos (DRFV), com o apoio do Saisp Oeste.