“Daremos início à Lava Jato da Educação”, confirma Bolsonaro

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O presidente Jair Bolsonaro (PSL) confirmou, na sexta-feira 15, pelo Twitter, que o governo federal pretende deflagrar a já chamada “Lava Jato da Educação”.

O nome foi batizado pelo ministro Ricardo Vélez, e tem como objetivo apurar indícios de corrupção, desvios e outros tipos de atos lesivos à administração pública no âmbito do MEC e de suas autarquias nas gestões anteriores.

“Muito além de investir, devemos garantir que investimentos sejam bem aplicados e gerem resultados. (…) Daremos início à Lava Jato da Educação!”, disse Bolsonaro.

Na última quinta-feira 14, Vélez e os ministros da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, e da Controladoria-Geral da União (CGU), Wagner Rosário, além do advogado-geral da União, André Mendonça, assinaram um protocolo de intenções para dar início aos trabalhos.

O diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, também participou da reunião.

“É apenas o primeiro passo!”, reforçou Bolsonaro na rede social.

Segundo divulgado pelo MEC, a pasta já identificou favorecimentos indevidos no Programa Universidade para Todos (ProUni), desvios no Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), envolvendo o sistema S, concessão ilegal de bolsas de ensino a distância e irregularide 

O total preenchimento das vagas do Mais Médicos por brasileiros revela outra falcatrua do PT 16/02/2019 às 22:31

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Ué?!

As esquerdas dizendo que os médicos brasileiros eram “mauricinhos” e “patricinhas”, que “não aceitavam ir para os rincões”.

Desde 09h00 da última quarta-feira (13), todas as vagas do programa Mais Médicos foram ocupadas pelos “pequenos burgueses”.

E agora?!

A propósito, a amiga e editora Rosana Martinelli faz uma importante visita à memória de 2013: naquele ano, os médicos brasileiros reclamaram que não estavam conseguindo se cadastrar no programa, sendo possível apenas quando utilizavam um IP fora do Brasil. Por que será, né?!

“Pensei que a população ia ficar desassistida… Que coisa curiosa, o que aconteceu com as inscrições de brasileiros em 2013? Será que o processo foi fraudado? Será? Lembro de muitos colegas falando que não conseguiram se inscrever e problemas no site…

No link abaixo a notícia dos problemas que nunca foram explicados e deixaram médicos brasileiros fora do programa na época.

EM SITE, CRÍTICAS DE PROBLEMAS DE INSCRIÇÕES AO MAIS MÉDICOS

‘Estão bloqueando as inscrições dos médicos brasileiros. Assim como eu, tenho vários colegas na mesma situação, que só estão conseguindo fazer a inscrição com IPs de computadores de fora do Brasil’

É… nós médicos brasileiros, burgueses horrorosos que não queríamos ir atender em regiões carentes, criaturas medonhas e capitalistas que não gostamos de ‘apalpar’.”

PERCIVAL PUGGINA Pelo fim da PEC da Bengala

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Num vídeo, vejo o atual presidente do STF, em palestra realizada no ano de 2014, discorrendo com enorme naturalidade sobre um crime de supressão de documentos ocorrido sob suas barbas. Na TV, fico sabendo que, sob múltiplos apelos, a CPI Lava Toga foi morar no arquivo do Senado. Nas redes sociais, informam-me que o Supremo começa a deliberar sobre ações envolvendo aborto, crime de homofobia e temas conexos. Há poucos dias, chocou-se a nação com a liminar concedida por Toffoli, quando ainda longe a alvorada, para que a eleição do presidente do Senado ocorresse como convinha à banda podre do PMDB e do PT. A imensa maioria dos senadores lixou-se para a ordem judicial, exibiu o voto dado, destronou a turma sinistra e ficou por isso mesmo. Um mês antes, Marco Aurélio não determinara a soltura de mais de 200 mil presos? No twitter, o Procurador do Ministério Público de Contas junto ao TCU, Júlio Marcelo Oliveira aponta três pilares de sustentação da impunidade, sendo, um deles, “a visão de mundo de Gilmar, Toffoli, Lewandowski e Marco Aurélio, que parecem sofrer quando um corrupto é preso”. E arremata: “O STF, hoje, é parte do problema e não da solução”. Há que dar um jeito no Supremo e a revogação da PEC da Bengala é o jeito.

Resulta difícil conciliar toda uma infinita cadeia de ocorrências nada louváveis e o muito mais que se sabe e presume, com a arrogância que tão decisivamente se manifesta naquele recinto. A mais recente evidência está no ingresso em pauta de temas que todos sabem ser de competência do Congresso Nacional, como a criminalização da homofobia e do aborto.

A alegação que empurra ou puxa essas pautas para endereço errado é pueril: o Legislativo se recusa a legislar. Diante disso, com muita propriedade, indaga o Promotor de Justiça Bruno Carpes: “E quando o Judiciário deixa de julgar, o Legislativo julga por ele?” (cai o pano, o público aplaude).

Então, vamos explicar bem devagar para que até os ministros do STF entendam. Nos parlamentos, as coisas funcionam assim. Suponhamos (apenas um exercício de imaginação, tal projeto não existe) que um deputado protocole proposta para permitir, que, em nome do multiculturalismo, famílias de certas etnias possam promover a mutilação genital feminina (infibulação), segundo seus próprios costumes, com atendimento pelo SUS para evitar riscos à saúde (argumentos, aliás, que têm sido usados para justificar crimes muito maiores contra a vida). O projeto “Infibulação gratuita e segura” poderia circular durante décadas sem ser votado porque o autor, sabendo-o sem apoio, não o quer rejeitado. Omissão do Legislativo? Não! O projeto não tem apoio suficiente, não conseguiu formar maioria, não vai a plenário porque não tem voto, e o autor não tem interesse em perder.

Raramente, muito raramente, um projeto de parlamentar vai a plenário para ser rejeitado. O que acontece com esses temas que o STF se dispõe a abraçar é exatamente isso: envolvem assuntos sobre os quais não há maioria formada para aprovação, o que equivale a rejeição. E rejeitar um projeto, ou não o aprovar, é prerrogativa do Poder. Deu para entender, senhores ministros, ou preciso desenhar? Quem sabe um Power Point? Um videozinho? Uma entrevista com qualquer funcionário do protocolo da Câmara dos Deputados facilitaria a compreensão.

Quando o STF, alegando “omissão do Legislativo”, invade sua competência e passa a legislar, está, pura e simplesmente, impondo a ilegítima vontade de sua pequena maioria sobre legítima decisão majoritária do Legislativo. É uma reiterada usurpação de competência que está, também ela, a apontar para necessidade de revogar a PEC da Bengala, conforme iniciativa proposta pela deputada Bia Kicis.

Hipocrisia ataca ex-candidata do PSL, mas ignora PT, DEM, PSDB e etc

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Opositores de Bolsonaro não falam dos milhões torrados por figurões em 2018

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Em meio ao falatório para transformar em escândalo de corrupção a transferência de R$400 mil a uma candidata do PSL não eleita em Pernambuco, setores hostis ao presidente Jair Bolsonaro, inclusive na mídia, fazem vista grossa para ‘figurões’ que torraram R$60 milhões dos fundos partidário e eleitoral, em 2018, e apesar da montanha de dinheiro público, fracassaram nas urnas. Casos dos petistas Lindbergh Farias (R$2,6 milhões do PT) e Dilma Rousseff (R$4,1 milhões). A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Caso chocante de gasto do Fundo Eleitoral foi o de Lula, o presidiário: sem pôr o pé na rua, teve R$20 milhões do PT para sua “campanha”.

Também ninguém menciona o caso de Romero Jucá (RR). Recebeu R$2,25 milhões do MDB, proveniente do Fundo Eleitoral, e nada.

Integrante da tropa de choque anti-impeachment, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB) gastou R$2 milhões do Fundo e também fracassou.

Os petistas Wadih Damous e Luiz Sérgio dançaram no Rio, Zé Mentor Valmir Prascidelli, em SP. Receberam R$ 3 milhões e não são citados.

EXCLUSIVO: JUSTIÇA DETERMINA QUE NAGIB PAGUE EM 48 HORAS REPASSES À CÂMARA DE CODÓ

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Após uma série de manifestações dos servidores da Câmara de Codó e das cobranças do presidente Expedito Carneiro, no sentido de pressionar a Prefeitura Municipal De Codó, a justiça deu decisão favorável ao presidente na manhã desta quarta (13).

 Leia o documento abaixo: 

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Evapora de dentro do INSS o processo de anistia de Lula

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A ministra Damares Alves disse, há poucos dias, que o “dedo” perdido num acidente sofrido pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, teria sido a razão alegada para pedir a revisão da indenização como anistiado político.

O pedido teria sido protocolado em 2003, logo após Lula assumir a Presidência da República.

De acordo com fontes do Ministério, a declaração da ministra baseou-se em relatos que ouviu da Comissão de Anistia.

Ato contínuo, a assessoria de Lula negou peremptoriamente que o ex-presidente tivesse citado o tal acidente como razão para a revisão de seu processo de anistiado.

Diante da situação, nada mais justo que se verificar o que consta no processo.

A surpresa: o processo de Lula sumiu, evaporou…

Um absurdo!

É preciso acelerar a despetização do governo.

Deputado passa mal na Assembleia e é levado às pressas ao UDI Hospital

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O deputado estadual Rildo Amaral (SD) foi levado à pressas ontem (11) para o UDI Hospital, em São Luís, depois de passar mal na Assembleia Legislativa.
O parlamentar sentiu um mal estar e tontura e saiu numa cadeira de rodas.
Ele está em observação no hospital, mas consciente.
Segundo apurou o Blog do Gilberto Léda, Rildo Amaral está numa dieta rígida para perder peso.
Numa mensagem de status do WhatsApp, o deputado disse que já vinha com problemas há mais dez dias.

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ELEIÇÕES 2020: SERIA RICARDO MURAD CANDIDATO A PREFEITO EM COROATÁ EM 2020?

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O desembargador Ricardo Duailibe, atuando pelo Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA), deferiu no fim do ano passado uma liminar ao ex-deputado Ricardo Murad (PRP) e concedeu efeito suspensivo a um recurso especial interposto pela defesa dele contra a decisão da corte que o considerou inelegível até 2020. O caso será, agora, analisado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).SERIA ELE CANDIDATO A PREFEITO EM COROATÁ EM 2020?Caso consiga este feito junto ao TSE, o ex-deputado Ricardo Murad poderá sair candidato a prefeito na cidade de Coroatá em 2020 (seu principal reduto eleitoral no estado do Maranhão e sua cidade natal). Com grandes feitos pelo Maranhão, principalmente na área da saúde, Ricardo Murad tem um grande respaldo junto ao seu eleitorado no estado e por conta disso a cidade de Coroatá poderá ter Ricardo Murad como candidato a prefeito em 2020. Aliados mais próximos de Murad já até comentam sobre essa possível candidatura e que está sendo vista com bons olhos no município.GOVERNO DESASTROSO DE AMOVELAR.

Luís FilhoCom um governo desastroso, o atual prefeito da cidade Luís da Amovelar Filho está fazendo um governo desastroso, até pior do que o governo do pai quando governou Coroatá por oito anos. A cidade está esquecida, não se vê uma obra sequer no município. Funcionários reclamam de salários atrasados, prestadores de serviços estão sem receber, a saúde está uma calamidade e o setor de infraestrutura nem se fala.ALIADOS DE AMOVELAR ESTÃO PREOCUPADOSOs próprios aliados do atual prefeito de Coroatá já comentam nas rodas de conversa sobre o desastre administrativo porque passa o município. Caso tenham Ricardo Murad como candidato a oposição de Luís da Amovelar Filho, a coisa poderá mudar e muito, já que Ricardo Murad é o maior líder político da cidade e tem seu eleitorado fiel. Vamos aguardar o andar da carruagem..

Advogados protestam contra presidente da OAB e pedem a extinção da entidade

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Um início catastrófico a gestão de Felipe Santa Cruz na presidência nacional da Ordem dos Advogados do Brasil.

Ligadíssimo ao PT, o advogado resolveu investir contra a Operação Lava Jato. Um abominável erro, que contraria frontalmente o sentimento de toda a classe.

Imediatamente, inúmeras manifestações efetivaram um verdadeiro massacre a Santa Cruz. Desnorteado, ele resolveu se defender com um patético desabafo nas redes sociais, alegando ter sido alvo de “robôs pagos por movimentos extremistas”.

As reações ao seu ‘desabafo’ demonstraram que os ‘detratores’ não eram ‘robôs’, mas advogados absolutamente insatisfeitos com o presidente da entidade

Neste final de semana, o advogado Cristiano Caiado de Acioli, que ficou conhecido por seu entrevero com o ministro Ricardo Lewandowski, gravou um vídeo pedindo a extinção da OAB.

O sentimento manifestado por Caiado começa a crescer em todo o país.

PERCIVAL PUGGINA O Senado brasileiro sepultou Goebbels

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Neste momento, em algum gabinete parlamentar, redação de jornal ou repartição partidária, alguém está produzindo uma narrativa para explicar o inexplicável. Não sei quem é o tipo, nem sobre o que escreve. Mas o sujeito está lá, dedilhando seu computador, a construir histórias sobre fatos que, interpretados como devem, prejudicam seu partido, seu parlamentar, sua visão de mundo, sua engenharia social. A seu modo, é um discípulo de Goebbels. A atividade é bem remunerada e antiga, mas ele talvez ainda não saiba: é um homem fora de seu tempo.

Uma das nove musas gregas, de nome Clio, filha de Zeus e Mnemósine, era a fonte de inspiração da História e da criatividade. A parte que cabe aos operosos construtores de narrativas no Brasil contemporâneo é a da criatividade, somente ela. Dane-se a História! Sua tarefa é orientada para induzir ao erro, ocultar o que for inconveniente, exibir como acontecido o que não passa de suposição. Aliás, convencer sobre suposições é parte do trabalho, profundamente desonesto, portanto. Era o trabalho de Goebbels.

Também assim, em muitas salas de aula, a história do Brasil e os acontecimentos cotidianos são objetos de “narrativas” em dissimulados cursos de formação de militantes, que engrossam o caldo de cultura necessário a tal objetivo. Também assim, a imagem de Lula, a cada condenação, vai para o restauro e ganha grotesco remendos retóricos. Também assim, em vez de examinarem a indecente pretensão de eleger Renan Calheiros, criticaram a desobediência dos senadores ao “sagrado” sigilo de voto imposto pelo companheiro Toffoli. Também ele, está fora de seu tempo.

Nos últimos cinco anos, conservadores e liberais foram sendo acordados de sua letargia e passaram a clamar por mudanças, pelo desmonte desses artefatos de guerra cultural que custeiam. Descobriram que podiam recuperar seu país. E graças às redes sociais, aos modernos meios de comunicação, ninguém mais é dono da notícia e, menos ainda, de seu significado. O construtor de narrativas pode colocar na boca de um congressista a frase de que Lula foi condenado novamente para prejudicar sua indicação ao Nobel da Paz. Ele pode mandar dizer que não foram as organizações criminosas que motivaram a Lava Jato, mas a Lava Jato que criminalizou a política. Pode, mas viralizará em memes, piadas e causará gargalhadas. Goebbels vai ao suicídio.

Qualquer dúvida sobre o significado dessa nova, democrática e irreprimível interação restou esclarecida nas duas sessões preparatórias para a instalação do ano legislativo e eleição da presidência do Senado. Bem vistas as cenas, lançado esse olhar sobre o fervilhante comportamento do plenário, ficou evidente a intensa atividade on-line. Senadores filmavam e filmavam-se, falavam e ouviam. Iam às suas páginas e escreviam. E liam. E contavam likes e dislikes. Às urtigas a ordem do Toffoli! Exibiram seus votos porque a sineta da soberania popular soava sobre as mesas e nos bolsos dos casacos.

Durante décadas, os construtores de narrativas foram muito bem sucedidos. Especialmente no tempo das velhas “cartilhas”. Ou do “cartilhismo”, como dizíamos aqui no Rio Grande do Sul, onde escrevo. Com estes instrumentos, os ativistas de esquerda eram nacional e uniformemente abastecidos de construções retóricas, esfarrapadas desculpas e grotescas acusações que, reiteradas além dos limites da náusea, tinham, pela repetição, aquele indigesto e conhecido poder de convencimento estudado por Goebbels. Pois esse tempo acabou, rápido e a muito baixo custo. No Senado brasileiro, Goebbels foi sepultado de vez, com audiência nacional. Raras preces, muitas vaias.

Como a simplória ida de Sérgio Moro ao Congresso em 2004 mudou a história do Brasil…

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Chamaram-me a atenção repercussões críticas de que o pacote anti-crime de Sérgio Moro foi muito comedido. Pessoalmente, concordo. POR MIM, pena de morte, prisão perpétua e trabalhos forçados seriam realidade; e, com toda certeza, em alguns meses fariam os índices de criminalidade tender a zero. Repito: POR MIM. Mas numa democracia a coisa é diferente – especialmente numa democracia jovem e cambaleante como a nossa, ainda muito distante da maturidade necessária para executar medidas as mais eficientes e justas.

Enquanto a maturidade não chega, temos de nos lembrar sempre que “a política é a arte do possível”. Sérgio Moro é mestre nessa arte. E é por isso que confio no seu pacote e nos seus próximos passos.

O entendimento geral é de que Moro surgiu com a Lava Jato e deve sua notoriedade à atuação nos processos ligados à operação que mudou a História do Brasil. Nada mais equivocado.

Percebendo, porém, que as investigações do Mensalão não dariam em nada, o então juiz Moro foi ao Congresso sugerir mudanças nos regramentos da lavagem de dinheiro e da delação premiada. As alterações garantiriam todo o sucesso das ações da Lava Jato.

Em 2013, a PF pegou Youssef de novo. E o resto (prisões de poderosos, queda de presidente, derretimento de um partido e o fim do maior esquema de corrupção jamais visto) é história.

O destino de uma nação mudou graças a ações aparentemente comedidas e simplórias, como a prisão de um punhado de doleiros e alterações em dois dispositivos legais.

Dentro da arte do possível, Moro mudou a História. É por isso que seu aparentemente comedido pacote Anticrime merece nossa confiança.