SEMAS de Vargem Grande promove campanha “Faça Bonito”

passeata contra a prostituição infantil 001 Com o tema FAÇA BONITO a Secretaria Municipal de Ação Social de Vargem Grande promoveu de 17 a 23 de maio campanha de mobilização no sentido de prevenir e combater a exploração sexual de criança e adolescentes no município. A campanha foi iniciada dia 17 com uma peça teatral O Segredo da Tartanina encenada no salão Padre Trindade. Palestras sobre o tema também foram realizadas nas escolas de ensino fundamental do municipio no sentido de alertar crianças e adolescentes (alvo preferido dos pedófilos) dos perigos do assedio sexual. Dia 23, para finalizar e chamar a atenção da população para o problema que atinge nossas crianças indefesas foi realizada uma passeata pelas principais ruas da cidade, e contou  com a participação de outras secretarias municipais e de  grande parte da população que foi as ruas prestigiar o acontecimento.

Guarda Municipal se reune com prefeito – A corporação da guarda municipal de Vargem grande esteve reunida nesta manhã com o prefeito Edvaldo Nascimento fazendo algumas reivindicações. O sindicato da categoria se fez presente com alguns de seus membros que se deslocaram de São Luís para esse encontro. Segundo informações de fontes da categoria, a reunião foi proveitosa e alguns itens reinvindicados foram protamente aceitos pelo prefeito. Vale lembrar que a categoria fez diversas tentativas na gestão anterior e não conseguiu se reunir com o ex-prefeito.

TJ-DF mantém censura ao Estadão

Mariângela Gallucci, Estadão

Os desembargadores da 5ª Turma Cível do Tribunal de Justiça (TJ) do Distrito Federal confirmaram nesta quarta-feira decisão que, desde julho de 2009, impede o jornal O Estado de S. Paulo de publicar notícias sobre a Operação Boi Barrica. Por unanimidade de votos, eles mantiveram a censura prévia imposta pelo desembargador Dácio Vieira a pedido do empresário Fernando Sarney, que é filho do senador José Sarney e foi investigado na Boi Barrica.

Numa sessão fechada ao público, os desembargadores concluíram que o jornal não pode veicular reportagens sobre o caso porque a investigação é sigilosa. Além disso, eles disseram que uma decisão anterior, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), declarou ilícitas as provas da investigação. Fonte Ricardo Noblat.