Posse de regionais bem concorrida.

Coordenador Otaviano Gomes faz uso da palavra.

Coordenador Otaviano Gomes faz uso da palavra.

Ex´coordenador Mosaniel se despede agradecendo.

Ex´coordenador Mosaniel se despede agradecendo.

Índio agradece e conclama  a todos para ajuda-lo

Índio agradece e conclama a todos para ajuda-lo

Prof. Clécio Coelho, Mubaraki Trabulsi e Dr. Jorge Fortes.

Prof. Clécio Coelho, Mubaraki Trabulsi e Dr. Jorge Fortes.

A posse de Raimundo Índio do Brasil Bandeira de Melo e Mubaraki Zaki Santos Trabulsi  nas regionais de Saúde e Agerp, respectivamente, foi bastante concorrida. O prefeito de Vargem Grande Edvaldo Nascimento e a prefeita Aninha de Presidente Vargas, foram os únicos presentes de um total de 14 municípios da Regional. Na sua despedida da 13ª Regional de Saúde, o ex-gerente regional Mosaniel agradeceu a todos os servidores que o ajudaram no desempenho das suas funções. Otaviano Gomes coordenador das regionais do estado do Maranhão, lembrou as dois empossados, que muitos desafios estarão presentes nas suas respectivas funções. A prefeita Aninha falou das dificuldades que tem enfrentado no seu município, mas disse que volta a sua terra levando esperança aos seus munícipes.Mubaraki disse que está preparado para a função e que acredita no seu potencial para realizar um bom trabalho. Índio falou que gosta de enfrentar desafios, e que a sua vida pública tem sido de desafios e que nas dificuldades é que consegue se realizar. O prefeito Edvaldo Nascimento chamou a atenção dos empossados para que não olhe para os municípios e seus administradores como adversários, mas que administrem suas pastas prestando serviços de acordo com as demandas de cada um dos municípios de sua jurisdição. E acrescentou: ” É hora de juntar esforços para a solução dos graves problemas que assolam nosso estado.  Dr. Jorge Fortes, ex- diretor presidente estadual da Agerp e amigo pessoal de Mubaraki se fez presente a cerimônia de posse atendendo o convite do amigo.

Pesquisa Datafolha: Reprovação de Dilma aumenta em todas as regiões e segmentos sociais do país e atinge 62%

 

Ricardo Noblat
Para não dizer que não, tem uma notícia boa, sim, para a presidente Dilma Rousseff na pesquisa do instituto Datafolha publicada, hoje, pelo jornal Folha de S. Paulo: a aprovação do Congresso é menor do que a dela.

Ouvidos 2.842 eleitores em todo o país nas últimas 48 horas, apenas 9% consideram ótimo ou bom o desempenho do Congresso. Para 50% deles, o desempenho é ruim e péssimo. Quanto a Dilma…

No terceiro mês do seu segundo mandato, 62% dos brasileiros classificam como ruim ou péssima a gestão de Dilma. Somente há 22 anos, quando Collor estava perto de ser deposto, houve uma desaprovação maior. A dele chegou a 68%.

A impopularidade de Dilma subiu de fevereiro para cá 18 pontos se comparada à pesquisa anterior do próprio Datafolha. Somam 13% os que consideram o governo de Dilma ótimo ou bom.

A mais baixa taxa de aprovação de Lula nos seus dois governos foi de 28% em dezembro de 2005, ainda por efeito do escândalo do mensalão – o pagamento de propina a deputados federais para que votassem como o presidente queria.

A de Itamar Franco foi de 12% antes do lançamento do Plano Real, em 1993. Em 1999, depois da desvalorização do real como moeda, a aprovação de Fernando Henrique Cardoso desabou para 13%.

A popularidade de Dilma está indo para o buraco em todas as regiões do país e em todos os segmentos sociais.

As taxas mais altas de rejeição dela estão nas regiões “Centro-oeste (75%) e Sudeste (66%), nos municípios com mais de 200 mil habitantes (66%), entre os eleitores com escolaridade média (66%) e no grupo dos que têm renda mensal familiar de 2 a 5 salários mínimos (66%)”, segundo a Folha.

A maior taxa de aprovação está na região menos populosa do país – o Norte, com 21%. No Nordeste, que ajudou a eleger e reeleger Dilma no ano passado, agora só 16% dos seus habitantes aprovam o governo de Dilma. ¨

De 0 a 10, Dilma obteve nota 3,7.

“Com exceção dos simpatizantes do PT e de seus próprios eleitores, todos os demais segmentos socioeconômicos, políticos ou demográficos reprovam majoritariamente o desempenho de Dilma. Mesmo nos estratos mais beneficiados pelas políticas sociais do governo, a rejeição disparou”, escrevem Mauro Paulino, Diretor-Geral do Datafolha, e Alessandro Janoni, Diretor de Pesquisas.

De 55% em fevereiro, passou para 60% o índice de pessimismo dos brasileiros com o futuro próximo da economia. É o índice mais alto desde 1997, no governo Fernando Henrique.

O desemprego tende a aumentar (69%). Bem como a inflação (77%). Fonte Ricardo Noblat.

Dilma Rousseff (Foto: Divulgação)Dilma Rousseff (Imagem: Divulgação)