Prefeita Aninha vistoria Sistema de abastecimento dágua na Zona Rural de Presidente Vargas.

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Mesmo em dia de domingo a prefeita Aninha de Presidente Vargas não descansa. Exemplo dessa afirmativa, é que ontem, 27/09, domingo, a chefe do executivo municipal esteve mais uma vez na Zona Rural. Desta feita, na comunidade Axixá, para vistoriar a conclusão do sistema de abastecimento de água por ela implantado naquela comunidade.. A prefeita se fez acompanhar dos vereadores Pipiu, Neusa, do esposo José Augusto e do secretário de administração Tete. Na oportunidade Aninha conversou com os populares que a cercavam para agradecer-lhe a obra de singular importância para aquela comunidade. Segundo a prefeita, esse sistema de abastecimento de água vem atender a uma necessidade dos moradores do povoado Axixá que vem nessa obra a redenção de suas reivindicações. A obra visa ainda o desenvolvimento da comunidade, pois com a água, a população pode trabalhar melhor a agricultura familiar, melhorando assim, a sua qualidade de vida . A administração e a comunidade estão felizes por mais esse momento da presença de um governo sério, que busca diuturnamente atender as necessidades de suas comunidades, com especialidade as mais carentes.

Manifestantes se reúnem na Superintendência da PRF com membro do DENIT

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Na seta-feira passada, após o acidente na BR 222, nas proximidades do povoado Leite, que culminou com a morte da menor Daniele da Silva Viana, populares fizeram manifestação interditando a BR, pedindo a presença da direção do DENIT para atender algumas reivindicações suas. Na oportunidade a prefeita Aninha de Presidente Vargas enviou o secretário Tete para intermediar as negociações, e em seu nome, colocar-se a disposição dos manifestantes, para apoia-los, dando infra-estrutura para o deslocamento dos mesmos até São Luís, para uma reunião com o DENIT. Cumprindo a sua promessa, na manhã de hoje 28/09, a prefeita Aninha disponibilizou um veículo que levou 12 pessoas para a reunião com o DENIT na sede da Superintendência da Polícia Rodoviária Federal em São Luís. Se fizeram presentes na reunião, o patrulheiro Antonio Noberto, que intermediou a reunião,  o Superintendente da Policia Rodoviária Federal, inspetor Paulo Moreno, o representante do Denit engenheiro Costa Neto, o pai de Daniele Sr. Silvio Viana e mais os outros representantes da comunidade. Quando estavam reunidos, segundo participantes da reunião, a prefeita de Presidente Vargas Aninha, ligou e colocou-se a disposição para ajudar as partes dentro de suas possibilidades. O engenheiro Costa Neto depois de afirmar que o Ministério Público do Maranhão não aceita mais colocação de quebra-molas nas Brs em nosso estado, prontificou-se de amanhã as 10 h da manhã, se reunir com a comunidade na escola Jorge Sampaio onde Daniele estudava, para discutir o problema e soluciona-lo dentro dos princípios da legalidade.

Ninense é assassinado em Goiânia

Cleiton da Silva de 25 anos, da cidade de Nina Rodrigues, foi assassinado após uma briga em um jogo de futebol nesse domingo (27), em Goiânia. Segundo informações da família, que a confusão ocorreu após uma discussão entre o irmão de Cleiton, no campo.

Ainda segunda a família, o irmão de Cleiton  brigou com um jogador do time oposto. Em seguida, o suspeito,  com quem o irmão de Cleiton se desentendeu, deixou o local para buscar em casa uma arma de fogo. Não encontrando o irmão acabou atirando em Cleiton, que veio a óbito no local.Ainda segundo a família o corpo se encontra no IML de Goiânia.

O corpo da vítima esta previsto para chegar na cidade de Nina Rodrigues  ainda hoje.

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Guarnição da Rotam aborta assalta a banco em Senador La Rocque

Os bandidos estavam no interior da agência iniciando os procedimentos para começar a explodir o cofre e souberam que a Rotam estava a caminho.

Eles fugiram apressadamente e deixaram todo o material usado no arrombamento no local, ficando ainda um aparelho celular.

Os bandidos tomaram rumo ignorado, mas a polícia já iniciou as investigações a partir do celular para chegar aos assaltantes. Veja abaixo o que ficou pra trás na tentativa do assalto:
imageimageDo Luis Cardoso

DILMA MENTE FALANDO…

Sylo Costa
O Tempo

Às vezes me dá um desânimo… Todo dia é a mesma coisa: vivemos a mesmice do “rebojo”, rodamos junto com o país e ficamos tontos com tanta safadeza e mentiras. E com tudo isso – e muito mais – que está provado na operação Lava Jato, ninguém, a não ser os delatores, assume responsabilidades pelo maior escândalo havido no Brasil desde a escravidão.

Assim, até acredito que Dona Dilma não sabia (e não saiba) de nada, como afirma, e talvez nunca tenha ouvido falar em Pasadena. Dilma ainda está em combate, de metralhadora em punho, tentando derrubar governos para implantação do comunismo que já foi da Rússia. Dilma não mente, simplesmente é a própria mentira. Quando colocou em seu currículo que era mestra e doutora pela Unicamp, ela não mentiu, apenas não sabia o que é isso. Quem pensa, como ela, que a mandioca é uma invenção tecnológica não pode mesmo saber que “impeachment” é matéria de direito constitucional.

Nunca pensei em “impeachment” da presidente, sempre pensei em interdição. Dona Dilma é incapaz, mas, convenhamos, aguentar Michel Temer com sua antipatia, falando e gesticulando com cara de pensador, é como tomar bicarbonato só para arrotar. Sei não, mas é preciso mudar esse cardápio antes que o vômito da indigestão nos desidrate.

PAGAR A CONTA

O povo vai ter de pagar a conta da bebedeira do PT? Eles, governo e petistas, com raríssimas exceções, falam em fazer isso e aquilo para combater a inflação, para pagar o déficit fiscal do país, como se não fossem eles os únicos responsáveis. Eu e outros, que não toleramos mais este governo e o PT, teremos de pagar o que a gatunagem deles provocou? E aqueles que simplesmente não votaram nessa gente? Cara, é o caso de repetir: “Quem pariu Mateus que o embale”.

Recebi de um amigo uma sugestão interessante para resolver o déficit anunciado no Orçamento fiscal do próximo ano, e sem misturar nesse “mexido” quem nada tem com isso: “Pegar o valor do rombo nas contas do governo e dividir pelos eleitores do PT… R$ 30 bilhões / 54,5 milhões de eleitores = R$ 550,45. Plano para pagamento em 12 meses; R$ 45,87 direto no boleto; para 24 meses; R$ 22,93 direto no boleto. Vamos lá, ajude quem você elegeu a sair dessa enrascada! Seja verdadeiramente um cidadão petista”. Que tal?

SEMPRE ALERTA

E, para terminar, alguns sinais de metástase na roubalheira e na covardia que imperam no Brasil: dia desses, uma revista de circulação nacional publicou notícia num canto de página, sugerindo que o aumento dos cargos em comissão nas Assembleias Legislativas visa aumentar a remuneração de deputados, já que os agraciados são obrigados a dividir seus vencimentos com quem os nomeou para seus gabinetes. Pensei cá comigo: meu Deus, em que tempo estamos… Estão batendo carteira de cegos…

Fiquei mais tranquilo quando me lembrei de que vivemos em Minas Gerais, e deputados mineiros jamais cometeriam tais ignomínias, jamais! Mineiro tem espírito escoteiro, então, “sempre alerta” deve ser o lema…

Insustentável

Duas semanas depois do anúncio de cortes de cargos e de ministérios para tentar sinalizar que o governo estaria levando a crise do país a sério, a presidente Dilma Rousseff, como de costume, zanzou para lá e para cá e nada avançou. Ao contrário. Só os impostos avançaram.

Rebatizada de CPPrev, a CPMF chegou ao Congresso em edição extra do Diário Oficial acompanhada por uma Medida Provisória que aumenta o Imposto de Renda sobre ganhos de capital. Para dizer que algum corte houve, formalizou-se a polêmica proposta do fim do adicional para servidores aposentados que trabalham – uma economia de mentirinha – e dos pagamentos acima do teto. Essa última, uma determinação constitucional que deveria ser regra desde sempre.

Quanto aos cargos, nada. A promessa era cortar irrisórios mil dos mais de 100 mil comissionados, sete mil deles pendurados na Presidência da República. Mas nem isso.

A União mantém hoje nada menos do que indecentes 22.619 cargos de livre nomeação, com salários que chegam a R$ 18 mil. Segundo o Contas Abertas, os cargos de confiança representam 86,1% do efetivo do Ministério do Esporte, 85,6% do da Pesca e 74% do de Desenvolvimento Social, e de 53% nos ministérios das Cidades e do Turismo.

Sem meias palavras, institucionalizou-se o compadrio.

A tal reforma ministerial, que já era tímida, deverá ser menor ainda. E dificilmente se poupará um único centavo. Muito menos servirá à eficiência da administração.

Só está sendo feita para preservar o mandato da presidente. Algo que pouquíssima gente quer, nem mesmo aqueles que devem alguma fidelidade a ela, por compromisso ou simples resposta ao toma lá.

Dilma passou a semana oferecendo mundos e fundos de um governo que não tem nem uma coisa nem outra. Até colheu algum êxito junto ao sempre negociável PMDB. Quando imaginou ter resolvido a pendenga, encalacrou-se. Desagradou peemedebistas poderosos e petistas estrelados.

O PT, que perdeu nacos grandes de seu capital para a corrupção – Mensalão e investigações da Lava-Jato -, já não consegue disfarçar a angústia. Parte expressiva do partido não tem mais disposição para defender Dilma. Oscila entre o melhor momento e a melhor forma de ela sair. Se agora ou daqui a pouco, por impedimento ou renúncia.

O PMDB, o mesmo que acaba de negociar a ocupação de seis ministérios, se apresenta ao público em programa eleitoral em franca oposição a Dilma. O partido se posicionou contra o aumento de impostos e pisou forte no calo mais dolorido da presidente – a mentira -, defendendo a “prestação de contas com a verdade”.

Temer abriu e encerrou o programa como presidente. E sem panelaço.

Em Nova York, Dilma apresentará ao mundo os planos e compromissos do Brasil quanto às questões climáticas e o desenvolvimento sustentável. Garantiu que serão arrojados. Por aqui, ela só tem conseguido andar para trás. Além de competência, falta-lhe clima e sustentação para o exercício do cargo. Do Ricardo Noblat

Cargos de livre nomeação (Foto: Arquivo Google)

 

 

Após depor, ‘prefeita ostentação’ deve ir para Corpo de Bombeiros, diz Justiça

 

Justiça Federal do Maranhão determinou que ex-prefeita de Bom Jardim (MA), Lidiane Rocha (ex-PP) vá para quartel, após falar à PF, até a próxima segunda-feira

A prefeita de Bom Jardim, Lidiane Rocha
A ex-prefeita de Bom Jardim, Lidiane Rocha(VEJA.com/Reprodução)

A Justiça Federal do Maranhão proferiu uma decisão controversa sobre caso que envolve a ex-prefeita de Bom Jardim, Lidiane Rocha (ex-PP), que ganhou o título de ‘prefeita ostentação’, por compartilhar suas vida luxuosa nas redes sociais. Apesar de negar o pedido de liberdade provisória, por ora, determinou que Lidiane deverá ser levada ao quartel do Corpo de Bombeiros da capital, São Luís, após prestar depoimento, na Polícia Federal, até a próxima segunda-feira. A informação consta em documento obtido por VEJA. Contra a ex-prefeita pesa um mandado de prisão preventiva.

Nos bastidores, investigadores especulam que a decisão seria, na prática, uma manobra para acabar liberando a ex-prefeita de ser presa, após ela, que está foragida desde 20 de agosto, se entregar. Isso porque a Justiça diz que analisará, novamente, o pedido de liberdade temporária feita pela ex-prefeita, após o fim desse processo.

Na última semana, a PF entregou à Justiça o relatório final de indiciamento de Lidiane, que terá de responder pelos crimes de peculato, associação criminosa e fraude em licitação. De acordo com o documento, a ex-prefeita, seu ex-namorado e ex-secretário de Articulação Política, Beto Rocha, e o ex-secretário de Agricultura Antonio Gomes da Silva sacaram 300 000 reais sobre contratos de merenda escolar. A estimativa da PF é de que a fraude à licitação, neste caso, tenha chegado a 1 milhão de reais.

A justificativa para a negação do pedido de liberdade é a de que Lidiane não comprovou que não tem relação com a série de suspeitas. Além disso, cita que ela permanece em local incerto, à revelia da lei. O alívio à prisão teria um motivo: “Por outro lado, a requerente demonstra interesse em se apresentar perante à Justiça e prestar os esclarecimentos necessários à elucidação dos fatos”, justifica no documento o juiz José Magno Linhares Moraes.

Vaidosa, Lidiane Rocha, de 25 anos, exibia nas redes sociais imagens de uma vida de alto padrão. Ela governava uma cidade de 40 000 habitantes à beira da miséria, com um dos menores IDHs do Brasil. Carros de luxo, festas e preocupação extrema com a beleza marcam o dia a dia da moça que candidatou-se pela coligação A esperança do povo.

Lidiane teve o mandato cassado pela Câmara de Vereadores de Bom Jesus em 5 de setembro. Ela consta também na lista de pessoas que não podem deixar o país – o Sistema Nacional de Procurados e Impedidos (Sinpi), da Polícia Federal

BOMBA! VEREADOR DE BURITI É PRESO POR PORTE ILEGAL DE ARMA

O vereador Francisco das Chagas Santos Martins (PSDB), conhecido por Rosin, foi preso na madrugada de hoje (26), por volta de 1h, por porte ilegal de arma de fogo.De acordo com as informações colhidas pelo CORREIO BURITIENSE, o vereador estava dormindo na descida da ladeira do Tubi, com o carro com o motor ligado e alguém teria desconfiado da situação e acionado a polícia, que ao chegar no local revistou o veículo e encontrou um revólver 38 sem procedência.Questionado sobre a documentação referente à arma, ele disse não ter o porte legal. Ele foi preso em flagrante e permanece na Depol de Buriti, fora da cela, aguardando decisão judicial para poder responder em liberdade.

Grande riqueza encontrada em Urbano Santos Belagua e região

MIRIM (Humìria balsamifera)

Belágua – o menor IDH (índice de desenvolvimento humano) do Pais riqueza em MIRIM (Humiria balsamifera) para a produção de mel de forma sustentável ecologicamente correta e economicamente viável socialmente justa pra (famílias).

Geração de renda e elevação do IDH (índice de desenvolvimento humano) sem necessidade da formalização de empregos Governamentais
O mel do mirim foi campeão Nacional no penúltimo CONBRAP (Congresso Brasileiro de Apicultura) em Gramado-RS

Dificuldades na produção do MIRIM: (Humiria balsamifera) Infraestrutura de estradas vicinais(piçarra)
* Falta de unidade de extração do mel
* Falta de capacitação de apicultores que já esta iniciando
– Capacitação pelo SENAR – outubro
– Levantamento da potencialidade apícola Regional (sebrae- Chapadinha)
* Período de floração do mirim e da produção do mel no município de Belágua de junho a agosto.
* Período de floração de mirim e da produção do mel em Morros e região é de agosto a novembro.
* Período de floração do eucalipto e de produção de mel em Urbano Santos Setembro a novembro.
Empresas parceiras MARGUSA E REFLORESTAMENTO MA

Empresas interessadas na compra para a comercialização e exportação do mel:
APIDOURO do grupo VOTORANTIM- SP
e a exportadora Argentina MATRUNITA

DEMANDANTES
STTR- Urbano Santos- MA
STTR- Belágua- MA
PREFEITURA de São Benedito

As colmeias de abelhas são oriundas de nova Olinda do Maranhão- Ma

Chegada do carro com o abelha em Urbano Santos

A apicultura migratória será escola para os treinos e capacitação as pessoas para ficarem habilitadas ao credito perante as entidades bancarias.
afirma
EULER GOMES TENÓRIO
FEMAMEL (presidente da federação dos apicultores e meliponicultores do Ma)
Contato
Euler Gomes
fone (98)999915823 OI
whatsApp (99)981087969 TIM

Fonte Jornal Destak Agora.

Quem tem bola de cristal?

Estamos distantes mais de um ano das próximas eleições municipais, e apesar disto, para muitos em Vargem Grande, ela está definida. Os visionários descrevem com clareza o que suas mentes pensam e acreditam ser verdade. E quem ou o qual, é o dono da verdade? Os observadores dos observatórios, veem Carlinhos Barros como cabeça de chapa com Irandir Fernandes vice. Quem previu esse desfecho, olhou um horizonte, com Carlinhos como candidato do ex-deputado Gastão Vieira e da ex-governadora Roseana Sarney. E agora, que Carlinhos se declara candidato do governador Flávio Dino? Qual será a visão profética do visionário de época? Outros mais apressados, apregoam aos quatro cantos, que o empresário CB irá pagar a cada vereador da base do governo R$ 40.000,00 Quarenta mil reais) pelo passe, para o engajamento em sua campanha, fora R$ 3.000,00 (Três mil reais) mensais e mais despesas de campanha. Isso feito as contas na ponta do lápis, se são 6 os vereadores, como declaram as mesmas fontes, dará uma despesa de R$ 348.000,00 (trezentos e quarenta e oito mil reais) só com vereadores de oposição, que segundo os especuladores, estão aderindo ao chamado de Carlinhos Barros. Sem esquecer que nesses gastos, ainda não foram incluídas despesas de campanha. Será verdade? Quem acredita nisso? Mas alguns que se intitulam amigos e porta-vozes do governo, ecoam estas afirmativas em toda a cidade. E os vereadores que compõem a base de oposição e que por designo partidário darão apoio a Carlinhos, quanto receberão? Por serem aliados desde o inicio  receberão o tratamento do que preceitua o conceito bíblico, de que os últimos serão os primeiros? Ou será que os que estão criando essa situação não estão querendo é se valorizar para abocanhar uma boa fatia na divisão do bolo? Eu não sei. Só sei que ainda temos muita água a correr por debaixo da ponte e quem estiver vivo e alcançar a graça de ver as próximas eleições, poderá avaliar se tem ou não razão os nossos visionários. Historicamente já erraram muito. Mas agora, é só esperar pra ver. De um outro lado tem o Wellington Leite que até a última vez em que conversamos, ele nos afirmara que era candidato e que tinha a amizade do governador e do secretário de articulação política Marcio Jerry. Será que o governo vai voltar aos tempos de ARENA I, II, e III, onde os governos militares tinham amigos comuns nos municípios e que eram inimigos entre si, e para não contrariá-los o governo apoiava a todos? Na política tudo é possível. Ou será que vão ser chamados para unir forças? E onde ficam Pancadão, Chicocó, Toinho do Juvenil e outros pretensos candidatos oposicionistas? Se juntarão? E neste mundo de inocentes quem confia em quem? É melhor ninguém se precipitar nem se aventurar com profecias. Porque tudo pode dar certo, mas é possível que tudo ou quase tudo possa dar errado.

“Navegando no pântano”.

 Por Fernando Gabeira*
…A sensação de se mover de forma errática naquele território de mil hectares seria insuportável. No entanto, ela se parece com a que vivemos na cena nacional. Os atores aparentam não conhecer as trilhas do pântano. E se perdem no emaranhado das folhas, retrocedem achando que avançam…

Navegando no pântano do Rio Pandeiros, no norte de Minas, tive uma intuição sobre o curso das coisas no Brasil. As plantas aquáticas dominavam o caminho, não se via água. Onde estava o leito do rio? Nosso objetivo era alcançar o São Francisco onde o Rio Pandeiros desemboca.

O barco avançava entre os aguapés ao som do ruído do choque das plantas com o metal do casco e percebi que sozinho ficaria perdido na imensidão daquele pântano verde-garrafa. Por isso levamos o barqueiro Pedro, que conhece as pequenas e fugidias trilhas da água. E ele nos levou, depois de quase três horas de viagem, ao encontro do São Francisco.

A verdade é que na volta, pelo mesmo caminho, o motor do barco fundiu. Mas Pedro faz o mesmo percurso quase todo dia. Sabe se mover no pântano.

… “O governo, então, parece ter adotado o pântano, como os jacarés. Delira em público sobre impostos, da CPMF à Cide, e termina sua noite nos cassinos, sonhando em legalizar o jogo. Com quem será, com quem será que a gente vai se ferrar?”…

A sensação de se mover de forma errática naquele território de mil hectares seria insuportável. No entanto, ela se parece com a que vivemos na cena nacional. Os atores aparentam não conhecer as trilhas do pântano. E se perdem no emaranhado das folhas, retrocedem achando que avançam.

Falemos dos projetos de “bondades” que o Congresso aprovou e Dilma vetou. Derrubar os vetos da presidente, sem dúvida, a enfraqueceria. Mas ao custo de perpetuar a mesma ilusão que nos jogou no buraco: fazer o bem sem olhar o momento ou saber como pagar.

O governo, então, parece ter adotado o pântano, como os jacarés. Delira em público sobre impostos, da CPMF à Cide, e termina sua noite nos cassinos, sonhando em legalizar o jogo. Com quem será, com quem será que a gente vai se ferrar?

Todos sabem que não se sai do pântano sem um timoneiro. E a maioria considera o impeachment inevitável. Mesmo o PT já deve estar discutindo internamente se a renúncia ou o impeachment pode servir-lhe melhor na outra vida. Se houver outra vida depois da que se perdeu na delinquência.

Dos atores pantaneiros, o que me parece ter um esboço do caminho é o PMDB. Recusou indicar ministros e marcou para dia Proclamação da República a convenção que pode romper com o governo federal. Daí para se unir com a oposição e despachar Dilma é somente um passo.

Não é um trajeto fácil, porque o barco do PMDB ainda vai enfrentar a tempestade da Lava Jato, mais ameaçadora ainda com o surgimento de novas delações premiadas. E alguns dos seus quadros não resistem a participar de um governo, mesmo depois de morto.

E há as grandes dificuldades do pós-impeachment. As empresas brasileiras perderam R$ 1 trilhão em valor de mercado. O dólar aumenta vertiginosamente, com reflexos na economia, no cotidiano e na produtividade de quem depende de produtos importados.

São instrumentos de trabalho que não se vendem no posto Ipiranga. Falava de tudo isso, segunda-feira, num encontro com amigos em Niterói, no momento em que o motorista que me esperava na porta foi sequestrado e assaltado.

Com os últimos arrastões no Rio e a insegurança que sinto nos meus deslocamentos, deveria ter enfatizado algo que apenas esbocei em alguns artigos. As duas crises que se alimentam mutuamente, a política e a econômica, começam a disparar o gatilho da que realmente vai mudar a qualidade do processo: a crise social.

Dois importantes termômetros são o índice de desemprego e o aumento da violência urbana. Daí o sentido de urgência não só de despachar Dilma, mas de esboçar uma visão de como sair do pântano. Algumas realidades não desaparecem com a saída de Dilma. O rombo no Orçamento, por exemplo. Teremos pouco dinheiro para demandas crescentes.

Creio que as trilhas do impeachment são visíveis no momento. Para o depois, nem tanto.

Existe um quase consenso, do qual compartilho, de que é preciso reconquistar a confiança do mercado. Inúmeras vezes defendi essa tese no Parlamento, a de uma sintonia com o mercado. No entanto, sempre ressalvei que precisava trabalhar com outras coordenadas, senão iria soltar a voz na Bolsa de Valores, e não no Congresso Nacional.

O desafio de sintonizar-se com o mercado, articulando as diferentes dimensões da crise, é dos políticos. Talvez esteja dramatizando um pouco, mas em outro contexto. O Congresso deveria estar fervilhando não apenas com o impulso da queda de Dilma, mas no debate das opções que se abrem.

Em linhas mais gerais, ficou claro que só é possível avançar respeitando as leis que regem o capitalismo. Só tem sentido contrariar essas grandes realidades quando se tem outro modelo como estratégia. Exemplo: o “socialismo do século 21” na Venezuela. Na verdade, uma ruína do século 21.

Ao longo destes anos, o governo do PT suscitou um arsenal crítico que é um ponto de referência. Mudar a política externa, hoje talvez seja fácil, pelo menos no curto período que vai até 2018: bastaria inverter as prioridades do governo petista. Isso não significa voltar as costas para os vizinhos continentais. Mas diante das potencialidades do País, não podemos distanciar-nos da inovação tecnológica.

A tarefa central de um governo minimamente articulado será a de levar o País para 2018, restabelecendo um fio de confiança no processo político brasileiro. Aí, então, será possível renovar a esperança e prosseguir na tarefa gigantesca não só de resolver a crise econômica, mas todos os problemas que incomodavam quando a economia, para muitos, ainda parecia bem em 2013 e milhões de pessoas foram às ruas exigir melhores serviços públicos.

Quando caiu o Muro de Berlim, os camelôs vendiam seus pedaços aos turistas. O material acabou e os camelôs passaram a vender pedaços de muro falsificados. Não sei se vejo bem, mas a ideia me ocorreu quando comecei um livro sobre o meu aprendizado da democracia nos trópicos.

Este momento histórico mostra a implosão, no País, do último pedaço falsificado do Muro de Berlim.