Farinha pouca, meu pirão primeiro

A proximidade das eleições, nos permite uma reflexão: De que maneira os políticos vão se comportar no período pré-eleitoreiro.Será que da mesma forma dos pleitos anteriores? Pode ser que sim, e pode ser que não. Alguns mais profissionais, iniciam suas alianças e conchavos que poderão resultar na vitória almejada. Outros buscam lançarem-se para ver se barganham alguma coisa para si e seus aliados. Não querem ser candidatos, querem só barganhar. E tem aqueles que ficam na espreita, esperando a hora de dar o bote. O muro é seu principal aliado, até que a tendencia popular mostre-lhe quem possivelmente sairá vitorioso(a). Nessa hora, ele se decide. Mas o pior de todos, são os políticos e aliados do baixo clero, ou melhor, do baixo escalão. Esses se preocupam apenas em receber benesses. E quem lhe der mais, eles defendem intransigentemente e a todo custo. Dizem e acreditam ser esse o melhor, pelo fato de estarem sendo beneficiados com suas migalhas. Esse tipo de aliado, não se preocupa com o respeito as famílias e as pessoas. Atacar é o seu forte. Agridem verbalmente antigos aliados e bajulam históricos inimigos. Tudo para agradar o patrão de plantão. De tanto criticar, suas críticas caem no descredito e consequentemente, na intolerância popular. Aqueles que ele ou eles supostamente pensam em ajudar, na maioria das vezes estão sendo destruídos por sua verbose . Tudo isso por causa de um bem que acredita ser o maior. O seu bem estar. Mas graças a Deus, os tempos são outros. A intolerância e a discórdia, não são mais atributos para se vencer as eleições. A mentalidade popular está mais apurada, e sabe perceber o que é melhor para si e para os outros. Os tempos são de cautela e exigem maior conhecimento, da parte do candidato, dos anseios e das necessidades do povo. A maioria desses críticos de plantão, sofrem de anencefalia moral, e talvez por isso acreditam que a agressão é o melhor caminho para a vitória.  Esses são aqueles que sem se preocupar com a melhoria da vida do seu próximo, pensam exclusivamente em si e nos seus, e são defensores do proverbio: Farinha pouca, meu pirão primeiro.

QUEM CAUSOU O DANO QUE INDENIZE. TODOS SÃO CULPADOS, ATÉ PROVA EM CONTRÁRIO.

Jorge Béja

Sem o menor pudor e sem nenhum constrangimento, Levy (ministro da Fazenda) e Barbosa (ministro do Planejamento) anunciaram ontem a proposta orçamentária para 2016 apontando déficit de 30 bilhões e meio. Esse é o montante que não foi possível encobrir. A perda é de muito maior expressão. Ainda assim, o vice Michel Temer, com júbilo e garbo, veio acrescentar que a divulgação era a prova de “transparência”, querendo com isso dizer que tudo não passou de, digamos, caso fortuito, de força maior, e, portanto, causas alheias e contra a vontade do governo!. Nada mais cínico.

QUEBRA E PLANO INDECOROSO

O anúncio de ontem, o primeiro na história do país, foi  a confissão, para os brasileiros e para o mundo, da insolvência do Brasil, perto de 13 anos depois que Lula-Dilma-PT & Cia. ascenderam ao poder. O Brasil quebrou. E a confissão veio acompanhada de ridículo plano para tirar o Brasil do buraco econômico em que se encontra. Isso, sem falar no descrédito moral.

A venda do patrimônio imobiliário nacional, um dos itens deste impatriótico e indecoroso plano, não encontra respaldo na lei, na moral e na ética. O artigo 67 do Código Civil diz que os bens públicos são inalienáveis, enquanto servirem ao povo, a quem pertencem.

Mas ainda assim, o imobiliário público poderia até mesmo ser vendido, porém, em situação excepcionalíssima. Para tanto, é necessário que haja, primeiramente, interesse público devidamente demonstrado. Seguem-se a avalição prévia e licitação por concorrência. E tudo isso não será possível sem autorização legislativa. Ou seja, o Congresso, através de lei, precisa autorizar antes.

SEM EXAGERAR

Mas onde está o “interesse público devidamente justificado”, de que trata o artigo 17 da Lei 8.666 de 1993, se a causa da quebra foi a péssima administração instalada há quase 13 anos?  Não existe o requisito do “interesse público”, muito menos “justificado”, para que imóveis da União (administração direta, autarquias, fundações e paraestatais) sejam alienados, menos ainda para fazer o caixa do Tesouro Nacional. E ainda se corre o sério perigo da venda de parte do território nacional. Sim, não é exagero.

Vejamos: quem compra um imóvel edificado adquire também todo o terreno em que a construção foi erguida. O acessório (a construção) sempre segue o destino do principal (o terreno). E se construção não existir, a terra também poderá será alienada, no tamanho e extensão que o poder público puser à venda. E edificações e terras de imensidão de glebas da União é que não faltam. Sobram em demasia neste continente de nome Brasil.

E se esses loucos decidirem vender parte da Amazônia, seja para quem for o adquirente, nacional ou estrangeiro? Aí teremos um país com área territorial diminuída, porque foi vendida. Sordidamente vendida. E sordidez não falta nessa gente, que vende a alma, vende a honra, e também vende o Brasil.

QUEM CAUSOU O DANO…

No Direito Privado, empresa que se encontra na situação em que está o Brasil ou pede a Recuperação Judicial, ou pede a própria falência. E no caso, elege-se um comitê e um gerenciador para estarem à frente da empresa sem lastro, até que ela se recomponha (no caso de recuperação) ou seja extinta judicialmente (no caso de falência) com a apuração dos ativos e passivos, fazendo-se o pagamento aos credores na ordem prevista na Lei de Falência, se tanto for possível.

No caso da quebra ter sido motivada por fraudulenta gestão, a diretoria culpada-responsável responde a processo criminal. E dá cadeia. Mas a República Federativa do Brasil não é uma empresa, mas pessoa jurídica de Direito Público, interno e externo. É uma República. Uma democracia. Não se sujeita à Lei de Falência. Mas está submissa à vontade do povo. E a maioria do povo deseja que essa administração desastrada deixe o poder, porque eles afundaram o país.

TODOS SÃO CULPADOS

Daí porque todos são culpados, até prova em contrário. Por isso devem ser sumariamente afastados, presos preventivamente, processados, julgados e condenados. A propósito: o déficit para 2016, segundo aqueles dois ministros que falaram ontem, é de 30 bilhões e meio. E o rombo na Petrobras-PT?.  Conforme o balanço do último Abril, não foi de 21 bilhões e 600 milhões?. Perto do déficit, portanto.

E agora essa gente ainda quer destruir o patrimônio nacional e arruinar mais ainda a vida do povo brasileiro,com venda de imóveis públicos federais, com impostos e taxações, tudo para cobrir o déficit de 30 bilhões e meio para o próximo ano de 2016? Que os 30,5 bilhões saiam de seus próprios bolsos, de suas contas bancárias, onde estiverem, não é mesmo Meritíssimo Juiz Sérgio Moro?

Deputado Fábio Braga prestigia Festejo de São Raimundo Nonato em Vargem Grande

Deputado Fábio Braga ao lado Bispo Dom Sebastião.

O presidente da Comissão de Assuntos Municipais da Assembleia Legislativa, deputado Fábio Braga (PTdoB), prestigiou, na segunda-feira (31), na cidade de Vargem Grande, o encerramento do tradicional Festejo de São Raimundo Nonato dos Mulundus, denominado na região o Santo Protetor dos Vaqueiros.

Na oportunidade, Fábio Braga percorreu as ruas da cidade na procissão, acompanhado do Bispo de Coroatá Dom Sebastião, vereadores, lideranças e de uma multidão calculada em 15 mil pessoas. A procissão saiu da Igreja Matriz, às 16h, e terminou com uma missa campal, realizada no começo da noite na Praça da Matriz.

Na manhã de sábado (22), Fábio Braga acompanhou os fiéis e romeiros, que carregaram o andor com a imagem de São Raimundo dos Mulundus até na Paulica, onde foi realizada missa campal com a presença do Bispo Dom Sebastião, do Padre Antônio Carlos e demais membros da Igreja Católica de Vargem Grande.

DEVOÇÃO E FÉ

O festejo de São Raimundo é considerado uma das maiores festas religiosas do Maranhão, pois anualmente reúne, entre os dias 22 e 31 de agosto, milhares de fiéis do Brasil e de outros países. O início do festejo foi marcado pela procissão, que saiu da Igreja da Matriz e terminou no povoado Paulica, às margens da BR- 222.

Fábio Braga destacou a importância do Festejo para a devoção e fé do povo de Vargem Grande, e lembrou que o festejo, que ganhou repercussão nacional e internacional, começou há 100 anos, na comunidade rural Mulundus, a 30km da sede de Vargem Grande, lugar onde vivia e morreu o vaqueiro Raimundo Nonato.

Durante o Festejo de São Raimundo Nonato dos Mulundus, os vaqueiros prestam suas homenagens ao santo com gibão, peitoral, mocó, perneiras e chapéu. Já os outros romeiros participam, descalços ou não, pagam suas promessas, carregando prendas e objetos em agradecimento pelas graças alcançadas.

O Pau e a vergonha alheia.

 Por Marli Gonçalves
Quantas vezes na última semana você ouviu o provérbio “pau que dá em Chico dá em Francisco? ” Quando uma frasezinha pega, fica ali na boca do povo remoendo, passa para lá e para cá, participa de várias atividades, mesmo que o seu sentido se esvaia antes de chegar ao final da história

Já que nem tudo é tão democrático assim, em um país de desigualdades tão marcantes como o nosso é que essa do pau batendo em Chico e Francisco não rola mesmo. Só o Chico é que toma uns tecos. O Francisco dá alguma carteirada e se pica, lépido com seus títulos e diplomas; se possível até esfrega na nossa cara um foro especial e alguma imunidade parlamentar. Ou algum cargo de ex.

Ex-presidente, por acaso, tem um monte rodando por aí. Um não, dois, três, contando o do saco roxo que anda fazendo aparições (cinco, se contarmos o quieto Sarney e o viajante FHC que de vez em quando aparece, dá uns pitacos e some). Um, visto em boneco gigante, inflável, camisa listrada, saiu por aí, Pixuleco, carregado pela oposição para tudo quanto é canto. E o de verdade, carne, osso e barba num road movie promocional esquisitíssimo. Inflado, fica insuflando. Sobe na tribuna, pega um microfone e logo vem brandindo alguma ameaça feita em voz grossa, alta e rouca, de quem se faz de mouco e não ouve a voz das ruas. Não vê que a coisa não está de brincadeira, que não é hora de marketing eleitoral populista. Quanto mais as pessoas olham a cara dele, com mais raiva vão ficando.

Para nos deixar mais boquiabertos ainda com tanta coisa acontecendo e desacontecendo, como se não bastasse os personagens em ação, esses dias teve o outro ex-do-passado-distante-e-longínquo-que-adoraríamos-ver-enterrado que ressuscitou, no palco do teatro do absurdo onde apresentou um monólogo com direito a todas as caretas que deve ter treinado à exaustão antes na frente do espelho. Ninguém merece. Os palavrões que disse fizeram a sessão ser proibida para menores de idade que não podem ver filmes de terror e sangue injetado nos olhos.

Acompanhar a política nacional nos últimos tempos virou mesmo um exaustivo exercício de paciência e de vergonha alheia – expressão que agora entendo mais do que nunca, em sua exatidão e plenitude impressionante do que é a capacidade humana de sempre nos surpreender e decepcionar. Ora é a presidente saudando a mandioca e dobrando a meta imaginária, o seu zero particular. Ora é um boquirroto que na verdade está mesmo tentando só salvar a sua própria pele – viu que o caldo está entornando – para tentar retomar glorioso daqui a alguns anos, assobiando e repetindo que não sabia, que errou, mas que isso não se repetirá.

Aí alguém lá em cima tem alguma ideia que acha de gênio e resolve soltá-la em balões: as da vez foram criar mais um imposto com nome pomposo e disfarce, além do corte dos longos cabelos da Esplanada dos Ministérios, mas só dez dedinhos; nada de navalhadas radicais. Daí? Daí nada. O imposto morreu, ainda bem, sufocado pela gritaria. E os cabelos? Ah, os cabelos continuam os mesmos – o que mudará será a voz
.
Desde o primeiro governo da presidente, escrevo sobre a estranheza que havia na sensação de que tínhamos duas pessoas no comando do país; uma ficava como sombra, fazendo negócios que estão sendo revelados só agora, dando ordens, orientando a manada. Era uma sombra, mas admitamos que, pelo que vemos acontecer nesse segundo governo, a sombra até era útil e funcionava. Alguma coisa não deu certo nessa relação, gastou – tanto que a sombra se afastou – e quando o nada foi iluminado novamente foi que percebemos que o buraco já estava muito mais em baixo. Canoa furada. Sem direção. Sem argumentos. Sem respostas.

E sem oposição também. Por falar em vergonha alheia, com a oposição que temos quem precisa de governo? Eles próprios se exterminam entre si, ou caindo do muro na lama, pelo lado errado, ou equilibrando-se em cima dele e rezando pela cartilha de algum profissional da fé e fiscal de costumes, mais sujos do que outro pau, o pau-de-galinheiro.

É uma novela. Acaba uma, começa a outra. Um novelo a desenrolar, e cada mês que passa – e estão passando – se torna mais surpreendente seu roteiro, seus vai-e-vem. Nossa própria resiliência e resignação.

Somos todos Chico.

Nina Rodrigues Fará Audiência Pública dia 4

O Grupo da Ex-prefeita Iara de Nina Rodrigues, estará promovendo uma audiência pública com membros do Ministério do Desenvolvimento Agrário no próximo dia 04 na Câmara Municipal de Nina Rodrigues. Segundo integrantes do grupo, estão confirmadas as presenças dos deputados estaduais Fábio Braga, José Inácio e o deputado federal José Carlos da Caixa. Estão. Segundo os organizadores do evento, serão discutidas políticas públicas que possam ajudar no desenvolvimento da região, mas principalmente do município. As potencialidades e a vocação regional serão temas do debate. Serão discutidas ainda, propostas para a melhoria da produção da Agricultura Familiar em Nina Rodrigues. No dia 19 deste mês os amigos e admiradores da ex-prefeita Iara estarão comemorando mais um aniversário da ex-prefeita.Estão por confirmar a presença para esse dia, o Secretário de Articulação Política do governo do estado Marcio Jerry e o secretario de Segurança Pública do Estado do Maranhão Jeferson Portela. Comenta-se nos bastidores, que nesse dia também, poderá ser lançado o nome do candidato do grupo ao Palácio dos Balaios. É muita festa para um dia só. Os adversários da prefeita estão tremendo na base.

ECONOMIA EM ESTADO DE ALERTA

PEDRO LUIZ RODRIGUES

O Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, esforçado, competente e, sobretudo, muito paciente, tem se desdobrado para incutir racionalidade e bom-senso a seus diversos interlocutores em Brasília. Mas, aparentemente, ninguém está lhe dando muita bola.

 

Como tudo parecia mais fácil no tempo de seu antecessor, Guido Mantega, que parecia não se incomodar com degringolar das contas macroeconômicas e se distraia divulgando projeções fantasiosas sobre o futuro! Mantega também não tinha o costume de questionar ordens da Presidente. Ela mandava, ele fazia, ponto final.

 

Levy tem a coluna vertebral menos flexível que a de seu antecessor e todos sabem que não pretende fazer pilates para mudar a situação. Jogo de cintura tem, pois sabe que administrar um país complexo como o Brasil é tarefa complicada.

 

Mas é  como se no Brasil as mentes tivesse ficado distorcidas  depois de o  governo assar anos distribuindo dinheiro que entrava fácil no País, puxado que estávamos pela potente locomotiva da economia chinesa. Agora as dificuldades se multiplicam, mas nenhum dos beneficiários quer abrir mão de nada.

 

Na Grécia, onde as dádivas e as benesses se multiplicaram de maneira inacreditável, também ninguém queria abrir mão de qualquer vantagem. Era como se esperassem contar com seus deuses mitológicos para ajudá-los.  Triste ilusão, pois Zeus, no lugar de raios salvadores, mandou-lhe fou uma banana e bandeou-se para o lado alemão.

 

A semana está se iniciando em todo o mundo com manchetes muito negativas para o Brasil: entramos numa recessão; os políticos a cada dia se entendem menos; o Orçamento, pasmem, propõe déficit; propõe-se ressuscitar a CMPF; a indústria se decompõe; Lula se auto-proclama candidato para 2018! Não é pouca coisa, e os especialistas em classificação de riscos devem estar ansiosos para retirar o investment grade do Brasil.

 

Enquanto isso, nos Estados Unidos, o banco central (Federal Reserve) avalia se está chegada a hora de sair das taxas de juros beirando a zero e aumenta-las de um tanto, para conter eventuais pressões.

PAGAMENTO DE DÍVIDA?

CARLOS CHAGAS

Não se dirá ter sido acerto de contas em pagamento à sua recondução como Procurador Geral da República, mas ficou estranha a decisão de Rodrigo Janot, anunciada domingo, de engavetar pedido de investigação no Tribunal Superior Eleitoral a respeito da presença de dinheiro podre na campanha presidencial de Dilma Rousseff, em 2014. Afinal, trata-se de sepultar a iniciativa do ministro Gilmar Mendes, sequioso da apuração de denúncias capazes de levar à anulação do pleito que reelegeu Madame.

Poderá a mais alta instância da Justiça Eleitoral rejeitar o parecer do Procurador Geral e dar andamento à apuração referente a ilícitos na recente campanha, mas a decisão agradou o palácio do Planalto e levou as oposições à desconfiança. Gilmar Mendes ficou uma fera e promete retrucar ainda esta semana.

Jamais o Tribunal Superior Eleitoral anulou uma escolha de presidente da República, sentença que levaria à realização de nova eleição ou ao reconhecimento da vitoria do segundo colocado, no caso, Aécio Neves. As duas hipóteses determinariam um trauma institucional, pois de uma forma ou de outra, Dilma foi reeleita. Novas eleições seriam diretas, se a decisão do tribunal viesse ainda na primeira metade do mandato da presidente da República, mas poderiam dar-se pelo Congresso, na segunda metade. A reação do eleitorado que apoiou a vitória da chefe do governo seria fator de crise nas instituições, conturbando ainda mais a esfrangalhada situação econômica.

Por tudo isso, voltam-se as atenções para as próximas reuniões do TSE. E para Rodrigo Janot, atacado de frente por Gilmar Mendes, capaz de receber a solidariedade da maioria de seus colegas do Supremo Tribunal Federal.

QUEM SAI E QUEM FICA

Caberá ao chefe da Casa Civil, Aloísio Mercadante, conduzir as negociações a respeito dos dez ministérios que deixarão de ser ministérios, em prazo não superior ao último dia do mês hoje iniciado. A briga está sendo de foice entre o PT e o PMDB, ainda que partidos menores com lugar na equipe de governo também se articulem para não perder espaço. Pior momento não existiria para a presidente Dilma mandar anunciar a redução ministerial. Mesmo assim, algumas gavetas da Esplanada dos Ministérios já começam a ser esvaziadas.