Bairros de Vargem Grande ,estão sem água há três dias

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Segundo informações,a três dias alguns bairros de Vargem Grande estão sem água,por motivo desconhecido para os consumidores . E depois de 24 horas ,em meio a tantas reclamações houve a necessidade de solucionar o problema .

Representantes da Caema, perfuraram um buraco em frente a praça Neuza portela, porém foi apenas uma tentativa frustrada ,o buraco está exposto,e as casas continuam sem água.

Entretanto ,em reportagem a tv difusora de Vargem Grande ,o responsável pelo órgão da Caema municipal,afirma que foi um erro,e garante que não vai mais se repetir .

 

 

 

Polícia Federal desbarata quadrilha que agia em 30 prefeituras do MA

 
Em entrevista coletiva, realizada nesta quarta-feira, 3, na Procuradoria Geral de Justiça, integrantes do Ministério Público do Maranhão, Controladoria Geral da União, Polícia Civil e Polícia Federal, deram detalhes da Operação Geist (fantasma em alemão), realizada no início da manhã de hoje.
De acordo com o promotor de justiça Marco Aurélio Rodrigues, coordenador do Grupo de Atuação Especial no Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), foram cumpridos 14 mandados de busca e apreensão em 13 endereços de São Luís e um em Itapecuru-Mirim. Nove equipes formadas por policiais, delegados e técnicos dos órgãos envolvidos realizaram, simultaneamente, as ações de busca e apreensão.
No apartamento do empresário Fabiano de Carvalho Bezerra, localizado no condomínio Lakeside (Ponta da Areia), que seria o operador de um esquema de fraude em licitações e desvio de recursos públicos na Prefeitura de Anajatuba e em outros municípios maranhenses, foram apreendidos cheques em branco, contratos, computadores e outros documentos que podem ter relação com as supostas fraudes. Até um carimbo do Cartório Celso Coutinho, de São Luís, foi encontrado na residência.
Além do promotor Marco Aurélio Rodrigues, participaram da coletiva os delegados Luís Jorge, da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), Parente Júnior, da Polícia Federal, o chefe da Controladoria Geral da União (CGU) no Maranhão Francisco Alves Moreira, e o auditor Sérgio Junqueira, também da CGU.
Segundo o coordenador do Gaeco, a próxima etapa da investigação é a análise de todo o material apreendido, a fim de enriquecer o conjunto probatório. Ele acrescentou que os valores dos contratos com suspeita de irregularidades já somam mais de R$ 30 milhões. A empresa A4, de propriedade de Fabiano de Carvalho Bezerra, possui contrato no valor de R$ 6 milhões com a Prefeitura de Anajatuba para prestação de serviços de transporte, inclusive o escolar, mas não possui um automóvel sequer.
Francisco Alves, da CGU, informou que, além dos recursos federais desviados dos cofres públicos, as investigações detectaram que há recursos do Tesouro estadual e de fontes próprias do município de Anajatuba desviados pelo esquema de corrupção. Entre as irregularidades já detectadas em processos licitatórios, a partir de auditorias da CGU, estão o direcionamento nas licitações, restrição à concorrência, contratos de fachada e pagamentos por serviços não executados.
Alves afirmou, ainda, que algumas das empresas beneficiárias do esquema não existem fisicamente no endereço declarado, não possuem funcionários, nem veículos e máquinas, embora uma delas tenha sido contratada para realizar a coleta de lixo.
Os integrantes dos órgãos de controle no Maranhão informaram que as investigações preliminares indicam que as mesmas irregularidades constatadas em Anajatuba podem estar ocorrendo em cerca de 30 municípios, entre os quais Caxias, Codó, Trizidela do Vale, Chapadinha e Itapecuru-Mirim. Do Jornal Destak agora.

LEVY, A HORA DE SAIR

PEDRO LUIZ RODRIGUES

A crise provocada pelas inúmeras trapalhadas protagonizadas pelo governo brasileiro –  que já corroeu os fundamentos de nossa economia – deixa os limites do nosso terreiro para ganhar o mundo. À frente, não nos deixemos enganar, esperam-nos choro e ranger de dentes.

 

Lá fora, vimos o que aconteceu recentemente com a Grécia, o jogo será bruto: é pão, pão, queijo, queijo; branco no preto. Credores, quando o devedor é duvidoso, não dão a menor bola a falastrões, fanfarrões e enganadores.

 

Em breve, diante das restrições que nos serão impostas, os arautos de nossa incompetência administrativa buscarão culpados externos para nossas mazelas, como faz hoje o presidente venezuelano Nicolas Maduro, responsável por destruir as bases do sistema produtivo do país vizinho.

 

Daqui a pouco estaremos vendo a reedição do que já ocorreu no passado: dirigentes histéricos apontando como responsáveis por nossos males o capitalismo e os capitalistas – em particular os louros de olhos azuis – o neoliberalismo, os banqueiros internacionais, o FMI, o Banco Mundial.

 

Mas, sabemos muito bem, os grandes responsáveis pelo  grande desastre que se prenuncia somos nós mesmos que elegemos governos ineptos, orientados por livretos ideológicos e uma visão de mundo formada na década de 1940. Optamos, deliberadamente, pelo direito de fazer besteiras.

 

A redução, ontem anunciada, de nosso status creditício pela S&P foi apenas a primeira da série de punições que sofreremos por trocar a sensatez pela irresponsabilidade na gestão de nossa macroeconomia.

 

É lamentável ver tudo o que Brasil conseguiu construir, com muito sacrifício, desde meados da década de 1990, ser destruído  pelo governo do PT com o mesmo tipo de fanatismo idólatra que leva o Estado Muçulmano a destruir e dilapidar.

 

Perderá tempo e credibilidade o ministro Joaquim Levy enquanto se mantiver no time em que está, aceitando receber ordens de gente do segundo escalão do PT que está muito menos preocupada com o destino do Brasil do que com a sobrevivência eleitoral do partido.

 

Há, ministro, uma hora certa de sair.

 

Pedro Luiz Rodrigues, diplomata e jornalista. Foi assessor dos ministros da Fazenda Ernane Galvêas, Marcílio Marques Moreira e Pedro Malan.

BANDIDOS CONTROLAM NOSSA SOBERANIA

CARLOS CHAGAS

Não se duvida de que o governo Dilma Rousseff tem sido uma lástima. Que o desemprego chegou em massa, os impostos aumentam sem chance para o contribuinte, direitos trabalhistas foram reduzidos, paramos de crescer e a alta do custo de vida atinge todo mundo. Uma situação para o Brasil exasperar-se.

No entanto… No entanto, por que dar voz e voto a uma série de empresas privadas estrangeiras, daquelas constituídas para ganhar dinheiro às custas dos trouxas que somos nós, rebaixando relações econômicas que nos dizem exclusivamente respeito?

Standart&Poor`s, Fitch, Moody`s e outras arapucas faturam de acordo com seus interesses. Quando em dificuldades, prestes a falir, essas empresas “de risco” incluem em seus relatórios para os investidores internacionais números capazes de perturbá-los, ainda que às custas da economia de Estados soberanos.

O quadro aqui no Brasíl é triste? Sem dúvida, mas qual a justificativa para ficar pior apenas porque meliantes pretendem sobreviver às nossas custas e às custas de quem tem recursos sobrando para investir onde maiores dividendos possam encontrar?

O grave nessa história é que estamos nos curvando à chantagem. O governo, as autoridades econômicas, os banqueiros e a mídia tomam como dogmas absolutos as conclusões duvidosas e mal-intencionadas dessas quadrilhas de classificação de performances. Não se viu um protesto ou mera ponderação frente a tais intervenções daqueles que não possuem mandato, autorização ou capacidade para nos julgar. Falaram , está falado, mesmo quando, por coincidência, acertam ao descrever nossas agruras. Quem lhes passou procuração para intervir na realidade econômica brasileira, tornando-a mais aguda em função da ânsia de aumentarem seu faturamento?

A fraqueza do governo Dilma fica exposta não só por conta de erros, falsas promessas e manobras eleitorais. Transparece também quando cedemos à ação de bandidos internacionais que infelizmente controlam nossa soberania.

SENADO NA BAIXA

A Câmara acaba de desfazer o que de mais importante o Senado votou, em termos de reforma política. Uma simples conta aritmética, de 513 contra 81, transforma os representantes da Federação em apêndices desimportantes dos que pretendem exprimir a população. Trata-se de um falso equilíbrio que a Constituição não consegue resolver. Nos limites do Poder Legislativo. Quem sabe tenha chegado a hora de o Judiciário intervir? Porque no caso do financiamento de campanhas eleitorais por empresas privadas, fica evidente ser a opinião pública contrária. O Supremo Tribunal Federal, também. Como os interesses de Eduardo Cunha e seus seguidores precisavam ser atendidos, eis o resultado: a bandalheira continuará a mesma, nas próximas eleições.