Morte no município de Itapecuru -Mirim

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Segundo informações hoje dia 23 de Setembro,aproximadamente as 15 horas,aconteceu um assassinato no bairro da Torre do município de Itapecuru- Mirim. A vitima recebeu alguns tiros e logo após,foi socorrida por populares que circulavam por aquele local.Mas mesmo assim o homem de 23 anos ,de nome Miguel Antonio dos Santos não resistiu,e morreu logo após chegar ao hospital. A vítima era suspeito de tráfico de drogas e foi alvejado pelo indivíduo  conhecido como Pretinho, segundo populares que não quiseram se identificar. Existe informação de que a policia daquele município,teria conhecimento de que vitima tinha envolvimento com tráfico de drogas,e esse pode ter sido  o motivo da sua morte.

Congresso mantém 26 vetos e não analisa reajuste do Judiciário

A proposta de um reajuste de até 78% dos funcionários do Judiciário pode ter o impacto de R$ 36,2 bilhões nas contas públicas até 2019

Jefferson Rudy/ Câmara dos Deputados
O governo conseguiu manter 26 dos 32 vetos presidenciais em sessão do Congresso que se estendeu pela madrugada

Após mais de cinco horas de sessão, o Congresso encerrou a apreciação dos vetos presidenciais na madrugada desta quarta-feira (23/9) sem votar um dos vetos mais importantes para o governo: o do reajuste do Judiciário. A proposta de um reajuste de até 78% dos funcionários do Judiciário pode ter o impacto de R$ 36,2 bilhões nas contas públicas até 2019. A sessão foi interrompida por falta de quórum e não há prazo definido para que a votação seja retomada.

O governo conseguiu manter 26 dos 32 vetos presidenciais em sessão do Congresso que se estendeu pela madrugada. A principal vitória foi a manutenção do veto que tratava da flexibilização do fator previdenciário. Caso a adoção da regra 85/95 anos para o cálculo da aposentadoria fosse usada como alternativa ao cálculo do fator previdenciário haveria um impacto de R$ 135 bilhões para as contas do governo até 2035.

O Congresso manteve o veto que tratada da isenção do PIS/Cofins para óleo diesel, que impactaria até 2019 R$ 64,6 bilhões. As duas propostas foram votadas em bloco. “Já tivemos importantes vitórias”, disse o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE).

Resposta ao mercado

Na tentativa de aplacar o mercado no dia em que a agência de risco Fitch reuniu-se com a equipe econômica e o dólar atingiu o recorde histórico de R$ 4,05, o Palácio do Planalto decidiu mudar a estratégia e deflagrou uma operação para manter todos os 32 vetos presidenciais da pauta do Congresso Nacional. O governo, que queria inicialmente adiar mais uma vez a sessão, preferiu ir para a votação, ofereceu cinco ministérios ao PMDB e até pediu apoio do PSDB para não derrubar os vetos. E, após uma sessão com mais de 5 horas de duração, a ação deu parcialmente certa.

O Palácio do Planalto temia que a aprovação das pautas-bomba dos vetos comprometesse o esforço de atingir a meta de superávit primário de 2016 de 0,7% do PIB. Com a manutenção dos vetos, o governo evitou um aumento das despesas públicas de pelo menos R$ 127,8 bilhões até 2019 e tenta passar um recado ao mercado de austeridade, mesmo após ter perdido o selo de bom pagador concedido pela agência Standard & Poor’s e ter enviado inicialmente ao Congresso um orçamento deficitário para o próximo ano em R$ 30,5 bilhões.

O maior receio do governo era com a derrubada do veto da presidente Dilma Rousseff ao reajuste de até 78% aos servidores do Poder Judiciário. Até o fim da sessão, funcionários da carreira fizeram buzinaços do lado de fora do Congresso. Os protestos começaram durante o dia com servidores abordando parlamentares, fazendo “corredores-poloneses”, para lhes cobrar o apoio.

A presidente Dilma e seus principais ministros envolveram-se pessoalmente nas negociações. Dilma conversou com os presidentes da Câmara, os peemedebistas Eduardo Cunha (RJ), e do Senado, Renan Calheiros (AL), e líderes partidários das duas Casas. Embora Cunha, Renan e o vice Michel Temer, que é presidente do PMDB, tenham dito que não iriam indicar nomes para a reforma ministerial, a bancada peemedebista da Câmara deve ficar com a Saúde e outro para uma pasta da área de infraestrutura, a do Senado dois ministros e o quinto ministro, um nome de consenso entre as bancadas das duas Casas.

Grécia

“O Brasil não pode evoluir para virar uma Grécia”, disse o líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (CE). “O governo dá uma demonstração que está rearrumando a Casa e dá mais solidez ao cenário político”, disse o líder do PMDB na Câmara, Leonardo Picciani (RJ).

Os ministros Aloizio Mercadante (Casa Civil), José Eduardo Cardozo (Justiça), Ricardo Berzoini (Comunicações), Edinho Silva (Comunicação Social) e o assessor especial Giles Azevedo fizeram a contagem dos votos necessários no Congresso, na tentativa de desarmar a pauta-bomba. Para derrubar qualquer um dos 32 vetos da pauta eram necessários o voto de pelo menos 257 deputados e 41 senadores conjuntamente. O governo centrou inicialmente esforços no Senado, Casa em que avaliava ter votos para manter os vetos, mas conseguiu um apoio também da Câmara. O corpo-a-corpo do governo entre os deputados ajudou nessa virada

Cardozo procurou o senador tucano Aloysio Nunes Ferreira (SP) para pedir uma conversa com a bancada do partido a fim de evitar votos do partido a favor da pauta-bomba. O tucano declinou do convite, mas indicou que senadores do partido seriam favoráveis a manutenção dos vetos, o que de fato ocorreu como no caso do reajuste do Judiciário. O líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha Lima (PB), liberou a bancada para apreciar essa última proposta. O partido avaliou reservadamente não ser possível derrubar os vetos porque, se eventualmente vier a assumir o Palácio do Planalto, pegaria o País numa situação mais delicada.

Cunha responde esta quinta à questão de ordem do impeachment

Cunha vai ler o parecer técnico da Câmara

Carolina Gonçalves
Agência Brasil

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) disse hoje (22) que até quinta-feira (24) vai ler a resposta à questão de ordem apresentada pela oposição, no último dia 15, sobre o rito de tramitação de um pedido de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff.

Cunha recebeu o estudo prévio da assessoria jurídica da Casa, ontem (22), mas pediu ajustes e correções no parecer, que vai servir de base para que ele defina, oficialmente, sobre a tramitação de um eventual pedido de impeachment da presidenta da República, apontando as regras sobre requisitos para aceitação, recursos, prazos, emendas e rito de tramitação.

ESBOÇO

“Trouxeram um esboço, mas ficaram de corrigir até amanhã”, disse. Segundo Cunha, o tempo será suficiente para que, antes de ler em plenário, distribua cópias para todos os parlamentares que quiserem acesso ao documento. “É melhor, para que ninguém seja pego de surpresa”, afirmou.

O peemedebista já havia dito que só decidiria quando estivesse “seguro” sobre a questão. Desta decisão, depende ainda o posicionamento que Cunha adotará diante do pedido assinado e protocolado pelos juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale, e alguns movimentos sociais críticos do atual governo.

SESSÃO CONJUNTA

Sobre a sessão conjunta do Congresso Nacional para analisar os vetos totais ou parciais da presidenta Dilma Rousseff a matérias aprovadas pelo Legislativo, Cunha prefere esperar um anúncio do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que tenta convencer os líderes a adiar a votação, mas ainda não há nada definido.

Assim como Renan, Eduardo Cunha considera a sessão um “risco” dispensável ao governo, mas afirmou que não recebeu qualquer pedido para adiar a sessão. O presidente da Câmara vai esperar uma decisão e o anúncio de Renan, que é quem comanda a sessão do Congresso.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOGQue ninguém se anime muito. Ao que parece, Cunha apenas vai ler o parecer dos técnicos da Câmara. Pode segui-lo ou não. A decisão sobre o impeachment será dele. (C.N.)

Dilma conseguiu desmoralizar totalmente o ministro Levy

Carlos Newton

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, antes festejado como herói da pátria, está hoje totalmente desmoralizado e sequer foi convidado para a reunião da cúpula do governo, no final de semana. A presidente Dilma Rousseff, que insiste em acumular as funções de ministro da Fazenda, deixa com Levy apenas a função de tentar um acordo com as lideranças do Congresso, para ver se aprova o pacote fiscal, que não é criação individual dele e foi confeccionado sob medida para ela.

Cumprindo essa função de leva e traz, Levy esteve nesta segunda-feira no Senado, onde se reuniu com o presidente Renan Calheiros (PMDB-AL), o líder do PMDB, Eunício de Oliveira (CE) e o senador Romero Jucá (PMDB-RR).

Na saída, foi cercado pelos repórteres e afirmou que será difícil conduzir junto ao Congresso a discussão dos ajustes propostos pelo governo para reduzir o deficit de R$ 30,5 bilhões do Orçamento deste ano. Mas isso todo mundo sabia, menos ele, o distraído Levy.

SACRIFÍCIO

A repórter Mariana Haubert, da Folha, contou que após o encontro, que durou uma hora e meia, Levy afirmou também que a questão do Orçamento “é uma discussão importante, uma discussão que a gente sabe que é difícil. Porque é lógico que, toda vez que você tem uma desaceleração econômica, há um sacrifício de todo mundo, um esforço de todo mundo, e o esforço nunca é pequeno, mas, enfim, é uma discussão muito importante para a gente dar rumo”, disse Levy.

Como esse comentário, o ministro tocou no ponto principal da questão – o sacrifício de todos. Pois é justamente isso que precisa ser buscado, mas o Planalto e a equipe econômica não se esforça em fazê-lo. O governo não está assumindo sua parte neste sacrifício e está poupando os banqueiros, conforme denuncia o presidente da Confederação Nacional da Indústria, Robson de Andrade, que até tem ironizado o fato de Levy ser empregado do Bradesco.

PACOTE É UMA FARSA

A economia está derretendo e o governo adia cada vez o ajuste fiscal. Não corta despesa, a redução dos ministérios será apenas cosmética, com as pastas maiores absorvendo as menores. Não haverá cortes de despesas de custeio, não será feita a redução de cargos comissionados, assim como não se cogita da extinção dos cartões corporativos nem se almeja o fim dos repasses às ONGs que vivem à custa do poder público.

Até o ex-ministro e ex-deputado Delfim Neto, que desde a posse de Lula em 2003 vinha defendendo o governo, já jogou a toalha e agora diz que o pacote é uma farsa, uma fraude, porque não corta nada.

E a dívida pública, que estava em 51% do PIB, dispara para 67% no final deste ano e se torna impagável, devido ao próximo vencimento da maior parte dos títulos, enquanto a presidente Dilma e seu serviçal Aloizio Mercadante fingem que não está acontecendo nada.

Mas que país é esse?, podemos perguntar ao Francelino Pereira, que nos encaminhará ao Renato Russo, que nos remeterá ao Renato Duque, sem que ninguém responda nada.

Grave Acidente nas Mil Casas e Assalto a Motocicleta marca a noite desta terça-feira em Chapadinha.

Postado por Foguinho

 Veja os acontecimentos na noite desta terça-feira, 22, em Chapadinha.
Assalto a motocicleta.
Uma jovem teve sua motocicleta biz tomada de assalto próximo ao Mercadinho Cardoso, uma pessoa presenciou o assalto e iniciou a perseguição. O bandido abandonou a biz no Bairro Terras Duras.
O bandido fugiu, mas a polícia iniciou uma perseguição e segundo informações, ele  foi preso.

Grave Acidente na Av. das Mil Casas.

 

Por Volta das 19:30h, o comerciante conhecido por Chico Branco sofreu um acidente na Av. das Mil Casas. Segundo informações ele teria perdido o controle da moto após cair em um buraco que a CEMAR retirou os postes.

Chico Branco foi socorrido e levado ao HAPA e em seguida foi transferido para São Luis em estado grave.
Chico Branco tem um comércio no Bairro Areal, próximo ao estádio municipal.
Briga entre a CEMAR e Prefeitura, quem é o culpado ?
Dias atrás a CEMAR tirou os postes que estavam no meio da Avenida, para que a prefeitura pudesse iniciar as obras de duplicação.
O serviço ficou péssimo e os buracos e barros ficaram no meio da Av. atrapalhando o trânsito de veículos, sem falar na escuridão que está a via sem nenhuma lâmpada para a iluminação.
A culpa é da CEMAR ou da Prefeitura que fazem os serviços porcos e quem paga o preço é a população.
O Advogado Dr. Élcio Aguiar entrou em contato com o Blog do Foguinho e informou que vai mover uma ação para  responsabilizar os responsáveis.
Fica a indignação da população de Chapadinha.

Mais uma vez a agencia dos Correios de Rosário foi assaltada.

 

Situada a poucos metros da delegacia regional a agencia dos Correios em Rosário que é correspondente bancária do Banco do Brasil sofreu mais um assalto na tarde desta terça(22).
Segundo informações pelo menos dois elementos teriam rendido o vigilante e funcionários da agencia e teriam levado um certa quantidade em dinheiro.

Este tipo de crime já virou rotina na região e em várias cidades do interior do Maranhão.

A fragilidade em segurança é o principal fator que contribue para essa prática criminosa.
Até o momento não há informações sobre os possíveis meliantes.

A LOBA DE ROMA E A ÁGUIA AMERICANA

LUIZ RECENA

 

Francisco é um papa.

 

Mas poderia ser um mágico argentino que, depois de visitar a catedral de Santiago de Cuba, conseguiu um bote inflável no porto de Mariel, burlou “la migra” americana e neste momento faz o maior sucesso nos Estados Unidos.

 

Só que não é assim.

 

Francisco papa é daquela estirpe de líder completo e responsável. Sabe bem o que está fazendo. Primeiro em Cuba.  Chegou cheio de recados para um comunismo tropical agonizante.

 

O regime de Fidel e Raul Castro, feito um furacão daqueles que assolam a ilha, está passando qual vento que virou brisa.

 

Sim: os irmãos tinham um parceiro, chamado Che. Era argentino e meio mágico.

 

Francisco transmitiu todas as mensagens que trouxe. Na linguagem de Roma, é claro.

 

Desapontou anticomunistas raivosos e “gusanos” de Miami.

 

Paciência. É o jogo. Não deixou barato: exigiu liberdades, direitos humanos, justiça social, culto religioso, mais riqueza e bem estar. Basta de sacrifícios.

 

Ouviu-se ranger de dentes da cúpula fidelista e de velhos burocratas saudosos do heroísmo de Sierra Maestra. Os tempos são outros e as novas gerações querem a história no verdadeiro lugar dela. Pena para os que não mudam.

 

À sombra da loba romana a águia do norte bebeu água.

 

Obama não perdeu tempo e soprou sua máquina de ventos capitalistas sobre a ilha. Entre um Dominus Vobiscum e outro do papa Francisco, os ianques liberaram negócios, celulares, internet, visitas, intercâmbios e dinheiro, remessas de dólares sem limites.

 

John Wayne não seria mais rápido. Até porque era muito direitista.

 

O papa deu todo o apoio. Viu até a invisível mulher de Fidel.

 

Depois tomou o avião, cruzou as águas mais lindas do Caribe e chegou ao coração do império do capital. Bateu o pé na terra e começou a falar. Dar recados.

 

Igualdade, justiça social, menos violência contra os condenados da terra. Mais suporte aos pobres. Igualdade entre as raças, entre os gêneros. Proteção a refugiados. Menos guerras e violências.

 

Tem muito a dizer em um cenário não católico que adora o ouro.

 

A igreja foi fundamental para a distensão das relações bilaterais entre Estados Unidos e Cuba. O hábil papa Francisco amarra as duas pontas do trabalho durante essa viagem.

 

Com direito a um retorno de mídia merecido e enorme.

 

E ainda ganha o púlpito das Nações Unidas para multiplicar seu discurso universal e profundo.