FEITO OS TERRORISTAS ISLÂMICOS: PT USA CRIANÇAS NAS ESCOLAS COMO ESCUDOS HUMANOS…

doutrinação 1

Reinaldo Azevedo

O que vai abaixo é, a um só tempo, uma bizarrice e um crime moral, quando menos. Crianças que mal estão alfabetizadas estão sendo mobilizadas por professores contra, acreditem!, a PEC 241, a do corte de gastos. As imagens trazem alunos nos anos iniciais do ensino fundamental, alguns talvez nem tenham chegado à idade da alfabetização, portando cartazes contra a emenda. E há até um onde se pode ler “Fora Temer”. Os infantes também estão com o rosto pintado. As fotos me foram enviadas por ouvintes e estão publicadas num grupo de WhatsApp do Fórum Nacional de Educação. Foram postadas por uma tal Pretinha Truká, que pertence à Comissão de Professores Indígenas de Pernambuco (Copipe). Seu nome, na verdade, é Edilene Bezerra Pajeú. E, sim, ela é membro do Fórum. Representa a “Comissão”. Pretinha Truká também é o nome com que Edilene concorreu à Câmara de Vereadores de Cabrobó, em Pernambuco, pelo PV. Não conseguiu se eleger. É evidente que as pessoas têm o direito de ter essa opinião ou aquela sobre a PEC 241. Mas é um espanto que crianças sejam mobilizadas para isso, levadas a servir como PORTA-ESTANDARTE de uma luta cujo sentido ignoram. Estamos, na verdade, diante do uso de crianças como, deixem-me ver, verdadeiros ESCUDOS HUMANOS de uma luta que tem caráter político, ideológico. A tal Truká enviou as imagens. Não dá para saber se são alunos seus ou não. O que está claro, aí, sim, é que ela endossa o procedimento e que os estudantes são da rede estadual de Pernambuco. É um PROCEDIMENTO ASQUEROSO.Aliás, a expressão “ESCUDOS HUMANOS” vem bem a calhar para designar também as vítimas de invasores de escola Brasil afora. Curitiba Por falar nisso, a juíza Patrícia de Almeida Gomes Bergonse, da 5.ª Vara da Fazenda Pública de Curitiba, determinou nesta quinta a reintegração de posse de todas as 44 escolas estaduais que ainda estavam invadidas na cidade. A saída dos invasores deve se dar nesta sexta. Bem, o que se vê na página do Fórum Nacional de Educação é um emblema da honestidade intelectual dessa turma. Acho, sim, difícil que se implemente uma lei para coibir oMOLESTAMENTO IDEOLÓGICO em sala de aula. Mas me parece evidente, igualmente, que as coisas não podem ficar como estão. As imagens que se veem  nada têm a ver com educação. Trata-se do mais DESCARADO TRABALHO DE DOUTRINAÇÃO. E a vítima não tem como se defender da investida. – A manchete não faz parte do texto original – 
doutrinação 3
PITACO DO BLOG CHUMBO GROSSO: – A CENA É ESTARRECEDORA!!!  DÁ NOJO, PENA E REVOLTA… É UMA ABERRAÇÃO, UMA AFRONTA!!! PODE ISSO, ARNALDO?!?!?! OS PETRALHAS E SEUS COITEIROS SÃO TERRORISTAS E COMO TAIS DEVERIAM SER TRATADOS. COMO RESPOSTA À ALTURA, O MAIS CORRETO SERIA INVADIR A SEDE DA UNE; DEPOIS ACABAR NO CACETE E NA BIMBA DE BOI O MST, MTST, CUT E TODA ESSA PUTADA ESQUERDOPATA. ALÉM DE, SACRAMENTAR O FIM DO MPOSTO SINDICAL, EXTINÇÃO DO PT E O GRAN FINALE: EL PAREDÓN DE FIDEL NO BANDO DE BANDIDOS BARBUDOS!!

Regabofe para juízes em resort da Bahia

Ricardo Noblat

Costuma-se dizer que não basta ser honesto. A pessoa, entidade ou empresa deve também parecer honesta.

Parece honesta uma associação de juízes que, para realizar um encontro, associa-se a uma empresa enrolada em processos?

A Associação de Magistrados Brasileiros (AMB) reunirá a partir de hoje milhares de juízes em um resort cinco estrelas em Arraial d’Ajuda, distrito de Porto Seguro, na Bahia. O lugar é paradisíaco.

O evento tem como um dos seus patrocinadores a Veracel Celulose, empresa dos grupos brasileiro Fibria e sueco-finlandês Stora Enso, instalada no Sul da Bahia.

Ela já foi condenada na primeira instância do Judiciário nas áreas ambiental, trabalhista e fiscal, e em segunda instância por causa de imposto devido ao miserável município baiano de Belmonte.

Os juízes que comparecerem ao encontro, muitos deles à custa da Justiça dos seus Estados, terão desconto na diária cobrada pelo resort, ouvirão palestras e assistirão a um show de Ivete Sangalo.

Na programação oficial do VI Encontro Nacional de Juízes Estaduais, constam debates com o juiz Sérgio Moro e os ministros Carmen Lúcia e Ricardo Lewandowiski, do Supremo Tribunal Federal.

A Veracel está envolvida em 106 demandas judiciais. Em 24 delas na condição de ré e em 19 outras como alvo de execução fiscal, segundo reportagem publicada em O GLOBO.

Procurada pelo jornal, a AMB disse não ver nada demais em ter como parceira uma empresa às voltas com a Justiça. Não crê que ela possa beneficiar-se da proximidade com a principal associação de juízes do país.

Não há registro de que a Veracel atue no ramo da filantropia.

Arraial d'Ajuda (Foto: Divulgação)Arraial d’Ajuda (Foto: Divulgação)

 

Direitos e deveres, quem os tem?

A Constituição nos assegura que todos temos os mesmos diretos e que somos iguais perante a Lei. Dia desses, o que raramente faço, assistir em uma revista semanal uma reportagem de um homem que está preso a dezessete anos acusado de estupro, que ele nega, e até o momento não foi oficialmente julgado. Temos conhecimento também, através dos mesmos meios de comunicação, que alguns ladrões de colarinho branco, que foram condenados e mesmo assim, continuam desfrutando da liberdade em suas mansões, com fins de semana regados aos bons churrascos e Whisky de primeira, com a legitimidade dos infindáveis recursos que a mesma lei vos permite. Isso me fez repensar o valor da nossa Carta Magna. Voltando ao caso do acusado de estupro,  uma pessoa que está presa a dezessete anos, ao meu leigo olhar, já foi condenada mesmo sem julgamento. Essas são algumas diferenças que nossos legisladores precisam ver e corrigir dos nossos códigos de processos. As nossas Leis são boas segundo especialistas no assunto. O que falta segundo eles, é o cumprimento delas. Mas quem por dever de ofício são os responsáveis para fazê-las cumprir? Suas Excelências os Magistrados, que diga-se de passagem não ganham mal, e muitos são conhecidos como da turma do TQQ. ( Trabalham somente Terças, Quartas e Quintas.). O que os diferencia dos trabalhadores comuns, que assinam pontos de segunda a sexta-feira, e tem as faltas descontadas dos proventos. Os Fóruns estão abarrotados de processos e diariamente chegam inquéritos que se transformam em processos, aumentando a demanda. Mesmo com o avanço da tecnologia o número de servidores no Judiciário Brasileiro é insuficiente para atender as necessidades da sociedade que é a maior prejudicada, e se indigna por não ter resposta da Justiça em tempo hábil. No Maranhão, somos 217 municípios e quantos Juízes e Comarcas temos para atender nossas necessidades? Vamos continuar, lutando, esperneando, fazendo valer nosso direito de cidadão, até que um dia, quem sabe, diminuiremos o número de processos nas prateleiras forenses, e possamos proclamar aos quatro cantos, que nossa Justiça não é morosa, enfim, que se faz Justiça nesse País. Por que no Brasil, temos muitos deveres e obrigações, mais quase sempre, nossos direitos são esquecidos ou negados. Digo isso por que alguns dias atrás, fui a uma agência dos correios que é uma repartição pública administrada pelo governo federal, e lá dentro fui assaltado juntamente com outras pessoas. Tivemos apenas o direito de passar por constrangimento e tenção. Só isso e nada mais. Dois bandidos armados nos fizeram reféns, levando nossos pertences, adqueridos com o suor de nosso trabalho. Se quisermos possuir outros, vamos ter que trabalhar e pagar impostos, para um governo que não assegura o mínimo direto do seu cidadão contribuinte,  que é o de ir e vir em liberdade, sem ser molestado.

Apenas 10% das mulheres são eleitas

 

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                                                  Mulheres são minorias na política

A partir de 1930, o sexo feminino passou a participar do meio político, optando por escolher o seu representante ,ou ate mesmo podendo ser a representante. após o primeiro turno das eleições municipais,  segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o número de candidaturas femininas  é de 32 % ,e de mulheres eleitas são apenas 10% .o Brasil elegeu 7.803 vereadoras e 638 prefeitas em primeiro turno, em um  universo de 57.814 vereadores eleitos.

Concorreram nessas eleições, 68% de candidatos homens e 32%, mulheres, sendo 80% declarados brancos .Desse total, 113 mulheres têm de 50 a 54 anos; 107 têm de 45 a 49 anos; 102 estão na faixa de 40 a 44 anos; e 81 têm entre 35 e 39 anos. As faixas etárias de 75 a 79 e de 80 a 84 anos registram apenas uma prefeita eleita.Entre as prefeitas eleitas, 454 são brancas, 168 pardas, 23 da raça amarela, 10 pretas e uma indígena. Entre as vereadoras eleitas, 4.873 são brancas, 2.542 pardas, 329 pretas; 38 da raça amarela; e 28 indígenas.isso  reafirma que em mais uma eleição as mulheres foram as grandes perdedoras

Como todo regra tem sua exceção ,é importante citar um caso no interior do maranhão ,na cidade de Vargem Grande onde se destaca  a presença permanente da vereadora  Maria Da conceição e Silva de Oliveira do PMDB. Eleita desde 2000 até os dias atuais ,onde chegou  a ocupar a presidência da casa legislativa.

De acordo com  Carlos Sergio de Carvalho Barros,advogado especialista em legislação eleitoral, diversas são as causas responsáveis pela  pequena participação da mulher na politica.As que mais se destacam  são ;  submissão feminina, e a forma centralização do poder econômico na mãos de homens, deixando a mulher sempre em segundo plano. Além disso , existe fatores como  machismo, o descredito a politica atual ;e falta de interesse da própria mulher em participar desse meio. Na maioria dos casos as mulheres se abstêm de ser representante,e por obrigatoriedade  se torna apenas mais uma eleitora .

Portanto , existem inúmeros fatores que influenciam a inclusão da mulher na política  como questões econômicas,sociais ,familiares,e até religiosos,isso faz com que a mulher entenda ou não sua importância enquanto ser política ,compreendendo a necessidade  da construção de uma sociedade mais igualitária , com equilíbrio entre direito e deveres , sem distinção de gênero,cor,etnia,e desenvolvendo o ponto de vista de que a politica é o motor da sociedade e que por meio dela ,é que se pode transformar o corpo social.

texto de Thalissa Ambrosio

OS JORNAIS ESTÃO MORRENDO

Mês passado (outubro de 2016) fui acordado por uma voz dizendo-se jornalista Lauro Jardim. Por três vezes, em dias diferentes. Nas duas primeiras desliguei. Atendi na terceira vez:

– Oi. Aqui é o Lauro Jardim. Notei que você cancelou sua assinatura de O Globo……

 

Só aí ficou claro para mim a gravação e seu objetivo: vender assinatura do jornal. É a primeira vez que vejo jornalista vendendo o jornal que trabalha. É uma inovação, sem dúvida. Revela um anunciante atento mas evidencia falhas na trajetória de venda do produto. Faz anos que sou bombardeado por outras vozes, de funcionários ou não, do jornal, tentando vender assinaturas.

 

É dramática a situação da mídia impressa no Brasil. Existem informações de fechamentos de jornais impressos numa velocidade preocupante. Estima-se em três por dia no país à fora. As causas são Internet, custos de produção e infraestrutura cada vez mais altos, despreparo dos donos para lidar com uma nova realidade e um modelo de negócio totalmente ultrapassado. Não é só no Brasil. É no mundo inteiro. E no jornal O Globo não é diferente. Logo teremos novidades por lá.

 

Assim como a veiculação encontrou fórmulas modernas para tentar incrementar a circulação, provavelmente os outros colunistas do jornal também gravaram mensagens de vendas, estes ventos criativos precisavam soprar nas redações. Não só de O Globo, mas em todos os jornais do país.

 

Chama atenção que eles morrem dentro de velhas fórmulas. Não ousam e não inovam atrelados a um modelo de redação superado que não consegue atrair novos leitores e tampouco manter os velhos. Vão definhando aos poucos. Permanecem atrelados ao modelo de redação dos anos 40 do século passado. Não prestam a menor atenção nas novas gerações cujas formas de expressões e linguagem sofreram alterações profundas. Até mesmo a maneira como se apresentam as notícias mudou. Os jornais permanecem no mundo do passado. Não dá para competir com a linguagem digital. Nesta, o que não é importante fica reduzido a pouquíssimas palavras e é definido em poucos dígitos. O que é importante tem uma incrível forma e trajetória que interessa e é lido e visto por milhões. Até mesmo as notícias que saem nos jornais, na linguagem digital adquirem outro formato. O jornal impresso ao invés de incluir-se nesse novo mundo afastou-se. E pior: burramente criou barreiras de acesso para suas versões digitais. Se isso não basta, trataram de levar para a tela do computador o mesmo modelo impresso. É muita falta de criatividade mesmo.

 

O caso de O Globo é exemplar. Interessantes apenas as manchetes. Colunas pesadas, com raciocínios tortuosos e longos. Matérias sem objetividade e muitas vezes com textos escaldados e sem conteúdo relevante.  Na página de opinião e nos artigos temáticos a maioria dos autores apenas justificam posições em busca de seus caminhos. Textos inconsequentes, em sua maioria. Não defendem ideias e projetos. Justificam posições em arrazoados desinteressantes e inócuos. Pior que o press release. Fazem lob ou justificam-se perante seus nichos. Não há pautas que os tornem atraentes.  São poucos aqueles que realmente atraem pela atualidade e textos objetivos. E estes é que seguram o jornal.

 

Colunas diversas e todas tratando de frivolidades. Inclusive na política. O retrato fiel da política brasileira são algumas colunas de O Globo: piadas. Uma imensa estrutura de produção de conteúdo, com gente talentosa, mas desinteressante. Em dez, doze notas, escapam duas ou três com densidade. No caso das colunas até se entende, mas não justifica.

 

Causa espanto os acontecimentos recentes em Brasília quando uma maré de jornalistas foi incapaz de relatar com fidelidade o clima do impeachment. Todos se dizem bem informados. Mas ninguém é capaz de explicar como um exército de profissionais não foi capaz de antecipar aos seus leitores o segredo que mais da metade do Congresso Nacional sabia: o fatiamento do processo de cassação da ex-presidente Dilma. Esquecem que são bem relacionados apenas para servir ao leitor. Em plena era da informação os jornais prestam cada vez menos serviços e informam menos. A realidade se encarrega de informar melhor, de ser mais rápida e sem barreiras. A internet que o diga.

 

Os leitores perdem o interesse, a publicidade foge. Para se financiarem os grandes jornais partem para a publicidade de patrocínio. É quando determinadas marcas aparecem junto aos textos de determinadas coberturas. Mas o leitor imagina e sabe que este modelo não favorece a independência e a isenção necessárias.

 

Governos e suas marcas também são generosos no financiamento desta prática. Mas o que resulta daí vem mofado, insosso, suspeito, quando não comprometido mesmo.