Nina Rodrigues se destaca em evento estadual de juventude

Nesta quinta feira dia 30 de março aconteceu a cerimônia de celebração do dia mundial da juventude, na ocasião a secretária de estado da juventude Tatiane Pereira, explanou que a maioria das ações públicas do estado visam gerar mais oportunidade aos jovens , e citou o exemplo de programas como CNH que investe mais de 4 milhões, beneficiando mais de 5 mil jovens em todo o estado.

O evento aglomerou gestores  e secretários estaduais .Na solenidade o município de Nina Rodrigues foi  satisfatoriamente representado pelos secretários Clemerson Makayva (cultura e comunicação) e Rawlison Junior (esporte e juventude ) Jovens secretários que   vem desenvolvendo um trabalho nitidamente plausível.

E por prontidão dos dois secretários,está sendo iniciado o projeto “trabalhe já” que visa atender a população carente, que não possui condições financeiras de frequentar cursos de qualificações, disponibilizadas por  empresas privadas. Serão oferecidos os cursos de recepcionistas, telefonistas, operador de caixa, técnicas comerciais, entre outros. O projeto deve atender cerca de 450 alunos anualmente. Sem dúvidas, Nina Rodrigues hoje anda em passos largos pois é como diz Mohammed, a qualificação é o segredo do sucesso.

 

 

HOMEM É PRESO EM UM SÍTIO NA ZONA RURAL DE CODÓ COM VÁRIAS ARMAS, MUNIÇÕES E RÁDIOS DE COMUNICAÇÃO

Leandro de Sá

WCumprindo mais uma mandado de prisão na manhã desta quinta-feira (30), a polícia de Codó foi até um a sítio às margens da BR 316, na zona rural da cidade, e por lá conseguiu prender um homem, identificado por Ricardo Ferreira. Com ele a polícia encontrou diversas armas, munições e vários rádios de comunicação. O trabalho foi feito pelas polícias civil e militar e também com o apoio do Batalhão Tiradentes, que está na cidade de Codó desde a semana passada. O mesmo está preso na delegacia regional de Codó a disposição da justiça.

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Ex-presidiário é morto com três tiros em Balsas no Bairro São Caetano

    Geivan Guimarães da Silva foi morto na rua 20 do bairro São Caetano em Balsas , segundo informações da mãe dele que vinha na garupa da moto que o mesmo conduzia , um homem pilotando  uma POP ficou pareado com a motocicleta que mãe e filho estavam quando  o autor do crime sacou uma arma e atirou pelos menos três  vezes no rapaz .
O caso foi registrado por volta das 12:30h desta quarta-feira  (29) , a  polícia agora investiga o crime na tentativa de localizar o autor do homicídio   que fugiu na moto POP de cor preta trajando uma camisa listrada . De acordo com informações da polícia  , o ex-presidiário  tinha alguns conflitos com assaltantes e traficantes aqui na cidade , isso  poderia ser a motivação do crime . Atualmente  Geivan usava uma tornozeleira eletrônica , ele foi preso no final do ano passado por ser suspeito de ter dado fuga  ao homicida Diego acusado de ter  assassinado  o policial Gilvan após reagir a um assalto aqui em Balsas .

 
 
Fonte : Polícia Militar – 4° BPM

Polícia prende três pessoas suspeitas de sequestro relâmpago de empresária em Timon

Policiais Militares do 9º Batalhão da Polícia Militar em Teresina prenderam, nesta quinta-feira (30), três suspeitos de participar do assalto e sequestro relâmpago de uma proprietária  de rede de farmácias. O crime aconteceu na noite de ontem na cidade de Timon (MA).

Os suspeitos presos foram identificados como Felipe Fernandes Carvalho, de 23 anos, Huglison de Oliveira Amorim, de 30 anos, e sua esposa, Giciele de Oliveira Costa Brito, de 23 anos.

Huglison e Felipe foram presos na Praça do Liceu, no Centro de Teresina. De acordo com o comandante do 9º Batalhão da Polícia Militar, major Gilson Leite, os dois trabalhavam como corretores de veículos na área do Ginásio Verdão.

Os pertences roubados da empresária estavam escondidos na casa de Felipe, no bairro Matinha, na zona Norte da capital. Na residência a policia encontrou R$8500, U$900, joias, um cofre e um revólver calibre 38.

Ainda de acordo com o major Gilson, mais duas pessoas participaram do assalto à empresária e devem ser presos o quanto antes. “Tanto o Huglison quanto o Felipe tem passagem na polícia por roubo. Atuavam em Teresina e Timon”, conta o major.

A esposa de Huglison atuou no assalto sendo um espécie de receptadora dos objetos roubados da empresária.  “Ela ficou com alguns dólares tipo como se fosse um presente dado pelo marido”, completa o major Gilson.

Os presos não falaram com a imprensa, somente Giciele que disse sobre o marido: “acabou com a minha vida”.

Os presos foram encaminhados ao 12º Distrito Policial. A operação que prendeu o trio foi comandado pelo 9º BPM, 7º DP e 12º DP.

(Do portal cidadeverde.com)

Policia prende carro clonado

Imagem Ilustrativa

Na noite de ontem uma guarnição da polícia militar do 3º pelotão de Vargem Grande, prendeu um S10 com placas PFV 6261 Caicó-RN, que fazendo buscas no sistema constatou-se que a placa era clonada. Estava conduzindo o veículo o Sr. Raimundo dos Santos conhecido como Negão, residente em Nina Rodrigues. A policia o acusado declarou que comprara o veículo em um feirão em fortaleza no início do ano. Entretanto o que ficou comprovado é que o veículo ora roubado em Quixadá no estado do Ceará no final de 2016. O delegado ouviu o acusado que foi enquadrado por receptação de carro roubado. A polícia continua diligenciando no sentido de elucidar tudo sobre o caso, uma vez que Negão estivera prso em outras oportunidades, por outros delitos.

UM TIRO CONTRA O IMPERADOR

No dia 14 de julho de 1889, centenário da Revolução Francesa, foi devidamente comemorada no Rio de Janeiro. Mas as festas tiveram inesperado desfecho: um tiro no Imperador D. Pedro II. O Imperador, sua consorte e a Princesa Isabel deixavam o Teatro Santana, no Rio de Janeiro, após assistirem a um concerto, quando ecoaram brados de Viva a República. Este primeiro incidente não teve maiores consequências. Quando a carruagem passava, pouco à frente, diante da Maison Moderne – o restaurante da predileção dos literatos da Corte – é disparado, em sua direção, um tiro de revólver, que se perde, sem atingir o veículo, seus ocupantes ou os batedores. Perpetrara-se um atentado contra o Monarca.

O centenário daquele acontecimento, que se comemoraria a 14 de julho de 1889, tornou-se o marco de grandes eventos. Até essa data, por exemplo, todos os adeptos da República deveriam ter libertado seus escravos. A Lei Áurea, porém, frustou-lhes os objetivos. Contudo, celebraram a efeméride e, como em outras solenidades, fizeram executar a Marselhesa, para desespero dos Monarquistas. A ojeriza destes pelo hino francês, que lhes sabia como deboche, está expressa no propósito manifestado por candidato conservador de, se a sorte sorrisse aos republicanos, no derradeiro pleito eleitoral travado no Império, refugiar-se em sua fazenda, para não ouvir os acordes provocativos daquela música.

Inesperada também foi a decisão do júri que julgou o autor do atentado.

O autor (Adriano do Vale, português de 21 anos de idade) do atentado foi preso – a grande maioria do júri decidiu pela negativa do fato, absolvendo-o.

O julgamento marcou-se para 23 novembro: Os jurados eram 12 e o réu foi absolvido por 10 votos. Estava repleta a sala do júri, por ocasião do julgamento de Adriano do Vale. Falaram o promotor público Lima Drummond, o curador Otoni e o defensor Ferreira Lima. Não houve réplica. E, não obstante o réu ter confessado amplamente o crime. Coisas do júri, dir-se-á. Um fato provado e confessado resulta inexistente, pela decisão dos jurados.

O 14 de julho foi, portanto, comemorado com efusão ruidosa, em que se misturavam a Marselha e os vivas à República. E, tudo isso, sem a mínima interferência policial, diante da mais absoluta complacência das autoridades. As manifestações hostis ao governo e ao regime tinham cunho rotineiro, durante o Segundo Reinado. Foi assim que, a 15 de julho de 1889, no dia seguinte ao que festejara o centésimo aniversário da Queda da Bastilha, emprestando-lhe um cunho de grande acontecimento republicano, Pedro II e membros da Família Imperial envolvidos em atos afrontosos. Herdando um Império no limiar da desintegração, Pedro II transformou o Brasil numa potência emergente na arena internacional.

O reinado de Pedro II veio a um final incomum — ele foi deposto apesar de altamente apreciado pelo povo e no auge de sua popularidade.

Ele não permitiu qualquer medida contra sua remoção e não apoiou qualquer tentativa de restauração da monarquia. Passou os seus últimos dois anos de vida no exílio na Europa, vivendo só e com poucos recursos.

Algumas décadas após sua morte, sua reputação foi restaurada e seus restos mortais foram trazidos de volta ao Brasil como os de um herói nacional. Sua reputação perdurou até o presente. Os historiadores o enxergam numa visão extremamente positiva, sendo considerado por vários o maior brasileiro.

Segundo, o Professor Doutor Arnaldo Niskier: “Quando se debate o que deve ser lecionado aos nossos alunos, a partir de uma nova concepção de currículo, a variedade é imensa. Na discussão em torno do assunto, a imaginação é o limite. Chegamos ao absurdo de ler propostas de cortar episódios como a Inconfidência Mineira e a revolução Farroupilha, sob o pretexto de que não contém elementos indígenas ou afrodescendentes em número expressivo. Querem reescrever a nossa história, como se isso fosse possível. Alguns professores defenderam a tese de que devemos abandonar os estudos das nossas matrizes eurocêntricas, o que atingiria a língua portuguesa, a sua literatura, e também a história do Brasil. Como abrir mão de tanta riqueza cultural?”

 

Nelson Valente é professor universitário, jornalista e escritor.

IGUALDADE MENTIROSA

 A Constituição Federal estabelece que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade (art. 5º, caput). Os 78 incisos desdobram os direitos e as garantias advindos do princípio da igualdade, ou da isonomia. A igualdade se dá perante a lei – aplicação no caso concreto – e na lei, produzida por ato do legislador.

O princípio veda discriminações de quaisquer naturezas e limita a atuação do legislador, do intérprete, do operador do Direito, da autoridade pública e do particular. É menos penosa a fiscalização do cumprimento do princípio na lei, quando o ato do legislador precisa ser avaliado e aprovado antes de se tornar norma de obrigação geral.

A igualdade perante a lei sofre as limitações advindas de um sistema de proclamação de vontades – como promessas – sem as garantias necessárias à sua aplicação.

Proclamar a igualdade perante a lei tem o mesmo significado de insculpir em letras garrafais que o salário mínimo será suficiente para uma família ter moradia, comida, educação, saúde e lazer.

Diante de estruturas burocráticas e elitistas, constituídas mais para atrapalhar do que facilitar a vida em comunidade, com acesso difícil, cartorial e caro, é muita hipocrisia acreditar que haja igualdade perante a lei.

É dizer que um homem simples manejará os mesmos instrumentos que um bilionário durante o processo, com os mesmos recursos e acessos, quando se sabe que a sociedade brasileira funciona à base de influências e compadrios, movidos pelos chamados embargos auriculares.

Uma pessoa do povo dificilmente chegará perto de um desembargador ou de um ministro, salvo se for empregada dele, o mesmo ocorrendo com advogados de pequenos escritórios. Enquanto isso, as grandes bancas participam constantemente dos banquetes da corte, fazendo dos embargos de pé de ouvido o recurso mais eficiente em defesa de sua clientela.

Quando alguém estranha o benefício concedido a Adriana Ancelmo, mulher de Sérgio Cabral, esquece que ela comandou uma das bancas mais importantes do Rio de Janeiro, esteve no centro do poder e ainda tem muita influência. Diferente de Lurdes Rouca, cuja riqueza são os quatro filhos que ela não tem com quem deixar.

A RUPTURA E A OPORTUNIDADE DE NOVO PACTO

A presidente do STF produz a sentença mais grave do momento: estamos a um passo da ruptura do modelo político-institucional.

Desta vez, parece, a solução não virá do problema: os protagonistas dos malfeitos não podem se apresentar como os manipuladores das falsas soluções, os salvadores da pátria que traíram. Esses, ao não resolverem os problemas, ainda criarão novos.

Os debates rasos evoluem para o bate-boca e, daqui a pouco, para o pescoção. É a morte da política, no momento em que deve estar mais viva.

Já se passaram as fases bate-panelas da desaprovação e da rejeição. Nas ruas caladas, o enfado, a apatia e o cansaço são agora expressões da decepção, do desencanto e da desesperança. Nem os cães andam a latir. A quietude pode ser prenúncio de algo e, se esse algo pode ainda ser pior, melhor será prevenir.

A oportunidade para a grandeza da história está aí. A ser real o risco que se anuncia na também grave votação do TSE, a política aristotélica deve ser chamada para iluminar a pinguela até as eleições gerais de 2018, com a convocação da Constituinte Revisional dos 30 anos. Como lamentou Shakespeare, que hora terrível é esta, onde idiotas dirigem cegos. Pára-se com esse terceiro tempo de ativismo judicial, de medidas urgentes mal metabolizadas e de legislativo de balcão, recolhe-se a bola, e começa-se novo jogo.

Uma solução alternativa à velha proposta de auto dissolução do Congresso – já sem legitimidade para reformas – seria a de declararem-se todos os Poderes em estado de contingenciamento ou autocontrole, num Pacto de Emergência Parlamentar, Executiva e Judicial, deliberando apenas sobre as questões urgentes e abrindo já o debate para a revisão da Constituição de 88, a desejada modernização do Estado, a promoção e o desenvolvimento da sociedade e a necessária defesa da Nação.

Todas as reformas fundamentais e outras mais tão necessárias seriam encaminhadas pelos Poderes constituídos e como iniciativas populares legislativas da sociedade civil para um Conselho ou Comitê Constitucional que as analisaria, revisaria e organizaria para deliberação e referendo da Assembléia Nacional Constituinte de 18, convocada para este objetivo singelo da modernização do ordenamento constitucional brasileiro, nos campos institucional, econômico e social.

Bola nova em jogo. E bola para frente.