Vargem Grande :Moto é roubada ao meio dia na porta da casa do proprietário

O Sr. Raimundo José, conhecido como pintor, residente na rua da Baixa Grande, bairro do mesmo nome, teve a sua moto Bros de placa OJA 5189 Vargem Grande-Ma. roubada da porta de sua casa por bandidos, ao meio dia de ontem. De acordo com imagens de um comércio próximo da residencia da vítima, dois bandidos chegam em uma outra moto, e enquanto pessoas passam pelo local, um dos bandidos finge falara ao celular enquanto o outro operacionaliza o roubo. Até o momento ninguém foi preso, nem a moto foi encontrada.

Assaltante é executado a tiros na madrugada de hoje


O assaltante conhecido pela polícia com o apelido de Lourinho,residente no bairro da União, foi executado na madrugada de hoje em Coroatá . De acordo com fontes policiais, Lourinho é figura bastante conhecida nos noticiários policiais. O executado tem diversas passagens por crimes de assalto e porte ilegal de arma de fogo entre outros. Até o momento, não se sabe ao certo os motivos que levaram o autor ou autores do crime a execução da vítima. Estamos acompanhando as investigações e a qualquer momento maiores informações.

Por;blog do Zé de Fatima 

Jovem é encontrada morta no banheiro e o tio suspeito é assassinado por populares em São Luís

Uma tragédia aconteceu no bairro do Coroadindo, no Alto São Sebastião. A jovem Rayane Costa (foto abaixo), 20 anos, havia desaparecido desde a noite de segunda-feira, dia 12, quando foi participar de uma festa de carnaval. Hoje, o corpo da estudante de enfermagem foi encontrado pelo tio, morador do mesmo local, que figurou como suspeito. Revoltados, populares mataram o parente da vítima, segundo informações ao blog.
A polícia esteve no local agora no período da tarde para iniciar as investigações do caso. Ela morava próximo ao Viva Coroadinho e o tio numa quitinete ao lado da casa da vítima. O corpo da Rayane Costa foi encontrado no banheiro.

O APRENDIZADO PERMANENTE NAS POLÍTICAS DE SAÚDE

Em boa hora, a Câmara dos Deputados firmou acordo de cooperação técnica com os governos espanhol e português para troca de experiências sobre a gestão de seus sistemas de saúde. Resultado disso foi o envio de uma delegação a Madri e Lisboa para estudar os impactos da recente crise europeia na saúde pública.

Digo em boa hora porque a política brasileira tem andado mais perto dos constantes casos de corrupção e mais distante daquilo que interessa a todos: a melhoria da qualidade de vida a partir de políticas públicas consistentes.

Vamos às semelhanças entre Brasil e Espanha. Os dois países ergueram sistemas de saúde gratuitos baseados no Estado de bem-estar social, lançando os dois pilares da organização da atenção à saúde: a universalidade (o acesso é para todos, sem restrições) e a integralidade (a carteira de serviços deveria cobrir integralmente as necessidades da população). A configuração dos dois foi expressão da transição para a democracia após ditaduras. A Espanha em 1978, já o Brasil com a Constituição de 1988.

Mas há diferenças importantes. Primeiro, os padrões de financiamento. Enquanto cada região autônoma espanhola tem para investir na saúde pública, em média, 1.300 por habitante/ano, no Brasil temos apenas 300 per capita. Em segundo lugar, na Espanha há uma carteira de serviços definida em um decreto real e por normas ministeriais. Um exemplo: aparelhos para correção de problemas de audição só são ofertados até os 16 anos. Resultado: não há judicialização como no Brasil. Outra diferença, somente 8% da população tem algum tipo de assistência privada.

Visitamos o Hospital Universitário Puerta de Hierro Majadahonda, referência para 380 mil pessoas, mas que também atende a outras regiões em segmentos de complexidade como transplante, oncologia e cirurgia cardíaca. Confesso que a estrutura arquitetônica me surpreendeu. Mais parece um shopping, tão espaçoso que é e tal a qualidade do acabamento. O modelo de construção e gestão é uma parceria com o setor privado. O setor público cuida de saúde, o setor privado, de construir, “alugar” e prover serviços de apoio.

Fomos também ao Centro de Salud Fuentelarreina para conhecer o fantástico trabalho de atenção primária. Lá, dez médicos e dez enfermeiros cuidam de 22 mil vidas. Interessante observar que os médicos espanhóis ganham, por sete horas de trabalho e dedicação exclusiva, de 3.000 a 4.000, ou seja, de R$ 12 mil a R$ 16 mil mensais.

Nem tudo são flores. A profunda crise espanhola de 2008 impactou a saúde. Salários foram rebaixados, fornecedores enfrentaram enormes atrasos, carreiras profissionais ficaram congeladas. A principal medida foi o copagamento dos medicamentos. O cidadão banca até 60% do custo dos remédios, conforme a situação financeira individual. O restante continua gratuito.

O SUS, apesar de enormes avanços, no formato atual é insustentável e precisa de mudanças. E nada como conhecer experiências avançadas para não reinventar a roda a cada minuto.