Presidente da Câmara participa de ato que pede a reativação do Posto Médico do Povoado Almeida.

O presidente da Câmara Municipal de Vargem Grande, vereador Braga,(PSDB) participou no ultimo dia 04 de janeiro no povoado Almeida de uma manifestação realizada naquela comunidade, pedindo a reativação do Posto de Saúde fechado na atual gestão municipal.

O Posto de Saúde Selvino Ferreira de Sousa, que funcionava na comunidade desde 1.999, realizando mais de 400 procedimentos médicos mensais, incluindo inúmeros pré-natal, foi desativado em 2017 sem nenhuma explicação pelo prefeito Carlinhos Barros (PC do B).

O vereador Braga lamentou a triste situação que a comunidade Almeida e adjacências vivem diante deste ato do executivo municipal, e na condição de presidente da Câmara, colocou a Casa Legislativa, para junto com a Comunidade dialogar em busca de uma solução, com o prefeito e a secretária de saúde do município.

Braga ressaltou, que a Câmara aprovou em 2017 um pedido de providências de autoria da Vereadora Conceição (PMDB) que solicitava já a época, a reativação deste Posto Médico.

A moradora Irislene Silva aproveitou a oportunidade para manifestar sua indignação sobre o fechamento do Posto de Saúde,falando das dificuldades que os moradores enfrentam tendo que se deslocarem para o povoado Leite ou até Vargem Grande em busca de consultas e atendimentos médicos. A dona de casa aproveitou também para falar que a Comunidade está sem escola, informando que a estrutura está comprometida, correndo sério risco de desabamento.

O Posto de Saúde Selvino Ferreira, que agraciava toda a comunidade Almeida, também atendia os moradores da localidades São Bento, Brejo da Juçareira,Santa Rosa, Lagoa do Zé Pedro, entre outras.

RETENÇÃO DO FPM POR DÍVIDAS PREVIDENCIÁRIAS CHEGA A R$ 573 MILHÕES

O primeiro decêndio de 2019 apresentou 305 Municípios com o Fundo de Participação dos Municípios (FPM) zerado em decorrência razão de dívidas previdenciárias. Ou seja, 5,47% das cidades brasileiras começam o ano sem o FPM. Outros 546 Entes locais (quase 10%) tiveram o Fundo parcialmente retido (entre 70 e 99%) pela mesma razão, somando mais de R$ 573 milhões entre zerados e parcialmente retidos.

O FPM é uma das principais fontes de receita para a maioria dos Municípios Brasileiros, e o primeiro decêndio sofre influência da arrecadação do mês anterior, uma vez que a base de cálculo para o repasse é dos dias 20 a 30 do mês anterior. Esse 1º decêndio, geralmente, é o maior do mês e representa quase a metade do valor esperado para o mês inteiro.

Os Municípios de pequeno porte são os mais atingidos pela retenção, o que é preocupante, uma vez que têm o FPM como principal fonte de receita. Já nesse início de ano, 255 cidades de pequeno porte tiveram o FPM zerado, seguidos de 26 Municípios de médio e de 24 de grande porte na mesma situação.

Já que o primeiro decêndio geralmente representa o maior repasse, as retenções dificultam sobremaneira o cumprimento das competências municipais. A retenção do FPM em razão das dívidas previdenciárias é, ao mesmo tempo, resultado e agravante da crise financeira que assola as administrações locais do país.

Nesse primeiro decêndio de 2019 houve um repasse de mais de R$ 3,1 bilhões líquidos aos Municípios, ou seja, descontada a retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

(Da Agência CNM de Notícias)

Vargem Grande : Briga de casal termina de forma trágica

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A senhora Cássia Benvinda Lima Luna de 18 anos de idade, residente na travessa Hildenora Gusmão Nº 463 Bairro de Fátima Vargem Grande, esteve ontem dia 13/01 na delegacia de polícia civil do município prestando queixa contra seu companheiro Omailson Corrêa da Silva, pelo fato de o mesmo ter cortado sua mão direita, quando travaram luta corporal. Cássia queixa-se também que foi espancada com socos na sua face, ficando com os lábio deformados.

Ocorre que Omailson também esteve na delegacia queixando-se contra a sua companheira, e dizendo que ela o havia esfaqueado pelo corpo o que o levou a ser encaminhado ao Hospital Municipal Benito Mussoline, onde se encontra em observação médica.

Segundo ainda Omailso, ele chegou em casa depois de um discussão e foi dormir,quando acordou, a sua companheira estava lhe desferindo vários golpes de faca, e ao tentar conte-la, tomando a faca, Cássia saiu ferida na mão. Fica esse abacaxi para a polícia descascar.

O retorno do “Rosegate”

Depois de um longo período ausente das manchetes, a ex-secretária especial da presidência da República de Lula, Rosemary Noronha, que a imprensa denuncia como sua amante (a primeira-dama era dona Marisa), retorna à berlinda numa situação financeira pouco confortável. Respondendo a crimes como formação de quadrilha, tráfico de influência e corrupção ativa, é alvo da Operação Porto Seguro, deflagrada pela Polícia Federal, no ano de 2012.

Protegida pela justiça até o presente momento, nada lhe aconteceu. Depois de uma bem articulada operação abafa, evitou-se que o escândalo gerasse danos maiores, sobretudo para os petistas e para o próprio Lula, com quem Rosemary mantinha uma antiga relação.

Essa senhora, que operava nos bastidores do poder distribuindo benesses e fazendo acordos altamente rentáveis, ainda é um pesadelo para a cúpula petista, principalmente porque, assustada com a possibilidade de ser abandonada por seus antigos padrinhos, já avisou que, caso condenada, contaria “tudo o que sabia”.

Os problemas de dona Rose são muitos, mas ela não está sozinha.

Na Operação Cratóns, da Polícia Federal em Rondônia, desdobramento da Operação Lava jato, foram presas pessoas envolvidas com extração e venda de diamantes oriundos da Tribo dos índios Cinta Larga. Nela, o “boato” é que a ex-toda poderosa secretária aparece como uma das figuras mais destacadas do esquema.

Segundo a imprensa, essa operação demonstrou que os negócios com os diamantes vinham ocorrendo há mais de uma década, com fortes ligações com o ex-presidente Lula e com a cúpula petista.

Uma das linhas de investigação dá conta de ocultação de dinheiro ilícito em forma de diamantes, fácil de carregar e fácil de esconder. Como disse um reporter na época, na palma da mão pode-se facilmente colocar alguns milhões de dólares na forma de uma única pedra.

A imprensa também publicou que dona Rose “ganhou” de Lula um passaporte exclusivo de membro do primeiro escalão do governo para viagens de negócio ao exterior, tanto sozinha como acompanhada do amigo, de preferência no avião presidencial.

Ainda segundo a imprensa, o Serviço de inteligência das Forças Armadas recebeu informes de que dona Rose participava de negócios com diamantes em pelo menos cinco países: Bélgica, Holanda, França, Inglaterra e Alemanha. As pedras preciosas seriam originárias de negócios ocultos feitos pela cúpula petista na África, principalmente em Angola. Tal informação também teria sido passada à Procuradoria Geral da República (PGR) pelos próprios militares.

Outra informação destacada é de que não existem registros nos anais da FAB das viagens internacionais feitas por dona Rose nos aviões da Presidência da República, embora a ex-chefe do gabinete paulista de Dilma tenha viajado 24 vezes ao exterior com o amigo e chefe Lula da Silva.

Tal informação, passada em 2012 reservadamente pela inteligência das Forças Armadas ao ainda Procurador Geral da República, Roberto Gurgel, dá conta que a “Doutora Rose” seria a “mulher invisível” que trabalhava para Lula, sem especificar as funções. As investigações sobre o assunto jamais avançaram.

Agora dona Rose retorna às manchetes em situação financeira precária.

Segundo a revista Isto É, a ex-amante de Lula foge dos oficiais de justiça como o diabo foge da cruz. Ninguém consegue intimá-la desde 2017, pois ela deixa a cobertura onde mora, na capital paulista, logo cedo, às 09 horas da manhã, e só volta à noite, impossibilitando, assim, sua intimação, que, pela lei, só pode ser feita durante o dia.

Ela deveria se apresentar à Justiça de 15 em 15 dias, por conta de medidas cautelares adotadas pela juíza Adriana Freisleben de Zanetti, da 5ª Vara Federal, de São Paulo, mas não cumpre o determinado. Proibida pela Justiça de exercer qualquer cargo público e de se ausentar do País sem autorização judicial, ninguém sabe de que ela vive. Seja como for, a vitória de Bolsonaro deverá ajudar na aceleração de vários processos de corrupção, entre os quais o Rosegate.

Mãe é presa após tentar vender filho de 12 anos por R$ 5 Mil reais

O coordenador regional da Polícia Civil que investiga o caso da mãe que teria vendido o único filho em Santa Maria da Vitória, no oeste da Bahia, detalhou como a criança foi encontrada pela polícia. Alexandre Haas disse, por telefone, à equipe da TV Oeste, que o adolescente estava isolado e chorando na rodoviária no momento em que agentes da polícia passavam pelo local.
“Uma equipe nossa, da Polícia Civil de Santa Maria da Vitória, estava passando próximo à rodoviária quando deparou com uma criança isolada e chorando e ela disse que havia sido deixada ali na rodoviária pela sua mãe, e encaminhamos [o adolescente] para a delegacia”, disse o coordenador.
Segundo Alexandre Haas, o próprio garoto informou o número da mãe à polícia, que entrou em contato com a mulher. A suspeita teria retornado a ligação e informado que estaria em Bom Jesus da Lapa, também no oeste da Bahia.
“A equipe conseguiu encontrá-la. Ela realmente abriu o jogo que ela tinha ido para a cidade [de Santa Maria da Vitória] para vender o seu filho e que uma outra pessoa, que era um atravessador, marcou com ela de pegar a criança na rodoviária e iria pagar R$ 5 mil”, detalhou o coordenador.
Maria Roque Rocha, que mora em Botuporã, no sudoeste da Bahia, confessou que viajou para vender o filho. O homem que iria pegar o adolescente na rodoviária de Santa Maria da Vitória já foi identificado. Ele seria responsável também por encaminhar o menor a uma outra família brasileira que está morando no Japão.
“Ele prometeu que, assim que chegasse lá, colocaria mais R$ 65 mil da conta da mãe”, disse o coordenador.
O adolescente está sendo acompanhado por conselheiros tutelares de Santa Maria da Vitória. A polícia está em busca do homem que seria intermediário da venda. O nome dele não foi divulgado. Em relação à mãe da criança, a polícia disse que ela pode pegar de 4 a 8 anos de prisão por tráfico de pessoas.
Caso
Maria Roque Rocha foi presa após confessar que venderia o filho de 12 anos por R$ 5 mil para um homem na rodoviária de Santa Maria da Vitória, na região oeste da Bahia. O caso aconteceu na tarde de sexta-feira (11). Ela teria deixou o filho sozinho no local e foi embora
A Polícia Civil informou que o menino falou o nome e o número de telefone da mãe para os investigadores do órgão, representantes do conselho tutelar da cidade. As autoridades tentaram o contato com a mulher, mas não conseguiram.
A polícia começou as buscas para procurar Maria após imagens da câmera de segurança da rodoviária serem coletadas. Maria Rocha retornou os telefonemas da polícia, por volta das 17h30, afirmando que tinha sido sequestrada e que estava na rodoviária de Bom Jesus da Lapa. Maria foi presa no local.
Segundo a polícia, Maria Rocha manteve a versão do sequestro inicialmente, mas depois confessou que entregaria o filho para um homem e receberia R$ 5 mil. Conforme a Polícia Civil, o menino tinha informado para os agentes que o homem havia prometido levá-lo para o Japão e entregar à sua mãe R$ 65 mil. Maria Rocha foi encaminhada para a delegacia de Santa Maria da Vitória. Fonte G1

Renan, não!

PERCIVAL PUGGINA

Só um profundo respeito aos leitores, à democracia e à manifestação da vontade popular expressa no silêncio da urna – seja qual urna for – impede que este artigo inicie com impropérios. Confesso: vontade não faltou. Enfim, Renan Calheiros voltou ao Senado da República e, tão logo renovou o mandato, iniciou campanha para retomar a presidência da Casa.

Reeleito senador, Renan é problema alagoano; eleito presidente do Senado passa a ser problema nacional. Sua eleição ao posto entraria em profunda contradição com o desejo de desinfecção, de saneamento básico, de separação de material orgânico que o povo brasileiro manifestou nas eleições de outubro, e arma poderosa a serviço dos piores interesses que conspiram contra o novo governo.

Não sei quem foi o criador da expressão “extrema imprensa”, mas ela é perfeita para designar o coletivo dos meios de comunicação que operam como dedos das mãos e mãos dos braços da esquerda na imprensa nacional. Dado que para ela quem não é de esquerda é de extrema direita, parece adequado designá-la pelo nome de extrema imprensa. Dê, então, uma vasculhada no que tem sido dito pela extrema imprensa a propósito das pretensões do senador Renan. Veja se qualquer desses veículos apresentou algo sobre os 14 inquéritos a que responde o cidadão aspirante ao comando da Câmara Alta. Basta-lhe virar réu em qualquer deles para que, se eleito, volte a ser um presidente do Senado excluído da linha sucessória da presidência da República.

Beira ao escandaloso o fato de que sucessivas eleições e reeleições de Renan Calheiros para exercer o mesmo posto tenham dependido do sigilo do voto de seus colegas senadores, o que aponta o caráter obscuro dessas motivações. É uma espécie de voto inconfessável. Fica chato, pega mal, votar em Renan Calheiros. Sobre tudo cai o silêncio da extrema imprensa, mais preocupada com as visões de uma criança abusada, com a promoção de um funcionário de carreira do Banco do Brasil e temas dessa magnitude institucional.

Parece óbvio que se a extrema imprensa ainda mantivesse o controle do direito de opinião, se a sociedade só ficasse sabendo o que ela escolhe divulgar e só pudesse ouvir as opiniões por ela emitidas, o resultado eleitoral nacional de outubro último teria sido bem diferente. A renovação da cena política brasileira foi possibilitada pelos smartphones e pelas redes sociais, que democratizaram o direito de opinião e deram voz ao povo.

A situação se repete. Se tudo ficar como está, com o noticiário comandado pela mídia extrema, interessada em criar todos os problemas imagináveis ao governo, são grandes as possibilidades de que o senador alagoano presida o Senado pelos próximos dois anos. Somente uma intensa mobilização, ao longo das próximas três semanas, através das redes sociais, poderá evitar a eleição de Renan, constrangendo seus pares a tomarem juízo e vergonha.  #RenanNão