Carro capota na MA-020, entre Vargem Grande e Coroatá

Um veículo perdeu o controle e capotou na manhã desta terça-feira(22), por volta 11h, na MA-020, entre Vargem Grande e Coroatá.

O veículo, uma Hilux de cor prata com placa desconhecida, era conduzido pelo medico Dr. Rafael, que vinha da cidade de Coroatá.

Apesar do veículo ficar parcialmente destruído, o médico não se machucou, Até o momento, ninguém sabe o que ocasionou o acidente.

Homem é preso acusado de tentar agredir esposa, em Vargem Grande

O senhor José Costa,conhecido como “Zé Bicota”, morador da travessa São Tomé em Vargem Grande .É  acusado de tentar agredir sua esposa, Maria Selma Santo de Souza,  na noite de ontem (21).

Segundo relatos da vítima,ele chegou alcoolizado e na posse de uma arma branca, tentou lhe agredir,ela conseguiu fugir do local e pediu ajuda para uma vizinha,que lhe acompanhou até o quartel da polícia Militar em Vargem Grande. Após a denúncia, foram iniciadas as buscas pelo agressor,que foi preso em flagrante em sua residencia.

O acusado,foi encaminhado para o presídio de Itapecuru Mirim, onde se encontra a disposição da justiça.

 

Joyce faz “desafio” no caso Queiróz

O montante de R$ 1,2 milhão movimentados na conta do assessor de Flávio Bolsonaro, fez a mídia perversa, comandada pela Rede Globo, e o PT, tomarem o fato como ‘pé de guerra’ e crucificarem o senador eleito.

É óbvio que para que tenhamos um novo Brasil, onde a corrupção seja efetivamente punida, sem chances para a bandidagem, qualquer resquício de irregularidade deve ser investigado.

Porém, não fosse Flávio filho do presidente, esse caso passaria despercebido. Na realidade, a intenção malévola é atingir o governo.

A rigor, o fato não tem nada a ver com o governo.

Que se investigue Queiróz e Flávio, dentro da lei, mas que se investigue também todos os demais deputados e assessores com movimentação irregular na Alerj.

O deputado petista André Ceciciliano é o campeão, com R$ 49 milhões. Sobre ele, o PT e a Globo mantêm o mais absoluto silêncio.

Veja o “desafio” da deputada Joice Hasselmann:

Simone comunica oficialmente o MDB que vai enfrentar Renan no âmbito da bancada

Por Amanda Costa

É provável até que Renan Calheiros retire sua candidatura à presidência do Senado Federal.

O senador alagoano deitou. Está quieto, aguardando e sondando o ambiente. Já percebeu que lhe é desfavorável e anunciou que “não quer ser presidente do Senado”. É blefe, obviamente, mas é sinal de que está pressentido que não terá chances.

Simone Tebet, ao contrário, avançou e nesta segunda-feira (21) comunicou oficialmente o presidente do partido Romero Jucá que é candidata à presidência do Senado Federal.

A senadora anunciou a pretensão de disputar a indicação com Renan.

O Jornal da Cidade Online havia adiantado esta possibilidade.

Um fato preponderante para determinar a eventual vitória da parlamentar de Mato Grosso do Sul é a certeza de êxito na eleição no plenário.

Existe até mesmo a possibilidade da senadora ser candidata de consenso.

O tucano Tasso Jereissati e o Major Olímpio, do partido do presidente Jair Bolsonaro, já adiantaram que devem retirar as candidaturas em favor de Simone.

A bancada do MDB define na próxima terça-feira (29) o nome do seu representante na disputa.

A derrota do peçonhento alagoano deve ser creditada às redes sociais, que minaram o nome do pilantra.

Concórdias e discórdias

MARLI GONÇALVES

Queria ser jardineira e plantar concórdias, que seria uma flor linda, viva, fértil, que eu inventaria e espalharia pelo mundo todo, começando por São Paulo, e torcendo para que as sementes fossem carregadas por todo o país. Quem a olhasse seria imediatamente acalmado e passaria a prestar mais atenção no que o outro diz. Seu aroma e colorido se embrenhariam nas casas, nos gabinetes, e todos seriam invadidos por uma sensação de mais lógica, paz e bem-estar.

Sonho meu, sonho meu, vai buscar quem mora longe, sonho meu… Ainda é permitido sonhar, não? Pois bem. Faço isso agora. Parei para pensar um pouco sobre como está difícil achar o ponto de concórdia, sobre qualquer assunto, tema. Um mínimo equilíbrio de bom senso e raciocínio. Onde foi que nos perdemos?

Não é saudosismo, ao contrário, tenho achado que estamos andando para trás, mas muito para trás, lá atrás, quase chegando em um passado que deveria estar soterrado, onde não havia comunicação entre as pessoas, apenas opressão e violência, dominação. Até por causa disso, já interrompo o ataque: não estou falando só de política, dessa gente que vem, mas que passa, muitas vezes como um vendaval que a tudo destrói, arrasta. E que seguidamente tentamos reconstruir.

Refiro-me a nós. Às conversas olho no olho, aos debates divertidos e ricos, com argumentos. Não esse clima de saloon, de bangbang que, por discordar do outro se pensa em eliminá-lo, seja com gestos, seja com palavras, ou mesmo…Um clima que se embrenhou por aqui, e parece estar colado, não passar nem com reza braba.

Qual é a vida real que estamos vivendo? Essa, das redes sociais? Curti, amei, haha, uau, triste, grrr, com as carinhas – emojis – correspondentes. Ou essa das fotos, selfies, com boquinha de pato, em invejáveis cenários paradisíacos? Não colecionamos mais figurinhas. Colecionamos pessoas, seguidores, “Ks”, amigos, inclusive muitos que nunca vimos e nunca veremos – até porque alguns nem existem mesmo, são robôs. Amigo virou palavra com outros sentidos.  Podem até ser meras arrobas, atrás das quais se escondem intenções. Nossas vidas viraram livros abertos; muitos contando apenas histórias da carochinha. Estamos todos vestindo pesadas burcas, só com os olhinhos aparecendo e os dedinhos teclando, passando, repassando qualquer coisa. Assim fica fácil enganar, fazer correr e escorrer o mal.

As minhas flores concórdias teriam fortes atrativos para reunir pessoas em torno delas, todas obviamente concordando em pelo menos um ponto. A partir daí poderíamos começar de novo a discutir outros temas. Proponho que o primeiro seja liberdade, liberdade individual, cada um vive a sua, desde que não interfira na do outro. Perguntas teriam respostas. Análises, críticas e comentários seriam bem-vindos, e rebatidos numa medida educada, da argumentação sem xingação, e especialmente sem paixões políticas, essas desgraçadas formas de amor que sempre trazem desapontamentos. Sempre. É só aguardar. Por mais otimistas que sejamos.

Sempre nos orgulhamos de ser um país gentil, feliz, variado, abrigando todas as raças e credos, comunidades imigrantes de todos os países. Abertos a batalhas, sim, desde que justas e solidárias. Ultimamente estamos ao contrário.

As desavenças e discórdias não são de agora, mas nos fazem muito mal. Pensamos em nos armar, ao invés de nos amar. Em proibir, ao invés de respeitar.

Pense nas concórdias. Ajude a espalhá-las. Enquanto é tempo. Antes que as rosas das rosas, as rosas hereditárias, as rosas radioativas estúpidas e inválidas, sem cor, sem perfume, sem rosa, sem nada, se espalhem em nossos canteiros.