Como a simplória ida de Sérgio Moro ao Congresso em 2004 mudou a história do Brasil…

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Chamaram-me a atenção repercussões críticas de que o pacote anti-crime de Sérgio Moro foi muito comedido. Pessoalmente, concordo. POR MIM, pena de morte, prisão perpétua e trabalhos forçados seriam realidade; e, com toda certeza, em alguns meses fariam os índices de criminalidade tender a zero. Repito: POR MIM. Mas numa democracia a coisa é diferente – especialmente numa democracia jovem e cambaleante como a nossa, ainda muito distante da maturidade necessária para executar medidas as mais eficientes e justas.

Enquanto a maturidade não chega, temos de nos lembrar sempre que “a política é a arte do possível”. Sérgio Moro é mestre nessa arte. E é por isso que confio no seu pacote e nos seus próximos passos.

O entendimento geral é de que Moro surgiu com a Lava Jato e deve sua notoriedade à atuação nos processos ligados à operação que mudou a História do Brasil. Nada mais equivocado.

Percebendo, porém, que as investigações do Mensalão não dariam em nada, o então juiz Moro foi ao Congresso sugerir mudanças nos regramentos da lavagem de dinheiro e da delação premiada. As alterações garantiriam todo o sucesso das ações da Lava Jato.

Em 2013, a PF pegou Youssef de novo. E o resto (prisões de poderosos, queda de presidente, derretimento de um partido e o fim do maior esquema de corrupção jamais visto) é história.

O destino de uma nação mudou graças a ações aparentemente comedidas e simplórias, como a prisão de um punhado de doleiros e alterações em dois dispositivos legais.

Dentro da arte do possível, Moro mudou a História. É por isso que seu aparentemente comedido pacote Anticrime merece nossa confiança.

EM DAVINÓPOLIS, CÂMARA DE VEREADORES SE NEGA A CASSAR VICE ACUSADO DE MANDAR MATAR PREFEITO

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A Câmara Municipal de Davinópolis rejeitou na quinta-feira, 7, por maioria, um pedido de cassação do prefeito José Rubem Firmo (PCdoB), o Rubem Lava Jato, que está preso por ser suspeito de ser o mandante do assassinato de Ivanildo Paiva (PRB), ocorrido no dia 11 de novembro de 2018. Rubem Firmo era vice de Ivanildo (saiba mais).

Com isso, mesmo preso preventivamente, o comunista segue como titular do mandato.

Por conta da prisão, no entanto, o de chefe do Executivo municipal está sendo ocupado pelo presidente da Câmara, vereador Raimundo Nonato Santos (PRB), que assumiu a posição no último dia 1º de janeiro.

Rubem Lava Jato está preso desde o fim do ano passado, acusado de ser um dos mandantes da morte de Ivanildo Paiva (reveja).

Lava Jato foi inicialmente preso temporariamente, quando, então, seus defensores protocolaram um pedido de habeas corpus, negado em janeiro pelo Tribunal de Justiça (relembre).

Depois disso, ele já teve outro pedido de liberdade indeferido pela Justiça.

Fonte: Gilberto Léda

NOVATOS E DESCONHECIDOS, ELES PRECISAM MOSTRAR SERVIÇO RÁPIDO

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Fernando pessoa, Mical Damasceno, Felipe dos Pneus, Wendell Lages, Ciro Neto e Pastor Cavalcante

A renovação da Assembleia Legislativa foi grande. Mas muitos deputados novos já são bem conhecidos do grande público, ou porque eram secretários, ou já tinham passado pela Assembleia ou até por serem parentes de políticos e estarem no noticiário antes. Mas alguns foram grandes surpresas nas bolsas de apostas e precisam de afirmação para passarem de azarões para parlamentares com peso.

Mesmo funcionários da Assembleia Legislativa passam pelos deputados Fernando Pessoa (SD), Ciro Neto (PP), Mical Damasceno (PTB), Pastor Cavalcante (PROS), Wendell Lages (PMN) e Felipe dos Pneus (PRTB) e não os reconhecem. Eles são conhecidos de uma maneira muito restrita regionalmente ou dentro de um segmento bem fechado como igreja. Mas pouquíssimo conhecidos a nível estadual.

Fernando Pessoa saiu na frente. Já utilizou a tribuna, concedeu algumas entrevistas e começa a ser mostrado para o grande público. Ele é cunhado do prefeito de Barra do Corda, Erick Costa e foi secretário do município. Pessoa é cotado para disputar a prefeitura de Tuntum. Seu grupo faz ferrenha oposição ao prefeito Cleomar Tema.

Outro que o parentesco foi fundamental na eleição foi Ciro Neto, que é filho do prefeito de Presidente Dutra, Juran Carvalho. Também com uma grande força regional, é desconhecido a nível estadual. Ele foi eleito dentro do mesmo contexto político da briga no centro maranhense. Erick e Juran são aliados que se fortaleceram com a vitória de Erlânio Xavier na Famem. Agora, resta ver como seus deputados vão aproveitar o bom momento.

Mical Damasceno e Pastor Cavalcante se elegeram no mesmo segmento: o religioso. Mical é filha do pastor Pedro Aldi Damasceno, presidente da Convenção Estadual da Igreja Assembleia de Deus no Maranhão, uma das maiores instituições evangélicas em termos de números. O Pastor Cavalcante também é da Assembleia de Deus, mas é liderança do sul maranhense, sendo presidente da Assembleia de Deus em Açailândia. Ele teve apoio não só da igreja, mas também de políticos da região. Agora, é saber se os dois que são muito conhecidos dentro da igreja, mas nada conhecidos fora, serão a “bancada da Bíblia” ou atuarão em outras áreas para ampliar o espectro eleitoral.

Wendell Lages e Felipe dos Pneus foram eleitos no mesmo contexto de força econômica regional da família. Muito jovens, eles precisam mostrar luz própria agora. Wendell é filho do empresário Antônio Lages Barbosa, com negócios na região de Itapecuru-Mirim, inclusive tendo parentesco com também com o prefeito Miguel Lauand e contratos com a gestão. Felipe dos Pneus é o mais jovem deputado desta legislatura. Ele foi eleito com a força econômica do pai, Antonio dos Pneus, que tem contratos com várias prefeituras e como pecuarista já foi acusado de usar trabalho análogo à escravidão.

Fonte: Antonio Martins

JOSÉ MAURÍCIO DE BARCELLOS Inimigos do Brasil

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Transita pelo território livre da Rede Mundial de Computadores um vídeo da recente entrevista do finório FHC a uma televisão portuguesa. Causaram-me engulhos a parte em que é perguntado àquele abominável cacique político de um partido (ou societas celeris) que nasceu sob o manto da traição e da covardia, acerca da figura do presidente eleito no Brasil, Jair Bolsonaro, e igualmente qual seria a opinião dele em relação ao mesmo.

Com ares de superioridade e grande soberba o velhaco se empertigou na cadeira e disse simplesmente que não conhecia o Capitão e que jamais tomou conhecimento do mesmo até porque foi presidente da república e insinuou que não tratava com a ralé. Disse que conhecia o Réu Fernando Haddad (criador do kit-gay pra criancinhas), de quem era amigo e em que votou nas eleições presidenciais, mas no que dizia respeito a Bolsonaro, nele nunca votaria porque se tratava de um reacionário, de um despreparado e de um fascista autoritário. Lamentei que a repórter lusitana não tivesse na hora presença de espírito para interpelar o velho “comunista arrependido” e perguntado a razão pela qual estava detratando ou enxovalhando o nome de um brasileiro no exterior, justo quem dizia não conhecer e o que é mais grave, mesmo sabendo que ele foi o escolhido democraticamente, por quase 60 milhões de brasileiros.

Alto lá senhor socialista patife! O que este espertalhão pensa que é? O Brasil não lhe deve coisa alguma e o mal causado a esta Nação por sua atuação nefasta e nefanda, acolitada pela laia esquerdista que o senhor bem representa, levará ainda muitas décadas para ser remediado. À vista do que hoje propõe o professor Paulo Guedes e diante da abalizada análise deste grande economista acerca dos governos vermelhos e das quadrilhas que o dominaram, se constata que sua participação na vida nacional, no mínimo, pode ser rotulada como ruinosa.

Tirante alguma coisa que decorreu da evolução natural e do crescimento inercial, de seus governos só restaram malditos legados. Por exemplo, um plano econômico enganoso tal como seu caráter, por conta do qual uma dívida interna impagável acabou explodindo, tempos depois, justamente nas costas dos mais necessitados e que ainda se arrasta depois de décadas a fio. Na área social então nem se fala. Só para exemplificar. Por causa exclusiva do ideário comuna, FHC introduziu no País, além do cancro relativo às “bolsas populistas”, também o terrorismo urbano com a legalização de entidades do tipo MST e outras afins tão nocivas quanto esse movimento, sempre seguindo a torpe orientação de uma ONU gramscista, que na época já se avermelhava para sempre.

No campo da educação o desastre não foi menor. Com o concurso do calhorda Paulo Renato, então Ministro da Educação, o desprezível FHC se valeu do CEBRAP, uma fábrica de militantes comunistas que atingiu todas as universidades do País, delas excluindo quem quer que não rezasse pela cartilha da daquela entidade espúria. Com ele e por causa dele o ensino no Brasil foi empurrado ladeira abaixo, até chegar ao descalabro em que se encontra. A rigor esse FHC – um pau mandado do “judeu nazista, traidor de sua própria gente” George Soros da Internacional Socialista e que se diz a maior autoridade em Gramsci no Brasil – foi sem dúvida o grande causador de uma desgraça nacional chamada Lula. Muito antes de colocar o “Ogro de Garanhuns” na cadeia quem deveria ter sido preso era FHC – que recebeu milhões de empreiteiros corruptos, segundo a Lava jato – bem como assim os principais asseclas de seu partido, Jose Serra, Aloísio Nunes, Aécio Neves que, com o Eduardo Azeredo, já deviam estar no xilindró há muito tempo.

Com a Revolução Democrática de 2018, o Brasil se livrou de toda essa corja nojenta e pegajosa e agora fica esse espertalhão cujos filhos enriqueceram durante seu governo (tal como os bandidinhos de Lula), a dizer lá fora que Bolsonaro é um despreparado, que nem sabe se comunicar, que fala aos “arrancões” e ininteligivelmente. Ao falar assim, este acusado pela Lava Jato deve estar pensando no “Analfa Encarcerado” ou na “Anta Guerrilheira” que sempre por ele foram incensados porque permitiram que o sabidão e seus lacaios continuassem a roubar o Brasil durante o tempo de seus desastrados governos.

Não tenho a intenção de ofender pessoalmente ou detratar quem quer que seja, vivos ou mortos. Não é do meu feitio. Falo contra ideias e atitudes, mas quando me lembro de que um dia ouvi de uma grande figura que atravessou muitos governos passados que, durante os oitos anos dos tempos de FHC, a comunista Ruth Cardoso – a quem todo patriota tem o indeclinável dever de desejar que a terra lhe seja pesada porque, por puro ódio, ousou petulantemente renegar o titulo de “Primeira Dama do Brasil”, talvez se achando muito melhor que a Nação Verde e Amarela – bem como assim José Serra também acusado de corrupto na Operação Lava Jato, ambos se negavam nas solenidades oficiais, a estender a mão para os militares que estavam obrigados, pelo protocolo, a cumprimentá-los penso que aqueles que ainda não morreram deveriam ser, no mínimo, desmascarados em público pelos militares no poder.

Aquela gente humilhou demais o Brasil. Quando penso naquele “comunistazinho”, corrupto e desonesto com “cara de fimose” – o tal do Zé Serra – que audaciosamente não apertava a mão de um general de cinco estralas do Exército de Caxias, a vontade que tenho é de lhe dar um chute no trazeiro. Talvez seja por causa daquilo e de outras ignomínias que o petulante FHC vive dizendo que Bolsonaro um dia quis lhe matar. Se tivesse sido verdade, talvez lamentasse que não tivesse acontecido mesmo.

Antes que seja questionado acerca das razões pelas quais estou ressaltando tudo isso em relação ao ex-presidente comunista digo que o propósito é de chamar a atenção para o mal que ele ainda é capaz de produzir. Consta por aí e já corre solto pelas Redes Sociais que o tal do FHC seria o principal artífice do “Plano B” da esquerda delinquente, juntamente como o criminoso Zé Dirceu.

Além da difamação de Bolsonaro que sistematicamente FHC promove no exterior, o líder dos traidores da política nacional vem articulando sem cessar estratégias para derrubar o Capitão do poder. Assim é que tentou, sem sucesso, colocar Renan na presidência do Senado, objetivando evitar possíveis impeachments dos “Mandarins Solta Bandidos” do STF, o que resultaria em um desastre para toda a esquerda corrupta e para os facínoras do PT e do PSDB em especial. Dizem igualmente que FHC também articula uma polarização de toda a esquerda no Congresso para tentar obstruir e barrar as medidas de Bolsonaro, enquanto trabalha também com a “Rede Goebells” na construção de factoides que possam levar ao impeachment do Presidente eleito.

Parece que os órgãos de inteligência já sabem que FHC estaria, em última análise, por de trás de ações terroristas a partir da criação e da mobilização de facções que têm a pretensão de desestabilizar este governo que nasce da esperança do nosso povo sofrido. Aquela gente tem como objetivo criar uma espécie de governo paralelo a partir da voz do “Ogro Encarcerado” vinda de Curitiba e, sobretudo, a partir da mente perniciosa de FHC que doentiamente se julga um grande estrategista, justo este canastrão que não passa de um “grilo falante” no dizer do grande Olavo de Carvalho e que nada mais foi na vida senão um medíocre sociólogo que o tráfico de influência alavancou.

Como bem disse, com outras palavras, a Deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), esta semana no plenário da Câmara Federal, respondendo a um grotesco “analfa” de Lula, Deputado Valdir Assumpção (PT-BA): “Queremos ver Lula, chefe da quadrilha do “petrolão”, apodrecer na cadeia e por isso vamos aprovar a lei que põe uma pá de cal quanto à dúvida relativa à possibilidade de prisão em 2ª instância”. “Nesta Casa Bolsonaro tem soldados e aqui a vida dos vermelhos não vai ser fácil; o PT não vai se criar mais”.

Realmente, precisamos nos livrar em definitivo dessa gente desclassificada, inimiga do Brasil e fazer por merecer a grande ventura que, por graças do Altíssimo, a Nação Brasileira alcançou. Outrora tivemos Sarney, Collor, FHC, Lula, Dilma, etc. Hoje temos o capitão Bolsonaro, o mito. Antes tivemos como ministro da fazenda o próprio FHC, Ciro Gomes, Rubens Recupero, Palloci e Mantega e outros que tais. Hoje temos o professor Paulo Guedes que o mundo respeita e admira. Ontem tivemos no Ministério da Justiça nomes como os de Renan Calheiros, Aloisio Nunes, Márcio Thomas Bastos, Tarso Genro, Jose Eduardo Cardoso, ou seja, advogados de bandidos ou bandidos acusados na Lava Jato que desonraram o elevado cargo. Hoje temos como Ministro da Justiça o herói Nacional Sérgio Moro. É preciso dizer mais alguma coisa?

Jose Mauricio de Barcellos ex Consultor Jurídico da CPRM-MME é advogado. Email: bppconsultores@uol.com.br).

Deputados e senadores criarão frente de combate ao ativismo judicial

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Frente no Legislativo quer mostrar inconformismo com militância de tR

Parlamentares terão frente para combater conveniência política e ideológica de magistrados

A Frente Parlamentar Mista contra o Ativismo Judicial, a ser criada sem demora no Congresso, terá o objetivo de afirmar o inconformismo do Legislativo com decisões judiciais que privilegiam as conveniências políticas ou ideológicas de magistrados, ignorando a letra da lei. “A frente objetiva mostrar a alguns magistrados que há no Congresso quem não os temem”, disse a procuradora aposentada e deputada Bia Kicis (PSL-DF), uma das principais articuladoras da iniciativa. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Devem participar da Frente deputados e senadores novatos, sem rolos na Justiça, mas inconformados com o ativismo ideológico na Justiça.

O desembargador federal Fábio Prieto (TRF-1) é voz quase solitária na Justiça contra a “militância de toga” e suas “sentenças messiânicas”.

Na Justiça do Trabalho, há juízes investidos do papel de “Robin Hood”, ignorando a lei e até provas em favor de um certo justiçamento social.

O ministro Luís Barroso terá trabalho para convencer a Frente da sua defesa do poder do STF de invalidar leis emanadas do Legislativo.