PM recaptura mais um foragido do CDP de Pedrinhas; oito continuam sendo procurados

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Policiais do 8º BPM recapturaram David Carvalho de Sousa, um dos dez detentos que fugiram do Centro de Detenção Provisória (CDP) do Complexo Penitenciário de pedrinhas, na madrugada desse domingo (3).
Pelas informações da PM, por volta de 20h30 desse domingo, a guarnição que estava no PB (ponto base), na Ponte do São Francisco, avistou o foragido aparentemente mancando e lesionado, na Avenida Marechal Castelo Branco.
Na abordagem, ele foi reconhecido pela guarnição como um dos fugitivos do sistema prisional. Ao ser perguntado sobre sua situação legal, ele afirmou ser um dos dez foragidos.

O detento foi levado ao Socorrao 1 para ser feito o procedimento médico, pois ele estava alegando que sentia muita dor.
Após atendimento médico, o David Sousa foi conduzido para o Plantão das Cajazeiras para serem tomadas as medidas cabíveis.
David Sousa é o segundo foragido recapturado. Na tarde de domingo, foi recapturado Clemerson Silva Ribeiro, de 18 anos, na Reserva do Batatã, localizada no Parque Estadual do Bacanga, em São Luís.
A polícia continua à procura dos outros oito prisioneiros foragidos. São eles: Natanael Moraes Viana, Wigleny Marques Ramos, Yan Henrique Trindade Rodrigues, Wanderson Ferreira Cruz, Teólo Carlos Mendes Ferreira, Robson Cesar Saraiva Gonçalves, Gerson Deivison Chaves Pereira e Felipe Menezes Câmara.

Desprezível, presidente do Instituto Lula trata velório do pequeno Arthur como “Festa”

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Eles verdadeiramente se acostumaram com festas.

Para a claque petista, durante 16 anos tudo foi motivo para comemoração.

Mesmo velórios, representavam momentos de algum regozijo.

Celso Daniel, Eduardo Campos, Marisa Letícia e, mais recentemente, o próprio Vavá, irmão de Lula, foram casos tratados sem qualquer respeito por aquele que se foi e até efetivamente ‘comemorados’.

Assim, Paulo Okamotto, bate-pau de Lula, presidente da arapuca denominada Instituto Lula, durante o velório do pequeno Arthur, foi traído pela maldita língua e tratou o evento fúnebre com ‘festa’.

Lamentável!

Bequimão – Homem espanca e ateia fogo na casa da companheira

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Na manhã desta sexta-feira 1º, a Guarnição da Policia Militar da cidade de Bequimão, foi informada por populares de um espancamento que acontecia no povoado de Areal.
Um homem identificado como, Adriano Barbosa Ferreira, agrediu a sua companheira, Luciana Alves Cunha e ateou fogo na casa onde moravam.

A polícia se deslocou para o o referido povoado e chegando lá constatou a veracidade da denúncia. O acusado foi preso e apresentado na Delegacia de Policia da cidade.

NEY LOPES O café do Presidente com jornalistas

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A proposta de reforma da previdência social está sendo transformada em verdadeiro “maniqueísmo”, a filosofia religiosa persa do século III, que dividiu o mundo entre Deus e o Diabo, o bem e o mal (apoiadores e discordantes).

Não se nega que ela é absolutamente necessária. A grande questão será como executá-la. Há vários caminhos a serem trilhados, todos levando a resultados positivos no futuro, desde que se opte por medidas gradativas e temporárias (leis, por exemplo).

As posições inflexíveis, “donas da verdade”, radicais, maniqueístas, conduzirão o país a uma preocupante intranquilidade social.

A propósito, um fato chamou a atenção nos últimos dias.

O presidente Bolsonaro em café com jornalistas admitiu mudanças na proposta, resultantes do debate congressual, que se inicia.

O fato – absolutamente normal, como observou o vice Mourão- propagou-se como uma “catástrofe” pré-anunciada, no sentido de que o mercado desaprovara, condenara e “não aceitaria” mudanças no texto.

Percebe-se claramente “dirigismo”, na propagação dessas informações.

O debate nem se inicia no Congresso e já se colocam “ameaças”, “pressões”, como se apenas um caminho levasse a Roma.

Nunca é demais repetir que o básico da reforma previdenciária será eliminar e/ou reduzir o déficit atual.

Tudo bem.

Conclui-se que é necessário aumentar receitas, que não seja pela via da “mão única” de transferir ônus para assalariados, trabalhadores rurais e urbanos, servidores públicos, como está proposto na mensagem oficial ao Congresso.

A receita que falta poderá vir, também, (não se excluem do “sacrifício” as classes sociais citadas, com eliminação de abusos atuais) da tributação de lucros e dividendos (o mundo todo tributa), com redução do IR para alguns setores e sobre consumo, aumento da alíquota do imposto sobre herança e recriação da CPMF para grandes transações, na forma de imposto temporário (aí surge a experiência de adoção de leis temporárias).

É possível analisar um sistema previdenciário misto, na forma chamada de “multipilar”, incluindo até a capitalização, desde que o Estado seja corresponsável, em casos de insolvência de fundos de pensões, privados ou públicos.

Nessa ótica, as contas da Previdência seriam separadas de toda a parte assistencial (“benefícios sociais”), a ser financiada diretamente com recursos do Tesouro Nacional.

Outra fonte de receita seria um programa sério e racional de privatizações, envolvendo as 144 estatais, com exclusão daquelas consideradas estratégicas, como a Petrobras, Banco do Brasil, Eletrobrás.

No café recente com os jornalistas, o Presidente Bolsonaro, em atitude democrática, previu que o Congresso soberanamente poderia “ajustar” a proposta enviada, de acordo com o interesse nacional.

Por que o “mercado”, que prega tanto a liberdade ampla, total e irrestrita, insinua não conformar-se com um princípio democrático inalienável, que é a autonomia do Congresso Nacional?

Afinal, está provado que o século XVIII não tinha razão, quando Adam Smith no livro “Riqueza das Nações (1776)”, defendeu a ideia da mão invisível do mercado, que controlaria a economia, balanceando oferta e demanda, sem a presença do controle estatal.

A evolução histórica demonstrou que o mercado sem “regulações” pode levar a sociedade ao caos econômico e situações de crise.

A regulação protege o próprio empreendedor, por exemplo, da concorrência predatória.

Esses mecanismos não estatizam a economia, nem tão pouco intervêm na liberdade econômica. São normais nas maiores economias de mercado do mundo.

Recentemente, os Estados Unidos pararam “economicamente” por mais de um mês com o “shut down”, resultado de polêmica entre republicanos e democratas, na construção de um muro na fronteira com o México.

Nem por isso, as empresas fecharam, instalaram-se em outros países, renunciando participar de um mercado de grande dimensão como o americano.

A reforma previdenciária brasileira terá que ser feita, disso ninguém tem dúvida.

A influência do mercado existirá, sem, entretanto, ser decisiva e prioritária.

Aprovada a reforma, não haverá dúvidas de que o mercado se adaptará e trabalhará de acordo com as novas regras.

Assim acontece no mundo todo.

Não se justifica, portanto, a difusão dessa exagerada importância dada ao “mercado”, chegando a amedrontar a sociedade ao colocá-lo como agente supremo e definitivo para ditar no nascedouro as regras das mudanças.

A conclusão final é que, diante da crise econômica do país, não há dúvida de que a reforma terá que ser implantada. Porém, pela via de redução da despesa e criação de receita, com a “divisão justa de sacrifícios”, mantido o princípio de trabalhar e contribuir mais, em favor da eliminação do déficit.

A proposta em debate, infelizmente, elege “bois de piranhas” e protege o “andar de cima”.

Por isso, ela terá que ser melhorada, já que o princípio do combate ao déficit previdenciário deve ser a bussola que guiará o país para o futuro.