Motociclista morre em acidente grave na BR-402 em Humberto de Campos

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No início da noite de terça-feira (05), no km 94 da BR 402, um pouco antes do retorno de acesso ao município de Humberto Campos/MA, aconteceu uma colisão entre uma motocicleta e um veículo de passeio, que resultou na morte do motociclista.

Por volta das 18h20, o condutor de uma moto Honda CG 160 Fan, de cor vermelha, trafegava no sentido Morros – Barreirinhas, quando houve uma colisão frontal e lateral de um veículo Honda City, de cor preta, que trafegava no sentido contrário.
O motociclista, identificado como Bruno Souza Lisboa, nascido em São Luís, no dia 26 de fevereiro de 1995, teve morte imediata. O condutor do outro veículo se evadiu sem prestar socorro.

A causa do acidente está sendo investigada pelos policiais rodoviários federais que atenderam a ocorrência.  A princípio foi divulgado que o acidente teria ocorrido porque o motociclista teria invadido a pista contrária. Mas o cenário do acidente, de acordo com a polícia, leva a entendimento diverso. Blog do Gilberto Lima

Homem é assassinado a tiros na cidade de Codó

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A Polícia trabalha com a hipótese de crime por encomenda motivado por vingança, já que a vítima já havia registrado boletim por recentes ameaças de mortes. |


O magarefe Antonio José Guilherme Loura foi assassinado nesta segunda-feira (04) no bairro Trizidela, na cidade de Codó-MA.

Um vídeo divulgado pela imprensa local, mostra a vítima no chão com uma das pernas debaixo da moto que usava.

Informações do repórter policial Sena Freitas (FCTV), dão conta de que dois homens chegaram numa motocicleta, aproximaram-se e o garupa atirou na cabeça do magarefe que morreu no local.

A Polícia Civil trabalha com a hipótese de crime por encomenda motivado por vingança. Na delegacia, a vítima já havia registrado boletim comunicando recentes ameaças de mortes. Ninguém foi preso até agora.

Fotos e informações: blog do Acélio 

Mulher morre e motociclista fratura perna em colisão com ônibus na Avenida dos Africanos

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Ana Carolina, de 24 anos, estudante universitária, residente no bairro Liberdade, morreu no local do acidente. O motociclista Adanilson, residente no Parque dos Nobres, fraturou uma das pernas.

Uma mulher morreu e um motociclista fraturou uma perna em um acidente grave na Avenida dos Africanos, na saída do bairro Filipino e nas proximidades da Fundação Bradesco, por volta de 17h20 desta terça-feira (05).
A mulher foi identificada como Ana Carolina, de 24 anos, estudante universitária, residente no bairro Liberdade. O motociclista foi identificado apenas como Adanilson, conhecido como “Adan”, residente no Parque dos Nobres.

Pelas informações colhidas no local do acidente, o motorista do ônibus da linha João Paulo/Monte Castelo não observou a motocicleta e fez a conversão à esquerda para acessar a pista contrária, no sentido Centro/Avenida dos Franceses.

O motociclista seguia no sentido Avenida dos Franceses/Centro e não teve como evitar a colisão contra o ônibus. Com o impacto, Ana Carolina foi arremessada, bateu a cabeça no meio-fio e morreu de traumatismo craniano.

Segundo testemunhas, o capacete sacou da cabeça da vítima no momento em que ela foi arremessada da motocicleta. Carolina deixa um filho menor.

Adanilson foi socorrido e levado para o Hospital Municipal Djalma Marques, o Socorrão 1. Após a colisão, ele ficou agarrado à moto, sendo arrastado por alguns metros no asfalto. Ele teve fratura no fêmur.
O motorista do ônibus permaneceu no local do acidente e teria assumido a culpa. Fonte Gilberto Lima

Mônica Bérgamo ataca a polícia e recebe resposta do juiz Marcelo Bretas

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Conhecida pelas reportagens de “veracidade questionável” e distorções de fatos, a jornalista da Folha de S. Paulo, Mônica Bérgamo, perambula decrépita e sem sossego pelas redes sociais.

Após compartilhar um estudo e deixar nas entrelinhas que os policiais são como uma indústria da morte e ainda por cima, racistas, a jornalista recebeu uma resposta do juiz federal Marcelo Bretas. Bérgamo confabula da delirante crença das esquerdas de que é a “opressão das polícias” que gera a violência.

Veja a resposta de Bretas:

Marcelo Bretas@mcbretas

Policiais também morrem…
Em determinadas circunstâncias, que só podem ser avaliadas casualmente e pelas autoridades competentes, a POLÍCIA DEVE usar a força, e eventualmente até mesmo MATAR.
Isso não é novidade. Está na lei.

ROBERTO ROCHA Sobre a reforma da Previdência

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Há basicamente dois pontos na proposta da reforma da previdência, sobre os quais nós, no PSDB, não concordamos. São eles, a mudança na idade da aposentadoria rural da mulher e o Benefício da Prestação Continuada.

Preocupado especialmente com o efeito dessas medidas no Maranhão, onde 85% dos benefícios são do tipo rural, solicitei à Consultoria Legislativa do Senado um estudo do impacto fiscal dessas medidas em comparação com o total estimado para a reforma.

O estudo demonstrou que o impacto, em dez anos, corresponderia a apenas 1,2% do total da reforma. Portanto muito baixo para o custo social dessas medidas.

Estive com o presidente Bolsonaro, no início da semana onde, dentre vários assuntos tratei desse tópico e disse a ele que, na condição de líder do PSDB, não teríamos como dar apoio a essas medidas. O presidente entendeu perfeitamente.

Em seguida encaminhei duas emendas para o líder do meu partido na Câmara, onde está atualmente tramitando o projeto. Essas emendas visam manter inalterada a idade mínima da mulher rural, que já é de 55 anos, resguardando o tempo mínimo de contribuição, de 15 anos. Assim como aperfeiçoar a alteração proposta pelo governo para o Benefício de Prestação Continuada (BPC), através de um escalonamento no pagamento que preserve o esforço contributivo – dos que podem contribuir – distinguindo seu benefício daquele de quem não contribuiu.

Essas medidas mantém o espírito da separação entre a Previdência e a Assistência Social e contribuem para mitigar o risco de desproteção da mudança, privilegiando a intenção do governo de ampliar a cobertura do benefício e diferenciá-lo das aposentadorias.

Roberto Rocha é senador da República.

Lava Jato investiga suspeita de desvios de dinheiro do ProUni e Pronatec

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Esquema pode ter favorecido donos de universidades privadas

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Lava Jato da Educação apura esquema em programas bilionários de ensino técnico e superior. Foto: Marcos Santos/USP Imagens

A operação Lava Jato da Educação devassa esquema de corrupção no MEC envolvendo programas como Universidade para Todos (ProUni) e de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), de orçamento bilionário. Criado em 2005, a pretexto de dar bolsas a alunos pobres, o ProUni foi uma boa ideia que se transformou em um novo cartório de transferência de dinheiro público para donos de universidades privadas. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Com renúncia fiscal de mais de R$100 milhões e gastos de R$1,6 bilhão, o ProUni concedeu mais 417.276 bolsas em 2018.

Outro foco da Lava Jato da Educação é o Pronatec, que em 2018 consumiu R$141,2 milhões dos contribuintes.

A devassa que a Lava Jato promove no Pronatec alcança também entidades do Sistema S, sobretudo CNI. Meteram a mão para valer.

A investigação é uma das principais metas no Ministério da Educação dentro do plano de ações dos 100 primeiros dias do novo governo.