Maranhão tem quase 37 mil casos de acúmulo indevido de cargos, diz TCE

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De acordo com o órgão, número representa 20% da folha de pagamento do Estado e a maioria das irregularidades estão na contratação de profissionais da educação.


Sede do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA) — Foto: Divulgação/ASCOM TCE-MA

Sede do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA) — Foto: Divulgação/ASCOM TCE-MA

De acordo com o Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA), o Maranhão tem cerca de 37 mil casos de acúmulo indevido de cargos. Segundo o levantamento do TCE, o número representa 20% da folha de pagamento e a grande maioria das irregularidades está na contratação de profissionais da educação.

As irregularidades foram descobertas por meio do Censo Eletrônico dos Servidores do Maranhão (Cesma) que revelou uma desorganização na folha de pagamento dos funcionários. Com os resultados, foram realizados cortes de gastos nas contas públicas do estado. Segundo os auditores do TCE, o resultado do levantamento surpreendeu os órgãos estaduais.

Nesta segunda-feira (11) gestores do TCE-MA, membros do colegiado, procuradores, gestores de unidades e auditores estiveram reunidos para apresentar as ações de fiscalização para 2019 e 2020. A meta, segundo o órgão, é ter 50% dos casos identificados tendo como referência a folha de pagamento de dezembro de 2018.

As fiscalizações começaram no início de março e até o momento, já possuem 434 processos de folhas de pagamento abertos. Além disso, o TCE realizará oito audiências públicas entre os meses de maio e outubro, com o objetivo de reduzir em 50% os acúmulos ilegais até dezembro de 2020.

Segundo o Secretário de Controle Externo, Bruno Almeida, a partir de abril já será possível ver os casos de acumulação pelas instituições fiscalizadas já notificadas. Ele afirma que auditorias nos locais investigados não estão descartadas, mas o trabalho também será feito eletronicamente por meio do sistema de fiscalização.

Igreja Matriz de Itapecuru é arrombada durante a madrugada

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Na madrugada desta segunda-feira (11), a igreja Matriz nossa senhora das dores  sediada em Itapecuru, localizado no centro, foi alvo de arrombamento.

O blog do Cristiano dias conversou o Srº Jose da Graça que é sacristão da paróquia e o mesmo diz que foi informado do arrombamento que por volta da 05:30hs da manhã.
O Srº Jose da Graça informa que ao  chegar ao local o mesmo encontrou cadeados quebrados e o cofres de ofertas e dízimos também foram violados mas, de acordo com o Srº Jose da Graça, diz que havia dinheiro guardado no cofre da igreja segundo ele diz no valor de entorno de 300,00 (Trezentos reais),já as suas ferramentas de uso de serviços diários foram levadas.
Na igreja Matriz não há vigias e muitos menos serviços de vídeo monitoramento,vale lembrar que estar e a quarta vez que a igreja e arrombada. Assim que o fato foi constatado, a Polícia Militar foi acionada e o caso vai ser passado para à Polícia Civil do município a onde dará inicio as investigações.Fonte Blog do Cristiano Dias.

AGUARDEM: SUPOSTA OPERAÇÃO CONTRA AGIOTAGEM VOLTA ASSOMBRAR POLÍTICOS E EMPRESÁRIOS NO MARANHÃO

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O crime de agiotagem continua forte no Estado do Maranhão. A Polícia Estadual e a Federal já deflagraram diversas operações, mas a bandalheira segue firme.

Com a continuidade do crime, uma suposta investigação estaria em curso para deflagrar nova operação contra os responsáveis por desviar dinheiro público.

A suposta operação voltou a assombrar políticos e empresários. O foco da investigação seria um esquema conhecido por compra de emendas parlamentares, onde é negociado votos em troca de obras e serviços públicas, que permite a eleição de deputados, prefeitos e vereadores.

Há informação de que na lista dos alvos – além de políticos e empresários, estaria também contadores e advogados, que seriam responsáveis por ajustarem documentação oficial para dar aparência de legalidade as negociatas.

A bomba vai estourar!

Fonte: Luís Pablo

Saiba porque o nome de uma delegada da Lava Jato no comando do COAF amedronta a Grande Mídia

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O fato de Sérgio Moro, titular do Ministério da Justiça e Segurança Pública no governo de Jair Messias Bolsonaro, ter nomeado Erika Marena, a “mãe” do nome “Operação Lava Jato” e membro de sua força-tarefa, para o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) parece ter chateado alguns magnatas da Imprensa brasileira e setores duvidosos da “high society”.

Neste domingo (10), por exemplo, o jornalista Elio Gaspari dedicou sua tradicional coluna na Folha de S.Paulo para detonar membros da #LavaJato. Escreve que esse grupo “formou uma fundação” e em alguns trechos chega a acusá-los de agir à revelia da lei para alcançar objetivos.

Críticas semelhantes são avistadas em matérias do G1 – O Portal de Notícias da Globo, do Estadão e na Revista Veja, além de ilustrar “análises” de colunistas e “especialistas”. Uma ação abertamente coordenada.

Fico pensando… em 519 anos de História, nunca o Brasil teve uma equipe de autoridades qualificadas disposta a empenhar todos os esforços necessários (inclusive comprometendo suas vidas pessoais, casamento, filhos, etc.) para punir o crime organizado de colarinho-branco e recuperar alguns bilhões de reais roubados dos cofres públicos.

Reitero: NUNCA tínhamos visto algo dessa natureza no Brasil. Tudo que tínhamos era uma vastíssima história de CORRUPÇÃO e IMPUNIDADE encrostada nos Três Poderes.

E por que agora nossos “doutos especialistas” decidiram descer o malho nos membros da #LavaJato?

A resposta passa exatamente pelo alcance e pelo poder do COAF.

Façamos uma pergunta simples: onde estava o COAF quando o baiano Geddel Vieira Lima movimentou R$ 51 milhões, sacando essa quantia de bancos brasileiros e malocando-a em malas e caixas de papelão num apartamento em Salvador; ou quando Paulo Preto lavou a égua do tucanato com R$ 100 milhões escondidos num bunker em São Paulo, como informa um delator ao Poder Judiciário?

O que nós tínhamos até aqui era um COAF aparelhado e seletivo, que só alcançava irregularidades nas movimentações financeiras do botequim da dona Emengarda ou no quiosque de frango assado da dona Vespasiana. Peixes graúdos nunca caíram na rede do COAF. Por que?

Essas perguntas ajudam a esclarecer a razão dos ataques coordenados aos membros da #LavaJato exatamente quando Sérgio Moro nomeia um deles para a chefia do COAF.

Assim como a Receita Federal já começou a pescar tubarões da envergadura de ministros do Supremo Tribunal Federal, já imaginaram o COAF enquadrando figuras notórias por movimentações financeiras suspeitas?

Muito em breve, vamos descobrir que os R$ 2 milhões do Queiroz e do Flávio Bolsonaro são fichinha perto das contas pejotizadas de alguns jornalistas, atores, cantores, apresentadores de TV, palestrantes e “especialistas”.

Ter alguém da Operação Lava-Jato no comando do COAF é um baita trunfo. Nós, Povo Brasileiro, devemos esse voto de confiança a pessoas que, comprovadamente, trabalham em favor do País há mais de cinco anos.

É nosso dever… mesmo que isso contrarie o Elio Gaspari.

Sigamos em frente…

Helder Caldeira

Escritor, Colunista Político, Palestrante e Conferencista*Autor dos livros “Águas Turvas” e “A 1ª Presidenta”, entre outras obras.

MARCEL LEAL José Dirceu vai tomar meu carro

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Sim, aquele José Dirceu, ex-ministro de Lula, eminência parda do governo, milionário, condenado a 30 anos de cadeia por corrupção, vai tomar o meu único carro, que levei três anos para pagar com muita dificuldade. Ele será confiscado para pagar uma indenização ao petista.

José Dirceu me processou porque não gostou de um artigo que escrevi sobre o assassinato do prefeito petista Celso Daniel, comentando o relatório da investigação feita pelo Ministério Público de São Paulo, que apontava para a cúpula do PT, na época comandada por ele.

Curiosamente, não processou os jornais Folha de S. Paulo e Estadão, nem a revista Veja que, basicamente, escreveram a mesma coisa que eu. Foi um ato de covardia de um milionário poderoso, então cheio de influência em Brasília, contra um pequeno jornalista do interior baiano sem condição de ir a Brasília se defender.

O mais incrível foram as alegações de José Dirceu. Segundo sua petição inicial, meu artigo, publicado na “Carta ao Leitor” (do jornal A Região, de Itabuna, BA), não só causou sua demissão do cargo de ministro como provocou uma crise institucional no governo Lula (está assim em sua petição). Poderoso, eu…

Consola saber que ele ficará preso pelo resto da vida.

O que mais irrita é que a petição tratou um artigo de opinião, assinado, como se fosse notícia. Juridicamente, esta esperteza muda tudo. O juiz da época acatou, sem corar, a alegação de que se tratava de uma notícia, mesmo tendo em sua mesa a cópia do jornal, com o texto claramente marcado como editorial.

Fizeram isso porque a opinião é protegida pela Constituição e não poderiam me condenar por ela. Em momento algum Dirceu entrou em contato para pedir a publicação de um direito de resposta ou mesmo uma retratação. A intenção nunca foi “salvar a honra” e sim destruir quem o critica.

O juiz me condenou em tempo recorde e teve sua sentença confirmada igualmente rápido pelos colegas da instância superior, muitos alçados ao cargo por indicação do PT de Dirceu. Mas reduziu os R$100 mil que José Dirceu pediu de indenização por sua “honra” para R$10 mil.

Esses R$10 mil, segundo a Justiça, hoje estão em R$44 mil. Como não tenho esse dinheiro, meu carro, que custa mais de R$55 mil, será confiscado e entregue a Dirceu. Não só serei penalizado por emitir uma opinião, que supostamente era protegida pela Constituição Brasileira, como pagarei juros dignos de agiotagem.

Triste país esse, onde um condenado por corrupção e já milionário fica ainda mais rico tomando bens de quem não tem o mesmo poder ou dinheiro. Onde não existe liberdade de opinião se esta opinião incomoda os poderosos. Onde os artigos da Constituição são todos “relativos” na hora de julgar uma ação.

Em pouco tempo emitir minha opinião terá custado meu carro. Mas me consola saber que, em breve, José Dirceu voltará para a cadeia, onde deve ficar quase o resto de sua vida. Já eu estarei a pé, porém livre para ir aonde quiser, quando quiser, como quiser.

Prefiro combater os corruptos a pé do que me omitir dirigindo.

Marcel Leal, jornalista, dirige o jornal A Região, de Itabuna (BA).