Acusado de homicídio é preso em Vargem Grande

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Cumprindo mandado de prisão preventiva por homicídio a polícia civil de Vargem Grande com apoio de investigadores da Delegacia Regional de Itapecuru prendeu na manhã de hoje o acusado Germano Reis Novais Filho, e Wanderson Novais Machado, que figura como quem forneceu o revolver para a execução do crime.

Segundo a polícia, no dia 12 de novembro de 2018, no Bairro Nossa Senhora de Fátima,o menor Francisco José Castro de Almeida, conhecido com ZIca, foi assassinado a tiros de revólver, e figura como acusado Germano que teve a prisão preventiva decretada e hoje cumprida pela polícia civil.

Germano em depoimento, revelou que,o revólver usado na execução do crime, fora fornecido por Wanderson, que também foi preso nesta manhã.

Os dois foram encaminhados ao presidio de Itapecuru, onde ficarão a disposição da justiça.

Prefeitura de Nina Rodrigues promove evento em comemoração ao dia Internacional da mulher

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Com o objetivo de promover a união e integração da Mulher no mercado de trabalho, a Prefeitura Municipal de Nina Rodrigues, por meio do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), em parceria com a Secretaria Municipal de Assistência Social, realizou ontem (14) o primeiro chá em comemoração ao dia Internacional da mulher. Durante a confraternização, foram realizadas varias dinâmicas, promovidas pela Psicóloga Paula Vanessa.

O sucesso do evento, é resultado da união da Coordernação do CRAS, com o apoio da Coordenadora supervisora, de visitadoras socias do Programa Criança feliz. Além da Coordenadora e de Orientadores Sociais do SCFV, a Coordenação de Proteção Básica Social, também foi peça chave para esse momento.

HOMEM É PRESO EM PRESIDENTE DUTRA POR OBRIGAR MULHERES A MANTER RELAÇÕES COM ELE, O ELEMENTO AMEAÇAVA DIVULGAR FOTOS INTIMAS ADQUIRIDAS CLANDESTINAMENTE

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A Polícia Civil do Maranhão, através da Delegacia Especial da Mulher de Presidente Dutra, com apoio da equipe de captura da 13ª Delegacia Regional cumpriu na manhã desta quinta-feira (14) mandado de prisão temporária de 30 dias e Busca e Apreensão contra Dyemison Silva de Sousa.

De acordo com o Delegado Regional César Ferro, Dyemison é investigado pelos crimes de Estupros, Registro Não Autorizado de Intimidade Sexual, entre outros. “Em menos de 48h da notícia criminal o indivíduo foi identificado e preso; e o material utilizado para constranger a vítima apreendido”, declarou o delegado.

Ainda de Acordo com César Ferro, o acusado obrigava a vítima a manter relações sexuais com ele sob ameaça de ele postar imagens intimas delas obtidas clandestinamente.

Dyemison Silva de Sousa encontra-se detido na UPR de Presidente Dutra enquanto seguem as investigações pela Delegacia Especial da Mulher.

Fonte: Adonias Soares

Briga por herança causa o rompimento da viúva com a família de Marielle

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O PSOL vem tentando há muito tempo esconder a briga entre a arquiteta Mônica Benício, viúva da vereadora Marielle Franco, e a família, pai, mãe, irmã e filha.

Porém, o carnaval de 2019 se encarregou de tornar público as desavenças.

Dona Marinete da Silva, a mãe, e família saíram na Unidos de Vila Isabel; Mônica Benício, a viúva, desfilou na Mangueira.

Uma reportagem da Revista Época esmiúça o imbróglio.

Ao ser questionado sobre o motivo de não terem sido convidados pela verde e rosa, o pai de Marielle, Antonio Francisco da Silva Neto, devolveu a pergunta: “As pessoas têm me perguntado isso a todo momento. Como a escola que tem o samba-enredo sobre Marielle não convida a mãe, a filha e a irmã, parentes consanguíneos dela? Eu respondo: ‘Perguntem ao pessoal da Mangueira’”.

“É isso: nego surfando na onda. Isso é muito triste para uma mãe. Minha filha é maior que tudo isso. Todos e todas que usam o nome ou a história para tirar proveito. Não reconhecem a grandeza da filha que criei e formei para o mundo. Estão plantando agora, mas a colheita vem com certeza. Nunca mais essa família será a mesma, mas somos fortes, somos resistência. Foi que passei para ela. Vamos continuar lutando como fizemos toda nossa vida”, concluiu Marinete, nas redes sociais, ao deixar claro que o Carnaval deste ano era motivo de dor profunda, marcado pela lembrança de Marielle, no ano anterior, fazendo campanha do “não é não”.

As desavenças evidenciadas no carnaval tiveram início na realidade, logo após o assassinato.

Três motivos foram determinantes para o conflito.

A família estranhou a pequena quantia encontrada na conta bancária de Marielle.

Na sequência, a família adentrou na casa onde Marielle e Mônica moravam e levou, sem pedir licença, a maioria dos pertences pessoais da vereadora.

E o outro momento tenso ocorreu quando a viúva foi cobrada pela devolução do carro de Marielle.

Para atenuar, o PSOL entrou no circuito e atuou para liberar para a família benefícios previdenciários no valor de R$ 300 mil e assim conseguiu reunir todos no show de Roger Waters. Foi a última vez em que a viúva e a família estiveram juntas em torno da memória de Marielle.

Presentemente, a briga continua, as partes estão inconciliáveis e o PSOL não consegue mais esconder.