Associação criminosa é desarticulada pela Polícia Civil do Maranhão

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Na manhã de ontem (15) a Polícia Civil do Maranhão, por meio do Departamento de Combate a Crimes Tecnológicos (DCCT/SEIC) e do Laboratório de Tecnologia Contra a Lavagem de Dinheiro (LAB-LD), realizou a “Operação Trojan Horse”, que resultou no cumprimento de mandados de prisão preventiva e busca apreensões contra suspeitos de integrar uma associação criminosa, voltada para fraudar boletos de cobranças de taxas condominiais.

Segundo a Polícia Civil do Maranhão, os acusados adulteravam o código de barras de boletos de cobranças por meio de um sistema de computador (software aplicativo – específico para condomínios) que gerava esses boletos de cobranças. Uma vez pagos pelos condôminos, os valores não eram creditados na conta do condomínio, mas sim na conta de uma empresa gerida pelo grupo criminoso.

Ficou demonstrado através das análises financeiras realizadas pelo LAB-LD que o dinheiro desviado era transferido das contas da empresa para as contas dos membros do grupo criminoso.

Estima-se um prejuízos de aproximadamente 500 mil reais ao longo de 3 anos (2015 a 2017) ao condomínio residencial Parque das arvores “Grand Park”, deixando o condomínio sem condições de manutenções básicas ou mesmo de sustentabilidade.

As investigações foram iniciada em 27/09/2017, com um elevado grau de complexidade, tendo em vista que entre os membros dessa associação criminosa havia
Wennys Carlos de Sousa Oliveira que é servidor público federal e possui avançados conhecimentos em PI.

Os acusados Wennys Carlos de Sousa Oliveira, Isaac Pereira do Nascimento e Leide Dayana Dias Silva, encontram-se presos a disposição da justiça.

Polícia prende 2º suspeito no assassinato de motorista de ônibus em São Luís

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Edson Martins Santos Júnior foi preso na noite de sexta-feira (15) por suspeita de envolvimento na tentativa de assalto. Outro adolescente também foi apreendido.

Por G1 MA — São Luís


O autor do crime é conhecido como ‘Perninha’ e foi preso dentro de uma caixa d’água na região do residencial Amendoeiras. — Foto: Reprodução/ TV Mirante

O autor do crime é conhecido como ‘Perninha’ e foi preso dentro de uma caixa d’água na região do residencial Amendoeiras. — Foto: Reprodução/ TV Mirante

A Polícia Militar (PM/MA) prendeu na noite de sexta-feira (15) o segundo suspeito de envolvimento no assassinato do motorista Alex de Paulo Oliveira que foi morto com um tiro na cabeça após uma tentativa de assalto no bairro Anel Viário, em São Luís.

O autor do crime identificado como Edson Martins Santos Júnior, de 21 anos, é conhecido como ‘Perninha’ e foi preso dentro de uma caixa d’água na região do residencial Amendoeiras, no Maracanã. Ele foi encaminhado e será apresentado no Plantão da Decop.

O adolescente, de 16 anos, que participou da ação criminosa foi apreendido na tarde de sexta-feira (15) e confessou envolvimento no assalto.

Entenda o Caso

O motorista de ônibus Alex de Paulo Oliveira, de 36 anos, foi assassinado com um tiro na cabeça no início da manhã de sexta-feira (15) na Avenida Vitorino Freire, na área central da capital.

Segundo a polícia, o motorista estava se dirigindo para a empresa de ônibus Taguatur, onde trabalhava, por volta das 5h30, quando foi surpreendido por dois bandidos, que o alvejaram com um tiro na região do lado direito da sua cabeça.

Alex de Paulo ainda chegou a ser socorrido para Hospital Municipal Djalma Marques (Socorrão I), mas não resistiu a gravidade dos ferimentos e morreu no hospital.

Mãe de um dos maiores traficantes de drogas do país é presa em São Luís; ela é foragida da Justiça de Mato Grosso

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A Polícia Civil do Maranhão, através da Superintendência Estadual de Repressão ao Narcotráfico (Senarc), efetuou a prisão de Luzia Sueli Balbino Balbuena, que possuía mandado de prisão por crime de associação para o tráfico de drogas, oriundo do Tribunal de Justiça do Mato Grosso. A prisão ocorreu nesta sexta-feira (15), no bairro São Cristóvão, em São Luís.
Pelas informações da Senarc, Luzia Balbuena é integrante da associação criminosa liderada por seu filho, Alexsandro Balbuena, que se encontra preso no presídio federal de Catanduvas, no Paraná. Ele é um dos maiores traficantes de drogas do Brasil.
O companheiro de Luzia Balbuena também se encontra custodiado no presídio de Pedrinhas, onde, na ocasião, foi preso com cerca de 150 kg da droga conhecida como “crack”.
Após os trabalhos, a presa foi encaminhada ao Sistema Prisional, onde ficará à disposição do Poder Judiciário.
Companheiro preso em 2016 com droga avaliada em R$ 2 milhões

Antônio Pereira Silva, companheiro de Luzia, Osvaldo Júnior e Marlon Henrique foram  presos por tráfico de drogas em 2016

O companheiro de Luzia Balbuena, Antônio Pereira Silva, de 61 anos, foi preso por tráfico de drogas no dia 03 de fevereiro de 2016, no Conjunto do Cohaserma, em São Luís. Segundo a polícia, ele fornecia crack para as “bocas de fumo” de toda a São Luís e também para alguns municípios da Baixada Maranhense. Ele é, portanto, padrasto de Alexandro Balbino Balbuena, que chefiava o tráfico de crack no Mato Grosso e está preso, desde 2004, no Presídio Federal daquele estado.
Antônio Pereira era o “cabeça”, no Maranhão, de um grupo que seria uma ramificação do bando existente no Mato Grosso. Natural da cidade mato-grossense de Cárcere, Antônio já morava em São Luís há pelo menos um ano, à época da prisão, e, durante todo esse tempo, praticava o tráfico de crack.
Quando foi preso, ele estava em companhia de Luzia Balbino Balbuena, então com 53 anos, mãe de Alexandro. Ela, que também teria passagem por tráfico de drogas, não foi conduzida porque não devia mais à justiça. O mandado de prisão era contra o companheiro.
O crack que iria ser entregue para Antônio Pereira estava acondicionada em 119 tabletes que, após pesados, totalizaram algo em torno de 130 quilos. A droga foi apreendida em poder de Osvaldo Batista Junior, de 52 anos, natural de São Paulo; e de Marlon Henrique, 21, natural do Mato Grosso.
A dupla, que servia de“mula ” – pessoas contratadas para transportar drogas –, iria receber ao menos R$ 50 mil pelo serviço, que seria dividido entre eles.

JOSÉ MAURÍCIO DE BARCELLOS A imprensa farsante

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Todo poder emana do povo e este pode inclusive exercê-lo diretamente. A partir deste básico princípio constitucional nossa gente está reconstruindo os três poderes da República: o executivo, o legislativo e o judiciário, mas não é o suficiente. Há um quarto poder por assim dizer, talvez tão forte, tão influente e imprescindível a uma verdadeira democracia que está a merecer uma profilaxia geral e irrestrita, para que possa ser exercido por seus profissionais e através de seus veículos – meros concessionários do Estado – com liberdade, com isenção, com seriedade e patriotismo, em prol do povo brasileiro. Falo da imprensa.

Nada indigna mais qualquer cidadão honrado deste País do que quando ele avalia o quanto a imprensa tradicional, escrita, falada e televisada solertemente contribuiu, nos últimos 30 anos de governos civis, para que esta Nação fosse vilipendiada, roubada e humilhada perante o Mundo. Quando se pensa no quanto, por pura ganância, muita má-fé e total falta de amor à Pátria, os Conglomerados da Comunicação protegeram e incentivaram as quadrilhas de Sarney a Temer a roubar e a malversar a coisa pública, tenho certeza de que a vontade que se tem é de definitivamente prender e execrar todos os responsáveis diretos e indiretos. Por que não? Porque esses profissionais da imprensa e seus patrões que, em face de clara e inequívoca omissão dolosa foram, sem dúvida, coautores dos maiores crimes praticados contra o povo do Brasil, têm que desfrutar de uma aura de imunidade ou de uma redoma inexpugnável que os isenta de qualquer parcela de culpa, por menor que seja?

É incalculável o alcance dos muitos e diferenciados tentáculos da imprensa profissional que transpassam e atravessam os mais recônditos cantos da sociedade e os mais bem protegidos bunkers da vida nacional. Há muito que se sabe do descomunal poder de investigar, de tramar, de induzir, de distorcer ou de corromper dos Barões e de suas terríveis máquinas da Comunicação. Então, com toda licença, digo que não há justificativa alguma que explique o silêncio de toda a grande imprensa em relação aos crimes que desgraçaram nossa gente e fizeram mais de 25 milhões de desvalidos. Por onde andava a legião de repórteres e profissionais de investigações, os famosos “perseguintes” que nada de sólido e objetivo trouxeram a lume? Quando se viu outrora uma só campanha midiática de âmbito nacional, estrondosa e fantástica, como se vê nos tempos de agora contra o atual governo e desde antes de empossado? Qual a posição das zelosas corporações ou associações de profissionais da imprensa sobre este fato inconteste, isto é, sobre este injustificável silêncio que perdurou por décadas a fio? Nunca ouvi se queixarem de nada em favor do homem comum.

Pensemos um pouco. Alguém acha ou tem a desfaçatez de afirmar que antes da Operação Lava Jato nunca houve corrupção neste País? Acha, também, que toda a classe política abjeta e execrável só foi descoberta e apontada por Sérgio Moro e sua equipe? Acha ainda que os poderosos veículos de comunicação e as gordas ratazanas e cevadas fuinhas da grande imprensa nunca souberam mesmo de nada em relação à Sarney e sua corja de assaltantes do Maranhão; em relação à Collor e seus ladrões de casaca; em relação à FHC e seus larápios fingidores; em relação ao “Ogro Encarcerado” e à “Anta Guerrilheira” e sua horda de rapineiros vermelhos e, por fim, no que tange ao grande  “Corrupto dos Porões do Jaburu” e seu bem montado bando de assaltantes. É nisto que se quer que acreditemos?

Então ponderem comigo. Será que alguém duvida que se o audacioso e destemido ladrão Roberto Jefferson não tivesse colocado a boca no trombone para não ficar sozinho no cadafalso; que se não existissem a Rede Mundial de Computadores e as Redes Sociais; que se os “Intocáveis de Curitiba” não tivessem socorrido esta Terra de Santa Cruz; que se continuássemos à mercê da imprensa como a conhecemos atualmente, então todos nós não estaríamos até hoje sendo roubados e vilipendiados de muitas maneiras, no executivo, no legislativo e no judiciário?

Quando me valho de tal argumento relativo à insofismável conivência da imprensa, mormente da extrema imprensa, com os crimes praticados contra a Nação Verde e Amarela, surge logo um “vermelhinho enrustido” para argumentar sorrindo que a “Rede Goebells”, por exemplo, hoje é odiada pela esquerda e pela direita, induzindo que se conclua por sua imparcialidade. O imbecil não alcança. O problema dos nocivos Conglomerados não é nem nunca foi ideológico é meramente financeiro e seu propósito maior não é ser um dos pilares da democracia, mas tão somente manter suas mãos imundas nos cofres públicos. E ai de quem ficar na sua frente.

Quando se vê uma grande campanha midiática nacional tal como esta que estamos presenciando que promove uma política inexpressiva e morta em razão da guerra entre facções criminosas ou relativa à propagação de um ódio doido contra Donald Trump, logo se deve perguntar o que o Conglomerado quer ganhar com as próximas eleições ou o quanto dos seus interesses foram contrariados pelo governante estrangeiro?

Outro exemplo. Quando o “Sistema Goebells” de jornal, rádio e televisão desenvolveu uma grande campanha midiática até ver o condenado Lula no xilindró, nunca foi em defesa e por apreço ao País ou ao seu povo, foi isto sim com a intenção de pavimentar um caminho seguro para e eleição de outro corrupto tal como o “Ogro Encarcerado” que manteria seu acesso às verbas governamentais, garantindo seus privilégios, isenções e benesses. Por certo que os Barões do tal Conglomerado – concluindo que a Lava Jato derrotou para sempre o petista – fecharam não com um, mas com vários adversários do Capitão, menos com ele que, de pronto, avisou que nunca negociaria com bandido. Também jamais podiam supor ou sequer de longe imaginar em razão das difíceis circunstâncias que cercaram a candidatura Bolsonaro que este se elegeria, contra tudo e contra todos.

Engoliram o líder e ainda tiveram que suportar que seus quase 60 milhões de seguidores esfregassem na cara daqueles poderosos, de seus acólitos e serviçais, sua condição de “Mito”, que a voz da rua proclamou. Aí foi demais, surtaram de vez. Imagino que a “Espinha Bolsonaro” esteja encravada na garganta daquela gente e é justo por causa disto que, não podendo impedir sua posse, estão dispostos a usar contra ele tudo que disser ou que fizer daqui por diante. É esta a razão de fato desta guerra covarde, surda e suja que desenvolvem contra Bolsonaro, bem como contra toda sua família e seu governo. Nada mais. É por isso que gritam feito loucos tentando esconder toda sua perfídia e vilania por de trás do amplo direito de expressão e da inarredável liberdade de imprensa. Que liberdade de imprensa é esta de que somente os poderosos podem desfrutar?

A rigor não há nenhuma liberdade de imprensa no Brasil. Não há mesmo, porque a liberdade não pode conviver com a falta de independência e a desigualdade de oportunidade, nem se compadece com o desmando e com a corrupção. A sobrevivência da grande imprensa no Brasil depende do quanto os políticos suprem suas algibeiras com dinheiro público, garantindo vantagens e benesses perenes para alguns poucos privilegiados que dominam o mercado midiático de norte a sul do País, em troca de irrestrito apoio e proteção.

Pois então que me escute bem uma “Emponderada Mandarim” do desacreditado STF: ao contrário do que ela pavoneou durante um recente julgamento bem reverberado na mídia capciosa, o “cala boca não morreu” continua vivo e muito esperto neste País de faz de conta porque a boca do povão não tem voz nas páginas, nas telas e nos rádios da imprensa dominante que tudo faz para manter incólume o mundo da fantasia em que vivem a doutora e os nababos da máquina governamental.

Pois que me escutem também as associações de profissionais e de veículos de imprensa sempre chamados (ou comprados) juntamente com as OAB’s da vida para defender seus asseclas e deformadores de opinião por mais vendidos e facciosos que sejam. O tal conceito de imprensa livre que se quer enfiar goela abaixo deste povo só existe em nossa sociedade para preservar ricas empresas estruturadas em favor da comercialização da notícia e da perpetuação do embuste ou da fraude, tudo enquanto não colide com os interesses dos Barões da Comunicação. O mais é conversa fiada. O povão bem sabe disto.

Dei-me ao trabalho de conferir as notícias e as matérias veiculadas em dias diferentes por dois conhecidos jornalões que dizem fazer parte da mídia crítica. Em um total de algumas dezenas de matérias, notas e informações publicadas, todas sem exceção detratavam o Capitão, sua família ou ridicularizavam ferozmente sua equipe de governo e o que é pior, tudo visava na essência martelar a saciedade uma mentira infame, qual seja: Bolsonaro é tosco, despreparado, embusteiro e por conta disto em breve deverá ser “empichado” como foi a Dilma, tal qual expressamente explicou e argumentou insistentemente por mais de duas laudas de um artigo recente, um vendido que se assina “Fulano Sólama”, assim mencionado para não se promover aqui o pilantra da mídia vermelha.

“Simbora” combater, como diria o saudoso Simonal! O Brasil precisa de nós e o Capitão não pode ficar sozinho nesta guerra perversa que a imprensa inimiga trava contra ele. Temos muitos meios para fazer, tal como faço aqui nesta independente e corajosa Tribuna ou através das redes sociais, que estão à nossa disposição.

Assim como já estamos consertando o executivo; como igualmente expurgamos o legislativo e por certo que livraremos o judiciário dos maus juízes, também podemos libertar a imprensa brasileira das mãos dos donos do pedaço porque o poder que detêm e desfrutam só ao povo pertence. Com toda certeza que não faremos isto da forma que propuseram o bandidaço Zé Dirceu com seu quadrilheiro Franklin Martins e o próprio “Bandoleiro do ABC Paulista”, controlando e amordaçando tudo, mas simplesmente desmontando em definitivo os cartéis da comunicação e taxando fortemente qualquer tentativa de oligopólio ou truste da mídia nacional, pluralizando assim ao máximo os veículos de comunicação pelo País afora e cortando dos odiosos Conglomerados o recebimento de verbas públicas, como ocorre em qualquer Nação livre e civilizada.

Jose Mauricio de Barcellos ex Consultor Jurídico da CPRM-MME é advogado. Email: bppconsultores@uol.com.br.