Em plena manhã bandidos assaltam ônibus em São Luís

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Um ônibus que faz a linha para o Quebra Pote, zona Rural de São Luís, foi assaltado hoje quando pegou um passageiro em frente a Rodoviária, na Avenida dos Franceses, em plena luz do dia.

O bandido ordenou ao motorista que parasse um pouco mais a frente para a entrada de mais 10 marginais armados, como conta em detalhes o motorista, que já foi assaltado várias vezes.

Os assaltantes agiram com requintes de perversidade e tortura com os passageiros, tendo alguns deles saído com a cabeça quebrada devido aos socos e coronhadas de revólveres de que foram vítimas. Com informações do Luis Cardoso .

Salário em dia é um dos marcos do governo Rodrigues da Iara

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Desde que assumiu o comando do município de Nina Rodrigues, o prefeito Rodrigues da Iara não tem medido esforços para manter os salários dos servidores municipais em dia, e ainda, pago dentro do mês trabalhado.

Essa tem sido a prática do ocupante do poder executivo municipal que apesar de bem jovem, demonstra maturidade quando a assunto é o respeito e a valorização do servidor municipal. O prefeito não aceita nenhuma justificativa para o atraso do servidor. E esse pagamento, é um dos compromissos que fundamentam a atual gestão desde o dia 1 de janeiro de 2017.

Com a regularidade no pagamento, ganha o município como um todo. O servidor contente porque recebe, e os empresários porque veem nesta atitude, uma certeza de que podem investir que o retorno está garantido.

Com essa atitude da administração municipal, pode-se garantir que Nina Rodrigues continua uma cidade melhor a cada dia.

Vargem Grande aniversaria

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Todas as pessoas ou seres que completam ano no seu calendário do existir , devem ter de nós a melhor atenção.

E hoje para nós que aqui moramos, e partilhamos do território físico e sentimental de Vargem Grande, estamos orgulhosos de aqui morar e criar nossos filhos.

Todas as atenções estão direcionadas para o teu aniversário minha amada Vargem Grande. E é esse o momento mais oportuno para refletirmos sobre o que queremos de te e o que podemos te oferecer para que sejas digna do nome Grande.

Você deve ser grande como acolhedora, Grande para nos dar oportunidades de crescer e não ter que entregar e as vezes até enterrar nossos filhos para outras cidades que oferecem melhores condições de vida.

Te queremos bem minha estimada terra. Precisamos de ti, e por isso, devemos ter o cuidado por ti, independentemente de quem esteja a dirigir os nossos destinos.

De nada adianta festejarmos este dia, se não procurarmos fazer o melhor por nossa terra que está sempre pronta para nos dar aos seus filhos o melhor de si e a todos que aqui vivem e lhe adotaram como mãe.

Parabéns

Caçada aos assaltantes dos Correios deixa uma mulher baleada e um preso em Codó; o casal estava em um veículo roubado

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Na noite dessa quinta-feira (28), durante operação de buscas aos bandidos que assaltaram a agência dos Correios, em Codó, policiais militares trocaram tiros com um suspeito que não acatou a ordem de parada.
Duas pessoas estavam dentro do veículo: um homem conhecido como “Moscão” e sua mulher identificada como Roseli Pacheco.

“Moscão” teria enfrentado a PM, não aceitando a abordagem dos policias, iniciando-se um tiroteio que deixou Roseli ferida. Ela foi atingida por dois disparos, nas costas e no braço.  O veículo do casal estava com registro de roubo.
Ela foi encaminhada às pressas para o hospital HGM de Codó, em estado gravíssimo. Ela está sendo submetida a uma cirurgia chamada de Laparotomia, considerada de alto risco.
O tiroteio ocorreu nas proximidades da Praça da Bandeira.
“Moscão” foi preso e conduzido à delegacia. Não há informações se ele teve participação no assalto à agência dos Correio. O problema teria sido ocasionado mesmo porque ele se recusou a ser abordado pela PM. Acabamos de ser informado de que Roseli não resistiu aos ferimentos e veio a óbito.

CODOENSE É PRESO EM VARGEM GRANDE ACUSADO DE ESTELIONATO

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Policia Civil de Vargem Grande prende homem acusado de  estelionato e recupera carga subtraída.  A equipe da polícia civil de Vargem Grande,  na data de ontem 28/03/2019, conseguiu efetuar a prisão de Sebastião da Silva Gomes, suspeito de aplicar golpes em comerciantes da cidade. A carga fruto dos golpes foi recuperada na cidade de Codó e levada para vargem Grande para ser devolvida ao proprietário denunciante. O trabalho minucioso foi feito pela polícia de Vargem Grande. .

Com Informações, Polícia de Vargem Grande 

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Pretensa “farra” com o dinheiro público derruba a presidente da Embratur

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O Presidente da República Federativa do Brasil, Jair Bolsonaro, acertou mais uma.

Demitiu Teté Bezerra, a já ex-Presidente da Embratur, ao saber que ela iria, destacamos, iria, realizar um jantar ao custo de R$ 290.000,00 (duzentos e noventa mil reais), logicamente, a serem pagos com recursos públicos, ou seja, custeado pelo bolso dos contribuintes.

Teté era indicada pelo PMDB e é esposa do Deputado Carlos Bezerra, também do PMDB.

Onde tem boca, cargo, farra com recursos públicos e fisiologismo, contem-nos uma novidade, se lá não está o Partido dos Mamadores do Brasil.

Bolsonaro acertou mais uma.

Marcou um golaço ao demitir Teté e ainda deu a letra:

– “Isso é um escárnio, um deboche para com o brasileiro”.

Tchau, tchau Teté.

Agora é só começar a fazer as ligações e cancelar os convites realizados.

Os cofres públicos agradecem e os bolsos dos cidadãos de bem do Brasil ainda mais.

Pedro Lagomarcino

NELSON VALENTE Jânio: ‘E ter-me-iam bastado um cabo e dois soldados’

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Jânio Quadros foi importante para a história do Brasil, pela carreira política sempre fortalecido no voto popular. Dos presidentes que conheci, foi de longe o mais inteligente e o mais estadista, embora em cultura geral e em amor pela coisa pública.

Jânio foi o protagonista de um dos mais importantes episódios da história política do País; a chamada revolução pelo voto. Ele havia sido um bom governador de São Paulo. Quando foi eleito, o sentimento de mudança era profundo. Sua renúncia frustrou todo esse sentimento.

Foi uma personagem que preencheu, num dado momento, um vácuo a partir da política de São Paulo. Não mais que isto. Preencheu um vazio na vida brasileira que se gerou com a morte de Vargas. Mas teve uma experiência fugaz. Aqueles sete meses foram muito passageiros.

Jânio Quadros foi o precursor da modernidade no Brasil. Ele foi o primeiro a falar em equilíbrio orçamentário, austeridade, rigor nas contratações do serviço público, nos gastos públicos, bandeiras até hoje usadas. Os discursos de hoje são repetições do que Jânio falava há 58 anos: reforma administrativa, redução do déficit público e defesa da desestatização.

Jânio refez a linguagem política. Ao invés da palavra e do argumento, agora manejava símbolos e emoções… (sic).  Pena que essa capacidade tenha sido pouco utilizada em benefício do povo, que ele soube manipular como ninguém.

Presidente dinâmico e honesto, que sabia trabalhar de igual para igual. Um dos donos do mundo, recusando ostensivamente, se necessário, suas pretensões políticas e econômicas.

Ele inaugurou um novo tempo. Na política, na linguagem e na comunicação. Ele lutou para colocar o Brasil no primeiro plano mundial. Jânio se elegeu derrotando não só os partidos dominantes, mas a maioria dos deputados e senadores. É o único na história contemporânea que só foi mandatário do povo.

O presidente Jânio Quadros teve duas marcas: a força de uma liderança carismática sem paralelo no País com o poder mágico de comunicação com a massa e a pobreza de estadista que o levou à renúncia.

Analisar Jânio é tentar verificar o que estava verdadeiramente por trás de palavras, gestos e entonações. Sempre soube dominar de maneira inteligente os recursos comunicacionais de que dispunha. Um verdadeiro artista.

Nelson – O senhor acreditava em Carlos Lacerda?

JÂNIO QUADROS:  – “Ninguém nunca atribuiu a mim, diretamente, qualquer veleidade ditatorial. O sr. Carlos Lacerda fez acusações de madrugada, na calada da noite, enquanto eu dormia tranquilamente no Palácio”.

Nelson – O senhor não ouviu o pronunciamento dele?

JÂNIO QUADROS: – “Eu o li no dia seguinte nos jornais de Brasília. Tratava-se de uma vasta conspiração que me passara inteiramente ignorada. O Congresso transformou-se em Comissão Geral de Inquérito, figura inexistente no Direito Constitucional, Mesmo de madrugada essa Comissão já intimou o primeiro de meus ministros, e o intima para o dia seguinte e o intima sem o questionário a que devia responder, como a lei determinava. Ministro nenhum poderia ser questionado a não ser para responder um questionário previamente estabelecido”.

Nelson – Como os ministros receberam a notícia.

JÂNIO QUADROS: – “Ministro nenhum podia ser convocado com data certa! O Ministro é que escolhe a data”.

Nelson – Isso foi na manhã do dia 24?

JÂNIO QUADROS:  – “Foi na madrugada do dia 25 de agosto. Então havia o propósito nítido de me pôr de joelhos. Nítido! Não havia dúvida nenhuma, até por que se murmurava nos corredores da Casa que outros ministros se seguiriam e que minha própria esposa, presidente da Legião Brasileira de Assistência, seria também convocada, (pausa para todos perceberem a gravidade da situação). Reuni Oscar e os Ministros militares para lhes dizer: “Que me sugerem?” Eram oito e meia da manhã e eu ainda ia à cerimônia do Dia do Soldado. Fui, condecorei bandeiras, ouvi o hino, já estando de decisão tomada e declarada a todos eles”.

Nelson – Quais foram as sugestões que eles deram?

JÂNIO QUADROS:  – “Houve várias sugestões e não desejo individualizar. A dominante era fechar o Congresso. Por alguns segundos pensei em fechar o Congresso. E ter-me-iam bastado um cabo e dois soldados”.

Nelson – O senhor tinha poderes para isso.

JÂNIO QUADROS:  – “Força eu tinha, poderes não”.

Nelson – Naquela época não podia declarar estado de sítio?

JÂNIO QUADROS: – “O estado de sítio é votado pelo Congresso. O presidente declara mas o Congresso é que vota”.

Nelson – O senhor gostou da sugestão de fechar o Congresso?

JÂNIO QUADROS:  – “É claro que senti tentação pois aquele Congresso não me merecia o mínimo respeita Havia nele figuras eminentes mas quem o dominava eram os políticos profissionais, figuras pouco escrupulosas e muito discutíveis que eu conhecia de longa data. Alguns com cadeiras cativas obtidas à base de focos de ignorância mantidos pelo coronelato, explorando demagogicamente os trabalhadores, iludindo-os permanentemente. Ao verem surgir assuntos vitais para os trabalhadores — a liberdade sindical, o imposto sindical, a reforma agrária, o voto do analfabeto – recuavam de pronto e espalhavam confusões para que os projetos dormissem nas gavetas. Interferiam até na ordem econômica e financeira crivando o orçamento da União com emendas, todas elas de despesas sem indicar nenhuma fonte para a obtenção de recursos. Como cumprir a lei era inteiramente, impossível a possibilidade de fechar o Congresso me passou pela cabeça. Mas havia algumas particularidades que me fizeram pôr a ideia de lado sumariamente, não chegando nem a exumá-la. isto é, não aprovei essa sugestão”.

Nelson – O senhor teria o apoio de seus ministros militares?

JÂNIO QUADROS: – “Sim, teria sim. Aqui, ali e acolá tenho ouvido que nem sempre procederam comigo com a elegância desejável depois da renúncia. Se não todos alguns, mas até aquele momento foram absolutamente perfeitos, não podendo fazer nenhum reparo. Havia problemas também no Nordeste. Sim, estou convencido de que isto também deve estar presente na consciência dos que me fazem críticas. Existem interesses políticos próprios e divergentes quase todos empenhados em arruinar-me para a posteridade, esquecidos de que disponho da melhor documentação que se possa imaginar. A frente dessa luta e desse derramamento de sangue eminentes eu lhes disse que não havia nascido Presidente, mas havia nascido livre. Apanhei um pedaço de papel e escrevi o documento da renúncia”.

Nelson – O senhor seria mais um presidente?

JÂNIO QUADROS: – “Há instantes em que é preciso tomar uma decisão. As pontas do meu dilema eram: fecho o Congresso ou me deixo cair de joelhos. No momento em que caio de joelhos desapareceu a autoridade que o povo me emprestou! Lá sigo eu para a velha política das capitanias e dos feudos: devo entregar o Ministério da Fazenda a um grupo, o Ministério da Agricultura para outro, o IBC para um terceiro, o Ministério da Viação para um quarto, o Ministério do Trabalho para um quinto… Assim eu me acomodo e governo cinco anos. Saio daqui com a pior de todas as imagens, porque então sim terei frustrado todas as minhas ideias reformistas e todas as esperanças que o povo depositou num governo limpo, corajoso, independente e honrado! Governo sério! Governo que não furta e não deixa furtar! Governo no qual não entra congressista ou homens influentes no Banco do Brasil exceto pelos seus méritos! Eu era um homem tranquilo em todos os setores. Tinha como Ministro de Minas e Energias esse grande paraibano que é o João Agripino. No Ministério do Exterior eu tinha o Afonso Arinos de Melo Franco. Tinha Clemente Mariani no Ministério da Fazenda. Estava cercado de homens como Brígido Tinoco, Castro Neves. Se houve golpe, eu não o comuniquei a nenhum militar. A Presidência da República não me deu nada. Pelo contrário: andou me tirando. Lá furtaram-me um terno, uma camisa e um par de sapatos”.

Presidente Jair Bolsonaro, o Brasil, no momento, precisa de três coisas: autoridade, capacidade de trabalho e coragem e rapidez nas decisões. Atrás de Jânio Quadros, não fica ninguém, mas ninguém, que reúna esses três requisitos.

(*) é professor universitário, jornalista e escritor