07 DE ABRIL, DIA DO JORNALISTA

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A data homenageia o trabalho dos profissionais da mídia, responsáveis por apurar fatos e levar as informações sobre os acontecimentos locais, regionais, nacionais e internacionais para as pessoas, de maneira imparcial e ética. Seja na rádio, na televisão ou nos jornais impressos, o jornalista deve sempre trabalhar tendo como base a imparcialidade e fontes de informação confiáveis.

ORIGEM DO DIA DO JORNALISTA

O Dia do Jornalista foi criado pela Associação Brasileira de Imprensa (ABI)como uma homenagem a Giovanni Battista Libero Badaró, importante personalidade na luta pelo fim da monarquia portuguesa e Independência do Brasil.Giovanni Badaró foi médico e jornalista, e foi assassinado no dia 22 de novembro de 1830, em São Paulo, por alguns dos seus inimigos políticos. O movimento popular que se gerou por causa do seu assassinato levou D. Pedro I a abdicar do trono em 1831, no dia 7 de abril, deixando o lugar para seu D. Pedro II, seu filho, com apenas 14 anos de idade.Foi só em 1931, cem anos depois do acontecimento, que surgiu a homenagem e o dia 7 de abril passou a ser Dia do Jornalista.Foi também no dia 7 de Abril que a Associação Brasileira de Imprensa foi fundada, em 1908, com o objetivo de assegurar aos jornalistas todos os seus direitos.

MENSAGENS E FRASES PARA O DIA DO JORNALISTA

“Mais do que transformar os fatos em notícias, você é responsável por perpetuar os acontecimentos na história.”“Jornalismo é publicar aquilo que alguém não quer que se publique. Todo o resto é publicidade.” (George Orwell)“Você nos dá ouvidos. Você nos dá olhos. Você nos dá voz. E nós damos os parabéns!”
Do Calendarr

“ZÉ DO OVO” MORRE EM TENTATIVA DE ASSALTO AS MARGENS DA BR-135

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Um homem foi morto no início da tarde deste sábado  (06) a vítima identificado como Zé do Ovo, um vendedor bastante conhecido em São Mateus e Região. 
O crime aconteceu por volta do meio-dia, entre São Mateus e Alto Alegre do Maranhão nas margens da BR-135, próximo ao povoado Morros. Segundo os primeiros Relatos de populares o crime teria ocorrido numa tentativa de assalto,  tentativas essa que já era rotina para a vítima que volta e meia sofria tentativas, e lamentavelmente hoje teve um tráfico final ao ter seu veículo cercado por criminosos que efetuaram dois disparos, um no braço e outro no pescoço o que teria levado a óbito imediato. 
Até o momento a polícia está colhendo informações para poder chegar aos autores do crime.
A cidade de São Mateus e Região está em Luto por se tratar de uma pessoa muito querida e bastante conhecida. 
Um pai de família trabalhador que perdeu sua vida por conta da criminalidade em nosso Estado que só aumenta a cada dia
Blog do garreto

Dr. Souza Ex-titular da delegacia de Vargem Grande agradece a equipe que comandou

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Dr. Pedro Henrique Adão e Dr. José Souza

À equipe de Vargem Grande meus agradecimentos pelo compromisso e desempenho com que atuaram junto a mim, sempre colaborando para que o trabalho saísse da melhor forma possível, levando em consideração a escassez de recursos e material humano. Serão Sempre lembrados!

Estarei sempre a disposição para o cumprimento do nosso mister que é trabalhar sempre melhor para atender a comunidade! Com honra e seriedade, sem nos faltar a serenidade para o trato com os mais vulneráveis.Demos cumprimento numa batalha, mas a guerra continua, agora com Dr. Pedro no comando.

Vocês sabem trabalhar e não podem deixar a cidade cair no caos que outrora a encontramos. Vocês são sujeitos dessa transformação e deverão dar continuidade nas melhorias. O Único dia fácil foi o de ontem! Dpc José Souza

ROBERTO VELOSO A organização do crime

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Os Códigos Penal e Processual Penal brasileiros são de 1941, quando o Brasil vivia em outras condições. Tínhamos uma população aproximada de 40 milhões de habitantes, eminentemente rural. A industrialização era ainda incipiente. Apenas 31,2% moravam nos centros urbanos.

Naquela época, a preocupação do legislador era com os crimes praticados de forma individualizada, o homicídio, o furto, o roubo, o estupro. A única organização criminosa de vulto era o bando de Lampião e Maria Bonita. A comunicação era feita pelas ondas dos rádios, com poucos aparelhos espalhados pelo país.

Hoje, mais de 80% da população é urbana. Vive-se na era da globalização, com incremento tecnológico do sistema de produção e consumo transformando a realidade social, fazendo surgir novas condutas delituosas a merecerem a devida atenção no âmbito da legislação penal.

Nesse quadro, aparece a macrocriminalidade, efetivada por uma organização criminosa ou por uma empresa instituída para a prática de atos ilícitos. Isso não é privilégio das sociedades desenvolvidas, a exemplo da europeia ou americana. Não se pode esquecer que as mais graves transgressões às normas penais de proteção à atividade econômica financeira são praticadas nos países da América Latina, entre eles o Brasil.

Não é fácil se desvendar o crime praticado por essas organizações transnacionais. Essa atividade é efetivada, na maioria das vezes, sob a proteção de uma aparente legalidade. As organizações criminosas especializadas agem de uma maneira aparentemente lícita, com uma fachada que esconde a verdadeira identidade.

A macrodelinquência praticada por organizações criminosas movimenta enormes somas de recursos, como se pode verificar no comércio ilegal de entorpecentes. Segundo o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unodc), o tráfico ilegal de entorpecentes produz uma receita anual próxima de 900 bilhões de dólares. Isso corresponde a 1,5% do PIB mundial.

É lógico que a complexidade da organização criminosa dificulta a investigação e a revelação das condutas lesivas, em razão da constante substituição das realidades de ação individual por outras, de caráter coletivo, de sorte que os responsáveis pelos fatos se diluem cada vez mais por meio de processos para os quais contribuem diversas pessoas, físicas ou jurídicas.

Dessa forma, uma legislação anacrônica não consegue enfrentar esse tipo de criminalidade. Apesar de ter havido um avanço legislativo, faz-se necessária uma modernização, que, sem dúvida, é o que pretende o Ministério da Justiça com o projeto de lei anticrime. Essa atualização é urgente, não pode demorar mais, porque enquanto não se tomam as providências, o crime continua a agir impunemente.

O progresso tecnológico continua a passos largos e a criminalidade cada vez mais se aproveita desses avanços para a prática de crimes. Veja-se o exemplo do Bitcoin, uma moeda virtual, hoje amplamente utilizada para a prática de infrações penais e lavagem de dinheiro. Antes dos agentes públicos, os criminosos utilizam o avanço da tecnologia em benefício de suas atividades.

A partir dessa ótica, é necessário dotar os agentes públicos encarregados da apuração e julgamento de tais organizações de instrumentos novos para o enfrentamento dessa atividade criminosa, com a modernização da legislação, a aquisição de equipamentos para os órgãos investigadores e a formação de pessoal adequada para a luta contra a prática delinquente organizada e transnacional.

Roberto Veloso, juiz federal, foi presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe).