Esposa de detento de Pedrinhas é presa com 4 quilos de droga e um bebê de 11 meses na BR-316 em Santa Inês

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A ordem para o transporte da droga teria partido do marido dela, que se encontra preso no complexo penitenciário de Pedrinhas, em São Luís. O bebê é filho dela e foi entregue ao conselho tutelar

A esposa de um traficante, que se encontra preso no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, foi presa por uma equipe da Unidade Operacional de Santa Inês, por volta de 17h de sábado (13), no km 264 da BR 316.
Ela transportava aproximadamente 4 kg de maconha prensada em barras dentro de ônibus Volvo/Mpolo Paradiso, cor branca, da empresa Aparecida, que faz a linha Imperatriz para São Luís. Ela estava acompanhada do filho, de apenas 11 meses de idade, e demonstrava nervosismo.

A droga estava na bagagem de mão da passageira. Questionada sobre a situação, a mulher informou que saiu de São Luís para Imperatriz no dia anterior apenas para pegar a droga na rodoviária de Imperatriz, em um lugar combinado com uma pessoa que ela desconhece, e que estava trazendo de volta para a capital.
Em São Luís, a droga seria entregue para uma pessoa que ela também desconhecia. Ela revelou que cumpria ordens do marido, que é detento da penitenciária de Pedrinhas. A equipe descobriu, inclusive, que durante a abordagem, a mulher falava com ele ao telefone. Além da droga, foram apreendidos R$ 462,60, um aparelho celular Motorola e um cartão bancário.
Diante das informações obtidas foi constatada, a princípio, ocorrência de tráfico de drogas. A criança foi entregue ao Conselho Tutelar, enquanto a mulher foi encaminhada ilesa e sem o uso de algemas, juntamente com a droga e os bens apreendidos, para a Polícia Civil de Santa Inês.
Fonte: PRF

Carreta bate, pega fogo e motorista morre carbonizado na BR 316 no MA

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que no início da manhã deste domingo (14), na altura do km 466 da BR-316, em cima da ponte do posto fiscal do Km 17, município de Codó, localizado na região Leste Maranhense, um grave acidente envolvendo uma carreta cegonha resultou na morte do condutor do veículo, que faleceu em decorrência do incêndio gerado a partir da colisão da carreta com a defensa da ponte.

Se acordo com a PRF, por volta das 6h da manhã o veículo se aproximou da curva e da ponte desenvolvendo velocidade alta para o local. O motorista não conseguiu equilibrar a cegonha, que colidiu o cavalo e a lateral da carreta na ponte dando “L” e pegando fogo rapidamente.
O cavalo ficou pendurado na ponte, sendo sustentado pelo peso da carreta, que transportava apenas um veículo. As chamas consumiram rapidamente a combinação de veículos, inclusive, o automóvel transportado pela carreta.
Uma equipe da PRF de Peritoró atendeu a ocorrência, sendo acionado também uma equipe do Corpo de Bombeiros Militar, que apagou o fogo e esfriou a carreta. 
O corpo do motorista ficou carbonizado e foi removido local por uma equipe do Instituto Médico Legal (IML).

TRISTEZA | Criança morre após ser atropelada por motorista embriagado em São Bento

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Uma criança morreu após ser atropelada na noite do ultimo sábado (13), na cidade de São Bento na Baixada maranhense, á 312 quilômetros de São Luis.  Segundo informações repassadas ao Blog a criança de apenas três anos foi atropelada na frente de casa nas proximidades da rodoviária da cidade. 
Ainda de acordo com as  informações enviadas ao blog o motorista um instrutor de uma Auto Escola estava embriagado, e foi preso em flagrante.

Após decretação de prisão, polícia tenta localizar irmãs que mataram jovem em Matinha

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A Polícia Civil, com auxílio da PM, tenta localizar e prender as duas irmãs que assassinaram a jovem Kelrry Mouzinho, de 25 anos, na cidade de Matinha.
A prisão das irmãs foi determinada pelo juiz de Matinha, Celso Serafim.

Tainá e Taynara dos Santos são consideradas foragidas e a polícia está em campo para cumprir os mandados de prisão.
As irmãs assassinas se apresentaram na quarta-feira (10), na Delegacia de Rosário, mas foram liberadas por que já havia extrapolado o período de flagrância, e não havia mandado de prisão.

Na presença do delegado, seguindo orientações de um advogado, elas ficaram caladas, mas deverão ser ouvidas na delegacia de Matinha, tão logo sejam cumpridos os mandados de prisão.
Como o clima ainda é de revolta em Matinha, talvez as irmãs, após serem presas, sejam levadas para a Delegacia de Viana, onde devem prestar depoimento.

Se a polícia decidir levá-las para Matinha deverá ser montado um forte esquema de segurança.
Kelrry Mouzinho foi morta quando se encontrava na porta de sua casa, por volta das 12h40 horas de terça-feira (9), no Bairro Novo, no centro da cidade de Matinha.
Ela foi atingida por várias facadas, sendo que uma delas perfurou a artéria femoral, provocando hemorragia intensa. Kelrry morreu no local.

Crivella não recua, vai ao ataque e em “Nota de Repúdio” destrói a Rede Globo (Veja o Vídeo)

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Sem recuo, com ‘sangue nos olhos’, o prefeito do Rio de Janeiro partiu para o enfrentamento, franco e direto contra a Rede Globo.

O desespero definitivamente tomou conta da emissora. As benesses de outrora, as verbas bilionárias de publicidade não existem mais. A fonte secou.

A solução encontrada é atacar. Crivella não se intimidou.

Veja abaixo o forte teor da Nota de Repúdio emitida:

1) De forma desrespeitosa, os jornalistas da TV Globo têm dirigido perguntas ao prefeito Marcelo Crivella, na tentativa de pôr na boca do prefeito declarações que não foram feitas pelo alcaide;

2) A TV Globo tem faltado ao respeito com milhões de cidadãos cariocas, que passam horas do dia assistindo a um simulacro das ações do governo municipal, que sozinho luta para recuperar a infraestrutura de uma cidade que há décadas não recebe investimentos suficientes;

3) É importante destacar que os milhões de reais que a TV Globo recebeu de publicidade para divulgar ações marqueteiras da gestão anterior seriam mais do que suficientes para concluir as obras nas 31 comunidades, paralisadas ainda na gestão passada;

4) A verdade é que as Organizações Globo têm sangue nas mãos. Os mais de R$ 170 milhões recebidos da gestão passada, para divulgar o “Sonho Olímpico”, poderiam ter salvado vidas de pessoas que, lamentavelmente, nos deixaram, por falta de recursos que hoje não temos;

5) Esses mesmos inquisidores (que não podem ser chamados de jornalistas), que hoje se arvoram em condenar uma administração que herdou uma cidade quebrada, não viram os desmandos de anos que levaram o Estado e a Cidade do Rio à bancarrota?

6) O Rio estava com suas contas comprometidas, desde 2016, como mostra o extenso voto do conselheiro do TCM, Ivan Moreira. Em sua exposição, “destacou pontos frágeis como a municipalização dos hospitais Rocha Faria e Alberto Schweitzer, que contribuiu sobremaneira para o déficit orçamentário verificado; a não adoção de ações sanativas para a situação do Funprevi; e os cancelamentos de empenhos, entre outros”, está escrito no site do TCM;

7) E sabe por que os jornalistas das Organizações Globo não viram isso? Porque muitos deles recebiam polpudas remunerações por palestras encomendadas pelo ex-presidiário Orlando Diniz, ex-presidente da Fecomércio-RJ e que hoje tem que explicar os desvios de milhões de reais;

8) Matéria do site “Intercept”, de 9/11/2017, traz a lista de alguns desses valorosos e independentes jornalistas. Detalhe: alguns são apresentadores de Telejornais da TV Globo e que hoje cobram do prefeito Marcelo Crivella a aplicação de recursos. Caso consciências tivessem, devolveriam esse dinheiro aos cofres do Sistema S, que vive de subsídios que fazem falta aos gestores públicos;

9) Esse linchamento público voltou a acontecer na quinta-feira (11). Em entrevista coletiva, no Palácio da Cidade, o prefeito falava sobre as medidas já tomadas para trazer o município, em especial na área de trânsito, ao seu ritmo normal. De forma imperial, a repórter tratou o prefeito como se este estivesse em um tribunal e não numa entrevista coletiva. Vejam a batalha:

Repórter: Agora prefeito a cidade está parada ainda…

PREFEITO: não, não está parada…

Repórter: esperando para retomar, as pessoas estão demorando para chegar…

PREFEITO: não, não, não…

Repórter: Tem sete pontos de interdição ainda

PREFEITO: começa a sair, como se fosse encerrar a coletiva “Obrigado, obrigado”

Repórter: As pessoas têm realmente pressa de chegar…

PREFEITO volta: É impressionante como a Rede Globo faz campanha contra mim, não é contra mim não. A cidade não está parada, a cidade está se movimentando, a única cidade…

Repórter interrompe: Prefeito, desculpa, as pessoas têm pressa para retomar suas vidas…

PREFEITO tenta continuar: “A única, a única…

Repórter insiste: O senhor me permite

PREFEITO: Eu vou permitir. Mas é impressionante, é impressionante como vocês fazem oposição, não a mim, mas ao Rio de Janeiro…

Repórter: Prefeito, o senhor está enganado (interrompe de novo)…

PREFEITO: Não estou enganado não…

Repórter: Nós estamos reproduzindo o que as pessoas estão encaminhando pra gente. O senhor me permite…

PREFEITO: Você acabou de fazer a pergunta? Eu quero saber, se você acabou de fazer a sua pergunta?

Repórter: Sim, a minha pergunta é essa: o senhor não acha que tem uma demora?

PREFEITO: Quer fazer outra? Eu posso responder? É impressionante como a Rede Globo de televisão é absolutamente contra a cidade do Rio de Janeiro. É a televisão que anuncia o tempo todo os problemas do Rio, que faz drama sobre coisas corriqueiras que acontecem na nossa vida desde que eu nasci aqui (falando sobre a retomada do ritmo da cidade).

Repórter: O senhor acha que o que aconteceu foi um drama corriqueiro? Perdão prefeito, o senhor acha que o que aconteceu, a pior chuva em 22 anos, foi um drama corriqueiro?

PREFEITO: A cidade do Rio de Janeiro, a cidade do Rio de Janeiro…

Repórter insiste: dez pessoas mortas?

PREFEITO: Não, não, não, não vou falar com você, me dá licença, é um direito que eu tenho. A cidade do Rio de Janeiro, desde a minha infância, sofre problemas no trânsito. Esses que eu disse são corriqueiros. São problemas que a gente enfrenta porque temos dificuldades com a nossa topografia. Nós somos uma cidade com muitas montanhas, com muitos túneis, com vias estreitas e temos sim problemas com o trânsito. É claro que os desabamentos, que nós já temos uma Geo-Rio de 50 anos, procuramos evitar, mas nem sempre conseguimos. Lamentamos profundamente nossas tragédias. Agora é preciso aprender com elas e não fazer campanha política, não fazer exploração, o que a Globo quer é dinheiro na sua propaganda, o que ela quer é que a gente faça uma festa no carnaval e ela possa vender R$ 240 milhões com a Prefeitura pagando todo o carnaval. Isso está errado. Então, o que elas fazem é chantagem, é chantagem, isso não tem nada a ver com interesse da cidade. E seguramente não vão colocar isso no ar.

10) Não vamos ceder a pressões financeiras de um grupo de mídia que insiste em editorializar a cobertura sobre as chuvas, deixando de lado a prestação de serviço público, informação e orientação à uma população tão sofrida como a carioca.

da Redação

IPOJUCA PONTES Lula: prisão perpétua ou pena de morte?

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Muita gente entende que Lula, devido às enumeráveis barbaridades por ele praticadas contra a nação brasileira, deveria cumprir pena de prisão perpétua. Outros, menos complacentes, acreditam que o caso do velho Chacal é o da pena de morte, sem dó nem remissão. Ambas as punições, como se sabe, foram vigentes no Brasil até 1989, ano da Proclamação da República, quando foi outorgada, em 1891, uma outra Constituição.

No histórico, a pena capital, um ato da Justiça subordinado às regras e aos rigores da lei, é um dispositivo que a sociedade encontra para se defender e punir criminosos e indivíduos indesejáveis. No Brasil, ela foi reabilitada com a Constituição de 1937 criada no Estado Novo de Getúlio Vargas. Em 1942, o então integralista Gerardo de Melo Mourão foi condenado à morte por prestar informações militares aos países do Eixo. (A pena de Gerardo foi comutada depois de sete anos de prisão; mais tarde, ele se tornou um brizolista fervoroso, além de tradutor da obra poética de Ezra Pound – outro condenado à prisão perpétua, nos Estados Unidos, por crime de traição).

Aqui convém salientar que tanto a pena de morte quanto a prisão perpétua são instituições estáveis num mundo instável. Elas vigem desde que o mundo é mundo (vide a Lei de Talião, exercida há mais de dez séculos antes de Cristo) independente de ideologia, credo, cor ou partido. Pela ordem, na Ásia, África, Europa e América Latina. Especificamene, em dezenas de países, entre eles China (mais de três mil execuções por ano), Japão, Irã, Iraque, Coreia do Norte, Vietnã, Sudão, Somália, Arábia Saudita, Egito, Cuba (execuções com tiros na nuca), Estados Unidos, Guatemala, Chile, Peru, Argentina, Brasil, Argentina, Índia, Indonésia, Itália, Bielorrusia, Palestina e outras tantas dezenas mais.

Sim, é fato: os regimes comunistas são mais assíduos em punir com pena capital seus dirigentes caídos em desgraça. Nicolas Ceausescu, por exemplo, presidente da República Socialista da Romênia, comunista enragé, foi fuzilado no Natal de 1989 depois de condenado sumariamente por corrupção, formação de quadrilha e morte de 60 mil cidadãos romenos.

Na China, Mao Tse-tung, mentor da Revolução Cultural, de cunho marxista, expurgou do PC e condenou à morte por inanição e espancamentos diários o então presidente Liu Shoaqi, considerado pelo Grande Timoneiro um “arqui-traidor” da revolução chinesa.

Na União Soviética, o próprio León Trotski, que planejou (ao lado de Lenin) a execução por fuzilamento da Família Imperial Russa, foi morto no México a mando de Joseph Stalin, o “Pai do Povo”, depois de reunião no Kremlin com a gang do Politburo. Em vez de bala, o criador do Exército Vermelho foi morto com certeira picaretada no cocuruto.

E há o caso patético de Mussolini, batizado de Benito pelo pai socialista em homenagem ao líder revolucionário mexicano Benito Juarez. Mussolini, para quem não sabe, integrou a horda socialista durante ¾ da sua existência, entre outras tarefas dirigindo “Il Popolo”, “Lota de Classe” e “Avanti”, jornais esquerdistas que lideravam a luta pelo socialismo na Itália. Formou-se lendo Bakunin, Nietzsche e Georges Sorel, o sindicalista francês da extrema esquerda. Por via do “catolicismo social” de Charles Péguy, embarcou na canoa furada do marxismo heterodoxo. Sem falar que, na Suíça, Mussolini conviveu de perto com Lenin e passou a liderar constantes greves operárias, razão pela qual foi expulso do território suíço.

Escrevendo no “Avanti”, entrou em conflito virulento contra os comunistas ao defender (ironicamente) a intervenção da Itália em favor dos aliados na guerra de 1914. Dotado de grande energia, Mussolini fundou os “Fasci italiani di Combatimento”, raiz do Partido Fascista. À época, um inspetor da Segurança Pública de Milão, G. Gasti, escreveu sobre o futuro “Il Duce”: “Ninguém interpreta melhor o espírito operário”.

Com Mussolini e suas ideias totalitárias e anti-capitalistas (“Tudo pelo Estado, nada contra o Estado e nada fora do Estado”), a Itália atravessou dias de glórias e grandes derrotas. Em abril de 1945, perdida a guerra para os aliados, Mussolini e sua mulher, Clara Petacci, foram fuzilados e seus corpos dependurados durante vários dias num portal da Piazza Loreto, em Milão.

No Egito, há poucos anos, o ex-presidente Mohamed Morsi foi condenado à morte (veredito contra o qual ainda recorre), entre outras mazelas, por dirigir a Irmandade Muçulmana, organização tida como terrorista. Na Argentina, Reynaldo Pignone, último presidente militar, pegou prisão perpétua por “crimes contra a humanidade”. Na França, o Marechal Pétain, herói da Primeira Grande Guerra, foi condenado à morte por colaborar com a Alemanha Nazista no regime de Vichy – pena depois comutada em prisão perpétua pelo General De Gaulle.

Para abreviar, de Júlio César (executado a punhaladas no Senado romano) à Luiz XVI e Maria Antonieta, ambos guilhotinados, centenas de governantes arbitrários foram punidos com pena de morte ou prisão perpétuas, pelas mais distintas razões, entre elas, crimes por dilapidação das finanças públicas, assassinato, genocídio, corrupção política (e corrupção pura e simples), sequestro, apostasia, traição, pedofilia, estupro, adultério, deserção, sodomia, blasfêmia, nepotismo, perjúrio etc. Em suma, o diabo a quatro.

Modernamente, fala-se muito na inutilidade da pena de morte e da prisão perpétua, pois elas não recuperam o criminoso nem o “ressocializa”. Ademais, dizem os defensores dos “direitos humanos”, o Estado pode cometer erro e condenar um inocente. Sofisma. Bafo. Ou melhor, sofisma e bafo. Não pensa assim, de maneira alguma, o grosso da sociedade nem tampouco os familiares de 60 mil brasileiros assassinados anualmente no Brasil. (Como eles, de resto, já manifestaram historicamente em favor da pena de morte gente do porte de Platão, Aristóteles, São Tomás de Aquino, Rousseau, Kant – o da “razão pura” – e o próprio Hegel, filósofo especulativo alemão de quem Marx chupou, para pior, o elástico método dialético).

No que tange à prisão perpétua, tramitava no Congresso Nacional uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC Nº 421/09, do Dep. Federal Sabino9 Castelo Branco PTB-AM) que altera a Constituição e propõe restaurar a prisão perpétua no Brasil. Seria uma medida oportuna. Apesar de dispendiosa, livraria do desespero milhões de brasileiros que vivem aterrorizados pela livre circulação de bandidos que só farejam “sangue fresco” contando com a anuência de leis e autoridades permissivas.

Quanto à Lula, o Chacal, sujeito que transformou o País num imenso bordel, provavelmente o maior do mundo, é certo que não cumprirá prisão perpétua nem pena de morte – embora tenha laborado (com dinheiro externo) para minar a ordem política e social estabelecida pela Constituição promovendo a subversão e o banditismo social – o que, na China, daria em morte por inanição ou espancamento.

Como mencionei anteriormente, Lula aparelhou o Estado com mais de 300 mil ativistas parasitários, torrou bilhões de dólares com países dominados por ditaduras comunistas e industrializou a mentira, o cinismo e a confusão para manter as massas submersas na ignorância e na miséria. O tendencioso STF, sob a pressão da CUT, UNE, OAB e congêneres, terminará derrubando o dispositivo da prisão em 2ª instância para permitirá que o criminoso Lula caia na gandaia e saia por aí livre, leve e solto.

Isto, se a sociedade cruzar os braços.

PS – Pretendia escrever sobre o General Mourão e suas entrevistas mentirosas. Por questão de espaço, deixo a tarefa para momento oportuno.