Traficante “cego” é preso com crack em Vargem Grande

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Luiz Henrique Saminez acusado de tráfico de drogas
Material apreendido com Luiz Henrique Saminez

Uma guarnição da PM fazia rondas costumeiras pela cidade e ao passar pela travessa Horácio Gonçalves no bairro de Santo Antonio em Vargem Grande, deparou com Luiz Henrique Ferreira Saminez, vulgo Cego, na porta de sua residência em atitudes suspeitas que chamou a atenção dos policiais.

A polícia ao fazer a abordagem foi encontrado em poder do conduzido, 21 pedras de crack e o mesmo informou a guarnição que é traficante e é usuário de drogasdesde os 8 anos de idade.

Foi dado voz de prisão e o mesmo foi levado até a delegacia de polícia onde foi ouvido e autuado em flagrante, para em seguida, ser encaminhado ao presídio de Itapecuru onde aguardará pronunciamento da Justiça.

Ladrão de celular é preso pela PM após cometer assaltos

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Leandro Gomes da Silva, vulgo Deninha.
Moto usada nos assaltos
Celulares das vítimas encontrados com Deninha

No início da noite de ontem,Leandro Gomes da Silva, vulgo Deninha, residente na rua do Matadouro bairro do mesmo nome em Vargem Grande, tomou de assalto 2 celulares na rua Benedito Alexandrino no centro da cidade.

Segundo informações de testemunhas, o acusado estava em uma moto Fan cor azul, sem placa, em companhia de um comparsa que até o momento não foi identificado pela polícia.

De acordo com as vítimas o acusado usava de violência para subtrair os objetos roubados, sendo que nas duas oportunidades, quando as vítimas tentaram se esconder do meliante, ele as perseguia, chegando até entrar na residência das mesmas.

Na manhã de hoje,a polícia militar conseguiu prender o acusado que confessou o crime.Com ele foram encontrados além da moto,dois celulares e a quantia de R$ 80,00 em espécie.

O acusado foi apresentado na delegacia de polícia de Vargem Grande,onde foi autuado em flagrante e será encaminhado ainda hoje, para o presídio de Itapecuru,onde aguardará manifestação da justiça.

Preso casal suspeito de envolvimento na morte e esquartejamento de criança em Itapecuru Mirim

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A filha do casal apresentou-se nesta terça-feira (7), logo após a prisão dos seus pais, dizendo que abortou espontaneamente, e colocou a criança, já em pedaços, dentro de um saco de lixo.

Policiais da Delegacia Regional de Itapecuru Mirim, a 117 km de São Luís, cumpriram mandados de prisão preventiva contra Jackson Matos Pereira, de 40 anos, e Marilene dos Santos Menezes, de 45 anos, suspeitos de envolvimento no crime de homicídio qualificado e ocultação de cadáver de uma criança que foi esquarteja e morta. Eles foram presos no bairro D.E.R.
O corpo da criança foi encontrado em um matagal no Povoado Vinagre, na zona rural, com a cabeça e membros separados do corpo, na última sexta feira (3).

A prisão preventiva foi representada pela delegada da Mulher, Tainara Mendes Cunha, que estava no plantão do final de semana, após identificar, através de imagens de câmera filmadora, um veículo Fiat Way, de cor vermelha, nas proximidades onde os restos mortais da criança foram deixados.

A suspeita inicial era de prática de rituais satânicos, embora Jackson Pereira alegasse, no interrogatório, que não sabia que era um corpo de criança, e pensando ser carne podre, esquecida por algum cliente, jogou fora como se fosse lixo.
A filha do casal apresentou-se nesta terça-feira (7), logo após a prisão dos seus pais, dizendo que abortou espontaneamente e colocou a criança, já em pedaços, dentro de um saco de lixo.

Em seguida, ela disse ter colocado o saco dentro do carro do pai taxista e que o mesmo não sabia, pois havia escondido a gravidez. Esse fato será esclarecido e elucidado com o resultado da Perícia do IML, que deve revelar se o corpo é de um recém-nascido.
Pelas informações iniciais, o corpo seria de uma criança que aparentava ter um ano de idade.

ATENÇÃO ESTUDANTES: INICIADAS INSCRIÇÕES DO ENEM 2019

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As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 começaram nesta segunda-feira (6), às 10h (no horário de Brasília), e podem ser feitas até o dia 17, exclusivamente pela internet, por meio da Página do Participante. As provas estão marcadas para os dias 3 e 10 de novembro (dois domingos consecutivos).

A taxa de inscrição custa R$ 85 e deve ser paga até o dia 23 de maio, de acordo com o cronograma do exame.

O participante terá até o dia 17 de maio para atualizar dados de contato, escolher outro município de provas, mudar a opção de língua estrangeira e alterar atendimento especializado e/ou específico. Depois dessa data, nenhuma informação poderá ser alterada.

O candidato que precisar de atendimento especializado e específico deve fazer a solicitação durante a inscrição. O prazo para pedidos de atendimento por nome social vai de 20 a 24 de maio.

Quem já concluiu o ensino médio ou vai concluir ainda este ano pode utilizar as notas no Enem, por exemplo, em programas de acesso à educação superior, de bolsas de estudo ou de financiamento estudantil.

A prova também pode ser feita pelos chamados treineiros – estudantes que vão concluir o ensino médio depois de 2019. Neste caso, os resultados servem somente para autoavaliação, sem possibilidade de concorrer efetivamente às vagas na educação superior ou para bolsas de estudo. Esses participantes devem declarar ter ciência disso já no ato da inscrição.

Isenção

Mesmo quem solicitou a isenção da taxa precisa se inscrever. Estudantes que entraram com recurso relacionado ao pedido de isenção já podem verificar o resultado. As informações foram divulgadas na quinta-feira (2) no Sistema Enem. É necessário fazer login para acessar o resultado.

As informações são da Agência Brasil.

Hoje na História: Em 1880 Morre Duque de Caxias, também chamado de O Pacificador ou O Marechal de Ferro

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No dia 7 de maio de 1880 morria, na fazenda de Santa Mônica, em Desengano (hoje Juparanã, RJ), Luís Alves de Lima e Silva, mais conhecido como Duque de Caxias, também chamado de O Pacificador ou O Marechal de Ferro. Nascido em 25 de agosto de 1803, em Porto de Estrela (RJ), ele foi um dos mais importantes militares e estadistas da história do Império do Brasil. Em 20 de outubro de 1832, após ser promovido a Tenente Coronel, assumiu o seu primeiro Comando Militar: o Corpo de Guardas Municipais Permanentes, a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro. Em 1833, casou-se com Ana Luísa do Loreto Carneiro Vianna, na época com 16 anos, de origem aristocrática. Com ela três filhos: Luísa, Ana e Luís Alves. Em 1839, foi para o Rio Grande do Sul, para lutar na Revolução Farroupilha. Em dezembro de 1839 deixou o comando dos Permanentes por ter sido nomeado presidente da Província do Maranhão. Lá, fez parte das ações militares da Balaiada, na Província do Maranhão, em 1839. Por seu desempenho no conflito, recebeu o título de Barão de Caxias, outorgado em 1841. O título foi uma referência à cidade maranhense de Caxias, palco de batalhas decisivas para a vitória das forças imperiais. Fora isso, ainda abafou movimentos de revoltosos dos liberais em Minas Gerais e São Paulo (1842). Em 1845, quando ocorria a Guerra dos Farrapos, recebeu o título de Marechal de Campo. Passou a ocupar o cargo de Presidente (governador) do Rio Grande do Sul. Por todo o seu trabalho, ganhou o título de Conde de Caxias. Na vida política do Império, foi um dos líderes do Partido Conservador. Tornou-se senador vitalício a partir de 1845. Também foi Ministro da Guerra e presidente do Conselho por três vezes na segunda metade do século XIX (1855-1857, 1861-1862 e 1875-1878). Na política externa, participou de todas as campanhas platinas do Brasil independente, como a campanha da Cisplatina (1825-1828), foi comandante-geral dos exércitos da Tríplice Aliança (1867), na Guerra do Paraguai (1864-1870). Após a ocupação da capital paraguaia, ele teve que deixar seu posto por motivos de saúde ainda antes do término do conflito. Contudo, sem se recuperar completamente, o Duque de Caxias acabou morrendo no dia 7 de maio de 1880.

Homem é executado com tiro na cabeça na manhã desta terça (07) em Pinheiro

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Por volta das 7h da manhã desta terça-feira (07) um homem foi executado a tiros nas proximidades do motel tia mara no bairro de Alcântara em Pinheiro.
A vitima foi identificada como Estevão de Sá Diniz Soares, morador da rua Monsenhor Bráulio “rua da lama”. A vítima tinha passagem na policia por tráfico de drogas.
A qualquer momento o blog trará mais informações.

MIGUEL GUSTAVO DE PAIVA TORRES O lustre e o tapete da embaixada

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Quando iniciei minha carreira de servidor público como diplomata, em janeiro de 1976, com 23 anos incompletos, o Itamaraty ainda era uma Torre de Marfim praticamente impenetrável na administração pública brasileira. Predominava ainda uma tradição hereditária que teve início no Império e continuou República adentro. Os embaixadores, grande parte, ostentavam nomes de famílias que perpassaram séculos e emprestavam prestigio político e social à Casa.

Lembro bem que um dos motes era o de que diplomata não reclamava do salário miserável no Brasil porque diplomata não falava em dinheiro. Também seguindo a tradição secular no Brasil das promíscuas relações entre o público e o privado, muita coisa acontecia entre as quatro paredes da instituição, e lá deveriam ficar, seguindo a regra de que “Noblesse oblige”.

Assim, fiquei perplexo quando escutei conversas dos meus colegas mais antigos, indignados com um embaixador que, cabalmente, havia roubado um valioso lustre de cristal pertencente ao patrimônio público, da residência da Embaixada em Tóquio. Exceção, pensei.

Anos mais tarde fui trabalhar com a doce e competente chefe da Divisão do Patrimônio do Itamaraty, Conselheira Mair Ione. Fiquei responsável pelo acompanhamento do patrimônio do Ministério no Brasil e no exterior.

O funcionário administrativo responsável pelo assunto na Divisão era um idoso servidor, Senhor Souza Lima, que tinha todo o patrimônio material do Itamaraty anotado à mão em cadernos. E todos os anos atualizava os seus cadernos. Souza Lima tomava conta do patrimônio com rigor e dedicação. Era um exemplo de servidor público. Por isso ficava apoplético quando aconteciam “baixas” suspeitas ou suspeitíssimas em seus cadernos.

Belo dia entra vermelho de raiva em minha sala brandindo um telegrama pelo qual um embaixador pedia a “baixa” de um enorme tapete do século XVIII, sob alegação de que o seu cachorro Bulldog havia comido quase tudo e, portanto, estava inservível.

Outro dia, a ponto de ter um enfarte, vem novamente brandindo telegrama pelo qual outro embaixador pedia para dar baixa em um faqueiro inteiro de prata maciça, porque os empregados da Residência teriam sistematicamente jogado no lixo esses talheres, juntamente com os restos de comida servida nos jantares sociais e oficiais.

Coitado do Souza Lima.

Cada telegrama desses era tratado como ofensa pessoal à sua inteligência de velho guardião do patrimônio do Itamaraty. Isto sem falar nas obras de arte que se quebravam ou desbotavam.

O novo Chefe Geral da Administração do Itamaraty, na época, embaixador Eduardo Hosannah, paraense, rígido e íntegro como Souza Lima, resolveu dar um basta nessa estranha “tradição”. Passei então a coordenar o projeto de informatização de todo o patrimônio móvel do Itamaraty. Dois programas básicos: um para os bens comuns-CONPAT-, e outro para os bens culturais-CONBEC-, em Brasília e em todos os postos no exterior.

Começamos pelas grandes embaixadas na Europa, Washington e América do Sul. Souza Lima rejuvenesceu pelo menos uns vinte anos, nessa fase de modernização do seu “métier” de toda uma vida. Acompanhava nossas missões ao exterior e sabia, com precisão, o lugar onde deveria estar cada objeto nos postos, sem nunca ter saído anteriormente, um só dia, do trabalho na sua modesta sala, na antiga Divisão do Patrimônio do MRE.

Miguel Gustavo de Paiva Torres é diplomata.