Hoje na História: Criado o refrigerante Coca-Cola

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No dia 8 de maio de 1886 foi criada a Coca-Cola, uma das mais famosas bebidas do mundo. Inventada pelo farmacêutico John Pemberton, ela é produzida em mais de 201 países pela empresa The Coca-Cola. Na época de sua invenção, a Coca-Cola era um remédio patenteado que, mais tarde, foi comprado pelo empresário Asa Griggs Candler, que soube usar as ferramentas do marketing para dominar o mercado de refrigerantes no século XX. A Coca-Cola foi criada a partir de uma mistura de folhas de coca e sementes de cola. Ela era inicialmente vendida como um medicamento para aliviar dores de cabeça e náuseas. Contudo, Pemberton começou a vender o produto em sua farmácia também para aliviar a sede. O preço de cada vidrinho da bebida era de apenas cinco centavos de dólar. Aos poucos a Coca-Cola foi se tornando famosa. Pouco tempo depois, Pemberton vendeu a sua fórmula para comercialização por US$ 2.300 na época.

Assassinato de motorista de aplicativo não tem relação com a atividade; ele foi deixar a namorada em casa

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Diego Ribeiro da Silva foi assassinado na região de Pedrinhas na terça-feira (7) com três tiros na cabeça.

O motorista de aplicativo Uber, assassinado na região de Pedrinhas, em São Luís, na noite de terça-feira (7), não foi atender corrida, como informado anteriormente, com base em relatório de ocorrência.
Diego Ribeiro da Silva, de 35 anos, estava dentro do veículo Fiat Punto, placa OJN-1959, acompanhado da namorada, quando foi surpreendido pelo assassino que fez três disparos de arma de fogo que o atingiram na cabeça.
Ele ainda foi socorrido por populares e levado ao Hospital Municipal Djalma Marques, o Socorrão1, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
Pelo relatório da ocorrência, divulgado às primeiras horas da manhã, constava a informação de que a vítima trabalhava como motorista do aplicativo Uber e que teria ido atender a uma solicitação de corrida na Vila Cabral, em Pedrinhas. A chegar ao local, foi morto a tiros.
Posteriormente, A Superintendência de Homicídios e Proteção às Pessoas (SHPP) constatou que não. Diego Silva não era motorista de aplicativo
Pelas informações, o motorista, que já foi morador do bairro, havia ido deixar a namorada em casa, e os dois estavam dentro do carro. Ele foi surpreendido pelo assassino, que se aproximou e fez três disparos que o atingiram na cabeça. A namorada não foi atingida.

O assassino é, possivelmente, um adolescente que deve ser apreendido ainda nesta quarta-feira (08). Ele já está identificado e os policiais estão em diligências para localizá-lo.
O motorista assassinado residia no Condomínio Novo Tempo, na Avenida Jerônimo de Albuquerque, no bairro Cohafuma.

Prefeitura de Nina Rodrigues promove ações para capacitar Idosos

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Equipe do NASF e da Casado Idoso em plena atividade com os idosos

O trabalho continuado do prefeito, secretários e assessores do município de Nina Rodrigues vem obtendo enormes resultados no que diz respeito a valorização da pessoa humana.

A enfermeira Joelma Cristina e a terapeuta Maria José do NASF, com a participação da casa do Idoso realizaram nesta semana um trabalho com os idosos na confecção de pesos para portas.

Os idosos mostraram a suas criatividades e produzindo pesos de diversos tamanhos, cores e formatos. Esse trabalho segundo os responsáveis pela ação, visa trabalhar a saúde mental do idoso do município.

Sem sombras de dúvidas é mais uma conquista da população da terceira idade e um meio de aumentarem a sua renda familiar. De parabéns estão todos os idealizadores e participantes desse projeto oficina.

A segurança de Vargem Grande precisa de ações enérgicas e urgentes

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O meu dia a dia na cidade de Vargem Grande,por dever de ofício, se resume na busca de fatos que possam gerar notícias, e me identifico muito com as de cunho policial, essas me chamam mais atenção,porque delas dependem o bem estar e a tranquilidade de todos nós.

Lembro-me da inauguração da Delegacia de Polícia de Vargem Grande ainda no governo Cafeteira. Naquela época, as pessoas envolvidas em política no município diziam que aquilo não rendia votos para o governador nem para seus aliados no município. E mais, que polícia e política não podiam andar juntas. Talvez na época, eles tivessem razão, prenunciavam o que acontece hoje, as cadeias cheias de políticos corruptos.

Essa ideia de que segurança e politica não combinam, é retrógrada e mentirosa, na ultima eleição para presidente, o desconhecido deputado federal Jair Messias Bolsonaro, se elegeu presidente da república com um único pilar de sustentação da campanha, a segurança nacional.

A Delegacia de Vargem Grande no ato de sua inauguração, tinha celas dignas para criminosos como também, alojamentos com conforto para os agentes da segurança pública. Alimento não faltava para os servidores do estado que trabalhavam na proteção e segurança da população. Quem teve a oportunidade de ir a delegacia em horário de almoço quando Dr Dicival era delegado no município, pode afirmar que ali tinha mesa farta e cardápio variado, como todo ser humano deve ter. E por que não tem hoje? Acredito que seja uma boa pergunta.

Passaram-se os anos, no governo Jackson Lago fui mestre de cerimônia de uma audiência pública com a presença do secretário de Justiça do estado que atendendo um convite de Dr. Roberto de Oliveira Paula, juiz da Comarca na época, estava ali,para discutir a segurança pública do município, além da reforma urgente da delegacia e a criação de um presídio onde hoje está sendo construída a Praça da Juventude. Tudo ficou no blá, blá, blá. Ainda hoje, esperamos a efetivação dessas ações.

De lá até os dias atuais, foram incontáveis as audiências públicas que participei e outras presenciei, sem contudo operacionalizar um resultado prático. Todas as medidas foram paliativas, com efeitos e resultados imediatos, mas nada com ação duradora. Não existe um planejamento nem cronograma de segurança a ser cumprido. Tudo é na base do improviso.

A presença da ROTAM no governo Edvaldo Nascimento, foi uma em meio a tantas outras medidas operacionalizadas por diversos políticos. Tinham o resultado momentâneo, mas com o retorno dos policiais a São Luís, os bandidos voltavam as mesmas práticas e nos mesmos locais.

Desculpem, mas eu não acredito mais em ações que partam desses mesmos princípios eleitoreiros, que tem apenas dois resultados práticos, um é o político mentir para o povo, e o outro,o povo fingir que acredita. Sentem a mesa, mas ao levantar-se arregacem as mangas das camisas e mãos a obras, senão, nada de concreto acontecerá.

Quem foi o político, o empresário ou representante da sociedade civil organizada, que foi ao comando da PM ou a delegacia perguntar o que é preciso para um melhor desempenho das atividades das pessoas que trabalham no aparato de segurança? Se é verdade que para a melhoria da educação precisa-se valorizar o professor, na esfera da segurança não é diferente, é com o reconhecimento e valorização do trabalho do agente de segurança que a coisa funciona.

A sociedade precisa dialogar com aqueles que trabalham para ela. Nesse período invernoso no prédio da delegacia os problemas estão mais evidentes. Respingos, goteiras, e infiltrações, são alguns dos problemas enfrentados por quem trabalha e as vezes tem que dormir ali.

Os políticos, e os empresários além de representantes de entidades classistas devem se reunir e em nome da segurança e da tranquilidade do povo de Vargem Grande, procurar o secretário de Segurança, o presidente da Assembléia Legislativa do estado e o governador Flávio Dino, para juntos não proporem mas efetivarem uma mudança, na estrutura física e funcional do aparato de segurança pública do município.

De outra forma, é só conversa para Inglês ver.

Presa mulher envolvida em crimes de lavagem de dinheiro e organização criminosa

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Em mais uma ação da “Operação Ratoeira”, policiais da Superintendência Estadual de Repressão ao Narcotráfico (Senarc) prenderam, nessa terça-feira (07), a mulher identificada como Ivone Pereira dos Santos, em cumprimento a mandado de prisão temporária. Ela é suspeita de crimes de lavagem de dinheiro e organização criminosa. 
Na última sexta-feira (03), foram presos Renato Almeida Pestana, conhecido como “Rato”, e Adão Rodrigues dos Santos, integrantes da quadrilha.
A “Operação Ratoeira” é fruto de um inquérito que investiga crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa. No curso das apurações, com apoio técnico do Laboratório de Lavagem de Dinheiro da Inteligência da Polícia Civil, a polícia conseguiu comprovar várias condutas indicativas do crime de lavagem de dinheiro praticadas por Renato Almeida Pestana.

Com ele, nos últimos três anos, a Polícia Civil apreendeu  mais de 300 kg de entorpecentes e identificou comparsas, dentre os quais Adão Rodrigues dos Santos e Ivone Pereira dos Santos.
Foram identificados, ainda, bens móveis e imóveis pertencentes ao integrantes da associação criminosa. Foram alvos de sequestro judicial valores das contas dos investigados, 12 veículos, sendo 6 caminhões, e 4 imóveis, dentre eles uma pequena fazenda na zona rural de Santa Rita/MA, utilizada por Renato e Ivone para criação de porcos, peixes e aves.

Após o cumprimento do mandado, Ivone foi ouvida, sendo posteriormente encaminhada ao sistema penitenciário, de onde poderá ser conduzida para nova oitiva durante o prazo de duração da prisão.

NEY LOPES Será sonho ‘todos’ na mesma mesa?

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A representação popular está cada vez mais distante das aspirações sociais. O resultado são as democracias ocidentais atravessando grave crise.

O Brasil não é exceção.

A eleição de boa parte do Congresso Nacional, por exemplo, resultou da “onda Bolsonaro”, traduzida na maciça rejeição popular ao PT e o discurso antiviolência do candidato.

Neste cenário os grandes vitoriosos em 2018 foram os “partidos cartéis”, organizações artificiais, com métodos de gestão privada-familiar, nutridos pelo dinheiro público em abundância.

A cada eleição aprova-se uma lei eleitoral, sempre pior do que a anterior. A legislação é “fatiada” para atender as “reeleições”.

O pior é que passou a eleição e não se fala numa ampla reforma política, partidária e eleitoral, tão importante para a estabilidade nacional, quanto à da previdência.

Como a “dor ensina a gemer”, mesmo diante desse cenário de descrença, nunca é demais insistir na possibilidade de um “pacto político”, que começaria pela adesão e anuência do governo e de “todos” os partidos (inclusive da oposição) para sentarem-se na mesma mesa, em torno dos interesses legítimos (e não manipulados) da Nação.

Seria usada uma metodologia prévia, coordenada pelos presidentes da Câmara e do Senado, através de consultas, para constar na “pré-agenda de debates”, apenas os temas em que haja convergência total, ou parcial.

Unir convergência e separar divergências, o propósito inicial.

Os partidos que recusarem seriam onerados perante a opinião pública e confessariam torcerem pelo “quanto pior melhor”. Restariam os que aceitassem o diálogo.

O primeiro passo seria, em regime de urgência, identificar as “reformas mais urgentes”, em busca de consenso mínimo.

Começaria pela mudança “possível” e “gradual” da previdência, com o objetivo de reduzir o déficit, realmente existente, através da “divisão de sacrifícios”. Nada de impor a proposta em tramitação.

A prioridade seria definir a idade-limite para a aposentadoria, sem o que não se pode falar em reforma previdenciária, além de outros pontos, tais como, ) pensão por morte; aposentadorias especiais; novas alíquotas de contribuição para servidores; regras do ano salarial e o regime de capitalização.Caso a redução de gastos não fosse suficiente, outros “ajustes econômicos” complementariam as mudanças.

Talvez, a convocação de uma “constituinte originária” se coloque, em médio prazo, como uma das urgências nacionais.

Com certeza, a Nação seria sensível ao diálogo suprapartidário, desde que não sejam rotulados como “pressões corporativas” e descabidas, aqueles que “ponderem” alterações na proposta previdenciária do governo.

Esse discurso oficial contra o corporativismo omite que a pressão dominante é a da maior corporação existente, que é o “mercado”, altamente unido e articulado, na defesa dos seus interesses.

Aliás, nos últimos dias percebe-se a influencia indireta do mercado no lançamento de estratégia perigosa e de “mão única”, propagando o “pavor”, o “medo”, cortes orçamentários abruptos. anúncios de caos, de atraso no pagamento de salários e aposentadorias, de volta da inflação, como meio de cooptar o Congresso, “a ferro e a fogo”.

O risco de colapso financeiro pode existir. Mas há alternativas para evitá-lo, por meio de critérios razoáveis, realistas e humanamente justos.

Tudo que for aprovado em clima de pânico, com sacrifícios “não divididos”, criará instabilidade social e trará consequências nefastas para o país. Ninguém duvide. Daí a necessidade do diálogo nacional, que não pode ser suprido por uma unilateral campanha publicitária, paga pelo governo.

Fujimori, no Peru, em 1992 elegeu-se com esmagadora maioria e proclamou um governo de emergência e reconstrução do país, em nome do combate à corrupção e a guerrilha. A exemplo do Brasil de hoje surgiram obstáculos políticos, parlamentares e judiciais contra as reformas essencialmente “pró-mercado”, por ele ardorosamente defendidas. Fujimori insistiu, aprovou o que queria e o país “afundou de vez”. Ele terminou fugindo para o Japão.

Macri, o “novo” na Argentina, forçou medidas extremas, unicamente “pró-mercado”. O resultado é que está mergulhado em crise. Dificilmente se reelege, com inflação astronômica, desemprego crescente e crise cambial inédita.

A exemplo de Moncloa (Espanha) e Consertacíon (Chile), ainda há tempo de buscar um pacto político no Brasil, que construa os pilares da união nacional, em torno de objetivos comuns.

A técnica de mera confrontação com o passado, usada na campanha e agora como meio de manter-se no poder, não levará a nada. Aumentará as tensões.

Outra consequência do possível do “pacto político” seria despertar os partidos para melhor exercerem o papel de interlocutores da Nação, em momento de crise.

A propósito, Maurice Divergir, Emérito Professor da Faculdade de Direito e Ciências Econômicas de Paris, ao visitar o Brasil, antes de morrer escreveu: “O Brasil será uma grande potência no dia em que for uma grande democracia. E só será uma grande democracia no dia em que tiver partidos e um sistema partidário forte e estruturado”.

Para aqueles que qualificam o “pacto de todos sentados na mesma mesa” como um “sonho”, cito o exemplo da deputada Annie Lööf, de apenas 35 anos, na Suécia. Hoje é personagem decisiva na vida pública do país.

De formação conservadora, ela resolveu assumir posições liberais avançadas. Vem crescendo politicamente. Recentemente, pela sua ação no Parlamento, abriu as portas para o governo atual de centro-esquerda. Já se fala que será a próxima primeira ministra.

O lema de Annie Lööf é inspirador: “Nenhum (sonho) é impossível, algumas coisas só demoram um pouco mais”.