Michelle Bolsonaro anuncia que Caixa contratará 2 mil pessoas com deficiência

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Durante evento nesta quarta-feira (19) em São Paulo, a primeira-dama Michelle Bolsonaro anunciou que a Caixa Econômica Federal irá contratar 2 mil pessoas com deficiência através de concurso público.

Grande defensora de pautas humanitárias e, em especial, de pessoas com deficiência, Michelle foi amplamente aplaudida durante a cerimônia de assinatura de termo de compromisso entre a Caixa e o Comitê Paralímpico Brasileiro. Na ocasião, estava presente seu marido, o presidente Jair Bolsonaro, como também outras autoridades como João Doria e Bruno Covas.

Bolsonaro aproveitou a ocasião também para homenagear o trabalho de sua esposa:

“Ninguém faz nada sozinho. Agradeço à minha esposa, que ninguém nega que é uma pessoa de muito bom gosto, e que tudo que faz, faz com determinação e com muito amor. Ela se dedica, grande parte ao meu lado, à comunidade de surdos. Meu muito obrigado, Michelle”, disse.

Em fala destinada aos deficientes, Bolsonaro declarou:

“Servir à pátria é algo que vem do fundo do peito de todos nós. É motivo de satisfação em servir a pessoas especial como vocês, isso não tem preço. Juntos, nós colaboraremos no que for possível pra atender vocês. Vocês são mais que especiais, são nossos irmãos”.

Para a oposição que acusava Bolsonaro de que, se eleito, não trabalharia à favor da população com necessidades especiais, cai por terra mais uma vez essa falsa afirmativa tão disseminada pelos detratores do novo governo eleito. Fonte Jornal Hoje.

A mulher de César

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O importante não é o que a mulher de César é mas o que parece ser. Máxima da política imperial na Roma de Júlio César, é uma diretriz da política profissional em todos os lugares e em todos os tempos, marcados neste intervalo entre o império romano e os tempos bicudos de hoje.

A política profissional é uma arte que se baseia em princípios universais, como a pintura, a escultura ou a escritura. É uma representação da realidade  por um prisma que permite a combinação e a recombinação da luz em várias cores aparentes. Do vermelho ao verde e ao amarelo, passando pelo azul, tudo é possível na interpretação da arte política.

Essas ligeiras alterações na direção e na velocidade da luz permitem transformar heróis em vilões e vilões em heróis; realçar ou anular perspectivas, personagens e detalhes. O importante é que a obra acabada tenha sentido, no sentido de mensagem política.

Parece complicado, mas não é. Por exemplo: a Odebrecht, uma das maiores empreiteiras do mundo em todos os tempos, se dominasse a arte da política teria invertido a ótica do prisma que corrompeu a luz e a tornou reflexo da criminalidade nacional. Nada mais fez do que fornecer pincéis e tintas aos artistas da política e cobrar o preço que considerou justo pela venda dos seus serviços de “patronage”. Patrão de todos porque dona do dinheiro.

Na Índia, com quase dois bilhões de habitantes, dois empresários controlam todo o estoque de pincéis, paletas e tintas dos artistas da política nacional. No Brasil. México e Argentina, a confraria de patrões, no conjunto, não ultrapassa duas dúzias. Os agentes são muitos: milhares; mas os patrões são poucos.

O importante não é o que a mulher de César é mas o que parece ser. Entre os dias da Ágora ateniense, do Fórum romano e das redes sociais do século XXI nada mudou. Tudo permanece igual. Nada de novo sob o sol , já rezava o Velho Testamento. O importante é o convencimento da opinião pública pela opinião publicada. E sempre será assim: vilões podem ser transformados em heróis e heróis em vilões. O importante, mais ainda, é a combinação do meio com a mensagem. É tornar inteligível o que se quer colocar como verdade, mesmo que não seja verdade. Até porque o que é verdade para alguns para outros não é: alguns sofrem de miopia, outros são daltônicos e outros, simplesmente cegos. Lula não viu sangue na facada do Adélio em Bolsonaro. Bolsonaro não viu fantasmas e muito menos laranjas entre os seus discípulos. A Marielle é uma placa de rua. O Queiroz não passa de uma ilusão de ótica. Os bilhões em tintas, pincéis, quadros e moldura fornecidas pela Odebrecht aos artistas da política brasileira é uma invenção, sem provas e sem rastros. Culpado mesmo é o Moro, Quem manda ter um nome que se confunde com Mouro, esse arquétipo do demônio da cristandade. Com esse nome só pode ser culpado. É claro que é culpado. Por isso foi interceptado na hora certa: a hora da verdade.

Miguel Gustavo de Paiva Torres é diplomata.

Filho de deputada Flordelis confessa que matou pai a mando do irmão

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Um dos filhos da deputada federal Flordelis (PSD-RJ) presos na segunda-feira (17) confessou à Polícia Civil ter matado o pai adotivo a mando do irmão mais velho, que é filho biológico da pastora. Dois filhos foram detidos ontem por outras acusações e foram ouvidos por suspeita de participação na morte do pastor Anderson do Carmo.
Segundo informações da Record TV Rio, a motivação do crime seria vingança porque Anderson Carmo estaria tendo um caso com outra mulher.
O filho biológico do casal, de 38 anos, que foi preso por um mandado de violência doméstica, está na DHNSG (Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo) e não confirmou a confissão do irmão mais novo.
As investigações apontam que o jovem de 18 anos comprou uma arma de traficantes do morro da Cocada, mas não pagou. O rapaz já teve passagens por instituições de internação quando menor.
Ainda de acordo com a Record TV Rio, o jovem é usuário de drogas e teve brigas recentes com seus pais adotivos.
Ele foi detido na casa da família pela suspeita de envolvimento com o tráfico de drogas do morro da Cocada, comunidade próxima à Pendotiba.
Embora dois de seus filhos tenham sido presos e a principal hipótese para o crime tenha sido de execução, Flordelis não acredita que algum de seus 55 filhos – quatro biológicos e 51 adotivos – tenha sido o responsável pela morte de Anderson.
“Isso não é verdade, isso é especulação. Eu não vou permitir que ninguém acuse um dos meus filhos sem ter provas”, disse a deputada federal durante o enterro de seu marido.

Integrante de facção é morto em frente ao Terminal da Cohab; crime foi articulado no Whatsapp por grupo rival

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Danilo Costa França, filho de um policial, morreu no local. O assassino, Adão Carvalho Mendes Filho, foi preso em flagrante.

O jovem identificado como Danilo Costa França, de 23 anos, foi assassinado a tiros em frente ao Terminal de Integração da Cohab, na manhã desta terça-feira (18). Segundo informações da polícia, ele era integrante de uma facção criminosa.
O crime foi praticado por Adão Carvalho Mendes Filho, conhecido como “Adãozinho da Isabel Cafeteira”. Ele foi preso em flagrante em seguida.
Segundo testemunhas, o assassino chegou disparando vários tiros contra Danilo Costa, que morreu no local, antes de receber qualquer tipo de socorro. Uma equipe Samu foi ao local, mas apenas confirmou a morte da vítima.  

Segundo informações policiais, o crime foi motivado por um acerto de contas entre facções rivais. 
Adão Carvalho foi conduzido à delegacia e, após autuação em flagrante, será encaminhado para a Penitenciária de Pedrinhas, onde ficará à disposição da Justiça.
O crime foi articulado por integrantes da facção denominada Bonde dos 40, em grupos de WhatsApp.
Em um dos áudios, um dos integrantes avisa que a vítima, Danilo, estava sentado, esperando alguém, na Cohab. “É Danilo ou Daniel. O pai dele é polícia. Está sentado lá, esperando alguém. Esse cara não boia assim. É Danilo. Quem conhece ele tá ligado. Alemãozão da Rua do Peixe. Cadê os caras da Cohab, meus irmãos?”, diz um deles.

A resposta veio de outro comparsa, do Maiobão, em Paço do Lumiar, dando a entender que estava disposto a agarrar Danilo. 
“Cadê os irmãos com carro pra resgatar eu, aqui no Maiobão. Tá mais próximo. Eu tô aqui daquele jeito sem veículo. Senão, eu já teria me tacado pro lado daí. Se eu for daqui, voado, dar de agarrar esse cara aí, boiando”, responde.
Quando o crime foi cometido, outro integrante da facção comemora: “Mataram! Já foi. Tô vendo a foto aqui. É o Bonde dos 40, moleque. Bonde é bonde!”.

Mãe é assassinada no lugar do filho no Maranhão

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Na noite de segunda-feira (17), nas proximidades do mercado público do bairro Morada Nova, na cidade de Santa Helena, região da Baixada Maranhense, dois acusados, que estão foragidos, assassinaram a tiros Maria Antônia Costa Leite, de 37 anos, e balearam seu filho, Moisés Costa Leite, de 19 anos. Até ontem (18), polícia não havia conseguido prender os dois acusados de cometer esse crime.

A delegacia de Polícia Civil de Santa Helena está investigando o caso e há informações que o alvo dos criminosos era Moisés Leite. A polícia informou que as duas vítimas estavam em uma motocicleta quando foram abordadas pelos criminosos.

Os tiros foram efetuados em direção a Moisés, mas acabaram atingindo Maria Antônia que morreu no local. Os socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionados e levaram Moisés Leite para o hospital da cidade. A polícia não informou a motivação desse crime.

Segundo informações da Assessoria da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA), Moisés Costa Leite preferiu se ausentar do hospital, por conta do hospital não ter segurança máxima para a garantia de sua vida. Mas as investigações continuam em andamento.