Idosa morre após ser abandonada pela família em Vargem Grande

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Francisca das Chagas Oliveira foi resgatada pela Rede de Proteção ao Idoso, mas morreu no Hospital Socorrão II neste sábado (22).


Idosa de 81 anos morre em São Luís após ser abandonada pela família em Vargem Grande

Idosa de 81 anos morre após ser abandonada pela família em São Luís

Francisca das Chagas Oliveira, de 81 anos, morreu na sexta-feira (21) no Hospital Municipal Clementino Moura (Socorrão II), em São Luís. Segundo informações, a idosa foi encontrada por vizinhos com feridas na pele e muito doente na cidade de Vargem Grande, a 120 km de São Luís.

De acordo com os órgãos de Justiça que atuam na defesa dos idosos, há quatro meses ela foi deixada por uma filha na casa de uma sobrinha, que abandonou a idosa. As duas estão sendo procuradas e podem responder por abandono de incapaz, maus-tratos e tortura.

Francisca das Chagas Oliveira foi encontrada com feridas na pele e doente na cidade de Vargem Grande, no Maranhão — Foto: Reprodução/TV Mirante

Francisca das Chagas Oliveira foi encontrada com feridas na pele e doente na cidade de Vargem Grande, no Maranhão — Foto: Reprodução/TV Mirante

A idosa ainda não foi enterrada porque ninguém da família apareceu para buscar o corpo no necrotério do Socorrão II. Equipes do hospital, da Defensoria Pública e da Secretaria Municipal de Assistência Social de São Luís iniciarão os procedimentos para que a idosa tenha um enterro.

A Defensoria Pública garante que uma rede de apoio vai investigar os culpados pelo crime que levaram a idosa a morrer.

Fonte G1

Hoje na História: Benjamín Franklin inventou o Para-raios

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Benjamín Franklin foi um filósofo, político e cientista americano, cuja contribuição à causa da guerra da Independência dos Estados Unidos e ao governo federal, instaurado depois da mesma, colocaram-no entre os maiores estadistas do país. Em 1747 Franklin iniciou seus experimentos sobre a eletricidade, adiantou uma possível teoria da garrafa de Leyden (dispositivo elétrico), defendeu a hipótese de que as tormentas são um fenômeno elétrico e propôs um método efetivo para o demonstrar. Sua teoria foi publicada em Londres, mas antes testou na Inglaterra e na França, e com isso ele veio a inventar o para-raios e depois apresentou a chamada teoria do fluído único, onde explicou os dois tipos de eletricidade: positiva e negativa.

Integrante de facção criminosa é assassinado no Bairro de Fátima em provável vingança por morte na Cohab

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Robenilson e Lailson haviam sido presos em abril do ano passado na “Operação Tabuleiro”, deflagrada pela Seic, em parceria com a Senarc.“Magrão” não resistiu depois que foi baleado na cabeça.

O homem identificado como Robenilson dos Santos, de 35 anos, conhecido como “Magrão”, foi assassinado com um tiro na cabeça, no Bairro de Fátima, em São Luís, por 11h30 desta sexta-feira (21). No ataque criminoso, Lailson de Jesus Rodrigues, de 39 anos, foi baleado e se encontra internado em estado grave.  
A ação criminosa seria decorrente da rivalidade entre facções criminosas que atuam na região metropolitana de São Luís.
O ataque seria uma retaliação pela morte de Danilo Costa França, de 23 anos, que ocorreu na calçada do Terminal de Integração da Cohab no início desta semana.

De acordo com o Centro Integrado de Operações de Segurança (Ciop) e o 9º Batalhão de Polícia Militar (BPM), as vítimas estavam entrando em um carro Crossfox preto, de placa NXG-9265, quando foram surpreendidas pelos disparos de arma de fogo, na Rua Nossa Senhora Aparecida.
Segundo relatos de testemunhas, os assassinos ocupavam um veículo Fiat branco.
“Magrão” foi baleado na cabeça, enquanto Lailson recebeu tiros no peito esquerdo, coxa direita e costas. Ambos foram encaminhados no mesmo Crossfox ao Hospital Djalma Marques, o Socorrão 1, mas Robenilson não resistiu.
A polícia supõe que o assassinato de “Magrão” seria uma vingança pela morte de Danilo, que, segundo investigação policial, era integrante do Comando Vermelho (CV) e foi executado por Adão Carvalho Mendes Filho, membro do Bonde dos 40 da Vila Isabel Cafeteira.

Robenilson e Lailson haviam sido presos em abril do ano passado na “Operação Tabuleiro”, da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), com o apoio da Superintendência de Repressão ao Narcotráfico (Senarc).
Em áudios divulgados no WhatsApp, o dono do veículo usado pelos criminosos diz que foi dominado por cinco homens que estavam com três armas. “Eles me colocaram no banco de trás, ao lado de três deles. Disseram que iam cobrar a morte de um amigo, e que não iam fazer nada comigo. Deram uma volta perto da Seic. Eu tava de cabeça baixa. Fizeram um homicídio com meu carro”, disse.
Em seguida, ele diz não saber o que fazer. Se registrava ocorrência em uma delegacia ou não. Ele chega a perguntar se existe alguma delegacia no bairro João Paulo, onde deve ter sido abandonado pelos assassinos.

Traficantes são presos com quase 6 kg de maconha em Pinheiro

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Policiais da Força Tática da PM na cidade de Pinheiro, a 119 km de São Luís, prenderam três envolvidas em tráfico de drogas e fizeram a apreensão de quase 6 kg de maconha prensada.
Os presos foram identificados como Gilmara Sousa da Silva, Genilson Ribeiro Silva, conhecido como “Pretinho”, e Tamires Gabrielle Silva Madeira. 
As prisões ocorreram depois que policiais receberam a informação de que um casal em uma moto estava transportando droga no povoado Três Marias, naquele município. 
Assim que a equipe da Força Tática chegou ao local, o homem na moto acabou fugindo e deixando a mulher com uma sacola. Os policiais prenderam Gilmara, que foi encontrada com cinco tabletes de maconha.  
Ao ser presa ela disse que não conhecia o homem  que estava na moto e que iria entregar a sacola com a droga para outro homem conhecido como “Pretinho”. Os policiais determinaram que Gilmara entrasse em contato com ele e marcasse um encontro para a entrega da droga. 
O encontro foi marcado na praça Santa Luzia. No momento em que Genilson chegou em uma moto, juntamente com Tamires, os policiais se aproximaram e deram voz de prisão aos três. 
Os acusados, a moto e a droga foram encaminhados para a Delegacia Regional de Pinheiro. Eles foram autuados por tráfico de drogas.

Nas ruas, novamente

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Com o impeachment da “Anta Guerrilheira”, que surpreendeu e revoltou a sociedade brasileira, primeiro porque ficou escancarado o desastre que estava ocorrendo no País e, em seguida porque em função da petulante ação de duas figuras tão canalhas quanto execráveis que presidiram o processo de afastamento, a principal responsável pela bancarrota do País saiu impune e privilegiada como jamais algum cidadão do bem poderia imaginar. Por conta disso a honra dos cidadãos de bem somente restará lavada quando Dilma, Renan e Lewandowski pagarem por seus crimes. Um dia hão de pagar.

Começo falando daquela época de triste memória, mas não é propriamente desta página negra da história nacional que quero tratar. Quero falar é do período daquele sinistro 31 de agosto de 2016 para esta parte durante o qual o povo desta Nação Verde e Amarela amargava, ansiava, torcia e, com resignação, esmolava uma saída a lhe ser concedida, por misericórdia, pelos poderosos. Neste meio tempo, entretanto, com a vinda do “Corrupto dos Porões do Jaburu”, solução alguma foi adotada. Muito ao contrário, mais dor, desemprego, roubalheira, benesses e privilégios descaradamente foram impostos por aqueles que tomaram o poder. É daquela época que o Congresso, quase em sua totalidade, esgrimia com a Operação Lava Jato para continuar roubando o erário enquanto 15 milhões de pais de família permaneciam desempregados. Estão lembrados? É daquele tempo que o Presidente da República roubava no porto de Santos e recebia gordas propinas da JBS enquanto seus ministros “meirelhavam” a economia com vistas a se habilitar para mais quatro anos de malversações da coisa pública. É daquela ocasião que o povo desvalido via a fome se sentar à mesa e os nababos do legislativo e do Judiciário, tendo a frente o “Mistério Público” e o STF, aumentarem seus gordos salários em mais de 26%. Recordam-se?

Exaurido o povão foi para as ruas, desafiou o establishment, cuspiu na classe política abjeta, esbofeteou os petralhas e a esquerda delinquente, apontou o dedo para banda podre do Judiciário e, no peito e na raça, carregou com as próprias mãos a heroica e histórica campanha do Capitão para sozinho pendurar em seu ombro a faixa presidencial e lhe entregar o destino deste grande País.

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Banco dos réus

Questão de tempo

A bandidagem tem
um único objetivo: impedir
Bolsonaro de governar
e ponto final

Fui daqueles que hoje pode se orgulhar daquele feito histórico. Dá-me muito prazer rever um vídeo, que transitou pelo território livre da rede mundial dos computadores, no qual aparece toda corja da grande imprensa, todos os caciques da nojenta classe política, todos os poderosos do pedaço dizendo que a candidatura de Bolsonaro era uma piada, bem como igualmente olhar nos olhos dos contras só pra que saibam que lhes vejo como vendilhões da Pátria.

Vencida nas ruas e nas urnas, a vermelhada ensandeceu. Até agora tenta juntar os cacos de seu poder destruído e ainda nem conseguiu entender o tamanho da pancada que o povo lhe deu. Por isso adoeceu de ódio e de desespero. Observem a cara de rancor dos Ciros e dos Boulos da vida. Somente não atentaram mais uma vez contra a pessoa do Presidente, porque estão sem dinheiro para encomendar o crime e porque são incompetentes até para praticar o mal. Porém, não se engane vão tentar. Neste ínterim dirigem seus esforços para tentar destruir a popularidade do Mito e incolumidade de sua família. Desde o dia da posse investem contra o Bolsonaro e sua equipe de grandes e competentes colaboradores. Desde quando os fantásticos planos e suas respectivas medidas regulatórias que transformariam o Brasil numa grande nação chegaram ao Congresso (passados pouco mais que 20 dias da posse), que o tal lado negro da politicagem mais ordinária almeja, por conta disto, “garrotilhar” o Capitão, em troca de cargo e de dinheiro público.

Fora isso tudo, vez por outra surge um ataque mais elaborado, com a participação covarde dos deformadores de opinião da vermelhada mais solerte, tais como: i) a vil campanha para criminalizar Flávio, o filho do Presidente; ii) a estúpida pretensão de intrigar Bolsonaro com seus companheiros de caserna; iii) o mal sucedido arremedo de levante da classe estudantil, ingênua e inexperiente, visando a continuar dominando a educação para formar militantes de esquerda e agora essa tola, atabalhoada e criminosa investida para arranhar a imagem do herói nacional Sérgio Moro.

A bandidagem tem um único objetivo: impedir Bolsonaro de governar e ponto final, nem que para tanto seja preciso destruir o Brasil. Somente não vê quem não quer ou aqueles que bem enxergam tudo, mas que por puro despeito, inveja, e rancor vão morrer secos se o Capitão levar seu projeto adiante.

Agora estão mirando na reforma da previdência. Com a solerte participação do ressentido imbecil Rodrigo Maia, visam a canibalizar a proposta do Professor Paulo Guedes a tal ponto que não se consiga fazer a propagada economia de trilhões para os cofres públicos que, em se aperfeiçoando, temem que seja o grande motivo para reeleger o Capitão daqui a quatro anos. Essa gente nem esconde mais seus torpes propósitos. Um vagabundo sindicalista que virou Deputado Federal – o ladrão paulista e réu na Lava jato que responde pela alcunha de Paulinho da Força – disse que seria melhor destruir o Brasil do que permitir Bolsonaro se reeleger.

Como venho sustentando nesta corajosa tribuna, temos que voltar para as ruas tantas vezes quanto se fizer necessário. Com a última manifestação a turma do mal tremeu nas bases, porém não foi o suficiente. Aquela corja tem o mesmo hábito dos morcegos vampiros viciados em sangue ou o do drogado em cocaína. Não pode viver sem roubar e roubar dos cofres públicos, direta ou indiretamente, nem que seja por estar abrigada em algum carguinho na máquina estatal. Se não for assim morrem, mas trabalhar honestamente jamais.

Estou consciente de que
se algo não for feito
de muito drástico,
a guerra civil eclodirá

Avaliem a situação surreal criada pelos contras. Quando o novo governo assumiu em janeiro deste ano, sua fantástica equipe já tinha tudo pronto, minudentemente estudado e preparado para revolucionar o País e promover o maior choque de progresso que este País jamais experimentou o qual, se não acabasse de vez com a pobreza no mínimo minoraria a inaceitável situação dos nossos desvalidos. Estava (e ainda está) tudo pronto para que fosse internado um incrível investimento estrangeiro que, por si só, reverteria a curva da miséria em que fomos jogados.

Até aqui, esta Câmara nociva não deixou nada acontecer e se mobilizou para arrasar o sonhado projeto contra a corrupção e o crime organizado. O Senado pôs-se de tocaia e, se as propostas do executivo por lá passarem, vão mutilar todas elas ao seu inteiro alvedrio. O Supremo escalou um grupo de “Mandarins Solta Bandidos” para cada um, de quando em vez, “judicializar” tudo que o Capitão decreta e de quebra aumentar seus odiosos gastos astronômicos, que o Brasil não quer mais pagar. Está um desespero! Não dá mais para aguentar! Estou consciente de que se algo não for feito de muito drástico a guerra civil eclodirá, porque os quase 60 milhões que elegeram o Capitão – e que hoje com toda certeza são muito mais – não suportarão a tragédia de lhe roubarem a derradeira esperança. A reivindicação absoluta daqueles que não aguentam mais esperar vai para as ruas no próximo dia 30 deste mês e a pauta é única como, por exemplo, clama um jornalista investigativo e ativista do Paraná no seguinte vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=uOkKZ8IGPvM, para o qual peço a atenção do meu caro leitor.

As enganosas e perversas objeções dos patifes de sempre da extrema imprensa, bem como a dos intelectuais da impostura e dos chupins do suor de nossa gente, sustentam que as proposições urgentes para tirar o País do atoleiro e colocar comida na mesa dos que mais precisam, devem esperar porque o legislativo, com suas casas do povo é que deve ser o senhor e arbitro da terrível necessidade da legião de indigentes que a esquerda criou no Brasil. Os espertalhões estão errados. Quem tem que decidir é o povo de quem o poder emana, pois quem tem fome tem pressa. Tem a última palavra quem está à mercê dos criminosos sanguinários protegidos pelo PT, pelo PSOL e pelo PCdoB, e que vê os seus morrerem todo dia assassinado nas favelas e nos guetos do Brasil, enquanto as Hoffmann, os Pimentas, os Freixos, os Molons e as Fegalis vivem à tripa-forra em Brasília. Quem deve decidir é quem pena e é humilhado nas filas dos SUS ou nas portas dos hospitais que o político do PT/PMDB saqueou, porque tem o direito de ao menos ser atendido imediatamente e com um pouco de dignidade.

Os calhordas de Brasília, encrostados no legislativo, no judiciário e os que ainda estão escondidos no executivo, justo aqueles que o destemido Senador Cajuru (terror de Gilmar Mendes), diz que são nossos empregados, empregados do povo que dizem representar, mas que, em verdade, apenas o desonram e dele desfrutam. Se representassem mesmo, se não o tivessem traindo ou se pelo menos tivessem um pingo de vergonha na cara, já teriam aprovado não somente o projeto da nova previdência, mas todos os demais que estão enfileirados esperando que os maus saiam da frente e não estorvem mais. O mais doído é que se de um lado assim procedem de outro, acolitados pela da imprensa profissional, alardeiam que o Capitão não sabe negociar com eles; que não tem projeto político para o Brasil e que, no íntimo pretende destruir a democracia.

“Pera aí!”. É uma estultice, uma imbecilidade negociar com bandido. Não leva a nada insistir com malfeitor. Isto, como diria um velho radialista, “é igual a relógio que atrasa, não adianta”. Não dá em nada continuar pensando que, depois de 30 anos de muita desilusão, as quadrilhas de Sarney a Temer agora vão se modificar. O Capitão engoliu o “dilmista” Levy no BNDES e o cara sentou em cima da caixa preta da corrupção naquele banco, justo aquela que o povão quer ver devassada a qualquer custo. Relevem o lugar comum, mas o único acordo que se faz com um tigre faminto é se deixar comer por ele. Libertem Lula, Zé Dirceu, Cunha ou concedam um pouquinho de espaço a FHC, a Dilma, a Ciro, a Boulos, a Haddad e a outros que tais e saberão do que estou falando.

O incrível Movimento Popular Revolucionário de 2018 (MRP 2018) que nos trouxe até aqui optou por consertar o Brasil e salvá-lo do precipício guardando as regras constitucionais vigentes. A vermelhada mal-intencionada entendeu esse elevado propósito dos patriotas como um sinal de tolerância e de fraqueza. Estão tão excitados que tentam todo santo dia emparedar o executivo e destruir a Lava Jato. Vamos dizer nas ruas que estamos dispostos a combater pelos ideais da Nação que amamos, sem medo da guerra, porque queremos a paz. É mais do que conhecido o velho provérbio latino atribuído ao romano do quarto ou quinto século Flávio Vegécio: “Si vis pacem, para bellum” – se quer paz, prepare-se para a guerra.

Jose Mauricio de Barcellos ex Consultor Jurídico da CPRM-MME é advogado. Email: bppconsultores@uol.com.br).