SANTA RITA: SUSPEITO É PRESO POR ASSALTO NO CENTRO DA CIDADE

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No dia 30, domingo, por volta das 23h40, José Alves Araújo Soares, 25 anos Residente na Rua Principal S/N,  Povoado Sítio do Meio, Santa Rita/MA, foi preso pela guarnição de serviço após uma ligação telefônica da vítima informando que a mesma acabara de ser roubada e que o indivíduo estava sozinho. Segundo relatos da vítima o suspeito puxou sua bolsa e correu, de imediato houve o deslocamento dos PM’S.
Diante das informações repassadas acerca das características do indivíduo, inúmeras rondas foram realizadas e logo José fora avistado empreendendo fuga, mas em vão, pois o mesmo foi perseguido e contido; ao ser realizado a busca pessoal fora encontrado todo material, foi dado voz de prisão. 
O conduzido foi apresentado na Delegacia de Polícia Civil sem lesões corporais.
Material Recuperado:2 – Registros Gerais2 – Cartões do Banco Bradesco1 – Cartão do Banco  Caixa4 – Cartões de diversos (UNIHOSP, Talentus, Riachuelo e Next visa)1 – Óculos de grau1 – Bolsa Preta Fonte Alex Ramos.

às julho 01, 2019Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no Facebook

Touro ataca e mata homem em Chapadinha

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Por volta das 13hs de hoje 01/07 Valdeildes da Conceição de 41 anos, que voltava de uma pescaria na Zona Rural de Chapadinha em companhia de familiares, quando foi atacado por um touro que o atingiu no peito e no pescoço, morrendo no local.

De acordo com o seu pai Garreto, que é magarefe e no momento estava em companhia do filho na mesma pescaria, ele ainda avisou a vítima que o touro vinha em sua direção para atacá-lo, mas a vítima travou, segundo o seu próprio pai, sendo atingido em cheio pelo animal.

Manifestantes realizam carreata em São Luís em apoio a reforma, pacote anticrime e Operação Lava Jato

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Concentração foi realizada na Praça do Pescador e manifestantes seguiram até Palácio dos Leões.

Por G1 MA, São Luís, MA — São Luís


SÃO LUÍS, 10h: Manifestantes se concentraram na Praça do Pescador — Foto: Elbio Carvalho/TV Mirante

SÃO LUÍS, 10h: Manifestantes se concentraram na Praça do Pescador — Foto: Elbio Carvalho/TV Mirante

Manifestantes protestaram na Avenida Litorânea e em ruas de São Luís durante carreata, em defesa da reforma da Previdência Social, do pacote anticrime e da Operação Lava Jato. O ato foi organizado pelo movimento Vem Pra Rua.

Os manifestantes levavam cartazes e vestiam verde-amarelo. As lideranças do ato discursaram num carro de som e também mostraram apoio ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro.

Os manifestantes se concentraram em frente à Praça do Pescador por volta das 10h, na sequência, às 11h20 iniciaram uma carreata pela Ponta D’areia, Beira-mar com destino ao Palácio dos Leões, sede do Governo do Estado do Maranhão.

SÃO LUÍS, por volta das 11h: manifestantes vestidos com as cores da bandeira do Brasil — Foto: Elbio Carvalho/TV Mirante

SÃO LUÍS, por volta das 11h: manifestantes vestidos com as cores da bandeira do Brasil — Foto: Elbio Carvalho/TV Mirante

SÃO LUÍS, 11h20: manisfestantes seguiram em carreata até o Palácio dos Leões — Foto: Elbio Carvalho/TV Mirante

SÃO LUÍS, 11h20: manisfestantes seguiram em carreata até o Palácio dos Leões — Foto: Elbio Carvalho/TV Mirante

País registra superávit de US$ 27,13 bi no primeiro semestre

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A queda do preço de várias commodities (bens primários com cotação internacional) exportadas e o leve crescimento das importações fizeram o saldo da balança comercial diminuir no primeiro semestre, em relação ao mesmo período do ano passado. Mesmo assim, foi o terceiro melhor da história para o primeiro semestre, de US$ 27,13 bilhões, só perdendo para os seis primeiros meses de 2018 (US$ 30,02 bilhões) e de 2017 (US$ 36,21 bilhões). O superávit é 9,6% inferior ao do mesmo período do ano passado.

Em junho, o Brasil exportou US$ 5,02 bilhões a mais do que comprou do exterior. Apesar da queda de 13,3% em relação ao superávit de junho do ano passado, o valor é o terceiro melhor para o mês, inferior apenas ao registrado em junho de 2018 (US$ 5,79 bilhões) e de 2017 (US$ 7,18 bilhões).

Commodities

Depois de fechar 2018 com superávit de US$ 58,959 bilhões, a balança comercial registrou recuo no primeiro semestre, provocado, principalmente, pelo desempenho das exportações, que caíram 1,8% pela média diária, somando US$ 110,89 bilhões nos seis primeiros meses do ano. A alta, de acordo com a Secretaria Especial de Comércio Exterior do Ministério da Economia, decorreu principalmente da queda média de 3,33% dos preços das mercadorias exportadas, o que não compensou o aumento de 1,58% no volume embarcado.

Na agropecuária, o preço médio das mercadorias exportadas caiu 10,9%, contra queda média de 4,7% no preço dos bens da indústria de transformação. Apenas os preços da indústria extrativa, beneficiados principalmente pela alta do petróleo no mercado internacional, registraram alta média de 5,1%.

As importações, em contrapartida, aumentaram. No primeiro semestre, o país comprou do exterior US$ 83,76 bilhões, valor 0,8% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. As compras de bens de capital (máquinas e equipamentos usados na produção) subiram 5,4% de janeiro a junho. As aquisições de bens intermediários aumentaram 1,9%.

O preço médio das mercadorias importadas caiu 5,92% no primeiro semestre, mas a quantidade comprada do exterior aumentou 7,14%.

Estimativa para 2019

Depois de o saldo da balança comercial ter encerrado 2018 em US$ 58,959 bilhões, o segundo maior resultado positivo da história, o mercado estima um superávit menor em 2019. Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, os analistas de mercado preveem superávit de US$ 50,8 bilhões para este ano. Até o mês passado, o Ministério da Economia projetava superávit de US$ 50,1 bilhões para o saldo da balança comercial em 2019. Fonte Agência Brasil

PM morre afogado em lagoa de Santo Amaro

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Na tarde de sábado (29), o cabo da Polícia Militar identificado como, Wender Serejo Martins, morreu afogado na Lagoa do Peixe, em Santo Amaro. Ele estava em viagem com familiares e amigos.
De acordo com informações, o militar teria atravessado a lagoa a nado, na companhia de amigos. Na segunda tentativa, quando já estava escurecendo, Wender Martins não concluiu a travessia. Os acompanhantes do cabo sentiram a sua falta no meio da lagoa, até mergulharem e encontrarem seu corpo no fundo.
De imediato foi levado ao Hospital Regional de Barreirinhas, mas já sem vida. O corpo foi transportado para o IML de São Luís no domingo (30).
Segundo a PM, soldado Martins era policial na companhia da cidade de Humberto de Campos, vinculada ao 27º BPM, com sede na cidade de Rosário. A Polícia Militar do Maranhão emitiu nota de pesar sobre o caso do militar.
“É com profundo pesar que o Comando da Polícia Militar do Maranhão externa seus sentimentos em nome dos oficiais, praças e funcionários civis, lamentando o falecimento do Cabo PM Wender Serejo Martins lotado no 27º Batalhão da PM. O policial ingressou nas fileiras da PM em 2014.
O militar veio a óbito por afogamento, quando estava em um momento de lazer com a família, neste sábado (29) no município de Santo Amaro.
A Polícia Militar do Maranhão se solidariza com os familiares do Cabo PM Wender Serejo Martins neste triste momento.”
Com informações do Estado do Maranhão

Flávio Dino anuncia quatro mudanças no Governo

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Governador anunciou as mudanças em seu secretariado por meio das redes sociais e anunciou os novos secretários de Cultura e de Governo bem como presidente do Iprev

Em meio a comemorações com o sucesso do São João do Maranhão, o governador Flávio Dino utilizou das redes sociais para anunciar uma série de mudanças em seu governo.

O secretário de Cultura, Diego Galdino, vai se tornar Secretário de Governo em substituição a Antônio Nunes que assume a presidência da empresa Maranhão Parcerias.

Por sua vez, o secretário adjunto da Secretaria de Educação, Anderson Lindoso, será o nome a continuar o legado de Galdino à frente da Secretaria de Cultura. Vale ressaltar que o nome de Lindoso vinha sendo sondado para a pasta desde a reeleição de Flávio Dino.

Além destas três mudanças, Flávio Dino também anunciou Mayco Pinheiro como novo presidente do Instituto de Previdência (Iprev). Ele vai ocupar o lugar deixado pelo paranaense Joel Fernando Benin que foi exonerado do cargo no último dia 22 de junho.

“As mudanças vão na direção do nosso esforço permanente de dinamizar a gestão, valorizar talentos, fortalecer novos projetos e suprir necessidades que surgem. Todos são servidores que já integram nossa equipe e têm ótimo desempenho”, explicou o governador em outra postagem.

O governador não explicou quando os novos nomes vão tomar posse nos cargos, nem se o efeito será imediato ao governo.

Além disso, Dino não explicou o que deve ocorrer com o Procon, já que ele mesmo anunciou o advogado Carlos Sérgio como novo presidente do órgão, mas até hoje a mudança não foi efetivada e Karen Barros permanece no cargo.

RESUMO

Diego Galdino – secretário de Governo

Antônio Nunes – presidente da Maranhão Parcerias

Anderson Lindoso – secretário de Cultura

Mayco Pinheiro – presidente do Iprev

Justiça determina afastamento de vereadores de Vitória do Mearim após investigação sobre corrupção

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Ao todo, oito vereadores da cidade do interior do Maranhão foram afastados de suas funções até que o processo seja concluído. Um dos vereadores foi preso de novo outro crime.

Investigação da Polícia Civil e do Ministério Público em Vitória do Mearim já chegou à Justiça — Foto: Divulgação

Investigação da Polícia Civil e do Ministério Público em Vitória do Mearim já chegou à Justiça — Foto: Divulgação

Por decisão das Justiça, oito vereadores de Vitória do Mearim foram afastados de seus cargos com suspensão da remuneração e posso imediata dos suplentes até o término do processo. A ação judicial é repercussão da investigação sobre crimes de associação criminosa e corrupção na Câmara de Vereadores referente a pedidos de propina para arquivamento de CPI contra a prefeita Dídima Maria Coêlho, com base em supostos crimes de responsabilidade.

A investigação da Polícia Civil e Ministério Público culminou com a prisão preventiva de vereadores no início do mês de junho. Eles foram liberados dez dias depois, mas agora o vereador Oziel foi preso novamente por outros crimes descobertos durante a investigação policial.

“O crime de comércio ilegal de arma de fogo foi descoberto durante esta investigação e a Justiça decretou a prisão preventiva do vereador Oziel por mais este crime”, disse o delegado Guilherme Campelo.

Oziel Gomes da Silva foi preso nessa quinta-feira (27) e já voltou ao Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís. Além dele, os outros vereadores afastados por ordem da justiça foram George Maciel da Paz, que era o presidente da Câmara, Hélio Wagner Rodrigues Silva, Marcelo Silva Brito (Marcelo da Colônia), Mauro Rogério (Nego Mauro), José Mourão Martins e Raimundo Nonato Costa da Silva (Nonato do Chelo) e Benoa Marcos Rodrigues Pacheco (Bena).

Investigação

A operação foi deflagrada no dia 5 de junho, quando os vereadores de Vitória do Mearim foram presos depois de uma investigação policial referente a crimes de corrupção por pedidos de propina para arquivamento de CPI contra a prefeita da cidade, segundo a apuração da Superintendência Estadual de Combate a Corrupção e Organizações Criminosas (Seccor) e o Ministério Público do Maranhão.

Segundo a investigação, vereadores do município pediram propina para arquivarem uma Comissão parlamentar de Inquérito (CPI) contra a prefeita do município, Dídima Maria Coêlho. Os vereadores teriam pedido a propina ao marido da prefeita, que é o chefe de gabinete, Almir Coêlho Sobrinho. A CPI teria por base o crime de responsabilidade da gestora municipal.

Segundo a Polícia Civil, as conversas foram gravadas pelo chefe de gabinete. Nos áudios, a polícia disse que os vereadores pedem R$ 320 mil, que poderia ser pagos de forma parcelada. No decorrer das investigações, a polícia descobriu que outros vereadores iniciaram novas chantagens no valor de R$ 70 mil. Teve um vereador que chegou a pedir R$ 100 mil.

Almir Coêlho Sobrinho disse em depoimento aos policiais que além da propina, ele descobriu que os vereadores pretendiam afastar Dídima Coêlho para que “a vice (Elzir Lindoso) assumisse e pudesse sacar a quantia correspondente aos royalties da mineração destinados ao município”. O valor chega a R$2,2 milhões.

G1 MA

Hoje na História: Nasce a princesa Diana

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No dia 1 de julho de 1961 nascia, em Sandringham, na Inglaterra, Diana Frances Spencer, mais conhecida como Diana, a princesa de Gales. Depois de completar os seus estudos na Suíça, ela trabalhou como professora em um jardim de infância. No final da década de 70, começou a se encontrar com o príncipe Charles, e o noivado dos dois foi anunciado no dia 24 de fevereiro de 1981. No dia 29 de julho do mesmo ano, eles se casaram na catedral de Saint Paul, em Londres. Daiana teve dois filhos com Charles, William (1982) e Harry (1984). A princesa viveu sob grande exposição na mídia e se tornou extremamente popular, principalmente por conta de seus trabalhos de filantropia pelo mundo. Contudo, no final da década de 1980, tiveram início as especulações sobre uma possível crise conjugal. Finalmente, em dezembro de 1992, foi anunciada a separação do casal real. Em fevereiro de 1996, Diana aceitou o pedido de divórcio apresentado em dezembro pelo príncipe Charles. Eles se divorciaram oficialmente no dia 28 de agosto de 1996. Depois disso, Diana seguiu com suas obras assistenciais, perdeu as regalias reais e recebeu uma compensação financeira. Ela morreu em 31 de agosto de 1997 em um acidente de carro em Paris. Diana estava com o seu namorado, o magnata egípcio Dodi al Fayed, que também morreu no local. A morte da ex-princesa comoveu milhões de pessoas no Reino Unido e ao redor do mundo. Por conta do seu carisma, ela recebeu diversas homenagens e entrou para a história não apenas por ter sido princesa de Gales, mas também por conta de suas ações sociais ao redor do planeta.

Novamente a menoridade penal

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É certo que a maioria dos países desenvolvidos adota uma idade penal menor da praticada no Brasil. Segundo trabalho publicado pela biblioteca digital da Câmara dos Deputados, de autoria de Ribamar Soares, a maioridade penal começa aos 10 anos na Inglaterra, País de Gales e Ucrânia. Aos 14 anos na Alemanha, Áustria, China, Itália e Rússia. Em países da América Latina, como Argentina, Chile e Cuba, aos 16 anos de idade.

Segundo levantamento realizado pelo Datafolha e apresentado em janeiro de 2019, para 84% dos brasileiros, a menoridade penal deveria ser diminuída de 18 para 16 anos. É o desejo de um expressivo contingente populacional e não pode deixar de ser levado em consideração por quem representa o povo no parlamento.

No Brasil não há a cultura da consulta à sociedade por meio de plebiscitos e referendos. Os brasileiros são completamente alijados das decisões políticas que interessam diretamente à comunidade, como é o caso da menoridade penal. E quando a população não é chamada para o debate público, o exercício do poder sempre fica reduzido aos corredores do Congresso Nacional, por meio de representantes.

A sociedade precisa ser esclarecida de problema tão grave. Por exemplo, li um estudo interessante sobre o tema do professor de Economia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Cristiano Oliveira, que defende a redução da menoridade porque seria uma maneira de reduzir a criminalidade.

Para diminuir a criminalidade
não vai bastar diminuir a idade
penal, é preciso fazer mais.

Segundo Oliveira, quem comete crimes faz uma análise prévia do custo-benefício. Assim, a severidade da punição superior aos bônus dos crimes seria apropriada para inibir potenciais infratores.

A tese do professor gaúcho é correta quando fala da impunidade. Segundo dados do Conselho Nacional de Justiça, menos de 10% dos crimes de homicídio no Brasil são levados a julgamento. Portanto, a punição, de fato, pode ser um fator inibidor da prática de crimes, não somente a diminuição da idade penal.

Entre os argumentos dos defensores da redução da idade penal estão o aumento da criminalidade e da violência juvenil, a impunidade das infrações praticadas pelos menores, a diminuta punição em caso de crimes hediondos e a pouca efetividade de recuperação dos estabelecimentos incumbidos de receber os infratores.

Alia-se, também, a alegação de que o Brasil de 1940, quando o atual Código Penal entrou em vigor, era extremamente diferente do atual em relação às informações a que têm acesso os adolescentes. Não havia internet nem as mídias sociais.

Para diminuir a criminalidade não vai bastar diminuir a idade penal, é preciso fazer mais. O problema não é apenas de legislação. Em outra oportunidade escrevi sobre o caso da lei dos crimes hediondos. Desde a sua entrada em vigor, em 1990, os crimes graves só têm crescido. O grau de ameaça com o agravamento das penas não surtiu o efeito pretendido.

Para diminuir a criminalidade juvenil, além da diminuição da idade penal como quer a maioria esmagadora da sociedade, é preciso, também, investimento social. Educação, saúde, formação profissional e cidadania são necessidades básicas que precisam ser efetivadas com urgência. O discurso do aumento da pena e da diminuição da idade penal não possui praticidade quando desacompanhado de propostas de alteração da realidade social na qual estão postos os adolescentes.

Prometer somente alteração da legislação para acabar com a criminalidade é ineficaz em um país que julga menos de dez por cento dos homicídios. Para se ter uma ideia do tamanho do problema, em 2016 foram assassinadas mais de 60 mil pessoas no Brasil.

Os dados estatísticos falam muito alto, é necessária a discussão a respeito da diminuição da idade penal ou mesmo o aumento do prazo máximo de internação de três para oito anos, para isso já passou da hora de a sociedade ser ouvida em um plebiscito.

Roberto Veloso foi presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil – Ajufe (@robertoveloso_).