AGORA VAI! Concurso PRF: 1000 aprovados serão convocados

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O documento publicado prevê que caberá ao diretor-geral da PRF, verificar as condições para nomeação.

Foto: Divulgação

Por: Da Redação04 de Julho de 201918

Foi publicado nesta quinta-feira, 4, no Diário Oficial da União, um decreto que autoriza a nomeação de 1.000 novos policiais aprovados no concurso PRF 2018/2019; 500 a mais do que o quantitativo oferecido inicialmente no edital.

O presidente Jair Bolsonaro já tinha divulgado a informação em suas redes sociais na início da noite dessa quarta-feira, 3. O documento publicado prevê que caberá ao diretor-geral da PRF, Adriano Furtado, verificar previamente as condições para nomeação, além de editar os atos necessários.

Além do presidente a autorização está assinada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes e do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

“Assinei hoje decreto que autoriza a PRF a chamar 1000 novos concursados, sendo 500 deles previstos no edital do concurso e outros 500 além da previsão inicial. Essa é mais uma medida de fortalecimento da segurança pública, em especial quanto ao patrulhamento de nossas rodovias”, disse o presidente em seu Twitter na noite da última quarta, 3.

O provimento dos cargos ficará condicionado à existência de vagas na data da nomeação e à autorização em anexo próprio da lei orçamentária anual, observadas as restrições impostas pela lei de diretrizes orçamentárias.

O edital do concurso da PRF foi lançado em novembro de 2018, com 500 vagas e salário de de R$ 9.473,57. Para ser um policial rodoviário federal, é necessário ter nível superior em qualquer área e carteira de habilitação no mínimo de categoria “B”

Novo concurso

Um novo concurso PRF pode ser autorizado nos próximos meses! A Polícia Rodoviária Federal enviou um pedido para realização de um novo certame com 4.435 vagas.

A solicitação de autorização de um novo certame foi enviada ao Ministério da Economia, seguindo os novos procedimentos previstos no Decreto 9.739/2019, que disciplina a autorização de concursos públicos.

Segundo a PRF, 4.360 vagas serão destinadas a novos Policiais Rodoviários Federais e 75 vagas para Agente Administrativo, cargo da carreira de apoio da corporação.

Muro de escola em Paço do Lumiar desaba e mata trabalhador

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Josiel era operário terceirizado da empresa Pilar Construções e estava trabalhando na obra de recuperação da escola.

Por: Ana Maria Bruzaca04 de Julho de 2019244

Josiel Batista Martins Pinheiro, de 52 anos, morreu na manhã desta quinta-feira (4) após parte do muro da Unidade de Ensino Básico (U.E.B) Conjunto Paranã, no município de Paço do Lumiar, desabar sobre ele.

Josiel era operário terceirizado da empresa Pilar Construções e estava trabalhando na obra de recuperação da escola. O acidente ocorreu por volta das 11:30 e a vítima ainda chegou a receber atendimentos do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), mas não resistiu.

De acordo com as primeiras informações da Polícia, o trabalhador estava cortando uma árvore próxima ao muro da escola, retirando os galhos que estavam sobre o muro, quando este desabou sobre ele.

A equipe da SAMU encontrou o operário ainda com sinais vitais e tentou realizar o procedimento de reanimação, contudo, Josiel não resistiu e veio a óbito ainda no local do acidente.

A Prefeitura de Paço do Lumiar emitiu uma nota, afirmando que o ocorrido foi uma “triste fatalidade, uma vez que o operário já havia concluído a poda da árvore e estava terminando o recolhimento dos galhos”.

Loja correspondente bancária é assaltada no centro de Vargem Grande

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Mais uma vez a loja Infocenter de propriedade do empresário Jardel Prazeres é assaltada na rua José Alexandre, no centro de Vargem Grande.

Os bandidos de acordo com informações de pessoas próximas ao empresário, chegaram ao estabelecimento comercial aproximadamente as 14 hs e 30 min, e de posse de armas anunciaram o assalto, levando inclusive o proprietário e os funcionários para o fundo da loja onde ficaram trancados, até a chegada do pai que veio em seu socorro e abriu as portas.

Os bandidos levaram uma pequena quantia em dinheiro e três celulares, sendo dois de cientes e um do caixa da empresa.

As vítimas acreditam que um dos assaltantes já esteve na loja em uma outra oportunidade praticando o mesmo tipo de crime.

Segundo ainda algumas testemunhas, um carro de passeio dava suporte aos bandidos.

A vítima Jardel Prazeres ficou com o prejuízo. Enquanto isso,os senadores inclusive maranhenses, votaram contra o porte e a posse de armas de fogo por empresários e pessoas de bem. E os bandidos continuam armados.

EMPRESÁRIO COMETE SUICÍDIO EM EVENTO COM PRESENÇA DE MINISTRO E GOVERNADOR EM SERGIPE

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EMPRESÁRIO COMETE SUICÍDIO EM EVENTO COM PRESENÇA DE MINISTRO E GOVERNADOR EM SERGIPE

Empresário Sadi Gitz cometeu suicídio durante evento em Aracaju| Foto: Silvio Rocha/Prefeitura de Aracaju

O empresário Sadi Gitz cometeu suicídio nesta manhã de quinta-feira (4) durante um evento com a presença do ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, e do governador de Sergipe, Benivaldo Chagas (PSD-SE).
O fato ocorreu durante o “Simpósio de Oportunidades para o novo cenário do gás natural em Sergipe”, em um hotel, na capital Aracaju. Gitz teria tirado a própria vida com um tiro na cabeça durante a fala do governador. Segundo informações ele teria dito : Governador, o Sr. está mentindo, ato contínuo atirou em sua boca. Em nota, o governo do estado de Sergipe lamentou o ocorrido e cancelou o evento.

Dia 13 de outubro será a canonização de primeira pessoa nascida no Brasil

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Além de Irmã Dulce, serão canonizados quatro beatos

Por: Thiago Marques01 de Julho de 2019285

O Papa Francisco presidiu, dia (1), na Sala Clementina, no Vaticano, o Consistório Ordinário Público para a Canonização de cinco Beatos, dentre os quais Irmã Dulce Lopes Pontes.

Durante o Consistório, o Santo Padre anunciou a data de canonização dos cinco beatos. Será no domingo, 13 de outubro próximo.

Além de Irmã Dulce, serão canonizados os seguintes beatos: John Henry Newman, cardeal, fundador do Oratório de São Filipe Néri na Inglaterra; Giuseppina Vannini (no século Giuditta Adelaide Agata), fundadora das Filhas de São Camilo;  Maria Teresa Chiramel Mankidiyan, fundadora da Congregação das Irmãs da Sagrada Família e Margherita Bays, Virgem, da Ordem Terceira de São Francisco de Assis.

Irmã Dulce

Irmã Dulce, primeira mulher nascida no Brasil a virar santa, será canonizada no dia 13 de outubro, em cerimônia presidida pelo Papa Francisco no Vaticano. De acordo com informações divulgadas hoje (01), pelo “Vatican News”, o canal oficial de comunicação da Santa Sé.

O Vaticano anunciou a canonização em maio deste ano, quando, por meio de decreto, um segundo milagre atribuído à religiosa foi reconhecido. A cura de um paciente que estava cego.

Soteropolitana nascida em 1914, Maria Rita Lopes de Sousa Brito, conhecida como “Anjo Bom da Bahia”, se dedicou ao trabalho social nas ruas da capital baiana.

Começou prestando assistência à comunidade favelada dos bairros de Alagados e de Itapagipe e depois fundou a União Operária São Francisco, primeiro movimento cristão operário de Salvador e o Círculo Operário da Bahia, que proporcionava atividades culturais e recreativas, além de uma escola de ofício.

Em 1949, acolheu no galinheiro situado ao lado do Convento Santo Antônio cerca de 70 doentes recolhidos das ruas de Salvador. O episódio é considerado a origem da OSID (Obras Sociais Irmã Dulce), instituição filantrópica fundada por ela dez anos depois.

O primeiro milagre atribuído a ela e que lhe rendeu a beatificação aconteceu em 2001, quando uma mulher havia sido desenganada pelos médicos depois de dar à luz devido a um quadro grave de hemorragia.

Além de Irmã Dulce, outros quatro beatos serão canonizados no mesmo dia: John Henry Newman, Giuseppina Vannini, Maria Teresa Chiramel Mankidiyan e Margherita Bays.

A canonização de Irmã Dulce é a terceira mais rápida da história da Igreja Católica a partir da data da morte: 27 anos após seu falecimento, atrás da santificação do Papa João Paulo II (9 anos após sua morte) e de Madre Teresa de Calcutá (19 anos após o falecimento). Fonte Agência Brasil

Morre radialista atingido a tiro na Rádio São Luis durante atentado

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Morreu, por volta das 23 horas desta quarta-feira (3), na UTI do Hospital do Servidor, o radialista Ederaldo Menezes, que, em 24 de maio de 1996, ficou tetraplégico após ser baleado por um pistoleiro, nas dependências da Rádio São Luis, na Areinha.

Dois pistoleiros pularam o muro da emissora, executaram o segurança conhecido por João Comprido e se dirigiram para o estúdio, com o intuito de matarem o radialista Tony Duarte, que conseguiu escapar.

Um dos bandidos rendeu Ederaldo e depois, irritado porque não encontrou Tony, detonou-lhe um tiro nas costas, rompendo a coluna vertebral. Desde então, Exeraldo ficou tetraplégico. Há uma semana, foi internado no Hospital do Servidor, com infecção urinária, vindo a falecer na noite desta quarta-feira.

O velório está sendo realizado na residência da família, na Rua Nossa da Vitória, na entrada do Parque Vitória, número 51. O episódio teve repercussão nacional, como se pode ver abaixo, pela Folha de São Paulo.

Fonte- Blog do Marcial Lima

A pálida foto da sucessão em Vargem Grande

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Simbolizando a dificuldade que as figuras politicas tem de “Avançar” no cenário de Vargem Grande.

Em todos os municípios o assunto dominante é a sucessão municipal, mas em Vargem Grande, embora essa pauta queime como fogo de monturo, todo mundo está na moita, vendo o que pode acontecer. para então, se manifestarem.

As pedras do xadrez começam a se movimentar, mas nada com muita intensidade. Tudo de acordo com a natureza de muitos dos filhos de nossa terra, que na visão de Domingos Hilton de Jesus Costa, tem na covardia, a sua marca registrada. Existem até nomes novos para a Câmara municipal e que estão trabalhando nos bastidores.

O prefeito CB faz suas articulações através de seus braços políticos, que no comando tem o seu irmão e secretário Zé Filho. Ele é o responsável pela avaliação de novos quadros que devem compor o esquadrão Comunista.

O que chama a atenção nesse momento, são aqueles que aderiram recentemente ao grupo do prefeito, mas ainda não se sentem confortáveis no ninho do grupo. Basta olhar as fotos em que eles aparecem ao lado do prefeito. Alguns não sabem nem onde colocar as mãos, se no rosto para não ser visto, ou se no bolso, sinalizando o que buscam do administrador municipal.

Por outro lado tem o Dr. Miguel que sem sombras de dúvidas tem um forte cacife eleitoral e que é um concorrente nato e com chances de retornar ao palácio Hildenora Gusmão. Tem contra si, apenas o receio do eleitor, de que os mesmos secretários voltem a reinar, isso é fato. Basta fazer uma consulta popular.

Tem ainda correndo por fora e com independência os empresários Geraldo Rodrigues e Marluce Pinto, além do jovem bacharel em Direito e idealista Ferreirinha Neto, que se articula junto a ex-prefeita Maura Jorge para ocupar o comando do município.

Fala-se também, em Diegão da Madeireira, mas cabe a ele fazer a escolha, se continua no grupo do atual gestor,ou tenta voar sozinho.

Lembrando que nessa conjuntura política existem os que estão se afastando definitivamente da vida pública, como o Dr. vereador Farid e a vereadora Conceição, que manifestaram seus desejos de não mais disputar cargo eletivo.

Por hoje é só, amanhã se DEUS permitir, voltaremos com mais informações.

Hoje na História: Morre o escritor Monteiro Lobato, criador de O Sítio do Pica-pau Amarelo

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No 4 de julho de 1948 morria, em São Paulo, José Bento Monteiro Lobato, autor de literatura infanto-juvenil e também um dos grandes personagens da história recente do Brasil. Ele ficou conhecido pelo conjunto educativo de sua obra de livros infantis e também pelos contos, artigos, um livro exaltando o petróleo e o ferro no Brasil e seu único romance, “O Presidente Negro”. Entre suas obras mais conhecidas estão “Reinações de Narizinho” (1931), “Caçadas de Pedrinho” (1933) e “O Pica-pau Amarelo” (1939). A maioria das histórias de seus livros infantis se passavam no Sítio do Pica-pau Amarelo, no interior do Brasil. Além de escritor, Monteiro Lobato também fazia ilustrações para jornais. Nascido no dia 18 de abril de 1882, em Taubaté (SP), ele sempre foi polêmico e árduo defensor das próprias ideias. Em 1917, publicou o famoso artigo que criticava uma exposição da pintora Anita Malfatti. O texto, chamado “Paranoia ou Mistificação? , falava das influências dos “ismos”, como o futurismo, cubismo e surrealismo na arte de Malfatti que, apesar disso, tinha um “talento vigoroso, fora do comum”. O escrito, contudo, não aprovava essa proximidade da artista com a cultura europeia. Com isso, Monteiro Lobato, de início, ganhou antipatia dos artistas ligados ao modernismo em São Paulo. Anos mais tarde, no entanto, ele faria as pazes com alguns representantes do movimento, como Mario de Andrade. Nos anos seguintes, Lobato publicou seus primeiros livros. Em “Urupês” (1918), ele deu vida a um dos seus mais conhecidos personagens, o Jeca Tatu. Sua criação gerou muita polêmica, já que traçava um retrato pouco elogiável do “caipira” como um sujeito preguiçoso, que simbolizava a miséria do campo no Brasil. Outros livros de sua fase inicial são “Cidades Mortas” (1919) e “Negrinha” (1920). Em 1927, Monteiro Lobato mudou-se para os Estados Unidos. Ficou lá até 1931 e enfrentou problemas com o seu livro “O Presidente Negro e o Choque de Raças”, no qual contava a história da vitória de um candidato negro à presidência dos Estados Unidos. Apesar de não ter sido bem aceito nos Estados Unidos, sempre defendeu este país por conta do seu desenvolvimento, principalmente da infraestrutura. No seu retorno ao Brasil, em 1931, Monteiro Lobato defendeu com unhas e dentes um outro ideal: acreditava nas riquezas naturais do país e na produção de petróleo. Por conta disso, chegou a enviar uma carta ao presidente Getúlio Vargas, criticando o governo e foi preso. Em 1941, voltaria a ser preso pelo mesmo motivo. Esta luta pelo petróleo o deixou pobre e doente, resultando no derrame fatal que causou sua morte em 1948.

As 105 emendas à Constituição são legais?

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Sergio Moura

A competência exclusiva para escrever a Constituição conferida pela Emenda Constitucional nº 26, de 27 de novembro de 1985, ao criar a Assembleia Nacional Constituinte (ANC), foi claro sobre a quem a outorgava (“Art. 1º Os Membros da Câmara dos Deputados e do Senado Federal reunir-se-ão, unicameralmente, em Assembleia Nacional Constituinte, livre e soberana, no dia 1º de fevereiro de 1987, na sede do Congresso Nacional”) – referia-se ao eleitos em 1986 – e  por quanto tempo (“Art. 3º A Constituição será promulgada depois da aprovação de seu texto, em dois turnos de discussão e votação, pela maioria absoluta dos Membros da Assembleia Nacional Constituinte”)  – se a missão dos constituintes restringia-se a escrever a constituição, ela terminou no momento da sua promulgação. A EC nº 26 não autorizou os constituintes empossados em 1º de fevereiro de 1987, nem os deputados e senadores eleitos nos pleitos seguintes, a prosseguir os trabalhos constitucionais após a promulgação da Constituição, que ocorreu em 5 de outubro de 1988. Os trabalhos da ANC encerraram-se, portanto, naquela data e, por consequência, o poder constituinte exclusivo dos eleitos em 1986 extinguiu-se.

Em desrespeito à EC nº 26, talvez na ânsia de enterrar a vergonha da incapacidade de terminar um trabalho que já durava 19 meses, até então mal feito, com desleixo pela língua portuguesa e repleto de conflitos de princípios morais, os constituintes extrapolaram uma competência que havia sido limitada no mérito, nos mandatários e no tempo: delegaram o poder exclusivo que a EC nº 26, que vigeu até as 15h37 do dia 5 de outubro de 1988, lhes havia outorgado há quase três anos, tanto na redação do artigo 60 quanto na do 3º das Disposições Transitórias (revisão constitucional, que perdeu efeito em 1993).

Além de terem ignorado a Constituição então vigente, desprezaram dois dos seus próprios princípios que, ao mesmo tempo, incluíram no texto constitucional: o da separação de poderes e o da legalidade. Aquele aparece no artigo 2º, São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário”, este no artigo 37, “A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade…”.

A separação de poderes é mandatório para o regime presidencialista, escolhido pelos constituintes. Para ele, exige-se um sistema de freios e contrapesos pelo qual um braço do governo controla o outro e cada um deles depende do outro.

O princípio da legalidade não permite que um servidor público delegue um poder sem que seja explicitamente autorizado. É o que nos ensina Vitor César F. de C. Pires, em Administração Pública, Princípio da LegalidadeÉ na legalidade que cada indivíduo encontra o fundamento das suas prerrogativas, assim como a fonte de seus deveres”.

No entanto, eis o que diz o Art. 60 da CF:

A Constituição poderá ser emendada mediante proposta: (de congressistas, do presidente da República e das assembleias estaduais) …§ 2º A proposta será discutida e votada em cada Casa do Congresso Nacional, em dois turnos, considerando-se aprovada se obtiver, em ambos, três quintos dos votos dos respectivos membros.

Pelo artigo 60, portanto, os congressistas escolhidos nas eleições seguintes passaram a ter competência exclusiva, sem limite de tempo, para criar direitos e obrigações para todos nós, sobre qualquer assunto, sem prestar contas do que fazem a outro braço de governo. Isso não é democracia no presidencialismo, regime de governo que os próprios constituintes de 1988 criaram.

Esse artigo extrapola o mandato contido na EC 26, agride o sistema presidencialista e despreza a legalidade. Como devemos considerar seus efeitos? Nulos?

O que diriam se esse poder exclusivo de legislar fosse dado ao presidente da República?

O artigo 60 da CF precisa ser substituído por um processo que dê legalidade a emendas à barafunda que é a CF 88 e que permita os freios e contrapesos inerentes ao sistema presidencialista.